Cultura

Centro de Referência do Idoso realiza Festa Temática Junina em Epitaciolândia

Publicados

Cultura

O Centro de referência do Idoso de Epitaciolândia realizou o Arraial do Idoso nesta quarta dia 07/07, a festa que é uma tradição cultural junina acontece todos os anos com o pessoal da terceira idade, esse ano marca também o retorno gradual das atividades do CRIE devido a pandemia.

O evento contou com a presença do Vice-prefeito Antônio Soares, Elaine Cristina Sociólogo representante da Fundação Elia Mansour, Sandra Rodrigues Coordenadora do Centro, frequentadores e apoiadores.

A coordenadora falou da importância desse retorno gradual das atividades do Centro de Referência do Idoso. “Estamos aos poucos voltando e vivenciando o novo normal, para nós é motivo de muito alegria poder realizar eventos com a presença de nossos idosos, estamos aqui para servi-los, e vamos buscar fazer sempre o melhor para nossos frequentadores do CRIE. Pontuou Sandra Rodrigues Coordenadora.

Em sua fala a Elaine Cristina, ressaltou a importância desse resgate cultura junino. “O que vemos aqui é a história viva de uma geração que é o nosso pessoal da melhor idade, vocês são nosso maior patrimônio histórico, por isso, eu em nome da FEM quero parabenizar a todos que estão realizando esse evento que reconta um pouco de dessa cultura. Ressaltou Cristina.

Leia Também:  Repórter fotográfico Jardy Lopes homenageia Tarauacá pelos 108 anos de emancipação

O vice Prefeito ressaltou a importância da interação social com nosso pessoal da melhor idade. “Eu em nome do prefeito Sérgio Lopes que não pode estar presente devido a agendas na capital, quero parabenizar a todos os envolvidos na realização desse arraial, essa interação é muito importante para todos, pois há muito tempo devido a pandemia não acontecia encontros como esse, só temos a agradecer a vocês servidores que prepararam a festinha e aos nossos idosos frequentadores que são o motivo maior da existência do Centro de Referencia ao Idoso de Epitaciolândia.” Destacou Soares.

E veja também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: A cidade está localizada na tríplice fronteira entre o Brasil, o Peru e a Bolívia, formando uma conurbação, ou núcleo de populações vizinhas, com a cidade peruana de Iñapari e com a cidade boliviana de Bolpebra. O município é servido pela rodovia BR-317, que é a única rodovia que liga o Brasil ao Peru.

Acompanhe nossas Redes Sociais

Twitter 3 de Julho Notícias

Youtube 3 de Julho Notícias Vídeos

Página Facebook 3 de Julho Notíci

Veja o Vídeo:

Inscreva-se no Twitter 3 de Julho Notícias, seja membro e compartilhe.

Leia Também:  Assis Brasil nasceu no antigo seringal Paraguaçu, explorado em 1958 pelos irmãos Freire, do Maranhão

Inscreva-se no Youtube 3 de Julho Notícias Vídeos, seja membro e compartilhe.

Inscreva-se na Página Facebook 3 de Julho Notíci, seja membro e compartilhe.

COMENTE ABAIXO:

Propaganda

Cultura

Revolução: guerra que tornou o Acre independente atrasou por falta de armas, diz historiador

Publicados

em

Guerra era para ter começado no dia 14 de julho de 1902. Mas, sem as armas, ficou para 6 de agosto que era o dia da Independência da Bolívia e devido a festa, eles contavam com o elemento surpresa. – Foto: Reprodução Rede Amazônica

A guerra do Acre, conhecida pela história como Revolução Acreana, ocorreu em vários anos, com pelo menos quatro etapas distintas. Sendo a última desencadeada em 6 de agosto de 1902, quando Plácido de Castro liderando poucas dezenas de soldados invadiu a base boliviana, na cidade de Xapuri, interior do Acre. Neste sábado, se comemora 120 anos da Revolução Acreana.

