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A pousada vila Brasilia em Brasiléia foi invadida por sem tetos

A pousada foi construída em 2006, com uma estrutura de 13 chalés

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A pousada foi construída em 2006, com uma estrutura de 13 chalés

ALEMÃO MONTEIRO

11A pousada vila Brasilia em  Brasiléia foi invadida por sem tetos as 06 Horas da manhã deste sábado,os invasores falam que  a vila Brasilia está abandonada pela administração municipal,eles não tem casa para morar;como a pousada está entregue as baratas decidimos tomar posse já que o poder publico municipal fecha os olhos como se nada estivesse acontecendo.

A senhora (Maria A.P.DE S.) fala ainda que não vão sair enquanto o prefeito não se manifesta com a situação,nós somos mais de 40 sem tetos e não vamos sair somos mães e pais de famílias temos nossos filhos e pasçamos necessidade não podemos mais pagar aluguel e o poder municipal não olha para nós que somos tão carente não temos empregos,como vamos dar um futuro para nossos filhos? se o Prefeito prometeu que se ganhasse as eleições iria resolver todos os problemas de Brasiléia mais a situação só está piorando,parece uma zona,não resolveram nada, desabafou a senhora Maria.      

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A pousada foi construída em 2006, com uma estrutura de 13 chalés, piscina, parque infantil, quadra de areia e restaurante, graças a uma parceria entre Prefeitura de Brasiléia e Governo do Acre. Os recursos vieram da Suframa e Caixa Econômica Federal.

FOTOS ALEMÃO MONTEIRO

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Poder Judiciário do Acre retoma plantão extraordinário com 30% da força de trabalho

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Portaria Conjunta Nº 5/2022 institui novas medidas administrativas para afastar a propagação do vírus neste momento – Foto Reprodução

Nesta segunda-feira, 17, a presidência do Tribunal de Justiça juntamente com a Corregedoria-Geral da Justiça tornou pública a Portaria Conjunta n° 5/2022, determinando a redução do quantitativo de servidores e colaboradores em regime presencial da instituição até o dia 24 de janeiro.

Deste modo, está autorizada a retomada do trabalho remoto e atuação, por meio de escala de revezamento, do trabalho presencial com no máximo 30% dos integrantes de cada setor, excetuando os casos em que se observe prejuízos aos serviços prestados pela unidade.

A medida considerou o aumento progressivo no número de casos de Covid-19 em todo o estado, principalmente nas últimas semanas, assim como o teor da Portaria GDG Nº 4, de 08 de janeiro de 2022, em que o Supremo Tribunal Federal autoriza a adoção do regime de teletrabalho excepcional ou, na impossibilidade, que se promova escala de revezamento para os servidores e colaboradores.

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Assim, a gestão decidiu manter a política instaurada desde o início da pandemia para o resguardo e segurança à saúde dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, estagiários e estagiárias, todas e todos terceirizados e público externo.

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