Ex-secretária de Comunicação nega criação de site contra prefeita Socorro Neri

A ex-secretária de Comunicação Andréa Zílio nega informações infundadas, divulgadas por colunista em Rio Branco, de que está participando da criação de um site para detonar a gestão da prefeita Socorro Neri.

Um site divulgou que o ex-senador Jorge Viana e o vereador da capital Rodrigo Forneck, ambos do PT, estariam montando um site de notícias para falar mal das ações da prefeitura. Ainda afirma que o vereador se tornou líder de Socorro Neri na Câmara para se infiltrar na gestão. 

Sem qualquer base na realidade, a informação foi prontamente desmentida por todas as partes. “Não tenho nenhum conhecimento de nenhum projeto nesse sentido. Se existe, não fui convidada”, informou Andréa.

Confira o texto publicado pela ex-secretária na sua página do Facebook:

Eu escolhi ficar um tempo focada somente nos assuntos relacionados a um novo momento que estou vivendo. Mas, já que meu nome foi envolvido em um boato, não posso me calar.

Alguém ou alguns têm levado aos jornalistas a mentira de que eu seria a editora de um site que supostamente estaria sendo criado pelo ex-senador Jorge Viana. Esse site teria como objetivo principal, o papel absurdo de desconstruir a gestão e o trabalho da prefeita Socorro Neri.

Não admito ninguém falando por mim, então deixo claro que isso é uma grande mentira. Não recebi convite para ser editora de nenhum projeto dessa natureza, e também não tenho conhecimento que exista uma iniciativa dessa. Aliás, jamais me prestaria a esse papel, pois não acredito que um site mereça ser criado com esse intuito, apesar de saber que isso acontece com alguns grupos políticos.

Não é esse jornalismo que acredito e pratico.

Quanto a gestão da prefeita, não escondo de ninguém que o projeto que defendo é o da Frente Popular, do qual Socorro Neri faz parte e é uma das lideranças. Assim como duvido que Jorge Viana se prestaria a isso, pois também é uma liderança deste projeto e sua trajetória fala por si. O que torna essa tentativa de implantar essa mentira ainda mais descabida.

Fui secretaria de Comunicação do governador Tião Viana com muita honra. Exijo respeito, que me deixem de fora dessa picuinha.

Não mancharia a minha trajetória fazendo qualquer tipo de jogo sujo.

Transporte irregular de lixo e falhas na coleta revoltam moradores de Mâncio Lima

Quem passa pela ruas do município de Mâncio Lima, além da atenção necessária aos buracos, também precisa ficar atento aos resíduos que caem do caminhão à serviço da Prefeitura.

Nesta segunda-feira (18), nossa equipe de reportagem flagrou um caminhão transportando resíduos sólidos – o famoso lixo doméstico – num caminhão caçamba sem a tampa traseira.

O flagrante mostrou partes da carga ficando para trás. Além de um atentado à natureza, isso também pode ser a causa de acidente automobilístico e a razão da morte de pessoas inocentes.

De acordo com moradores além do transporte irregular, também existe um grande problema relacionado a coletas. “O normal é passarem no meio bairro de oito há oito dias, mas já fiquei quase um mês com lixo parado na frente de casa”, disse um morador. 

A população também reclama do cheiro que o caminhão deixa ao passar pelas principais vias da cidade. “É um cheiro horrível”, disse uma comerciante. 

Por Juruá tempo

Criança do Bujari espera mais de seis horas por atendimento na UPA do Segundo Distrito

Talysson Camilo saiu do Bujari em busca de atendimento na UPA do 2º Distrito. Chegou na unidade de saúde às 11 horas da manhã. Acredite, às 17:45, quase sete horas depois ainda não havia sido atendido.

Com o filho no braço por tanto tempo, Camilo resolveu sentar para descansar em um local, que segundo uma funcionária, não era permitido. Se não fosse o bastante esperar por horas pelo atendimento, o pai ainda foi ameaçado. “O meu filho tá aqui desde 11 horas da manhã, sem tomar banho e sem trocar a fralda. Eu fui lá dentro perguntar se ia demorar, Como tava muito cansado, sentei. Uma funcionária disse que ali não podia sentar e que ia chamar a polícia”, afirma o pai desesperado.

