Para não ser incomodado por eleitores, vice-governador Major Rocha muda de endereço

Quem quiser conversar com o major Rocha, a partir de agora, terá mais dificuldades, Rocha mudou de endereço para não ser incomodado.

O vice-governador Major Rocha mudou de endereço, saiu da sua casa, nas proximidades da Associação Atlética Banco Brasil (AABB) e passou a morar num elegante prédio de condomínio na Morada do Sol.

Segundo fonte da coluna tanto o major Rocha quanto membros da sua família trocaram de residência para evitar a quantidade de pessoas batendo à sua porta. Para chegar no condomínio é missão quase impossível. O vice tucano montou o seu novo ninho no 7º andar.

A informação foi publicada no diário Oficial do Estado na quarta-feira passada, onde já entrou em vigor na mesma data.

Governo Gladson não apoia a procissão, Bispo pede dinheiro ao fiéis, Cameli brinca de cavalinho

“Olha lá vai passando a procissão, se arrastando como cobra pelo chão”. A frase faz parte de um clássico da MPB, cujo autor é Gilberto Gil.

Procissão é demonstração da fé católica, quando muitos cristãos aproveitam para pagar as suas promessas e renovar a crença em Cristo.

Procissão é tradição. Tradicionalmente, nos últimos 20 anos, o governo do Estado ajudou a Igreja Católica em todos os seus eventos.

A procissão da Sexta-feira Santa era um desses eventos. Este ano não foi igual àqueles passados.

O governador Gladson Cameli (PP) fechou as torneiras e apagou as velas. O governo não apoiou nem com o som e muito menos com a iluminação.

Gladson não foi excomungado pelos mais de 25 mil devotos porque era dia Santo. Mas não estava nas rezas do fiéis, com certeza.

Sem ter como arcar com as despesas, restou ao Bispo dom Joaquin Pertiñez e aos Padres pedirem contribuição a quem estava na procissão.

Foi um verdadeiro Deus nos acuda. Enquanto tudo acontecia no Acre, Gladson estava brincando de cavalinho com o filho e sobrinhos em Manaus.

A legenda do vídeo de Cameli não poderia ser melhor para sintetizar o seu governo: “Bagunça garantida”. E o Acre vai esperando o que Cameli prometeu.

Empresa da família do Governador podem devolver quase R$ 160 milhões por obras na BR; Processos andaram com Thiago Caetano no DNIT

O objetivo era atingir o candidato do PT ao governo do Estado. Afinal, Marcus Alexandre havia sido diretor-presidente do Departamento de Estradas e Rodagem (Deracre).

Também havia interesse em vitaminar a candidatura do principal adversário do petista, o então senador Gladson Cameli.

A ordem dentro da Superintendência do Dnit era colocar os processos das obras da BR-364 para andar.

Se voassem, seria ainda mais conveniente. Politizaram o tema, mas esqueceram que o buraco era mais embaixo.

O superintendente do órgão era o atual secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, apadrinhado de Cameli.

Coincidência ou não, no período eleitoral, com Caetano no comando, foram incentivadas várias tomadas de contas especiais contra o Estado. E os processos seguiram a estrada. Voaram.

Mas tudo que vai, volta. É como bumerangue. Aquilo que foi supostamente incentivado pelo midiático secretário, segundo um servidor do órgão, retornou a jato.

Esse retorno veio com a cobrança de uma fatura alta. Foi o que se pode chamar de tiro no pé. Ou no bolso.

Quando supostamente quis prejudicar ao candidato petista, o servidor do Dnit esqueceu que as empresas da família do seu atual chefe foram as que mais atuaram na BR-364.

Do mais de R$ 1,6 bilhão do custo total da obra, até 2014, as empresas Colorado e Etam faturaram cerca de 20%.

Trabalharam correto. Até o próprio governador foi engenheiro responsável de um dos trechos.

Só que agente fiscalizador procura defeito. Passa longe de ver as qualidades e as dificuldades.

Todas as empresas que trabalharam na rodovia estão sendo acionadas para se explicarem sobre as obras.

Os gestores do Deracre também. As duas empresas do clã Cameli estão no pacote. A cobrança é milionária.

Pelos valores corrigidos até outubro de 2018, coincidentemente o mês da eleição, as empresas Etam e Colorado teriam que devolver R$ 158 milhões.

São R$ 73 milhões para a Etam, empresa do pai do governador. Outros R$ 85 milhões estão sendo cobrados da Colorado, empresa dos herdeiros do ex-governador Orleir Cameli.

As defesas terão que ser bem feitas, para o prejuízo ser menor. Mas a dor de cabeça é pantagruélica.

Há quem culpe o inteligente que pôs foguete nos ritos processuais. Política não é para amador. É preciso medir os passos.