Porém, há um detalhe da história que acabou levando o início do confronto para uma data que era importante para a Bolívia. O 6 de agosto que é a data de independência do país boliviano, mas só começou neste dia por causa de um atraso na chegada das armas para o exército do Acre. A ideia era começar, no dia 14 de julho de 1902, o confronto com os militares bolivianos, essa data remetia ao estado independente do Acre quando foi aberta a república do presidente Galvez.

“As armas não chegaram, e eles marcaram uma nova data, a de 6 de agosto que é o dia da independência boliviana. O 7 de Setembro do Brasil é o 6 de agosto na Bolívia e, contando que neste dia estava acontecendo festa cívica, as pessoas não esperavam um ataque num dia como este”, relata o historiador Marcos Vinícius Neves.

“E, diferente do que aconteceu antes, quando os conflitos mais localizados em Porto Alonso, hoje Porto Acre, e também Rio Branco, Plácido de Castro e o resto do comando do exército revolucionário acreano, decidiram atacar Xapuri para cortar a linha de suprimentos das forças bolivianas a partir do norte da Bolívia”, continua.

Leia Também:  Assis Brasil nasceu no antigo seringal Paraguaçu, explorado em 1958 pelos irmãos Freire, do Maranhão

Vários episódios

Ao longo desta luta pela anexação do Acre ao Brasil, foram diversos episódios e fases como a insurreição em 1899, o estado independente do Acre, a república do Presidente Galvez, também em 1899, e expedição dos poetas em 1900.

Só que com a ameaça do Bolivian Syndicate, uma companhia de comércio norte Americana Inglesa formada para o arrendamento do Acre, em 1901, os brasileiros do Acre decidiram pegar em arma mais uma vez para confrontar as autoridades bolivianas que aqui estavam estabelecidas e impedir essa instalação.

Como o governo boliviano já estava bem estabelecido na região com uma força militar significativa, eles decidiram chamar o ex-militar gaúcho Plácido de Castro para comandar uma nova etapa dessa luta pelo domínio do Acre.

“Então, ao amanhecer do dia 6 de Agosto de 1902, Plácido de Castro invade a cidade de Xapuri, toma a intendência boliviana, prende todos os militares e dá inicio a essa quarta etapa da guerra do Acre que se estendeu até janeiro de 1903, com a vitória do grande combate de Porto Acre” acrescentou.

Depois deste episódio ainda restaram alguns confrontos até que acontecesse a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 17 de novembro de 1903 que consolidou a anexação das terras que hoje é o estado do Acre, ao território brasileiro.

Leia Também:  Veja o Vídeo: Cantor Wanderley Andrade viraliza nas redes sociais após sequência de tropeços: "Tentaram matar o traficante do amor"

“E para tanto foi criado o território federal do Acre, depois da indenização a Bolívia, com valor em dinheiro, construção da Ferrovia Madeira Mamoré e uma pequena permuta de terra”, concluiu.

Controvérsia

Como parte de um projeto que busca propor uma revisão da história acreana, o livro “Não foi Revolução nem Acreana” propõe uma revisão da fase militar do processo de nacionalização do estado acreano pelo olhar e pesquisa do pós-doutor em História Eduardo Carneiro. O livro ainda não tem data para ser lançado.

De acordo com o pesquisador, o que se sabe sobre a história do Acre não foi escrito por historiadores. Os escritores da época eram militares, engenheiros, jornalistas e advogados que assumiram uma visão heroica dos fatos. Por isso, o intuito do livro é apresentar uma narrativa científica da história acreana.

Eduardo fala que a expressão “Revolução Acreana” não é utilizada de forma correta, pois não descreve com fidelidade o evento.

“Então, no livro, eu explico o conceito de revolução, desde o emprego dele na astronomia do século XV. Mostro a evolução do conceito até chegar na dita Revolução Francesa, que se tornou o evento de referência para a semântica moderna da palavra […] Eu historicizei o uso da palavra ‘revolução’ no Brasil, mostrando o quanto ele era mal-empregado”, explica. Alcinete Gadelha, G1 Acre

Guerra era para ter começado no dia 14 de julho de 1902 – Foto: Diego Gurgel/Arquivo pessoal

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA