Governador Gladson Cameli esquece Epitaciolândia e Brasileia

E por enquanto, apenas uma família abocanha nos dois municípios a maioria dos cargos.

O governador até o momento não lembrou de indicar seus partidários em Epitaciolândia e Brasiléia. Quem está dando as cartas é a Deputada Federal Vanda Milane (Solidariedade) e o Senador Sérgio Petecão (PSD).

Ponte na Sibéria

O deputado Roberto Duarte (MDB) e Antônio Pedro (DEM) participaram na sexta-feira (15), de Audiência Pública em Xapuri para debater a antiga reinvindicação de uma ponte interligando o sítio urbano de Xapuri e o vilarejo da Sibéria.

Congestionamento sério

Em visita na região do Alto Acre o deputado Antônio Pedro ouviu reclamação dos moradores quanto a demora em cruzar a ponte entre Brasiléia e Epitaciolândia. Segundo ele, a ponte é um problema sério que os motoristas ficam até duas horas esperando para cruzar a ponte nos horários de pico.

Ciro ataca presidenta do PT

O candidato a presidente Ciro Gomes (PDT), em entrevista ao Valor nesta segunda-feira (11), declarou que Gleisi é a atual líder da quadrilha petista.

PT em nota diz que Ciro ataca democracia

“(…) Lamentamos profundamente as declarações dadas nesta segunda-feira (11) ao Jornal Valor Econômico pelo ex-candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes. Ao atacar o PT , Lula e nossa presidenta Gleisi Hoffmann, Ciro se alia aos que atacam a democracia, os direitos sociais e a esquerda brasileira. (…)

Golpe duro aos que praticam violência contra mulher

No dia de Homenagens às mulheres deputadas, Roberto Duarte (MDB), apresentou um Projeto de Lei que
dispõe sobre vedação de nomeação de pessoas com crime de violência contra a mulher. Se aprovado vai fazer muitos covardes repensarem suas atitudes criminosas. Trata-se de uma versão melhorada do projeto de autoria da deputada enfermeira Rejane (PC do B) que foi sancionado pelo governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Ausência do Detran

Quando o DETRAN comparece esporadicamente, o trânsito flui muito bem. No entanto, por não ser uma rotina, o desrespeito dos motoristas em passar com o semáforo fechado causa transtorno para um dos lados da cabeceira da ponte gerando um retardamento e um longo congestionamento.

Risco de alunos sem estudar

O deputado Jonas Lima (PT), denunciou hoje na tribuna da Assembleia Legislativa o risco do ano letivo não iniciar na zona rural de Rodrigues Alves por falta de ramal. “ O prefeito não coloca nem um trator para atender a zona rural.”

Mais do que solidariedade…

O comunista Edvaldo Magalhães cobrou de seus pares um debate mais aprofundado sobre os empresários que tiveram suas lojas destruídas por um incêndio na ultima quinta- feira (7), no centro de Rio Branco. Segundo ele, da mesma maneira como o governo pretende fazer renúncia fiscal de combustível para a Gol (aviação) para continuar a rota no Acre, pode estender a renúncia fiscal para a aviação regional e para os empresários que foram prejudicados no incêndio.

No mundo da lua

Ignorando o clamor da ruas e críticas dos internautas sobre o abandono das ruas Na Capital, Manoel Moraes (PSB) em seu discurso, preferiu falar das qualidade de Socorro Neri (PSB). Ele pontuou a competência; comprometimento; honestidade; ética e trabalhadora.

“…Tapar buraco no inverno e roubar dinheiro do contribuinte. A Socorro está melhor do que a gente esperava…temos que agradecer por ter uma prefeita que sabe o que faz… (Manoel Moraes/PSB)

Ressuscitar a Cageacre?

O pastor Wagner Felipe (PR), defendeu a reativação da Cageacre no município de Manoel Urbano. Ele alega que os produtores rurais não tem aonde guardar a produção de grãos.

O Governo PpT do Acre: Fábio do Salgado e Clécio Gadelha empunhou a bandeira do MDB, deveriam ser lembrados pela gestão de Cameli

Existem muitos significados para a sigla PPT, sendo uma delas a extensão do Power Point. Mas aqui não se trata disso, mas da inimaginável “parceria” do Partido Progressista do governo do estado e o Partido dos trabalhadores (PP + PT = PPT).

A indicação de partidários da esquerda para compor o governo tem dividido opiniões dentro da própria oposição e enfrenta resistência dos quadros que apoiaram a chapa “Mudança e Competência.” PP / MDB / PSDB / DEM / PSD / PTB / PMN / SOLIDARIEDADE / PTC / PR / PPS).

