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Casa do “papai noel” no macacheral O acusado está foragido.

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Caso do “papai noel” no macacheral

IMG_60351-280x210José Nilson Lima Ribeiro, 32 anos, vulgo “Papai Noel” foi assassinado por volta das oito horas da manhã desta terça-feira. A vítima saía de casa, na comunidade Polo Hortigranjeiro no Macacheiral I em Cruzeiro do Sul, quando foi atingido por um tiro à queima-roupa.

O acusado conhecido por Bilóia, teria pedido à vítima que se levantasse, porque não queria atirar pelas costas. Segundo testemunhas, o “Papai Noel” ainda tentou correr, mas caiu, momento em que bilóia efetuou o disparo. O SAMU ainda foi acionado, mas a vítima já estava sem vida.

Segundo as famílias, tanto do acusado quanto da vítima, os dois já tinham se desentendido antes. Na manhã do crime, “Papai Noel” teria xingado a mulher do acusado, motivo pelo qual Bilóia o teria matado.

De acordo a irmã da vítima, Shirley Lima da Silva, o “Papai Noel”, era usuário de drogas e já teria sido preso algumas vezes por roubo. No entanto, para seus familiares José Nilson estava mudando. Há alguns meses, o homem teria começado a trabalhar na diária juntando seixos de pedras em um areal. Nilson já teria juntado cerca de 800 reais, dinheiro que usaria para visitar a esposa em Rio Branco.

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O corpo ainda permanece no Instituto Médico Legal e só será liberado após a família apresentar os documentos de identificação da vítima. A mãe de Nilson, Francisca Evaristo de Lima, diz que seu filho não possuía mais os documentos, e que por isso deverá ir à cidade de Mâncio Lima para obter a segunda via.

“Papai Noel”

Segundo, a irmã da vítima, José Nilson ganhou este apelido porque após praticar furtos de objetos para sustentar o vício, quando denunciado, o mesmo devolvia os objetos furtados aos seus proprietários.

Glória Maria do Site Juruá Online

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Projeto Rhuamm, que cria rede de proteção de crianças e adolescentes, é lançado pela Defensoria Pública

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Depois de quase um ano de elaboração, articulações e formação de parcerias, o Projeto Rhuamm – Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos, coordenado pelo Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública, foi lançado na manhã desta terça-feira, 24, reunindo representantes das instituições que atuarão em conjunto para ampliar as ações preventivas de forma a evitar o abuso e a violência praticada contra crianças e adolescentes em Rio Branco, cidade que abrigará o projeto-piloto.

O nome e a motivação para a criação do projeto vieram do caso envolvendo o menino Rhuan, morto de forma violenta em 2019 pela mãe e a namorada dela, em Brasília. A Defensoria Pública do Acre, por meio do defensor Celso Araújo Rodrigues, que hoje coordena o Núcleo de Cidadania, responsável pelo projeto, se mobilizou para trazer ao Acre o corpo da criança e apoiar a família paterna.

“A Defensoria Pública, diante de uma das suas prerrogativas, que é proteger a criança e o adolescente, criou, desenvolveu e está executando este projeto. A intenção é acolher e tratar crianças vítimas de violência. Os casos serão encaminhados ao núcleo do Projeto, principalmente pelas escolas”, explica o defensor Celso Araújo.

A defensora-geral, Simone Santiago, lembra que o projeto “nasceu naquele fim de semana trágico”. “Primeiro nasceu no coração do Dr. Celso e ele veio conversar comigo e com a Dra. Roberta e nós o abraçamos. Sabíamos que sozinhos, com nosso instrumento, não poderíamos fazer com que esse projeto alcançasse seu objetivo. Minhas palavras são de agradecimento. Sabemos que estamos no caminho certo e avisamos a sociedade de que estamos atentos, que existem vários atores que estão olhando para as crianças. Este é o nosso recado. Estamos todos abraçados por uma causa, das mais justas, que é a proteção de crianças e adolescentes”, ressaltou a defensora-geral.

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O Rhuamm visa estabelecer parceria com o sistema de garantia de direitos e irá capacitar profissionais envolvidos no projeto e nas escolas de ensino infantil e fundamental de Rio Branco, oferecendo também orientação aos gestores escolares e aos pais das crianças de 0 a 11 anos, público-alvo do projeto, entre outras atribuições.

Família de Rhuan participa de solenidade

Parte da família paterna de Rhuan, avós, tias e primo, compareceu ao lançamento do projeto. “Esse projeto é muito importante para as crianças. Vou morrer e ele vai ficar aí pra dar orgulho pra minha família. Espero que as escolas, as diretoras procurem conversar com as crianças, quando verem uma criança triste pra saber o que está acontecendo. Que todas as escolas façam parte desse projeto, porque é muito bom e vai dar resultado”, disse Francisco das Chagas, avô de Rhuan.

A secretária adjunta dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Fernanda Ramos Monteiro, que participou do evento de forma virtual, apresentou projetos e ações da política nacional de prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

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A secretária adjunta divulgou dados que apontam a redução de 41% do número de mortes por agressão a crianças e adolescentes no Brasil em comparação à média registrada entre 2012 e 2018.

São parceiros do Projeto Rhuamm o Tribunal de Justiça do Acre, Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Sebrae, Polícia Militar, Centro Universitário

Uninorte e Prefeitura de Rio Branco, por meio do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, SASDH, Seme, Centro Especializado de Referência em Assistência Social, Semsa, Centro Pop e Conselho Tutelar.

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