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Cheia atinge 450 casas e desabriga famílias em Cruzeiro do Sul, no AC

‘Todos os anos enfrentamos essa situação’, lamenta moradora. Corpo de Bombeiros acredita que águas devem baixar nos próximos dias.

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‘Todos os anos enfrentamos essa situação’, lamenta moradora. Corpo de Bombeiros acredita que águas devem baixar nos próximos dias.

Corpo de Bombeiros acredita que águas do Rio Juruá devem baixar (Foto: Vanísia Nery/ G1)

Corpo de Bombeiros acredita que águas do Rio Juruá devem baixar (Foto: Vanísia Nery/ G1)

A cheia do Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul (AC), atinge até esta quinta-feira (5), 450 residências em cinco bairros, desabrigando 35 pessoas. Nesta quinta, o rio apresentou sinal de estabilidade registrando a marca de 13,57 metros, acima da cota de alerta, de 13 metros. No entanto, o Corpo de Bombeiros acredita que as águas baixem nos próximos dias.

“Na cabaceira do rio, em Marechal Thaumaturgo e Porto Walter, o nível do rio já baixou mais de um metro. A previsão é que aqui também baixe, tendo em vista que hoje ele se mantém estável, registrando a mesma marca de ontem [quarta-feira,4]”, explica o comandante do Corpo de Bombeiros em exercício, Clodoaldo Pinheiro.

Na tarde de quarta-feira (4), seis famílias foram retiradas no bairro Boca do Môa. Segundo a secretária de Assistência Social de Cruzeiro do Sul, Rosa Sampaio, elas estão sendo amparadas com aluguel social.

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“Todas estão em aluguel social. Nós estamos há dois anos sem trabalhar com abrigos, pois no aluguel social a pessoa tem mais privacidade e, no abrigo, apesar de ter toda fiscalização, sempre apresenta inúmeros problemas”, relatou a secretária.

Famílias que permanecem no local dizem temer doenças e afogamentos (Foto: Vanísia Nery/ G1)

Famílias que permanecem no local dizem temer doenças e afogamentos (Foto: Vanísia Nery/ G1)

Os moradores que têm suas casas atingidas pela cheia e continuam no local precisam enfrentar problemas como lixo e dificuldade para se locomover no local.

A dona de casa Lande Lima da Silva, 26 anos, moradora do bairro da Várzea, conta, que mesmo sabendo dos perigos de contrair doenças, a única solução encontrada para se deslocar é passando pelo área alagada.

“É a solução que nós temos. O jeito é torcer para não pegar uma doença junto com meus filhos. Aqui mesmo, depois que o rio seca fica muita água acumulada sem ter por onde sair. Todos os anos enfrentamos essa situação. A preocupação também é muito grande, temos medo das crianças se afogarem, mas não podemos fazer outra coisa a não ser ficar atentos”, destaca.

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A enchente do Rio Juruá atingiu os bairros Lagoa, Boca do Môa, Miritizal, Olivença e Várzea em Cruzeiro do Sul.

Cheia em Feijó

No município acreano de Feijó mais de 50 famílias foram atingidas pelas águas do rio Envira. De acordo com a Defesa Civil Estadual, 59 famílias foram atingidas, destas 9 estão desalojadas, ou seja, foram para casas de parentes. O restante continua em casa, mas com o apoio da equipe da prefeitura. O rio está a 38 centímetros da cota de alerta, que é 14 metros.

Famílias desabrigadas foram encaminhadas para aluguel social (Foto: Vanísia Nery/ G1)

Famílias desabrigadas foram encaminhadas para aluguel social (Foto: Vanísia Nery/ G1)

Vanísia Nery D G1 AC

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Movimento contra os abusos praticados pela empresa Energisa cresce e mobiliza rio-branquenses

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Organizadores recolhem assinaturas em diversos pontos da cidade, para ganhar força em ação civil pública através da Defensoria Pública. Ainda segundo eles, o governo não coloca o PROCON, nem IPEEM para fiscalizar os atos empresa.

Lançado no dia 29 deste mês, o movimento popular contra os abusos praticados pela energisa no Acre, promete rodar os quatro cantos de Rio Branco e em algumas outras cidades do estado, para colher assinaturas e convocar a população a apoiar o movimento.

Na tarde de terça-feira (26), os organizadores estiveram no lago do Amor e Parque do IPÊ, onde discursaram para os que ali caminhavam e recolheram assinaturas para o abaixo assinado. Nas redes sociais, os organizadores agradeceram a receptividade e se disseram impressionados com os relatos feitos pelas pessoas e com a rapidez com que as folhas de assinaturas esgotaram, numa demonstração de que a população aderiu ao movimento.

O ativista do movimento social Francisco Panthio, disse que a ideia do abaixo assinado é mobilizar as pessoas para que entrem nessa guerra de Davi contra Golias.

“Hoje é quase unanimidade entre a população do Acre, que a Energisa comete absurdos na cobrança da energia de nossa população e não podemos ficar calados. Cadê o PROCON, o MPE e IPEEM-INMETRO, que não fazem nada para fiscalizar os atos dessa empresa?, centenas de pessoas assinaram aqui as fichas de abaixo assinado e isso mostra o tamanho da indignação”, questionou Panthio.

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De acordo com o presidente da FAMAC – Federação das Associações de Moradores do Acre Márcio Pereira, que também é um dos organizadores do movimento, essa é luta que precisa ser abraçada pela população, pois ninguém aguenta mais tantas cobranças duvidosas.

“Nós não queremos deixar de pagar energia, queremos pagar o que é justo e com transparência. As pessoas estão sem saber o que fazer porque essa empresa chegou no Acre com promessa de baixar os preços e melhorar a qualidade no atendimento, coisa que não vimos até agora”, desabafou Márcio.

Na tarde desta quarta-feira (27), o movimento estará na entrada da Uninorte, onde pretendem dialogar com estudantes e colher mais assinaturas para fortalecer a luta.

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Veja o Vídeo Abaixo: O vereador Jurandir Queiroz tem sido uma pedra no sapato do governador Gladson Cameli, no município de Brasileia, isto porque tem mostrado os desmandos do Governo com seus setores existentes na Cidade, como é o caso do Depasa. Em outro momento, o governo anunciou a “grande” obra que seria o Departamento Estadual de Água e Saneamento do Acre (Depasa) de Brasileia, departamento este que sanaria todos os problemas com a falta de água que estava se tornando corriqueira no município.

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