O Portal do Rosas foi informado de que o governador vai procurar uma solução política, mas não serão fácil. Ontem ele estava pelo Dnit.

O engenheiro sem obra não ficará bem na família, se o pai do rapaz confirmar que ele tem culpa no cartório.

R$ 158 milhões até que é um dinheiro bom para ganhar. É péssimo perder por cálculo político errado.

Saúde da dupla Gladson e Leitãozinho – Falta até gaze na maternidade e no hospital da criança

É tão grave, que se torna difícil de acreditar. Pelo jeito esqueceram de comprar gaze. E o Ministério Público está esquecendo de agir.

A reportagem recebeu denúncia de que está faltando até gazes para fazer curativos dos pacientes do Hospital da Criança e da Maternidade Bárbara Heliodora

“As famílias estão comprando gaze para garantir que sejam trocados os curativos”, garante um servidor que pediu o anonimato.

Segundo o denunciante, a gerência orientou as equipes a cortar a gaze tipo queijo (não estéril) para mandar para esterilização.

O denunciante aprofunda quando afirma que há três meses estão usando equipo para dieta (equipo azul) para fazer medicação, o que pode causar erros na administração de medicamentos. “A nossa Saúde está um caos”, lamenta.

A situação da falta de gazes se estende há dois meses. “Pelo que fiquei sabendo todas as unidades estão assim. A Sesacre não tem gaze. Estão obrigando os servidores a cortar a gaze tipo queijo e ainda corre o risco de contaminação dos curativos”, destaca.

Não é de hoje que as denúncias sobre falta de equipamentos e medicamentos vêm a público. O próprio Sindicato dos Médicos emitiu nota relatando essa situação.

Semana passada, em tom ufanista, o governador Cameli declarou que o seu governo havia adquirido R$ 387 milhões em medicamentos.

Mais modesto, o secretário Alysson “Leitãozinho” Bestene informou que a compra foi de apenas R$ 2 milhões.

Ministério Público de olho: Gladson pode ter cometido crime de improbidade administrativa ao nomear parentes no Governo

O Ministério Público só ficará parado se quiser. Se fizer a opção de se omitir. O réu é confesso. Os crimes são públicos e estão no Diário Oficial do Estado.

Durante entrevista ao jornalista Tião Vitor, do jornal Opinião, o governador Cameli admitiu para o Acre, o Brasil e o mundo que cometeu nepotismo.

“A minha família é muito grande. É natural que me peçam cargos. Tenho primos que nomeie no governo, que já estavam em governos passados, que tive que nomear. Realmente eu acabei nomeando parentes meus”, declarou.

Mais claro que isso é impossível. Gladson atenta contra Súmula Vinculante número 13 do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o artigo 37 da Constituição. Pode ter cometido o crime de improbidade administrativa.

Ao Ministério Público cabe medida enérgica, por meio de Ação Civil Pública para desconstituir os atos de nomeações e penalizar o servidor que deu causa, no caso o governador.

Como tem uma família tão grande, Cameli poderia pedir ao pai para colocar parte da parentalha na empresas da sua família. Alocar a turma no governo é fácil.

O Crime – A prática do nepotismo ofende os princípios da administração pública positivados no art. 37, caput, da Constituição Federal, há especificamente desrespeito aos princípios da impessoalidade, da moralidade e da eficiência. Tanto é que o STF solidificou esse entendimento com a edição da Súmula Vinculante 13:

“A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola Constituição Federal”.

Veja o Vídeo:

CPI da energisa está na reta final para se concretizar e Gladson Cameli pode perder as rédias

A semana é santa, mas política não é espaço para santo. Articulações de bastidores têm a mesma distância entre o céu e o inferno.

Esta semana o governador Gladson Cameli terá que se movimentar para não ver o seu governo ferver no caldeirão do coisa ruim, para não sofrer mais uma derrota, pois terça-feira será o Dia D para definir a instalação da CPI da Energisa.

Deputados da base aliada assinaram, retiraram, choraram e depois voltaram a assinar o requerimento para a instalação da Comissão, proposta pelo comunista Jenilson Lopes, o assunto energia elétrica energisa a todos.

É um dos itens que mais pesam nos bolsos dos contribuintes. O Acre tem uma das mais caras tarifas do Brasil. Ligado no que pode perder, Cameli mandou o seu líder Gehlen Diniz agir para barrar a CPI, mas o líder não lidera, é órfão do respeito dos liderados.

Diniz não transita na mesma linha de transmissão dos demais parlamentares que apoiam o governo. O interesse do governador em causar o blecaute não é obra da famosa mucura do Acre. A família Cameli tem contratos milionários no ramo de energia elétrica no Amazonas e no Mato Grosso. Instalar uma CPI pode atrapalhar os negócios.

A semana começa quente e a oposição quer iluminar o debate. O governo e o governador apostam no apagão. Quem se faça luz!

Passos para instalar a CPI

Caso a oposição consiga as assinaturas para a instalação da CPI, esses serão os passos:

Leitura do requerimento com encaminhamento do presidente para as seguintes providências:

A) Publicação;

B) indicação dos partidos e/ou blocos, obedecendo a proporcionalidade das bancadas para composição. O requerimento indica que será composta por sete membros;

C) indicados e publicados os membros, será realizada reunião de instalação, com a eleição do presidente e do relator.

2. Pela atual composição da Aleac, as sete indicações serão dos seguintes partidos e/ou blocos:

1. PP – 1

2. MDB – 1

3. Bloco (Nenem, Chico Viga e Wendy) – 1

4. Bloco PSDB/DEM – 1

5. PT – 1

6. PCdoB – 1

7. PDT – 1

Obs.: Os partidos e/ou blocos podem negociar indicações de outros partidos.

O autor do requerimento não poderá ser o presidente.

Aumentou o valor do tal rombo para R$ 3,8 bilhões. Faltou com a Verdade, Cameli??

Diga sem pestanejar: desde janeiro quantos valores foram ditos pelo governador para reclamar sobre um suposto rombo herdado do governo anterior? 

Foram muitos. Começou com R$ 600 milhões, baixou para R$ 200 milhões até fechar em R$ 800 milhões. O governo mandou fazer até propaganda institucional falando dos tais R$ 800 milhões. Saiu em todos os lugares.

Tratava-se de propaganda para justificar o pagamento à imprensa. Mas ontem, no programa politico-humorístico que participa no Sistema Público de Comunicação, ele se superou.

Aumentou o valor do tal rombo para R$ 3,8 bilhões. É dinheiro demais para um estado como o Acre.

Se fala sobre endividamento, deveria lembrar que a dívida do Banacre, que foi fechado no final da década de 1990, está no pacote.

Para que não paire dúvidas, seria importante que ele apresentasse publicamente de onde tirou esse valor.

Deveria formalizar denúncia contra quem deixou o estado numa situação dessa, sob pena de prevaricar. A não ser que seja apenas mais um valor inventado para ludibriar a boa fé dos incautos.

Analisando friamente os números, não existe essa história de rombo. O governo herdou dívidas do seu antecessor da mesma forma que deixará para quem lhe suceder.

Se tivesse herdado o Estado numa situação como essa, certamente não estaria nem pagando salários de servidores.

A boa saúde financeira foi atestada pela Secretaria do Tesouro Nacional. O dinheiro sacado do Fundo Previdenciário no final da década de 1990 faz muita falta hoje.

O grande problema do Acre é a Previdência, herdado há 20 anos pelo petista Jorge Viana, que vem se agravando a cada ano.

Em valores atuais chegaria a R$ 1,5 bilhão. Somente no período de 2011 a 2015, quase treze mil servidores se aposentaram.

Foram pessoas que entraram, na maioria, nos governos de Nabor Júnior e Flaviano Melo sem concurso público.

Cameli deveria trabalhar mais com a verdade. Mas a verdade, para ele, parece a kryptonita para o Superman.

Assessor de Gladson atira no MPAC, acerta no Tribunal de Justiça e pode gerar crise institucional

Carioca atirou no que viu, mas acertou feio no sujeito oculto da história: o Tribunal de Justiça do Estado.

Assessor do Governador Gladson Cameli desde a época do Senado, o radialista Jairo Carioca usou a sua página no Facebook para criticar publicamente a atuação do Ministério Público Estadual (MPE).

Disse que a instituição estava dormindo há duas décadas e só resolveu acordar agora, numa insinuação maldosa.

A decisão de mandar fazer adequações na Escola Maria Angélica de Castro foi do desembargador Luiz Vitório Camolez.

Postagens como essas são pouco usuais e costumam gerar crises institucionais, pois partem de um homem de confiança do chefe do Executivo estadual.

Carioca publicou: “O Ministério Público passou vinte anos sem fiscalizar as escolas. Resolveu acordar esse ano…”.

Ao chamar o MPE de sonolento, o assessor de Cameli agride toda instituição, que é uma espécie de guardiã da lei.

A crítica do membro do governo se refere a pedidos formulados em agravos de instrumentos interpostos pela Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Educação de Rio Branco, pelo promotor Ricardo Coelho, no ano passado.

O desembargador Luís Vitório Camolez, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, deferiu parcialmente pedidos de antecipação de tutela recursal contra o município de Rio Branco e o Estado do Acre, visando resguardar o direito à educação de qualidade.

O mesmo pedido foi negado ano passado no Juízo da 2ª Vara da Infância e Juventude da Comarca de Rio Branco.

O MPE agiu diante de supostas irregularidades encontradas na escola municipal de educação infantil Afonso de Pinto Medeiros, creche municipal Francisca Leite Ferreira e escola estadual Maria Angélica de Castro.

