Cultura

Atlético Brasileense bate SRT em Brasiléia e garante vaga na final do 1º turno

O campeonato conta com a participação de doze equipes divididas em duas chaves de seis times.

Publicados

Cultura

O campeonato conta com a participação de doze equipes divididas em duas chaves de seis times.

Por Eldson Júnior

As meninas do clube Atlético Brasileense garantiram vaga na final do primeiro turno do Campeonato Acreano Feminino de Futsal 2018, após derrotar a equipe SRT de Rio Branco por 4 a 3, no sábado, 20, no Ginásio de Esportes Eduardo Lopes Pessoa.

O Atlético Brasileense que se classificou para a fase “mata-mata” de forma invicta, com cinco partidas, cinco vitórias e quinze pontos, enfrentará o Clube Atlético Acreano, também de Rio Branco.

O Atlético Acreano, que era da mesma chave do time brasileense se classificou com doze pontos em cinco jogos, com apenas uma derrota sofrida para o time de Brasiléia na última rodada da primeira fase.

O jogo

Jogando em casa, a Seleção Brasileense se impôs para cima da equipe de Rio Branco, e jogando bem durante todo primeiro tempo, abriu vantagem de 4 a 0 logo no início. Usando o “fator casa”, o Atlético Brasileense segurou a pressão até ó intervalo.

Leia Também:  “Conhecer a Amazônia muda nossos valores”, diz jornalista em expedição

No segundo tempo, a e equipe atual campeã estadual, SRT, voltou em busca do resultado, pressionando a seleção Brasileense com troca de passes, marcação forte e chutes a gol, parando apenas na goleira que estava em uma noite inspirada.

Na reta final do segundo tempo, a equipe da capital se impôs, reagindo e descontando o placar com 3 gols. Mas com marcação forte e com apoio da torcida a equipe de Brasileia segurou o placar até o fim, garantindo vaga na grande final da competição.

A atleta do Atlético Brasileense, Klauana Araújo, destaca a partida que garantiu a vaga da equipe brasileense na decisão.

“Foi uma partida muito boa, bem pegada, as duas equipes bem preparadas. SRT, uma equipe muito forte. Um jogo de 4 a 3, com boa participação da equipe e agradeço o apoio da torcida que estiveram presentes”, disse a atleta.

Para o gerente de Esportes, Clebson Venâncio, a equipe desempenhou um bom papel durante o campeonato, “Nossas meninas estão de parabéns. Sétima partida da competição, sétima vitória. Agora vamos trabalhar durante a semana para chegar a final com foco, determinação, porque ainda não ganhamos nada. Quero agradecer a Prefeita Fernanda Hassem, que desde começo da competição vem dando o suporte necessário para que possamos estar desempenhando um bom papel”, destaca Clebson.

Leia Também:  Veja as fotos: Escola Estadual IOP em Brasiléia escolhe Miss e Mister 2016

A Seleção Brasileense feminino, assim como o masculino recebeu apoio por parte da Prefeitura de Brasiléia por meio da Gerência de Esportes, além de patrocinadores locais.

Veja o Vídeo da entrevista com o vereador Mario Jorge

Vereador  conta um pouco sobre a sua trajetória e fala principalmente sobre o seu afastamento. Mário Jorge fala também que tinha pessoas interessadas em fazer com que ele perdesse seu mandato.

Durante a entrevista prestada pelo Vereador Mário Jorge ao 3 de Julho Entrevistas, afirmou que armaram contra ele com relação ao processo de afastamento.

COMENTE ABAIXO:

Propaganda

Cultura

Revolução: guerra que tornou o Acre independente atrasou por falta de armas, diz historiador

Publicados

em

Guerra era para ter começado no dia 14 de julho de 1902. Mas, sem as armas, ficou para 6 de agosto que era o dia da Independência da Bolívia e devido a festa, eles contavam com o elemento surpresa. – Foto: Reprodução Rede Amazônica

A guerra do Acre, conhecida pela história como Revolução Acreana, ocorreu em vários anos, com pelo menos quatro etapas distintas. Sendo a última desencadeada em 6 de agosto de 1902, quando Plácido de Castro liderando poucas dezenas de soldados invadiu a base boliviana, na cidade de Xapuri, interior do Acre. Neste sábado, se comemora 120 anos da Revolução Acreana.