Assim como Talysson, diversas mães e pais com crianças reclamam da demora no atendimento, como é possível comprovar nos vídeos enviados à nossa reportagem.

A revolta é o sentimento compartilhado por quem está há horas esperando atendimento, com os filhos chorando e sem conseguir ser atendido.

Maria Auxiliadora Vitorino, gerente da UPA, confirma que a unidade não conseguiu atender toda a demanda. “Infelizmente hoje não teve médico na UPA da Cidade do Povo e toda a demanda foi represada pra cá. Nossa UPA é a única que tem pediatra em escala. Nosso plantonista trabalhou o dia todo e passou até do horário, mas não tivemos como evitar a demora”.

A diretora explicou que com o plantão de dois pediatras no turno da noite, a expectativa era conseguir normalizar os atendimentos.

Veja o Vídeo:

Fonte: ac24horas

Mutilados pela hanseníase contam como eram ‘caçados’ devido à doença: ‘que nem bicho’

Cães eram usados para procurar pacientes em área de mata no Acre. Foram 30 anos de isolamento. Agora, entidade que acolhe essas pessoas pode fechar por falta de repasse.

Raimundo Lima disse que antes de ser diagnosticado com a doença nunca tinha ouvido falar de hanseníase — Foto: Tácita Muniz

As marcas deixadas pela hanseníase vão além das mutilações causadas pela doença naqueles que viveram isolados por anos em hospitais-colônias no Acre.

A história da perseguição e isolamento é tão surreal, que é difícil pensar que as vítimas da hanseníase, naquela época sem tratamento, sofreram até a década de 80 até que fossem ressocializadas.

O debate sobre os ex-hansenianos voltou à tona após a Casa de Acolhida Souza Araújo, que fica na BR-364, em Rio Branco, estar ameaçada de fechar as portas. O local, antes conhecido como leprosário, era onde as pessoas diagnosticadas com a doença ficavam isoladas.

Há 50 anos, um convênio entre governo e Diocese tornou o espaço um abrigo para esses pacientes rejeitados durante anos.

Porém, a falta de repasse do governo para a instituição ameaça o local, que serve para muitos pacientes como uma casa. Atualmente, o espaço abriga 33 ex-hansenianos. Muitos tiveram a vida roubada pela doença e, por isso, ali é o único espaço que conhecem como lar.

‘Quem será contra nós’

Hoje com 81 anos, o quarto de Adelaide Santos tem direito a estante com algumas fotografias que traçam uma linha cronológica de suas mutilações. Diagnosticada aos 7 anos com hanseníase, ela foi levada à colônia pela guarda sanitária na época.

Ela morava com o pai adotivo e os irmãos em um seringal do estado, mas, nem o pedido do pai a fez ficar junto da família.

Hoje ela nem recorda mais quantos irmãos tinha ao certo. Sempre de óculos escuros, ela teve sequelas da doença no nariz, mãos e pés. Entre idas e vindas, ela passou a ficar permanentemente na colônia aos 28 anos. São mais de 50 anos vivendo no local onde ficou isolada há anos.

“Antigamente, diziam que essa doença era aquela que largava os pedaços. Ela não larga os pedaços, mas a gente fica defeituoso, porque não tinha remédio. Eu tinha nariz, era grande e afilado”, relembra durante uma breve pausa nas memórias.

Já interna da colônia, Adelaide ajudava em atividades da casa, como agricultura. Da família, a única coisa que recorda é o abandono. Há cinco décadas, ela optou por evitar sair da colônia. O motivo? O preconceito é o fantasma que assombra as lembranças da paciente.

