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Área desmatada em um ano: Desmatamento no Acre tem aumento de 300% em um ano, aponta Imazon

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Acre aumentou número de área desmatada em um ano – Foto: Divulgação/Batalhão de Policiamento Ambiental

Um levantamento do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) revelou que o desmatamento no Acre aumentou 300% entre junho de 2018 e junho deste ano.

O dado compõe o Boletim do Desmatamento da Amazônia Legal divulgado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Os estados da Amazônia Legal que aparecem no estudo são: Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Amapá.

Conforme o estudo, em junho do ano passado o Acre desmatou 10 km² e esse número subiu para 40 km² no período de um ano. O levantamento traz ainda os dados de florestas degradadas na Amazônia Legal, que teve um aumento de 23% no total de áreas degradadas em um ano.

O SAD mostra que foram detectados 801 km² de desmatamento em junho de 2019 na Amazônia Legal. Porém, o número representa uma redução de 31% nos dados levantados no mesmo período de 2018, que foi 1.169 km².

Projeto

Segundo a reportagem do G1, o Instituto de Meio Ambiente (Imac) se prepara para implantar de forma efetiva o Programa de Regularização Ambiental (PRA) no estado. A medida é uma mudança na resposta do Estado a produtores que degradem áreas de Preservação Permanente (APP), de Reserva Legal (RL) e de uso restrito (UR).

O lançamento oficial do programa deve ser feito durante a Expoacre, que ocorre de 27 julho a 4 de agosto.

O programa deve incentivar os produtores a entrarem no agronegócio e aderirem, inclusive, ao sistema agroflorestal, que é considerado sustentável com plantio de alimentos e que o produtor ainda recupera a floresta.

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“Quem faz o desmate maior são os agricultores de subsistência. Então, a partir de agora, ele é multado, é obrigado a aderir ao PRA. Ele vai fazer a reposição florestal da área e aí vamos apresentar um cardápio por regional que ele vai poder utilizar o café, hortaliça, frutífera e ele quem vai decidir como que vai ser, mas ele vai ser obrigado a reflorestar”, explicou.

Percentual

Sobre o total desmatado nos estados, o Amazonas teve o maior percentual registrado, com 30%. Apesar disso, o estado apresentou redução na quantidade de quilômetros quadrados desmatados, que foi 245 km² em junho deste ano e 366 km² no mesmo período ano passado.

Logo atrás do Amazonas vem o Pará (26%), Rondônia (19%) e Mato Grosso (17%).

Já o Acre representa o percentual de 5% sob os 801 km² desmatados no período avaliado. É o quarto estado com menor percentual, ficando atrás do Tocantins, Amapá e Roraima, todos com 1%.

Aumento

Em relação ao total de área desmatada, o estado acreano foi o único estado da Amazônia Legal que apresentou aumento na quantidade de quilômetros desmatados.

Os outros sete estados, Amazônia, Amapá, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, tiveram redução ou não houve mudança nos números.

Amazonas, por exemplo, desmatou 366 km² ano passado, mas o número baixou para 245 km² este ano, o que representa uma redução de mais de 33%. Mato Grosso tinha 190 km² em 2018 e baixou o total de área desmatada para 140 km², redução de mais de 26%.

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O estado do Pará conseguiu reduzir em mais de 38% o total de área desmatada em um ano. Em 2018, o estado tinha 341 km² e conseguiu baixar para 212 km².

Roraima e Amapá não apresentaram mudança nos números, continuaram com 11 km² e 1 km², respectivamente, durante o levantamento.

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Veja o Vídeo Abaixo: “Nós não podemos nos curvar diante disso [possível interferência de Bolsonaro no INEP]. Por isso que estamos tomando todas as medidas cabíveis para que o INEP seja preservado, sobretudo, a juventude brasileira, que precisa que o Enem seja realizado com muita lisura”, disse Leo de Brito durante entrevista coletiva, no salão verde da Câmara dos Deputados. A coletiva reuniu os líderes da oposição ao governo Bolsonaro para anunciar ações de proteção ao Enem, entre elas, o afastamento do presidente do INEP, acusado de assédio moral.

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Ministério Público Federal abre inquérito para apurar danos ambientais na Reserva Chico Mendes, em Brasiléia

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Ação deflagrada pelo ICMBio e a polícia florestal em reserva do Acre – Foto: Reprodução / Rede Amazônica

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu abrir uma investigação para apurar supostos danos ambientais causados na Colocação Santa Justa, no município de Brasiléia.

Segundo o processo, o órgão controlador destacou que, conforme apurado no inquérito policial lavrado em desfavor de Alfredo Barbosa dos Santos, foram constatados 68,86 hectares desmatados na Colocação Santa Justa, Seringal Tabatinga, no interior da Reserva Extrativista Chico Mendes, em Brasiléia, no interior do Acre.

O MPF destacou que mesmo com a morte do autor dos delitos, é necessário realizar medidas objetivando a recuperação das áreas degradadas na localidade. “Sem prejuízo de outras que se mostrem necessárias, especialmente em face dos atuais ocupantes da Colocação Santa Justa, uma vez que a responsabilidade civil pelos danos ambientais é de natureza objetiva, recaindo sobre os sucessores”, diz a investigação.

O procurador da República, Alexandre Souza Lagos, resolveu instaurar Inquérito Civil, pelo prazo de 1 (um) ano. As informações e do ac24horas

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Veja o Vídeo Abaixo: O Gefron apreendeu dentro de Van do município de Brasileia aproximadamente 150 kg de entorpecente, seria esta a maior apreensão daquela regional. De acordo com informações preliminares, o veículo da prefeitura iria realizar mais um transporte de pacientes que estão fazendo tratamento em Rio Branco quando foi surpreendido pelo policiais, após revistarem os pacientes e o veículo encontraram em uma sacola preta com todo o entorpecente.

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