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Barriga de mulher fica deformada após lipoaspiração malfeita

Jovem desembolsou mais de R$ 15 mil para realizar o procedimento estético.

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Jovem desembolsou mais de R$ 15 mil para realizar o procedimento estético.
Ele não é médico e, sim, um fraudador

Ele não é médico e, sim, um fraudador

Uma mulher americana, de 26 anos, ficou com a barriga deformada após se submeter a uma lipoaspiração a laser. O procedimento, feito de forma inadequada, provocou queimaduras de terceiro grau na região abdominal.

Por causa do erro, o cirurgião Muruga Raj, de 56 anos, foi processado por negligência médica. As informações são do site Daily News.

Com o objetivo de perder peso após três meses de ter dado à luz, a mulher resolveu desembolsar R$ 17 mil (U$ 8.000) para fazer uma lipoaspiração. Porém, o procedimento resultou em várias complicações. 

Segundo o advogado da paciente, Andrew Laskin, “o médico sabia que a pele da barriga estava queimando demais, camada por camada, deixando a mulher em estado de agonia”. 

— Ele não é médico e, sim, um fraudador. 

Um dia após a alta médica, a jovem retornou ao consultório reclamando de dor e inchaço no estômago e na parte inferior das costas. No entanto, Raj disse que as marcas não eram queimaduras e receitou um creme para passar na região abdominal duas vezes por dia. 

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Alguns dias depois, a paciente desmaiou de tanta dor e foi levada às pressas ao hospital. 

Ao ouvir uma segunda opinião médica, a paciente recebeu a notícia de que as marcas na barriga eram queimaduras de terceiro grau. Para contornar a situação, ela precisou ser submetida a uma cirurgia de enxerto de pele. 

Raj está sendo processado e, segundo o site Daily News, preferiu não comentar o caso. 

Fonte: R7 

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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