“Eu já sofri muito preconceito das pessoas e hoje em dia eu tenho medo de enfrentar tudo isso de novo. Tenho irmão e sobrinhos, mas ninguém vem me visitar. Se isso aqui fechar, como vamos viver? Não podemos cozinhar nem fazer quase nada”, pontua mostrando os membros mutilados.

Mas, mesmo diante das dificuldades que o espaço tem enfrentado, ela se apega à fé. Mesmo perdendo o sono, ela acredita que vai conseguir se manter abrigada. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”, repete cabisbaixa.

Adelaide vive há 53 anos na casa de acolhida em Rio Branco e conta que não tem contato com familiares — Foto: Tácita Muniz

Cães eram usados para caçar hansenianos

Assinada pelo general Eurico Gaspar Dutra, a lei nº 610, de 13 de Janeiro de 1949, era clara: isolar e separar da família todos os portadores de hanseníase. O decreto é composto por 34 artigos, que revelam uma verdadeira caçada aos doentes.

A doença, na época ainda conhecida como lepra, fazia com que os pacientes fossem perseguidos e isolados. Toda essa perseguição só terminou após 30 anos, na década de 80. “É obrigatório o isolamento dos casos contagiantes de lepra”, enfatiza o artigo 7 da lei.

Ao decorrer do decreto é possível ainda ver medidas ainda mais radicais, como a determinação de separar filhos dos pais acometidos pela doença.

“Todo recém-nascido, filho de doente de lepra, será compulsória e imediatamente afastado da convivência dos pais”, pontua o 15º artigo da lei.

O Estado conseguia chegar até os doentes através de denúncias da própria comunidade. Com medo, muitos doentes fugiam para o mato e começava uma verdadeira caçada a esses pacientes, segundo o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan).

“Na verdade, a comunidade era pequena e a época era de seringueiros e tinha o chefe de barracão, que também era chamado como patrão. Então, quando tinha essas pessoas, o próprio patrão denunciava e a pessoa tinha que sair daquela comunidade, quando a pessoa resistia, era caçado com cachorros. Os pacientes ficavam com medo, porque sabiam que seriam isolados”, conta Elson Dias, diretor do Morhan.

Pacientes contam que a polícia invadia mata para obrigá-los a internação — Foto: Tácita Muniz

Nem conhecia lepra’

Foi o que aconteceu com Raimundo Lima. Ele tem 62 anos e foi acometido pela hanseníase aos 12 e morava com a família em um seringal. Quando soube que estava doente, tentou esconder-se da guarda sanitária, mas foi encontrado e levado até ao hospital Souza Araújo.

O que ele mais lembra do dia? A forma como foi carregado em uma embarcação. O medo do contágio era tão grande que os pacientes eram levados em uma canoa puxada por uma corda ligada à embarcação que seguia até o isolamento.

“Com 13 anos vim a primeira vez para o leprosário pela polícia. Amarravam uma canoa no barco e a gente vinha separado, que nem bicho. Quando a pessoa disse ao meu pai que eu tinha a doença, eu nem sabia o que era. Nem conhecia lepra”, relembra.

A doença o fez perder as mãos, os pés e o contato com a família. De todos os pacientes que foram arrancados de suas famílias, uma pontuação é unânime e doída: não lembrar dos traços dos pais. E, além de tudo, ter uma vida toda tomada, vivendo isolados sem contato nenhum com o mundo externo.

“A única pessoa que ainda vem aqui é minha filha. Outras pessoas? Não mesmo. Se um dia você pegar essa doença, ninguém vai te excluir, hoje tem tratamento, você estará perfeita. Mas, eu? Isso aqui [mostra os membros mutilados]. Isso aqui vai ficar pra sempre. Só sai quando morrer”, lamenta.

Questionado se ainda enfrenta olhares de preconceito, ele não pensa duas vezes e diz que sim. “Uma vez mostrei meu pé e todo mundo ficou com medo. Isso nunca vai mudar”, reclama.

