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Professora do Colégio Meta morre após sentir fortes dores na cabeça

“O Colégio Meta não será mais o mesmo agora que você não está mais entre nós. Não foi só uma professora, foi uma amiga e uma mãe para seus alunos.”

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“O Colégio Meta não será mais o mesmo agora que você não está mais entre nós. Não foi só uma professora, foi uma amiga e uma mãe para seus alunos.”

Soraya era professora do Colégio Meta/Foto: Reprodução Facebook

Soraya era professora do Colégio Meta/Foto: Reprodução Facebook

A professora de português, Soraya Jarude, 41 anos, morreu neste domingo (8) após sentir fortes dores na cabeça, no momento em que fazia planejamento escolar na companhia de uma amiga. Ela era funcionária do Colégio Meta e muita querida por alunos e servidores da instituição.

Nas redes sociais, estudantes do Meta e colegas de trabalho de Soraya prestam homenagem e se dizem inconformados com sua morte prematura, que pode ter sido ocasionado por um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

“O Colégio Meta não será mais o mesmo agora que você não está mais entre nós. Não foi só uma professora, foi uma amiga e uma mãe para seus alunos. Você era muito boa mesmo. Vá com Deus, ‪#‎Soraya”, escreveu a estudante Ana Clara em sua página do Facebook.

Pela mesma rede, a professora Alessandra Gonçalves Pinheiro também fez um comentário. ”Hoje o céu está ainda mais azul para receber você, Soraya! Descansa em paz! — se sentindo triste.”
Outra professora, Cynthia Karla Vasconcelos, lamentou a morte de Soraya, mas não deixou de fazer um desabafo ao que ela chama de ‘falta de valorização à categoria’.

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“Em mim, desde ontem, está a sensação de angústia, frustração, impotência diante da vida e tristeza pela falta de reconhecimento e desvalorização profissional que recai em nossa categoria. Valeu a pena? Está valendo a pena? Cada vez, as pessoas não querem ser mais professores, uma profissão tão linda, tão crucial para o desenvolvimento da sociedade, mas que nos desgasta tanto, por mais que façamos o que amamos, muitas vezes ficamos doentes de corpo e alma”, disse em sua página da Facebook.

Veja o desabafo da professora Cynthia Karla Vasconcelos, na íntegra:

“Em três anos, perdi três colegas de profissão, um no Ceará e dois daqui, pessoas com quem n tive um convívio profundo, íntimo, apenas profissional, mas foram professores com quem convivi, conversei, planejei ou compartilhei. Desses três, dois sentiram-se mto mal em ambiente de trabalho e rapidamente faleceram. Hj foi a passagem da terceira, que Deus a receba em sua Santa Paz e conforte a família, pois todos esses professores deixaram filhos órfãos e famílias despedaçadas.

Meu respeito e compaixão a todos eles, mas fica a reflexão: valeu a pena? Está valendo a pena? Cada vez, as pessoas não querem ser mais professores, uma profissão tão linda, tão crucial para o desenvolvimento da sociedade, mas que nos desgasta tanto, por mais que façamos o que amamos, mtas vezes ficamos doentes de corpo e alma, como qualquer ser humano, por isso a importância de cuidarmos da nossa saúde que deve estar em primeiro lugar e cultivar o amor da família pq são eles q nos acodem nos momentos difíceis e s eles q realmente importam.

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Em mim, desde ontem, está a sensação de angústia, frustração, impotência diante da vida e tristeza pela falta de reconhecimento e desvalorização profissional q recai em nossa categoria…E mais uma vez, está valendo a pena? Valerá a pena? Valeu a pena? Eu ainda creio que sim, mas como professora e gente que sou, reconheço meu limite e por respeito a mim, ele nao é ultrapassado. Minhas homenagens hj são pra você Soraya Jarude, professora de português, mulher, mãe, filha, colega, esposa e cristã que Deus te acolha onde o bem faz morada, por isso não digo adeus, mas sim um “até um dia”, pois, certamente, todos aqui nos encontraremos em outro plano. Deus é Pai e está contigo, companheira. Descanse em paz!!”

Fonte:  Agência ContilNet 

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Defensora pública participa de roda de conversa com estudantes da escola Craveiro Costa em Cruzeiro do Sul

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A Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), na ocasião representada pela defensora pública que atua na unidade defensorial de Cruzeiro do Sul, Carolina Vecchi, participou, na quinta-feira, 23, de uma roda de conversa com estudantes da Escola Estadual Craveiro Costa.

O encontro foi realizado a convite da professora da Universidade Federal do Acre (Ufac) Campus Floresta, Leonísia Moura, que coordena o projeto de extensão Liberdade caça jeito: direitos, arte e autonomia, em parceria com a professora Cristiana Sales Mescia.

Na oportunidade, a defensora pública Carolina Vecchi, juntamente com a assistente jurídica, Nalidia Abreu, destacou o papel da instituição, explicando sobre as várias frentes de atuação da instituição.

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