Está ficando comum a frase: “Tamo juntos e misturados.” Existe algo de errado nisso? Tecnicamente não, politicamente sim. Isso atrapalha o governo? Enquanto máquina administrativa que tem sua dinâmica própria, não! Mas, projeto político de continuidade ou de estrangulamento do PT como pensam, pode ruir internamente com a desconfiança do povo que votou pensando numa mudança plena e não apenas numa dança de cadeiras.

A bem da verdade, quem exonerou petista foi o próprio Tião Viana (PT) e não se viu tal movimento parecido por parte do Gladson Cameli (PP). Pelo contrário, eles estão voltando aos poucos e outros nunca nem saíram.

Muita gente fica calada sobre essa movimentação sinistra porque mesmo tendo votado e apoiado o projeto de Cameli, ainda tem uma esperança que possa ser escolhido (a) e não gostaria de perder a fatia do bolo com a língua entre os dentes. Mas, pelo andar da carruagem que a boa torta já foi dada, sobrarão apenas as migalhas para as bandeiras azuis, laranjas, verdes, e amarelas.

E onde estão os demais representantes dos partidos da coligação que também defendiam uma mudança por completo no governo? Tudo indica que não estão mais nem aí para o governo. Já resolveram suas demandas e a tendência é pularem do barco no futuro. Deixaram de lado o discurso politicamente correto e abraçaram aquele “velho jeito de fazer política”: emprego para parentes; amigo dos amigos e indicação de pessoas corruptas que no passado já haviam sido reprovadas pela população nas urnas.

Contemplados com cargos para a família desde a Capital aos rincões do Estado, muitas lideranças já estão satisfeitas e os demais sem voz de defesa para suas causas, apenas murmuram nas redes sociais. Não é difícil ver com frequência nas postagens: “(…) o tempo passa rápido e que 2020 está às portas e 2022 também não vai demorar…” Como será o “balcão de negócio” a médio e longo prazo…

“A espera de um milagre”

Alguns nomes que deveriam ser lembrados e reconhecidos pelo governador Gladson Cameli (PP) ou pelos deputados e senadores que foram eleitos pelos partidários da então oposição ao PT em Brasiléia e Epitaciolândia: No PP de Epitaciolândia: Raimundo Nonato Freire (Raimundão) e o marceneiro Gilberto; MDB / Brasiléia: Fátima do Djaci, Bil Rocha e Emerson Leão; MDB / Epitaciolândia: Amarildo Ribeiro / Edite / Nonato Cruz / Júlio Progênio / Estevão / Pastor Ari / Vereador Dino Castelo; PSDB / Brasiléia: Pacheco / Marquinhos Tibúrcio; PSDB – Epitaciolândia: Galvão taxista e Chiquinho Frota (Chiquinho do poço); DEM de Epitaciolândia: Adriana Hassem; PRB / Brasiléia: Francisco Josemar (Zemar); PSD/Brasiléia: Gorete Bibiano / Rilsomar (Rilson da saúde) / Jorge da fazenda; PSD Epitaciolândia: Davi; PMN / Brasiléia: Dr.Edson; PPS / Epitaciolândia: Passos.

E nada da teta chegar…

O administrador do famoso grupo Política, Esporte e Religião, Fábio Monteiro (Fábio do Salgado) e Clécio Gadelha (empunhou a bandeira de Flaviano Melo), deveriam ser lembrados pela gestão atual. Muito antes de o Gladson lançar candidatura, eles já faziam oposição ferrenha ao PT municipal e ao governo Tião Viana. Mas até agora só promessas e nada de concreto do candidato Rudley Estrela ao qual fez campanha e o Senador Márcio Bittar. Aliás, um dos poucos que acreditou no Senador e o defendia com unhas e dentes todos os dias nas redes sociais.

Professor Anazildo está azedado com o Rudley

O professor Anazildo que colaborou em Brasiléia na campanha do Rudley Estrela (PP), está ficando chateado com a falta de definição. Todos os dias vê gente que não fez campanha sendo nomeados e ele que deu o sangue nem estrela brilha na sua cabeça.

“A farsa petista”

O ex-vereador Carlos Portela (PPS) de Epitaciolândia cumpriu 3 mandatos na cidade e foi assíduo militante contra o que ele sempre denominou de “farsa PTista”.

Brasiléia perdendo espaço

Com a publicação de Samuel Hassem no grupo Política, Esporte e Religião de nomeações do governo para seus conterrâneos, expôs o quanto as forças políticas de Brasiléia perderam forças. Basta lembrar que nos quase 50 anos de política do Aldemir Lopes quem coordenava o processo de partilha era o próprio. Agora, Epitaciolândia teve nomeação direta de 9 (curiosamente 3 ocupam cargos em Brasiléia) e indiretamente 5 para compor equipes, com expectativa de mais. Enquanto que por hora, Brasiléia tem apenas de 4 nomes confirmados: Silvia Pacheco (Educação); Nelson (DEPASA); Vagner Galli e irmã Vilma GAlli (Educação).

Semana da decisão

Nos bastidores da política esta semana será decisiva para definição das nomeações tão esperadas. Agora pra quem não for contemplado nesta rodada vai ficar mais difícil.

Caravanas para Capital

Esta semana a caravana dos candidatos de todo estado se dirige para a Capital. De todos que dizem ter votado ou trabalhado na campanha, são os que têm mais chances de voltar para casa com uma CEC debaixo do braço.

Limpa geral

Sob a forte pressão dos partidos e descontentamento da população que esperava a “despetização” do governo, parece que em breve vai ocorrer uma limpa geral, porém gradual. Há um entendimento de que tirar todos seria um caos para a máquina, mas deixa-los por muito tempo, pior ainda. São conversas de bastidores na cúpula em Brasília. Ou tira todo mundo ou não fica nem os dedos, nem os anéis.

Amizade antiga

Há quem diga que muitos políticos romperam com a FPA, não com os amigos que eram da época da aliança. Isso explica tantas indicações de deputados de gente do PT. Estavam resolvendo uma agenda de amigos e comprometendo a figura do governador perante a sociedade.

Tanta briga pra nada?

O Joaquim Lira (PP) tem tido até reconhecimento de seus opositores que não merecia esperar tanto por uma oportunidade de trabalhar no governo. Na compreensão deles, por onde passou fez um bom trabalho.

E não precisa muita investigação para saber que um dos opositores aos governos petistas sem medo de enfrentamento direto foi Lira, à frente da Associação Comercial ou nas candidaturas que esteve combatendo a Frente popular.

“Não busco cargo para ficar em escritório sem fazer nada. Já estive na Secretaria de obras e colaborei com o Secretário de obras e deixei minha marca. E na saúde foi o período que as coisas andaram. Então não quero cargo por capricho simplesmente, mas para mostrar meu potencial e ajudar pessoas que precisam de bom gerenciamento na coisa pública,” finaliza Lira.

A lambança de Cameli na farda escolar. Governo recua na implementação de farda depois de enxurrada de críticas

Com a divulgação do slogan do governo na última segunda (28), parte daq logomarca já iniciou comprometido com a lambança da divulgação dos uniformes das escolas públicas que a Secretaria de Educação tinha pretensão de adotar este ano.

Como que teve uma série de críticas dos diretores do sistema, restou ao Secretário, Mauro Sérgio recuar e segundo ele discutir a ideia com a comunidade para o uso do fardamento em 2020.

Algumas considerações sobre o lançamento oficial da identidade visual do Estado: Em primeiro lugar, que não tivesse lançado o uniforme junto com o brasão e o slogan no mesmo dia. Deveria ter feito primeiro a consultar popular e conversado com os empresários que ficariam prejudicados com estoques do ano passado. Em segundo, não poderiam ter recuado por completo da revogação de um projeto proposto para este ano.

A estratégia mais sensata seria trocar o uniforme em todas as séries inciais e deixar livre para quem quisesse adquirir a farda de forma opcional este ano e combinar com as empresas um queima geral de ponta de estoque para beneficiar milhares de famílias.

A dinâmica dos pais é outra do que pensa os articuladores da mudança. Quando uma família compra uma blusa de farda numa série inicial qualquer, ela será útil até terminar seu ciclo e algumas vezes ainda passa para outros da família.

Ter uma visão de  futuro era ter planejado a importância da troca da farda e até mesmo fazer um concurso estadual para consolidar  a interação dos estudantes, pois são eles que irão usar.

E  convenhamos que a farda nem é o mais importante na discussão da educação acreana que patina na média nacional. O povo está ansioso é por resultados no sistema. Em todo caso, se tivessem evitado mais uma polêmica para o governo,  teriam poupado o restante do slogan – “um governo para todos.”

Governo, se decretar Calamidade Financeira, poderá por em risco a contratação de professores

O Governador Gladson Cameli (PP), não parece estar satisfeito com parte da imprensa e da oposição que cobram algumas promessas nesses primeiros dias de gestão.

Nas entrevistas que concedeu esta semana, o Governador citou o “rombo das contas” deixadas pelo seu antecessor e a possibilidade de recorrer ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), conhecido como “calamidade financeira”.

A recuperação refere-se à Lei Complementar nº 159, de maio de 2017 que poderá ser um empecilho para os candidatos, que neste domingo fazem prova para o provimento do banco de reserva da SECE (Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes).

Se Gladson optar em assinar junto ao Governo Federal o decreto de “Calamidade Financeira” poderá comprometer em curto prazo, o sonho de candidatos para iniciarem o ano letivo com contrato efetivo.

O próprio Governo admite que o Estado está em condições semelhantes ao Estado de Goiás que decretou calamidade, logo, as chances do Acre optar por este caminho seriam grandes. Com esta decisão, poderia afetar duas categorias de servidores:

Segurança Pública – Conter por força de lei as pressões pela convocação dos aprovados no concurso de segurança pública (promessa de campanha);

Educação – Congelaria pelo período que vigorasse o decreto, a convocação dos aprovados no concurso público da educação e garantia do bônus da VDP – Valorização pelo Desempenho Profissional, deixada como “compromisso” de Tião Viana para o atual governo pagar.

Entenda as restrições que o Acre poderá sofrer se adotar a RRF e o impacto para servidores na ativa ou que pretendem entrar:

O solicitante fica proibido de gerar qualquer aumento de despesa, entre eles a concessão de reajustes a servidores e empregados públicos e militares além da revisão anual assegurada pela Constituição Federal.

Não poderá criar cargos, emprego ou função que implique no aumento de gastos. Isso poderia inviabilizar reforma administrativa, que cria novas pastas, por exemplo.

Fica proibida a convocação de concurso público, a não ser para o caso de preencher vagas que foram desocupadas. Além de não ser permitido criar ou majorar auxílios, vantagens, bônus, abonos, verbas de representação ou benefícios de qualquer natureza a servidores e empregados públicos e de militares.

Se assinar o decreto é bom ou ruim para o Estado? Não sabe, mas poderá dar um fôlego extra para Gladson que busca implementar sua agenda progressista propagada na campanha junto com seus aliados.

Comitiva defende retomada de Shopping e casas populares em Brasiléia

Sem pressão: O vereador Charbel Reis (PP) descartou boatos de que o grupo foi atrás de cargos em visita ao governador Gladson Cameli (PP) nesta sexta-feira: “Não fomos pressionar ninguém, nem colocar uma faca no seu pescoço do governador.

Sabemos da competência dele e de sua equipe. Aguardaremos o andar do carruagem, e esperar que nossa gente que tem eficiência técnica possa fazer parte do governo. Isso é natural em toda administração,” finaliza.

Shopping Popular de Brasiléia

O empresário Joaquim Lira (PP) aproveitou para cobrar uma única pauta que levou para o governador – destravar a burocracia jurídica do terreno onde funcionava a Eletroacre na Avenida Marinho Monte. Na sequencia, entregar para Associação Comercial com a finalidade de construir o Shopping Popular. Segundo ele, uma promessa da antiga gestão que não saiu do papel e que pode beneficiar dezenas de comerciantes que amargaram enormes prejuízos nas alagações de 2012 e 2015.

O sonho da casa própria

O Joaquim Lira está de viagem marcada para Brasília (DF) para cumprir uma agenda feita ainda em julho do ano passado quando o então Ministro das Cidades Alexandre Baldy esteve no município para o lançamento do Cartão Construção para os moradores vítimas da alagação.

No evento, Lira cobrou as 500 casas que não foram construídas na cidade, mesmo o projeto original ter sido destinado para a região. Segundo ele, o governo Tião convenceu as autoridades locais a transferir o projeto para Rio Branco na época e deixou centenas de inscritos a ver navios.

Com ligação que recebeu para comparecer na Capital federal para tratar de um assunto que já estava dado por perdido, pode ter uma reviravolta e o sonho da casa própria reascender para as famílias carentes em áreas de risco.

Vagner Galli está firme como rocha no partido

O ex-vereador e atual presidente do Partido Progressista (PP), disse em entrevista que está firme na caminhada com o governador. “Estamos juntos há 11 anos com o Gladson porque ele sempre teve compromisso e responsabilidade de fazer o melhor pela população.”

O responsável pelo partido falou ainda que a cota que pertence aos colegas da agremiação é na Gestão Hospitalar de Brasiléia (Raimundo Chaar e Wildy Viana). ” O que pudermos fazer pela gestão hospitalar, consultando os funcionários, médicos e população faremos. E claro, teremos o cuidado de no tempo certo, indicar pessoas capacitadas para exercer as funções que lhe forem outorgadas,” finaliza Galli.

