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Com 12 mil pessoas atingidas pela cheia do Rio Tarauacá, prefeitura decreta situação de emergência

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Rio Tarauacá apresentou vazante, mas ainda está acima da cota de transbordo – Foto: Arquivo/Defesa Civil

Com cerca de 12 mil moradores atingidos pela enchente do Rio Tarauacá, a prefeitura da cidade, que leva o mesmo nome do rio, declarou situação de emergência. O decreto foi publicado na edição desta quinta-feira (24) do Diário Oficial do Estado (DOE).

Conforme a Defesa Civil Municipal, o manancial apresentou vazante de 80 centímetros nas últimas 24 horas e está com 10,05 metros, ainda acima da cota de transbordo, que é de 9,50 metros.

A expectativa, segundo o coordenador do órgão, sargento Marcelo Monteiro, é que o nível do rio continue vazando e, inclusive, saia da cota de transbordo ainda nesta quinta. “Está baixando bem rápido, então muitas famílias já começam a retornar para suas casas para fazer a limpeza”, disse.

Até esta quinta, 43 famílias estão desabrigadas e foram levadas para o abrigo montado na Escola Djalma da Cunha Batista. Ao todo, são 219 pessoas nesta situação. Além disso, há três famílias com 18 pessoas desalojadas, ou seja, foram levadas para casas de parentes.

Localidades atingidas:

Senador Pompeu (Conhecido como Bairro da Praia)

Triângulo

Bairro das Flores

Parte do Centro

Entorno da BR 364

Ipepaconha

Bairro Avelino Leal

Aulas suspensas

Com 12 mil pessoas atingidas pela cheia do Rio Tarauacá, prefeitura no AC decreta situação de emergência – Foto: Secom

A nova enchente fez a Secretaria Municipal de Educação suspender as aulas para cerca de 7 mil alunos da rede pública de ensino. Ao todo, a cidade tem 104 escolas, sendo 9 na zona urbana e outras 95 na zona rural.

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A secretária de Educação, Maria Lucicléia Nery, disse que a medida foi tomada porque muitos alunos e servidores estão afetados pela cheia do rio. Além disso, três escolas também estão atingidas com as águas.

“Temos três escolas atingidas e os alunos moram em bairros que alagam, o que dificulta o acesso. Por isso, decidimos suspender as aulas”, disse a secretária.

As aulas na cidade foram iniciadas no dia 3 de março, mas por conta da paralização dos trabalhadores da Educação, as atividades ficaram suspensas por cerca de 18 dias e foram retomadas nessa terça-feira (22). No entanto, devido à enchente, foi preciso suspender o funcionamento das escolas.

Situação de emergência

Com a declaração de emergência, a prefeitura autorizou a mobilização de todos os órgãos municipais e a convocação de voluntários para reforçar as ações e campanhas de arrecadação de recursos junta à comunidade para facilitar a assistência à população afetada.

Também está liberado que as autoridades administrativas e os agentes de Defesa Civil, diretamente responsáveis pelas ações, entrem em casas para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação.

Ainda segundo a publicação, durante a situação de emergência ficam dispensados de licitação os contratos, desde que possam ser concluídos no prazo máximo de 180 dias.

Essa é a terceira vez que o Rio Tarauacá transborda na cidade. A primeira vez foi no dia 21 de fevereiro quando o manancial atingiu a marca de 9,50 metros no interior.

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Já no último dia 10, o nível do rio voltou a subir e ultrapassou mais uma vez este ano a cota de transbordo. As águas do rio subiram cerca de 1,88 metro em 24h. Conforme a Defesa Civil, a elevação se deu após o registro de chuvas acima de 100 milímetros na região do Rio Muru, na zona rural, e também na parte urbana da cidade entre os dias 8 e 9 de março. Do G1 Acre

Por conta da enchente, prefeitura de Tarauacá declarou situação de emergência – Foto: Arquivo/Defesa Civil

E Veja Também no 3 de Julho – Acre 24 Horas

Veja o Vídeo Abaixo: Em apoio às reivindicações dos servidores da Educação, Saúde e Segurança do Estado. Leo de Brito anunciou que entrou com uma ação popular, na Justiça Federal, para que o governador Gladson Cameli restitua aos cofres públicos os R$ 800 milhões que a Polícia Federal, por meio da Operação Ptolomeu, apontou que foram desviados. 

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Defensoria Pública se reúne com Diretoria da Unimed em busca de melhorias no atendimento infantil

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Na tarde desta quarta-feira, 18, a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC) se reuniu com a Diretoria da Unimed Rio Branco, para expor as reclamações recebidas dos usuários do atendimento prestado no único hospital de urgência e emergência infantil do estado do Acre, a Urgil, credenciada pela Unimed.

De acordo com o ofício enviado a DPE/AC pela Urgil, 95% do total de atendimentos do hospital são provenientes de usuários de planos de saúde, dos quais 70% são usuários da Unimed.

Na oportunidade, a Diretoria da Unimed, composta pelo presidente, Antônio Herbert Leite Militão, pelo vice-presidente, Marcus Vinicius Shoiti Yomura e pelo superintendente, Renato Correia da Silva, além do assessor jurídico Maurício Spada, mostrou-se sensível à problemática e se comprometeu a encontrar alternativas que não deixem as crianças que necessitem de atendimento de urgência e emergência em situação de total dependência da Urgil.

O encontro ainda possibilitou esclarecimentos sobre o modo de atuação da operadora de saúde e culminou com o agendamento de nova reunião para o dia 28 de junho, quando então a Unimed apresentará a DPE/AC medidas mais concretas para a melhoria dos serviços.

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Os defensores públicos Celso Araújo Rodrigues, do Núcleo da Cidadania, Rodrigo Chaves, do Subnúcleo de Superendividamento e Ações do Consumidor, a defensora pública Juliana Caobianco, do Subnúcleo de Direitos Humanos 1 (SDH1), a assistente do SDH1, Larissa Damasceno e as representantes dos usuários do plano de saúde, arquiteta Talita Gomes e a advogada Vanessa Facundes, demonstraram satisfação com os encaminhamentos da reunião, reiterando a necessidade de a Unimed adotar medidas céleres e efetivas que resguardem os direitos desses consumidores.

“Foi muito importante esse diálogo para reafirmamos a nossa preocupação e compromisso com nossos usuários, além de esclarecer que estamos procurando um caminho, uma solução”, disse o presidente da Unimed Rio Branco, Herbert Militão.

O defensor público Rodrigo Chaves, destacou que a instituição está à disposição para contribuir, ouvir e atuar de forma conjunta para dar mais celeridade ao caso.

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