Porém, há um detalhe da história que acabou levando o início do confronto para uma data que era importante para a Bolívia. O 6 de agosto que é a data de independência do país boliviano, mas só começou neste dia por causa de um atraso na chegada das armas para o exército do Acre. A ideia era começar, no dia 14 de julho de 1902, o confronto com os militares bolivianos, essa data remetia ao estado independente do Acre quando foi aberta a república do presidente Galvez.

“As armas não chegaram, e eles marcaram uma nova data, a de 6 de agosto que é o dia da independência boliviana. O 7 de Setembro do Brasil é o 6 de agosto na Bolívia e, contando que neste dia estava acontecendo festa cívica, as pessoas não esperavam um ataque num dia como este”, relata o historiador Marcos Vinícius Neves.

“E, diferente do que aconteceu antes, quando os conflitos mais localizados em Porto Alonso, hoje Porto Acre, e também Rio Branco, Plácido de Castro e o resto do comando do exército revolucionário acreano, decidiram atacar Xapuri para cortar a linha de suprimentos das forças bolivianas a partir do norte da Bolívia”, continua.

Leia Também:  Desfiles de Sete de Setembro são cancelados para evitar aglomerações

Vários episódios

Ao longo desta luta pela anexação do Acre ao Brasil, foram diversos episódios e fases como a insurreição em 1899, o estado independente do Acre, a república do Presidente Galvez, também em 1899, e expedição dos poetas em 1900.

Só que com a ameaça do Bolivian Syndicate, uma companhia de comércio norte Americana Inglesa formada para o arrendamento do Acre, em 1901, os brasileiros do Acre decidiram pegar em arma mais uma vez para confrontar as autoridades bolivianas que aqui estavam estabelecidas e impedir essa instalação.

Como o governo boliviano já estava bem estabelecido na região com uma força militar significativa, eles decidiram chamar o ex-militar gaúcho Plácido de Castro para comandar uma nova etapa dessa luta pelo domínio do Acre.

“Então, ao amanhecer do dia 6 de Agosto de 1902, Plácido de Castro invade a cidade de Xapuri, toma a intendência boliviana, prende todos os militares e dá inicio a essa quarta etapa da guerra do Acre que se estendeu até janeiro de 1903, com a vitória do grande combate de Porto Acre” acrescentou.

Depois deste episódio ainda restaram alguns confrontos até que acontecesse a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 17 de novembro de 1903 que consolidou a anexação das terras que hoje é o estado do Acre, ao território brasileiro.

Leia Também:  Trabalhos desenvolvidos nas penitenciárias do Acre são expostos em SC

“E para tanto foi criado o território federal do Acre, depois da indenização a Bolívia, com valor em dinheiro, construção da Ferrovia Madeira Mamoré e uma pequena permuta de terra”, concluiu.

Controvérsia

Como parte de um projeto que busca propor uma revisão da história acreana, o livro “Não foi Revolução nem Acreana” propõe uma revisão da fase militar do processo de nacionalização do estado acreano pelo olhar e pesquisa do pós-doutor em História Eduardo Carneiro. O livro ainda não tem data para ser lançado.

De acordo com o pesquisador, o que se sabe sobre a história do Acre não foi escrito por historiadores. Os escritores da época eram militares, engenheiros, jornalistas e advogados que assumiram uma visão heroica dos fatos. Por isso, o intuito do livro é apresentar uma narrativa científica da história acreana.

Eduardo fala que a expressão “Revolução Acreana” não é utilizada de forma correta, pois não descreve com fidelidade o evento.

“Então, no livro, eu explico o conceito de revolução, desde o emprego dele na astronomia do século XV. Mostro a evolução do conceito até chegar na dita Revolução Francesa, que se tornou o evento de referência para a semântica moderna da palavra […] Eu historicizei o uso da palavra ‘revolução’ no Brasil, mostrando o quanto ele era mal-empregado”, explica. Alcinete Gadelha, G1 Acre

Guerra era para ter começado no dia 14 de julho de 1902 – Foto: Diego Gurgel/Arquivo pessoal

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA