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População exige atendimento na Caixa, em Rio Branco

A situação precisou ser controlada pela Polícia Militar, chamado ao local para não permitir que cidadãos invadissem a agencia bancária.

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A situação precisou ser controlada pela Polícia Militar, chamado ao local para não permitir que cidadãos invadissem a agencia bancária.

Após o piquete realizado por bancários da Caixa Econômica Federal, na agência Rio Branco, Centro da Capital, nesta quinta-feira, 29, impedido que advogados acessassem atendimentos na instituição para movimentar alvarás judiciais, diversos populares também tentaram atendimento nesta sexta, na agência.

A situação precisou ser controlada pela Polícia Militar, chamado ao local para não permitir que cidadãos invadissem a agencia bancária. Os trabalhadores estão em greve há mais de 20 dias e não estão dispostos aa atender nem os advogados, nem os cidadãos outros que chegam às agencia em busca de serviços.

Ao menos oito advogados foram impedidos de adentrar o setor de atendimento da agencia Rio Branco. Num protesto silencioso, bancários ficaram sentados em frente à porta giratória da agência não permitindo que os juristas conseguissem sacar os alvarás judiciais a que tem direito.

A vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AC) Seccional Acre, advogada Marina Belandi, afirmou que não houve nenhum desentendimento grave, contudo, o direito de ir e vir dos profissionais do Direito estava sendo cerceado, uma vez que qualquer cidadão pode livremente acessar os departamento da agencia bancária.

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“O que nós queremos é apenas ver os alvarás, nada mais. Nós reconhecemos o movimento grevista como legítimo e constitucional. Não estamos entrando nesse mérito. Temos um acordo e uma ordem judicial. Compreendemos o movimento e o sindicato, mas de encontro também o direito de ir e vir. Tínhamos um acordo com a Caixa, mas hoje houve esse impasse”, explicou.

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários, Edmar Batistela, não há nada de ilegal com o protesto dos servidores e quem se sentir lesado pode procurar os meios legais para questionar isso, na Justiça. Ele alegou, ainda, que alvarás judiciais não são parte do rol de serviços essenciais que devem ser mantidos na forma da lei.

“A categoria está agindo dentro da lei e é o direito do trabalhador. Os empregados que estão na frente da agência estão em greve. Todos têm o mesmo direito, não se pode atender uns e outros não. Por que a Caixa atendeu ontem? Qual é essa prerrogativas? E As demais pessoas? Ou o atendimento é pra todos ou o movimento é legítimo”, justificou.

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Com informações Ac24horas

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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