Sobre o possível fechamento do abrigo, que atende esses pacientes e que se tornou a sua casa há quase 20 anos, ele se revolta e lamenta. “Se for pra fechar isso aqui é melhor pegar todos nós e matar logo, porque não temos pra onde ir. É melhor o governo dizer: ‘leva esses aleijados e mata mesmo. A gente vai pra rua?”, questiona.

Entidade que acolhe ex-hansenianos pode fechar por falta de repasse do governo estadual

Sonhos mutilados

Sátiro Lima tem 74 anos e quase não se lembra mais dos seus 12, quando foi acometido pela doença e foi internado pela primeira vez. Algo que o marca até hoje é que ele não conhecia as pessoas que o levaram até o hospital. “Meu pai era pobre, fui levado por pessoas estranhas”, recorda.

Voz mansa e quase inaudível, ele conta que a doença já estava bastante avançada e aos poucos precisou amputar mãos e pés. Como eram isolados, tirados do convívio da sociedade, esses pacientes têm pouco ou nada de estudos. Ao ser questionado se voltou a ver o pai depois de ser internado, ele conta que o pai morreu três anos depois.

Lima nunca casou, nunca teve filhos. As marcas da hanseníase não ficam apenas nos membros amputados, mas na alma de cada um desses pacientes, que por três décadas foram esquecidos e maltratados pelo Estado. Além de membros, a doença também mutilava sonhos.

“O que marcou mais foi o preconceito. Da gente não conseguir ser alguém por conta da doença. Todos os dias penso como seria minha vida sem a doença. Penso que poderia ter sido, por exemplo, um psicólogo, uma pessoa da polícia. Um agente secreto”, diz entre risos e um olhar emocionado.

Devido à crise que o abrigo enfrenta, Lima, aos poucos, com o dinheiro da aposentadoria, vem construindo uma casa com medo do espaço não atendê-lo mais. Sem os repasses, ele tem comprado os remédios e alguns materiais para fazer curativo.

“Tenho medo da gente precisar de tratamento e não ter para onde ir”, revela.

Pensão

Em 2007, a lei nº 11.520 estipulou uma pensão para os ex-hansenianos que ficaram isolados por conta da doença até 31 de dezembro de 1986. Porém, a medida só beneficia os pacientes que ficaram em hospitais-colônias, deixando de fora os outros pacientes que viviam em isolamento domiciliar.

Ao todo, no Acre, 600 ex-hansenianos recebem uma pensão estipulada em R$ 750. Outros 200 ainda lutam pelo direito, segundo o Morhan, que desde 1981 ajuda na ressocialização das vítimas da doença.

Crise no abrigo

A Casa de Acolhida Souza Araújo é dirigida pela Diocese, com apoio do governo. O espaço oferece apartamentos aos pacientes e também serviços de saúde para as sequelas que a doença deixou. É um hospital referência e dedicado a esses pacientes.

Porém, desde agosto do ano passado, a Diocese não recebe o repasse do governo, garantido por lei de subvenção social. Por mês, é necessário destinar R$ 220 mil para o abrigo, para pagamento de funcionários, medicamentos, manutenção, alimentação e apoio aos pacientes.

A dívida já chega a quase R$ 2 milhões. Há 42 anos, a irmã Maria Inês ajuda no local e diz que nunca viu uma crise como essa.

“Tá chegando o momento que vai faltar tudo, a gente compra pra pagar com repasse, mas desde agosto que esse repasse não vem, então a Diocese com obras sociais, pegando daqui e acolá, ia empurrando com a barriga, agora chegou o ponto que não pode mais comprar nada porque estamos em dívida nos comércios. Vai faltando, por mais que a gente vá tocando, é quase que viver de esmola. Até o dia primeiro de abril, se não tiver solução, a Diocese não tem mais condições de tocar sozinha”, finaliza.

E assim, a negociação segue entre governo e diocese por uma dívida que vai além de quase R$ 2 milhões. A dívida do Estado com esses pacientes é histórica e irreversível. São pessoas que, isoladas, tiveram roubados de si o direito de viver em sociedade, quebrando, inclusive, laços familiares que nunca mais poderão ser reatados.

