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Educadores do Alto Acre iniciam protestando contra governo que não cumpre acordo com a categoria

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Liderados pelos sindicatos da educação na fronteira (Sinteac de Epitaciolândia comandado pela presidente Elvira Ramos e Sinteac de Brasiléia sob a presidência de José Almeida), os educadores dos dois municípios voltaram a protestam na cabeceira da ponte José Augusto de Araújo, nesta segunda-feira 07, contra o governo do estado que tem atuado com desdém junto a categoria educacional.

O Sinteac busca garantir benefícios para todos funcionários dessa classe. E a cada dia de reivindicação, o movimento tem tomado mais consistência e a presença de professores e pessoal de apoio cresceu consideravelmente nas atividades de protesto.

Os Educadores estão há mais de 15 dias realizando protestos em todo estado, contra a negativa do governador Gladson Cameli em não cumprir com acordos prometidos em 2021 e tenta de todo jeito ludibriar a categoria e ganhar tempo estendendo as negociações até findar prazo legal para conceder aumento ou reajuste salarial por conta do ano eleitoral.

Em junho do ano passado, os servidores deram fim a uma greve de mais de um mês após firmarem um acordo e aceitarem o pacote de medidas apresentado pelo governo. No entanto o governo só cumpriu até agora, segundo a presidente do Sinteac Central, Rosana Nascimento, apenas um item do acordo, que foi o fornecimento de internet e notebook para aos profissionais.

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A categoria segue na luta por ajustes na tabela do PCCR, correção inflacionária e outros pontos.

Em recente reunião no núcleo do Sinteac de Epitaciolândia, com sinteac de Brasileia, Sinteac central e gestores de escolas estaduais dos dois municípios ficou acordado que nenhuma escola fará matricula de alunos até que o governo atenda as reivindicações da educação.

A presidente Elvira Ramos tem destacado a importância da participação dos educadores nos movimentos e a sensibilização de pais de alunos com o clamor da categoria como forma de pressionar o governo a cumprir o que promete, pois as cobranças são justas e legais.

Para José Almeida, presidente do Sinteac de Brasiléia, a união da categoria é fundamental para que todos obtenha êxito, e reforça que a decisão do inicio do ano letivo 2022 está nas mãos do governador Gladson Cameli.

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Veja o Vídeo Abaixo: A vereadora Neiva Badotti fez um pequeno desabafo a respeito do desgoverno de Gladson Cameli, os inúmeros descasos vão desde a saúde até a educação na região do Alto Acre. A princípio, a parlamentar falou a respeito da irresponsabilidade com o pagamento dos servidores terceirizados que até o momento não receberam nenhum pagamento em 2022, onde na ocasião a empresa joga a culpa para o governo e o governo joga a culpa para a empresa e quem fica prejudicado com reação a sua subsistência, sem alimentação, sem poder honrar os seus compromissos.

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Educação: Prefeitura de Cruzeiro do Sul realiza readequação do calendário letivo 2022

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Com o objetivo de otimizar e flexibilizar as datas do calendário letivo de 2022, a Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou uma reunião com todos os diretores de escolas municipais para a readequação do calendário letivo.

De acordo com a Secretaria Municipal, a reunião com os diretores ocorreu para que alguns sábados letivos fossem readequados. Pois havia 32 sábados letivos durante o ano de 2022 e isso estava prejudicando o andamento do ano letivo, uma vez que os professores também atuam na rede estadual de ensino. Pelo novo calendário serão 22 sábados letivos. Com isso, o ano letivo previsto para se encerrar no final de dezembro se encerra agora em 15 de janeiro de 2023.

Além da mudança no calendário letivo, durante a reunião também foi apresentado o Projeto Político Pedagógico Anual das escolas, que são as diretrizes que norteiam os processos de ensino e aprendizagem nas escolas.

A presidente do Conselho Municipal de Educação, Ivonete Oliveira, disse que as mudanças no calendário serão benéficas e que isso não trará prejuízos ao ano letivo.
“Nosso calendário letivo sofrerá essa mudança para melhorar nossas atividades escolares. Pois tínhamos meses com todos os sábados letivos e isso estava prejudicando nossos professores porque também atuam na rede estadual. Com isso, nossos diretores aceitaram a mudança que não trará nenhum prejuízo ao ano letivo de 2022.” Disse Ivonete.

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O secretário adjunto de educação, professor Valdenísio Martins, disse que a mudança foi necessária para que houvesse melhorias nas ações educacionais e nas diretrizes do Projeto Político Pedagógico, apresentado na reunião.

“Educação se faz com planejamento e as mudanças necessárias. Percebemos a necessidade da retirada de alguns sábados do nosso calendário letivo para que nossos professores pudessem ter mais dias de descanso nos finais de semana, existem também os planejamentos obrigatórios, por isso, retiramos dez sábados letivos e prorrogamos o ano letivo até o dia 15 de janeiro de 2023”, concluiu Martins.

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