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Acre assina Carta de apoio à Lei Nacional de Emergência Cultural

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“O Estado precisa atuar para não desamparar essas pessoas, que sempre mantiveram a nossa cultura viva com seus talentos, suas ações, sua arte”, disse Correinha. Foto: Hannah Lydia/FEM

O Governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), órgão gestor das políticas culturais do Estado, assinou a carta aberta de apoio à criação da Lei Nacional de Emergência Cultural, manifestando apoio para o que consideram um instrumento essencial para garantir proteção mínima necessária ao setor da cultura.

Segundo Manoel Pedro (Correinha), presidente da FEM, a participação do Acre nas discussões nacionais em relação à cultura é de extrema importância para o governo, que também tem tomado algumas medidas para socorrer os artistas nesse momento.

“Com o fechamento dos espaços culturais em todo o Brasil, não há certamente nenhum fazedor de cultura que não esteja sendo afetado, mas existem aqueles cujo impacto econômico pode comprometer a própria sobrevivência, e é prioritariamente nesses casos que o Estado precisa atuar para não desamparar essas pessoas, que sempre mantiveram a nossa cultura viva com seus talentos, suas ações, sua arte”, disse Correinha.

Na última semana, o governo lançou o Edital ConectCultura – Arte Vive, que visa apoiar artistas acreanos, por meio de pessoas jurídicas sem fins lucrativos, na produção de conteúdos digitais (lives) durante o período de isolamento social.

Confira a carta na íntegra:

Carta Aberta de Apoio à Criação da Lei Nacional de Emergência Cultural

O Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura manifesta total apoio à criação da Lei Nacional de Emergência Cultural, como um instrumento essencial para garantir proteção mínima necessária ao setor da cultura.

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Os Projetos de Lei (PLs) em tramitação no Congresso Nacional dispõem sobre a concessão de benefícios emergenciais aos trabalhadores do setor e aos espaços e equipamentos culturais, a serem adotados durante o Estado de Emergência em Saúde Pública, de que trata a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020.

Sendo assim, o Fórum vem hipotecar a votação de um PL, em caráter de urgência.

O setor cultural, em sua grandeza e diversidade, precisa ser assistido por políticas do tamanho da sua importância para a constituição da identidade brasileira. Neste contexto, se torna imperativo o descontingenciamento e a obrigatória execução do Fundo Nacional de Cultura, detentor dos recursos que serão acessados com o amparo da lei instituída, beneficiando a complexa rede que sustenta a cultura brasileira.

Os Estados, por nós aqui representados, cumprindo o seu papel no Pacto Federativo, devem se aliar a essa tarefa na execução das políticas, garantindo a capilaridade da distribuição dos recursos em todo território nacional.

Em um período onde a paralisação da economia criativa se apresenta como uma das mais longas entre diversos setores, cujos trabalhadores serão os últimos a terem condições de retomarem suas atividades, são imprescindíveis medidas de preservação e cuidado com aqueles que desempenham papel fundamental no desenvolvimento do nosso país.

Neste momento de grandes dificuldades, proclamamos a união de todos e todas por uma causa comum, que é nobre e vital. Concluímos com o poeta Ezra Pound, que nos deixou esta mensagem, em 1934: “os artistas são a antena da raça”.

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Assinam:

Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour (Acre)

Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas

Secretaria de Cultura do Estado do Amapá

Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas

Secretaria de Cultura do Estado do Bahia

Secretaria da Cultura do Ceará

Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal

Secretaria da Cultura do Espírito Santo

Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão

Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso

Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul

Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais

Secretaria de Estado de Cultura do Pará

Secretaria de Estado de Cultura da Paraíba

Secretaria de Estado da Cultura do Paraná

Secretaria Estadual de Cultura de Pernambuco

Secretaria de Estado da Cultura do Piauí

Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro

Fundação José Augusto (RN)

Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul

Superintendência Estadual da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer de Rondônia

Secretaria de Estado da Cultura de Roraima

Fundação Catarinense de Cultura (FCC/SC)

Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo

Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe

Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (TO)

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Serra do Divisor paraíso natural do Acre que encanta com cachoeiras e trilhas incríveis

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O local desperta equilíbrio e serenidade nos visitantes. Foto: cedida

Assessoria – Considerado um dos locais de maior biodiversidade do mundo, o Parque Nacional da Serra do Divisor, no Acre, encanta por sua exuberante beleza natural. Com cachoeiras, trilhas e mirante, é um dos melhores destinos para quem deseja se conectar com a natureza.

É o quarto maior parque nacional brasileiro e é considerado também o local de maior biodiversidade da Amazônia. Criada em 1989, a unidade de conservação (UC) é gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pelo governo federal.