Por Tácita Muniz, G1 AC

Polícia conta com ajuda de cães farejadores para desarticular venda de drogas em Cruzeiro do Sul

Há mais de um ano a PM de Cruzeiro do Sul conta com o apoio de dois cães. Além das trouxinhas de cocaína, também foram aprendidos os equipamentos usados para embalar a droga.

Em uma operação da PM de Cruzeiro do Sul, interior do Acre, conseguiu prender dois homens e apreender quase 200 embalagens de cocaína. A operação contou com o apoio de dois cães farejadores que localizaram a droga.

Os policiais foram ao local para apurar denúncias anônimas. A chegar na casa, que era considerada como ponto de venda de entorpecente, os policiais fizeram uma revista e um dos cães utilizados na ação conseguiu localizar a droga.

Além das trouxinhas de cocaína, também foram aprendidos os equipamentos usados para embalar a droga e de dinheiro que teria sido arrecado com o tráfico.

Dois homens que estavam no local foram levados para a delegacia e prestaram depoimento na manhã desta segunda-feira (18). Segundo à polícia, eles serão indiciados por tráfico de drogas e encaminhados ao presídio.

Há mais de um ano a PM de Cruzeiro do Sul conta com o apoio de dois cães que foram treinados para agir nas ações de combate ao tráfico de drogas na segunda maior cidade do Acre.

Segundo o comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar, major Evandro Bezerra, os animais facilitam o trabalho da polícia que atua em uma região considerada como rota do tráfico internacional de entorpecentes.

“Esses cães estavam em treinamento para localizar droga e armas de fogo e a partir deste ano eles já estão sem colocados para operar com a guarnição da COE. A ação desses animais é de extrema importância, porque a gente tem informações que o entorpecente, que passa pela cidade, por vezes, fica em parte guardado aqui e com os cães fazemos uma varredura mais minuciosa. Já realizamos outras apreensões com a ajuda desses animais”, disse o comandante.

Do G1 Acre

Detento foge por janela de banheiro de unidade de saúde em Rio Branco

Clemison Souza cumpre pena por homicídio e fugiu da UPA do Segundo Distrito. Iapen-AC apura se preso recebeu ajuda durante a fuga.

O detento Clemison Costa de Souza, de 26 anos, conseguiu fugir pela janela de um banheiro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito de Rio Branco. Souza estava internado com suspeita de tuberculose e fugiu no momento em que pediu para ir ao banheiro.

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) iniciou as buscas para capturar o preso. Segundo o diretor-presidente do órgão, Lucas Gomes, haviam três agentes penitenciários escalados para fazer a segurança de Souza.

“Estava em uma área isolada. Fugiu na madrugada no momento em que foi ao banheiro, pulou pelo basculante. Depois de um tempo, ele [agente] percebeu que o preso não saía, procuraram lá dentro e ele não estava mais. Iniciamos as buscas, mas, até o momento, não foi capturado”, confirmou.

Ainda segundo o diretor, Souza foi condenado por homicídio e foi levado para a unidade de saúde no sábado (16). O Iapen-AC destacou que abriu um processo administrativo para apurar se o detento teve ajuda na fuga.

“Haviam três agentes escalados, mas não sei precisar se estavam os três. Abrimos um processo para apurar se houve facilitação, e só podemos falar se houve no final do processo”, complementou Gomes.

Por Aline Nascimento, G1

Com uma CEC 7, ex-deputado Zé Vieira é nomeado no governo Gladson com salário de mais de 7 mil

Ele exercerá cargo em comissão, referência CEC-7. O casal Vieira abraçou a candidatura de Gladson Cameli nas eleições do ano passado.

Consta no Diário Oficial do Estado a nomeação do ex-deputado estadual Zé Vieira (PSDB) para exercer cargo na administração do governador Gladson Cameli (PP).

Ele exercerá cargo em comissão, referência CEC-7, na Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (SEPA), sendo que o Decreto é datado de 1º de março deste ano.