Perseguição política

O Presidente da Câmara de Brasiléia, Rogério Pontes (MDB), ao comentar sobre críticas que sofre nas redes sociais, se diz vítima de uma “meia dúzia” de pessoas (ex-vereadores e suplentes) descompromissados e revoltados com o massacre nas urnas que levaram nas últimas eleições.

Apesar do arranca rabo, o vereador disse estar orando pela saúde de todos e espera que seus “algozes” se candidatem em 2020 e deixem de torcer e comemorar da ruína dos outros.

Joaquim Lira cobra posição do Governador Gladson a respeito de cargo do Governo em Brasileia

Será que essa conversa será igual a que o ex-presidente do PP em Brasileia? Vagner Galli, teve na Casa Civil, pois Galli foi tão humilhado pela equipe do Governador que abandou o barco.

Joaquim Lira (PP) de Brasiléia, em breve deverá estar conversando com a equipe do governo para definição de como os quadros do partido poderão contribuir na Região do Alto Acre. Segundo pessoas mais próximas a ele, existe uma expectativa de que seja definido em breve sua situação em algum cargo relevante para o município.

Segundo Lira, o Acre vive um momento importante de começar um novo projeto de governo que supere as “duas décadas perdidas da era Viana”, isolando assim como fez Bolsonaro (PSL), todos os infiltrados que ainda resistem em ficar no governo com risco de sabotagem.

Já em relação ao município de Brasiléia ele dispara: “Quanto aos opositores do governo Gladson (PP) que cobram mudanças estruturais em menos de um mês, usem o bom senso. Quem esteve no governo 20 anos e não fez a Ponte prometida que liga Brasiléia a Epitaciolândia, não tem moral agora de criticar nem sequer um paliativo na Ponte metálica. Deixem as cobranças para quando o atual governo concluir os desmandos deixados no Acre, desde busca de máquinas sumidas até salários atrasados, ” conclui o Búfalo do Alto Acre.

Mauro Sérgio visa uma “Revolução” na educação do Acre para os próximos anos

O Secretário de Educação Mauro Sérgio Ferreira, apresentou nesta  quarta-feira (9), no auditório da SECE, todos os membros de  equipe até agora indicados, na presença  dos diretores de escolas estaduais da Capital.

Num discurso moderado e conciliador, se comprometeu em trabalhar em conjunto para dar as condições de melhorias na infraestrutura que necessitem de ações emergenciais antes do início do ano letivo previsto para 11 de março. Na oportunidade o secretário mostrou confiança nas mudanças futuras e destacou 4 pilares para atual administração.

A primeira meta é manter a sintonia e diálogo com os diretores e seu Colegiado de Diretores de Escolas Públicas (CODEP) para que as partes da rede de ensino se harmonizem. Associado a isso, a equipe fará o devido acompanhamento pedagógico de modo que contribua para a melhoria dos resultados na ponta.  “Queremos criar uma ponte para que a Secretaria esteja mais presente dentro das escolas. Ainda tenho na veia o lado diretor e professor. Sou um de vocês apenas no momento na investidura de Secretário,” disse Ferreira.

Aulas só depois do carnaval

O Chefe do Departamento de Gestão, João Lima, divulgou nesta quarta-feira (9), no auditório da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (SECE), que o novo calendário escolar 2019 prevê o início das aulas apenas dia 11 de março. O motivo é o carnaval nos dias 5 a 6 e o Dia Internacional da Mulher, 08.

Perguntado sobre as expectativas para início das aulas, o secretário disse que estava tranquilo quanto a isso, apenas preocupado que a rede tem 5000 mil vagas sobrando. Segundo ele, o número de matrículas do ensino médio vem caindo nos últimos anos. Somente entre 2015 e 2017 o Censo Escolar indica que foram mais de 3000 matrículas a menos no sistema.“

Precisamos pensar um novo modelo de ensino que possa estimular o ingresso de novos alunos e assegurar que os mesmos permaneçam na escola, explica o professor.

Tião Viana entrega Cavalo de Tróia

Nos últimos meses, com a derrota da Frente Popular, foi revelado, com a transição, um “Cavalo de Tróia” a ser entregue ao novo governador eleito Gladson Cameli.

Na passagem da faixa, o novo gestor herdará uma uma dívida de mais de 4 bilhões de reais, contraídas do sistema financeiro brasileiro e dos organismos internacionais autorizados pelo governo federal.

Ao comparar com a história narrada na obra “Ilíada” de Homero em que o Cavalo de Tróia era feito de madeira e totalmente oco por dentro, assim se encontra o Estado segundo algumas lideranças consultadas.

Para o futuro deputado estadual José Bestene (PP), Gladson vai receber um estado que nada funciona na saúde, educação e segurança pública. “Um Estado que não produz nada e o que produzia foi embora por falta de incentivo, mostrando que estamos num momento de paralisia e de incertezas para a população”, finaliza

Apesar do presidente do PP reconhecer o cenário sinistro, ele admite que é necessário a retomada do funcionamento da máquina, na melhoria do atendimento da educação, saúde, segurança, infraestrutura, saneamento e habitação.

Outro que se mostrou cético com as medidas iniciais do futuro governo é o professor economista João Correia (MDB), no qual acredita que muita coisa ficou debaixo dos panos no governo que largará a faixa com descredito. “Suspeito que o Governo que assumirá com sua equipe de transição não logrou identificar os picos da realidade que administrarão. E não por própria culpa; é que além de bem difícil, o Governo em ocaso negou o essencial das informações” disse.

Segundo ele, o Governo do PT no Acre tentou a prática de um modelo sintetizado no inteiramente insensato “Governo da Floresta” e obteve para sua implementação um acúmulo de poder jamais visto: Governo Federal, Governo Estadual, Prefeituras, órgãos financiadores internos e externos de todas as instâncias.

“Mesmo com toda essa estrutura, o modelo fracassou rotundamente e lançou o Acre na fenda do atraso diante a economia brasileira,” acrescentou Correia.

Ainda na opinião do membro do MDB, é fundamental compreender as nuances dessa situação para empreender à procura da prática de um modelo que harmonize o Acre com o Brasil. “Não basta o voluntarismo e, especialmente, a maldição do que foi feito, mesmo porque muitos compromissos foram assumidos pelo Governo que sai e não podem simplesmente ser anulados por meros atos de vontade, finaliza João Correia.

No Alto Acre, o Vereador Charbel Reis (PP), acredita em uma mudança positiva, apesar de criticar as falhas do modelo de governo atual. “Não precisa inventar nada. A fórmula está pronta. Basta corrigir os erros da política fracassada que foi implantada pela frente popular nos últimos 20 anos, porque a equipe técnica escolhida pelo governador Gladson Cameli é bem capacitada”, pontua Reis.

A poucas horas de Tião deixar de ser governador, sem passar a faixa, não é conhecido ao certo como a nova equipe do governo fará para contornar tantos problemas que devem passar. Porém algo está bem claro para todos: haverá uma ruptura da “florestania” e suas roupagens e também a retomada das “lutas” ambientalistas, sindicais, centrais e todo tipo de bandeira vermelha.

Colaborador – Allaff Cruz

 

Presidente Nacional do PP envia mensagem ao governador Gladson Cameli

“Considero que a eleição do nosso querido senador Gladson Cameli como governador do Acre marca a inequívoca vontade de mudança do povo acreano, expressa, sobremaneira, na maiúscula vitória obtida ainda em primeiro turno. Uma mudança que certamente resultará em dias melhores, maior progresso econômico e social, o que sem dúvida resultará em investimentos em setores estratégicos para o Estado acreano.

Estou convicto de que os próximos quatro anos, sob a regência do governador Gladson Cameli, serão carregados de maior crescimento na economia, de responsabilidade na condução dos destinos fiscais, tributários e administrativos do Acre.

De minha parte, tenho a desejar ao estimado governador que sua gestão corresponda para além das melhores expectativas – o que fará do Acre, sem dúvida, um estado melhor daqui a quatro anos”.
Ciro Nogueira (PP – PI).

Ressaca de Natal: Porque não olhar para as periferias em que as crianças estão sem ter o que comer no natal?

Certa vez, um catador de lixo de Rio Branco (na figura de todos que vivem assim no Brasil), resolveu mandar uma carta para um morador ilustre da Finlândia.

Papai Noel, 

Sei que estás ocupado com tantas entregas de presentes no mundo, mas queria muito que quando tiverdes um tempo, leia esta carta de alguém que um dia já foi criança.

Lembro-me que todos os anos esperava sua passagem pela chaminé como nos desenhos para deixar meu presente e nunca lhe vi. 

Tempos depois, descobri que as casas do Norte e Nordeste e outras cidades com clima quente não usam chaminés e que os presentes que eu ganhei não foram da Finlândia, mas brinquedos jogados no lixo pela elite que não tem coragem de doar nada para os mais carentes.

Meus brinquedos meu pai trouxe do antigo lixão da Estrada Transacreana, ao qual toda família sobrevive de lá há décadas.

Até hoje não entendo porque visitas apenas as casas de ricos que esbanjam dos melhores presentes e comidas para ao final da festa jogar tudo fora.

Ainda tenho boas recordações de frangos inteiros e pedaços de peru que jamais teria comido na minha infância se não fosse as sacolas jogadas no lixo recheadas de guloseimas.

Ah Papai Noel…, porque não olhas para as periferias em que as crianças estão sem ter o que comer e sem abrigo no natal? Porque não deixas de lado a opulência do litoral para visitar as crianças vítimas do Polígono das Secas? Ajude as vítimas das alagações; das queimadas; dos sem tetos; das crianças sem pai; dos moradores de lugares longínquos da Amazônia; daqueles que estão em palafitas; dos que moram no sul e não compram carne porque o custo de vida não ajuda; daqueles que são vítimas do medo nas regiões de morro; dos que sofrem todo tipo de preconceito, violência e marginalização da sociedade.

Porque não deixas os centros das Grandes Metrópoles e andas por onde o poder público não se importa com a infraestrutura nem com a qualidade de vida dessas populações? Visites as famílias dos milhares de lixões espalhados Brasil afora; Vem dar teu ar da graça no Papouco e na Cidade do Povo aqui no Acre.

Não quero pedir muito não Papai Noel… Apenas que ajudes a desconstruir essa cultura da gastança que corrói o bem estar daqueles que nada tem. Que apenas olha as vitrines e nada pode comprar; Que só contempla a beleza dos pisca piscas nas ruas; Que sente o coração partido ao ouvir o Jingle bell noturno nas casas anunciando o início dos banquetes que não posso fazer e nem posso participar; Que faças uma campanha pelo não extravio de comida e bebidas.

Enfim, gostaria que o Natal das famílias fosse da fraternidade e felicidade e não do egoísmo. Que Jesus seja o centro de tudo e não uma festa pagã com ênfase ao Papai Noel. Desculpa se te ofendi homem das renas, mas sei que és vítima também de um sistema que mercantiliza e precifica até os sonhos da gente.

Repense sua jornada Papai Noel e até 2019.  

Ano novo vem aí

Depois da festa de véspera de Natal e seu Resto de ontem no almoço de terça, começam os planos para a festa de final de ano e sobretudo as expectativas para a nova safra de políticos que estão chegando no Congresso, nas Assembleias Estaduais, governos e o futuro Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

Deficientes na prisão

Dados do Departamento Penitenciário Nacional apontam que existem no Brasil 726.712 presos, sendo que destes, 5.974 apresentam algum tipo de deficiência que foram levadas em conta em seu registro. Como já é de conhecimento, os presídios não tem estrutura para fazer valer o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Nº 13.146, de 6 de Julho de 2015) e ainda tem algumas unidades da federação que não informaram o quadro de seus encarcerados como é o caso do Acre. Isso significa dizer que o número de deficientes pode ser ainda maior do que apresenta a estatística.
 
50 anos de AI-5

O Ato Institucional Número Cinco (AI-5) da ditadura militar, completou 50 anos em 13 de dezembro e para muitos que foram vítimas dos governos militaras à época, uma memória negativa que não se apaga.
Por outro lado, por decisão democrática, eles estão de volta em 2019 pela figura carismática e, sobretudo, polêmica de Jair Messias Bolsonaro.

Sua posse em 1º de janeiro ainda trás desconfiança para quem viveu na época da ditadura. O que fará o Alto Comando das forças armadas se o Congresso forçar o toma lá da cá e frear a governabilidade de Bolsonaro? Pode pintar um novo decreto se tudo virar circo…

Expocannabis Uruguay

Desde 2014/2015, quando foi aprovado e regulamentada lei de uso da maconha no Uruguai, existe a Expocannabis (Exposição da Maconha) que ocorre todos os anos em dezembro.

Segundo o Instituto de Regulação e Controle da Cannabis, atualmente existem mais de 30 mil pessoas registradas para adquirir a droga em 17 farmácias cadastradas.

Os clubes canábicos já passam de 100 em todo o país.

Além dos clubes cannabicos do Uruguai, existem vários CSCs (Clubes Sociais Canábicos) operam legalmente em outros países como Nova Zelândia, Espanha, Bélgica, França, Holanda, Itália, Eslovênia, Áustria e Alemanha, Estados Unidos, Canadá, Chile, Colômbia, Argentina.

Aqui no Brasil pelo menos 1,8 milhão de pessoas usaram a pedra em 2012, segundo dados da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp. Mas, apenas um pequeno número destes, operam por meio de clubes na clandestinidade e participam ainda de forma tímida em eventos pró-maconha.

Ansiedade da fila de 20 anos

“Ansiedade” foi uma das palavras usadas por Gladson Cameli (PP) em confraternização do partido na última sexta, 20, referindo-se a sede dos aliados por cargos.