O acesso à área é realizado pelo município de Mâncio Lima. O turista pode chegar por via terrestre, pela BR-364. Para diminuir o tempo de deslocamento, tem a opção de ir de avião até Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do estado, e tomar a estrada para Mâncio Lima. Chegando lá, é necessário pegar uma embarcação pequena e fazer uma viagem de oito horas, em média, pelos rios Japiin e Moa até a serra.

A influencer digital Maxine Silva se encantou com o local: “Eu não consigo nem descrever a experiência, de tão maravilhosa que é. A gente sente uma conexão incrível com a natureza, as cachoeiras são maravilhosas, a comunidade é super receptiva, a comida deliciosa. Todos precisam conhecer a energia daquele lugar”.

Para entrar no parque, é necessário que o turista entre em contato com o ICMBio de Cruzeiro do Sul para requerer autorização de acesso. Caso seja fechado pacote com alguma agência, esse processo já é feito pelo instituto.

A administradora Thalita Figueiredo gostou tanto da Serra que atualmente organiza excursões. “Já fui quatro vezes e agora estamos levando, em parceria com guias, grupos de pessoas para conhecer as belezas naturais e incríveis daquele lugar”, relata.

Chegando lá, é só desfrutar da paisagem e apreciar os passeios.

Thalita é apaixonada pelas belezas naturais do Parque – Foto: cedida

O que fazer na Serra do Divisor

Mirante Serra da Jacirana

Ponto de observação localizado a 500 metros acima do nível do mar, é uma das opções de passeio ofertadas aos turistas. O ambiente é ideal para apreciar o nascer ou pôr do sol. A profusão de cores do céu é um espetáculo à parte.

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Para chegar lá é necessário encarar uma subida bem inclinada por cerca de 20 minutos.

Cachoeira Formosa

Uma das mais bonitas da região. Águas negras e três quedas d’água compõem o cenário natural. Para conhecer o local, o turista precisa se aventurar por uma trilha de 30 quilômetros mata adentro – 15 para ir e outros 15 para voltar.

Cachoeira do Amor

São cerca de 20 minutos caminhando após a descida. A Cachoeira do Amor só foi descoberta em 2010.

Cachoeira da Estátua

Fica a uns 500 metros da Cachoeira do Amor, continuando a trilha. Após dois lances de escada de madeira, pode-se contemplar uma das mais belas quedas d’água do parque.

Buraco Central

Em busca de petróleo, na década de 40 a Petrobras perfurou a área na profundidade de 700m, em vão. Mas a incisão atingiu o lençol freático e deu origem a uma espécie de olho d’água.

O local tornou-se uma espécie de banheira permanente de hidromassagem natural, com água morna, gerando uma queda d’água que se lança direto no Rio Moa.

Cachoeira do ar condicionado

Tem cerca de cinco metros, com uma queda forte, e, dependendo do volume de água, divide-se em “V”. Foi nomeada assim por conta de um vento frio e úmido que sopra com a velocidade da água.

Forma uma piscininha de águas cristalinas com fundo de areia. Para chegar até ali, é necessário fazer uma pequena trilha de cerca de dez minutos.

Cachoeira Pirapora I

O visual depende da época do ano: sua altura no período da cheia se reduz pela durante a estação seca. A água cai no Rio Moa, aí o acesso é direto de barco.

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Cachoeira Pirapora II

O acesso se dá pela Pirapora I. Em alguns minutos de trilha, é possível contemplá-la. Além dessas cachoeiras, existem outras. E duas cavernas foram descobertas recentemente no local.

Onde se hospedar

A Serra do Divisor dispõe de três pousadas que servem café, almoço e jantar.

Pousada do Miro

Foi a primeira criada no parque. Possui quartos e chalés. De lá é possível contemplar a Serra do Divisor. Agendamentos pelo contato: (68) 9 9971-2127.

Pousada do Edmilson

Também possui confortáveis chalés. Contato: (68) 9 9959-5475.

Pousada Canindé da Serra

É a mais próxima da serra. Contato: (68) 9 9946-0496.

Contato do ICMBio: (68) 3322-1203

A influencer Maxine desfruta a vista a partir do Mirante – Foto: arquivo pessoal

Serra do Divisor – Foto: Marcos Vicentti

Cachoeira Formosa – Foto: Marcos Vicentti

Cachoeira da Estátua – Foto: Marcos Vicentti

A força das águas do Buraco Central surpreende os turistas – Foto: arquivo pessoal

Cachoeira Pirapora I – Foto: Diego Gurgel

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: O ex-deputado federal, Sibá Machado, gravou um vídeo polêmico onde fez um desabafo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro e o governador do Acre, Gladson Cameli. Sibá não perdeu a oportunidade de alfinetar o gestor em se tratando do escândalo de corrupção no qual para a Polícia Federal, Cameli é tido como o chefe de uma organização Criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão de reais dos cofres públicos do Estado.

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