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Com quase 600 focos, Feijó é o município que lidera o ranking de queimadas no Acre

Durante o mês de agosto deste ano, em Feijó foram registrados 579 focos de queimadas. Em Tarauacá 390 e Sena Madureira aparece com 279 focos.

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Durante o mês de agosto deste ano, em Feijó foram registrados 579 focos de queimadas. Em Tarauacá 390 e Sena Madureira aparece com 279 focos.

Dados da Secretaria de Meio Ambiente do Acre (Sema) mostram que os municípios de Feijó, Tarauacá e Sena Madureira lideram os focos de queimadas no Acre no acumulado do mês de agosto deste ano.

Os números foram divulgados pelo monitoramento de queimadas, nesta terça-feira (27), e são de dia 1º até 27 de agosto. Todos os dados usados no boletim são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e mostram que em Feijó foram registrados 579 focos de queimadas. Em Tarauacá 390 e Sena Madureira aparece com 281 focos.

Juntos, os três municípios registram 1.250, o que corresponde a metade dos números registrados em todo estado, que aparece com 2.545 focos, segundo o boletim. A capital Rio Branco é a quinta com pelo menos 200 focos.

O relatório da unidade de situação de monitoramento hidrometeorológico tem como objetivo monitorar a seca, risco de fogo, avaliação de áreas queimadas em perímetro urbano, acompanhamento de fumaça e poluição atmosférica.

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Com a situação, o governo do Acre decretou, na última sexta-feira (23), estado de emergência.

Ainda segundo o boletim, Acrelândia e Capixaba precisam de atenção especial e tornam-se prioritários para ações de combate e controle de queimadas porque foram os dois municípios que registraram maior número de de focos por quilômetro quadrado em seu território.

Em Acrelândia, a densidade é de 5,5 km² atingidos e Capixaba aparece com 3,8 km².

Reforço

Um efetivo de 240 homens do Exército Brasileiro começou um treinamento, nesta quarta-feira (28), em três municípios do Acre para trabalhar junto ao Corpo de Bombeiros no combate às queimadas no estado.

O treinamento dos militares ocorre após o governo do Acre pedir reforço, no último sábado (24), às Forças Armadas. Um dia antes do pedido do governador Gladson Cameli, na sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto para autorizar o uso das Forças Armadas no combate à queimadas na Amazônia. O decreto prevê o uso das tropas até 24 de setembro. Do G1 Acre

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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