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Boato sobre golpe do IBGE assusta moradores em Rio Branco

Polícia Civil esclarece que não envia alertas por mensagem de celular.

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Polícia Civil esclarece que não envia alertas por mensagem de celular.

Da Redação Com Veriana Ribeiro

Mensagens são compartilhadas, principalmente através do WhatsApp (Foto: Veriana Ribeiro/G1)

Mensagens são compartilhadas, principalmente através do WhatsApp (Foto: Veriana Ribeiro/G1)

IBGE informa que está realizando pesquisas em Rio Branco.

Uma mensagem alertando sobre uma possível quadrilha que, identificando-se como sendo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizaria roubos em Rio Branco está sendo compartilhada por celulares, através de aplicativos de comunicação, causando medo e confusão entre moradores da capital.

Uma moradora do Manoel Julião, que prefere não se identificar, conta que recebeu a visita de um pesquisador do IBGE e ficou desconfiada. “Ele chegou de manhã, bateu na porta e disse que era do IBGE, quando abri a porta percebi que ele estava com o crachá da empresa, mas não estava uniformizado. Era um senhor de meia idade e não perguntou nada mais do que o nome e o telefone do dono da casa e depois disse que uma equipe faria o levantamento”, lembra.

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Em seguida, a moradora disse que recebeu um alerta da vizinha. “Ela me disse que um amigo dela da Polícia Civil tinha mandado uma mensagem avisando que uma quadrilha se passava por funcionários do IBGE para saber o horário e a rotina da casa para depois voltar e fazer alguma coisa”, disse.

Já o IBGE confirma que estão sendo feitas duas pesquisas na cidade. “Estamos fazendo o cadastro nacional de endereços, para fins estatísticos, e a pesquisa nacional por amostra de domicílio. No primeiro cadastro, duas perguntas são básicas o nome da pessoa e o telefone porque o endereço nós já temos”, diz o gerente de pesquisas do IBGE, Evandro Cavalcante.

O gerente ressalta ainda que para que o morador se sinta mais seguro, o pesquisador pode ser recebido do lado de fora de casa e, em caso de dúvida, pode entrar em contato com o instituto. “Nós temos várias formas de identificar um funcionário do IBGE. Ele tem um crachá de identificação e também carrega um aparelho da cor azul e com identificação da empresa”.
Além disso, o gerente destaca que a pessoa não é obrigada a receber o agente dentro de casa. O questionário pode ser feito em uma área externa para que o entrevistado se sinta mais seguro.

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A Polícia Civil afirma que não há casos registrados até o momento de roubos utilizando este tipo de golpe. O corregedor da Polícia Civil, Carlos Flávio, afirma que não há registros de assaltos utilizando este golpe. “O fato é que a Polícia Civil não tem registro de nenhum caso envolvendo esse suposto golpe”, afirma.

A Polícia Civil esclarece que não passa nenhum tipo de informação por meio de mensagens de texto, e-mail, redes sociais ou WhatsApp. Qualquer mensagem distribuida destas formas não são verdadeiras. A Polícia Cívil informou ainda que foi realizado um levantamento em todas as delegacias da capital e não existe registros de furtos ou assaltos realizados utilizando este golpe.

Colaborou Evely Dias, da TV Acre.

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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