Existe uma reclamação velada nos quatro cantos que as equipes de transição de cada secretaria não visitaram os municípios para definir quem vai gerenciar cada setor.

E o chororô ou desespero só aumenta à medida que os dias passam e as pessoas não veem seus nomes publicados no Diário Oficial. Bota ansiedade nisso…

Inaugurações a todo vapor

Ao longo dos anos a sociedade passou a se acostumar com obras sem data certa para concluir ou inauguradas aos pedaços.
Agora, ao final de mandato, o governador resolveu acelerar todas as obras para inauguração ou reinauguração. Não se sabe se essa pressa seria a mesma se o time tivesse se mantido no poder. De modo que não parece interessado em deixar obras e dinheiro para o novo governador se assenhorar de obras faltando tão pouco para concluir. Do modo que a sociedade ganharia muito se a cada final de ano os governantes trabalhassem como se estivessem se despedindo do cargo.
 
Alysson Bestene visita Maternidade

O futuro secretário da Saúde, Alysson Bestene e Gladson Cameli (PP), visitaram a  maternidade e o Hospital da Criança e perceberam que muita coisa precisa ser  restaurada para restabelecer o bom funcionamento dos dois estabelecimentos.  
As goteiras e infiltrações que viram é apenas a ponta do iceberg que estão presentes em todas as autarquias do governo, somados a outros problemas crônicos que os funcionários passaram a conviver por falta de recursos alegados pelo governo atual.

Ciclovia podre

Se o Alysson Bestene tivesse feito sua visita à Maternidade pela ciclovia teria se arrependido. No momento um trecho de aproximadamente 150 metros da pista está comprometida com água fétida de esgoto.

Gladson Cameli vai precisar de muita sabedoria, antes que o povo diga: “tenho saudade das panelas do Egito…”

O Natal e Ano Novo do medo ou incertezas: Frustrar expectativas é a pior coisa que tem para um ser humano. O “feliz natal” com a cabeça na lua não foi fácil.

Falar de Natal e Ano Novo do medo parece um tanto paradoxal, mas não é. O medo não desaparece nesta data porque as pessoas continuam padecer fome, sede, injustiças e sem uma mesa de ceia e lugar para dormir ao anoitecer. Há ainda as crianças, mulheres e idosos que vivem refugiados de guerra em abrigos que as condições não lembram nada o conforto de quem esperava os presentes do Papai Noel ou uma esperança palpável de dias melhores no ano novo que se aproxima.

Quando pensamos no Estado do Acre que a população passou o Natal e aguarda o Ano Novo economizando com receios de não receber o 13º, logo, entendemos o quanto uma incerteza gerada por um governante afeta os planos das famílias e da cadeia de consumo. Faz muito tempo que os trabalhadores não passam por uma situação de incerteza desse nível.

Quando foi anunciado pelo governador que o Décimo Terceiro Salário dependeria de repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE), desanimo geral! Deixou apenas a esperança que os setores com recursos federais como a educação receberiam e os demais eram incertos. Agora imaginem: Quem vai fazer gastança nestas condições? Quem vai convidar os outros para uma festa de omeletes, estando o ovo ainda dentro da galinha?

É evidente que um natal junto com a família, seja qual for a classe social, estando com saúde e em paz com todos, é de grande valia. Mas, não é tão simples assim pintar uma aquarela numa nuvem negra.

Frustrar expectativas é a pior coisa que tem para um ser humano. O “feliz natal” com a cabeça na lua não foi fácil. Isso significou mudança de planos. Foi adiada para outra data a visita do Shopping com os filhos; Ter paciência para esperar o fim da indefinição do 13ºpara comprar o material da reforma da casa; replanejar a viagem; tirar o peru do cardápio; substituir a cerveja por bebida forte e até ir à igreja para pedir ao próprio Senhor Jesus que ilumine os caminhos dos políticos de nosso Estado. Afinal, se já está batendo na trave o pagamento dos servidores agora, quanto mais no futuro.

Nenhuma hipótese pode ser descartada sobre o caos que se instalou no Estado que deixou o Natal mais pobre e o Ano Novo incerto. Será que o governador vai por a culpa no “Michel Temer golpista” para justificar o não pagamento? Se isso acontecer, a batata quente vai cair no colo do futuro governador Gladson Cameli (PP) que vai precisar de muita sabedoria e jogo de cintura para tentar contornar isso, antes que o povo diga: “tenho saudades das panelas do Egito…”(PT)

Deus abençoe nossa terra e nosso povo em 2019