Segundo o promotor, as unidades de ensino estão funcionando em desacordo com as normas vigentes, apresentando deficiências na infraestrutura e ausência de alvará sanitário, de certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros Militar, e de credenciamento e reconhecimento de cursos perante os Conselhos Estadual e Municipal de Educação.

Tanto o município quanto o Estado terão que sanar as irregularidades, no prazo de 90 e 120 dias, respectivamente, fixando, em caso de descumprimento, a multa diária de R$ 1 mil.

Jairo Carioca, atualmente, é diretor da Rádio Aldeia, um cargo de terceiro escalão do governo.

Todos os sábados entrevista o governador, em programa politico-eleitoreiro, no Sistema Público de Comunicação.

A grande Obra do Governo Gladson, em 100 dias foi uma demolição; O prédio estava em processo de tombamento

Saiu a primeira grande obra do governo Cameli: a demolição do prédio onde funcionou, durante anos, a Polícia Federal.

Um governo que comemora demolição, quando completa 100 dias, merece cuidado. Esse prédio, embora estivesse com aspecto de abandono, não era uma edificação qualquer.

Era histórico. Foi erguido no governo de Guiomard Santos, entre o fim da década de 1940 e início de 1950.

Estava em processo de tombamento. Portanto, tinha proteção legal para não ir ao chão.

Fazia parte de um perímetro identificado no Plano Diretor do município de Rio Branco como “Zona de Especial de Interesse Histórico”.

Os imóveis situados no interior desse perímetro, por si só, já têm uma proteção diferente, quando do licenciamento para obras de reforma, ampliação ou demolição.

O prédio foi ao chão. Não há como construir outro igual. O local será destinado a um estacionamento. Mas o Ministério Público, o Guardião da lei, não pode cruzar os braços e se omitir.

Veja o Vídeo: 

O determinador: Em 100 dias de Governo Gladson e Rocha, o estado está um caos na Saúde, Educação e na Segurança

Eu já determinei, foi a frase mais ouvida nos últimos 100 dias. Foram muitas as determinações, pouca ou nenhuma a execução daquilo que foi determinado.

De tanto determinar, ele ganhou um apelido típico de super-herói: “O Determinador”. Mas esse super-herói está mais para aquele boneco de pau criado pelo senhor Gepeto. Falar a verdade e sustentar a palavra não parece ser o forte de Gladson.

Mas a partir de hoje, O Determinador vai ter que assumir as suas próprias responsabilidades. Essa é uma determinação da história, do cargo para o qual foi eleito.

Até agora, tudo o que fez ou deixou de fazer tinha um governo passado para culpar. Essa conversa de bêbado para delegado não vai colar mais. 100 dias é o prazo da lua-de-mel.

Só que para a maioria da população está um gosto de fel. As pesquisas mostram a desidratação de um governo que foi eleito sob a promessa de mudança.

Mas mudança, nem sempre, significa melhora. O governo que tomou posse no primeiro dia do ano viaja num deserto de ideias e de projetos. Nada, absolutamente nada foi apresentado para justificar a propagada visão de futuro.

O que se vê é um novo governo com a cara e os vícios da velha política. Falta direção, planejamento, execução e liderança. O Determinador não lidera.

Há um vácuo de líder, que é preenchido por aqueles que tornaram o governo em feudos particulares.

O vice do Determinador é um desses que querem mandar mais do que o autor da enxurrada de determinação. O Acre, sob o governo do Determinador, vai mal, muito mal mesmo.

Praticamente nada está funcionando. A Saúde entrou em colapso. Faltam profissionais, medicamentos e equipamentos.

A Segurança, que prometeram dar resposta em 10 dias, é o retrato da ineficiência. As policias Civil e Militar se tratam como inimigas. Acabaram com as operações de inteligência integradas.

A bandidagem determina até matriculas em creches. Bagunçaram a Educação, que nos últimos 20 anos era tratada como a joia da coroa.

É tanto que o Acre saltou da última para as primeiras posições em nível nacional, na qualidade de ensino.

O Determinador oscila conforme a pressão. Tem horror a verdade, assim como o Superman teme a kriptonita. Omite-se nos momentos de crise. Perdeu a confiança.

Passaram-se 100 dias, mas, pelo o que se vê, podem passar até 100 anos, pois a solidão e o vazio permanecerão.

Quando chegou aos 100 dias de vazio, nesse deserto, O Determinador Cameli avisa que será candidato à reeleição. Ainda permanece no palanque.

Se sonha em renovar o mandato, comece a renovar os seu procedimentos. A trabalhar no atual. Faça das suas determinações ações efetivas.

Governe. Já tem gente determinada a agir para que Cameli, O Determinador, não termine nem o mandato em que está.

E são pessoas da sua cozinha. Ou seria do boteco?