Filiado há anos no PSDB, partido do vice-governador, Zé Vieira é esposo da ex-prefeita Toinha Vieira e tem larga experiência na vida pública.

Por senaonline.net

Após pedir o divórcio, marido mata mulher com tiros de espingarda em Rio Branco

Marly dos Santos queria a separação e estaria pressionando o marido para vender a propriedade e dividir o dinheiro, segundo a família.

Marly dos Santos foi morta com ao menos dois tiros de espingarda, um no peito e outro no braço. O crime ocorreu no domingo (17) no Ramal do Milton, na Transacreana, em Rio Branco.

A Polícia Militar informou que o autor dos disparos foi o marido, Elton Pereira dos Santos, por não aceitar a separação. Marly estaria pressionando Santos marido para vender a propriedade e dividir o dinheiro.

O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e, até o início da manhã desta segunda-feira (18), nenhum familiar tinha comparecido para fazer o reconhecimento do corpo.

A PM-AC encerrou a ocorrência e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Por Alcinete Gadelha, G1 / Foto: Ilustrativa

Jovem de 17 anos morre ao cair de carroceria de caminhonete em Sena Madureira

Primo da vítima, Joerbson Costa Araújo, de 18 anos, também estava na carroceria do veículo e viu o primo morrer. Acidente ocorreu na BR-364, em Sena Madureira.

Um jovem de 17 anos, identificado como Naylan Rodrigues de Souza, morreu após sofrer um acidente na madrugada de sábado (16), no km 315 da BR-364, em Sena Madureira, interior do Acre.

A Polícia Rodoviária Federal do Acre (PRF-AC) informou que o jovem estava na carroceria do veículo, teria se desequilibrado, caído e não sobreviveu. A PRF-AC informou ainda que quando os policiais chegaram ao local não havia veículo, nem pessoas e o corpo já tinha sido retirado.

O primo da vítima, Joerbson Costa Araújo, de 18 anos, que também estava na carroceria, disse à irmã, Jainara Araújo, que viu o primo morrer.

Jainara falou que o irmão sofreu escoriações e está em casa. “Ele não quis vir aqui em Sena Madureira. O rapaz [Naylan] morreu nos braços dele, então, está muito sentido. Não quer sair do quarto”, disse.

Ainda conforme a PRF-AC, o órgão tem um prazo de cinco dias úteis para finalizar o boletim e os policiais estão coletando mais informações, ouvindo as testemunhas e o Instituto Médico Legal (IML), que esteve no local.

Do G1 Acre

Professores protestam na frente da Casa Civil e perguntam: “Cadê o governador?”

O governador Gladson Cameli não está na Casa Civil. Ele cumpre agenda externa.

No dia em que o governador Gladson Cameli abriu o ano letivo na escola Diogo Feijó, no bairro Abrão Alab, professores da rede estadual de ensino fecharam a avenida Brasil, acesso à Casa Civil, gabinete oficial do governo, no centro de Rio Branco, em protesto porque não foram convocados conforme prometera o governador semanas atrás.

Eles fecharam inclusive o corredor do ônibus na avenida. Há lentidão no trânsito na região central, nas avenidas Getúlio Vargas, Ceará, Brasil e ruas Marechal Deodoro, Benjamin Constant e Rui Barbosa.

Os professores afirmam que há escolas sem aulas por falta de professores. Os manifestantes citaram que não há aulas no Mário de Oliveira, José Rodrigues Leite e CEBRB.

Na manifestação, os professores gritaram: “Cadê o governador?”.

Um dos representantes da Secretaria de Educação enviado ao local da manifestação conversou com os professores, mas não soube informar a real necessidade de profissionais ou o número necessário para atender a demanda das 630 escolas urbanas, rurais e indígenas do Estado.

Na manhã desta segunda-feira, o secretário de Educação, Mauro Cruz, informou que até a próxima sexta-feira o governo deve convocar 4, 5 mil professores. Até esta segunda foram chamados 2, 5 mil.

Por Luciano Tavares / noticiasdahora.com