FPA e oposição, quem está jogando melhor?

Para falar que a Frente Popular do Acre (FPA), que tem Marcus Alexandre como pré-candidato ao governo, é um time muito organizado, também é necessário afirmar que o escrete da oposição liderada pelo senador Gladson Cameli (PP) é extremamente desorganizado. “Meio avacalhado”, como diz uma figura de proa do próprio time.

Alguém pode dizer: é porque você é torcedor do Marcus. É verdade que sou, mas basta ler a coluna do Crica (Luís Carlos Moreira Jorge) para saber como estão jogando as duas seleções.

A organização é fundamental para quem quer vencer o jogo eleitoral, principalmente se for majoritário. Isso Marcus Alexandre tem de sobra, mas a oposição ainda está no futebol arte da década de 1950, quando o Brasil perdeu para o Uruguai em pleno Maracanã, em 1950. Á culpa é do Gladson? Sim e não, como diz o Galvão Bueno quando analisa o desempenho da seleção brasileira.

Gladson parece ser o capitão do time. Eu disse parece, porque até agora alguns jogadores não aceitam suas orientações. Muito pelo contrário, falam mal dele o tempo todo nos bastidores. Alguns o criticam até publicamente o que não acontece, sob hipótese alguma, nos treinos do PT.

Segundo o Crica, a oposição precisa mesmo é de um técnico líder como foi o ex-senador Nabor Junior. Aliás, os oposicionistas estão com cinco técnicos, mas os jogadores não obedecem a nenhum. Petecão, Márcio Bittar, Flaviano fazem o que bem entende em campo. A FPA tem apenas o Tião Viana que, apesar do desgaste em função da crise (como dizem), treinou e organizou um time para vencer o jogo.

Se vencerá ou não vai depender do desenrolar do jogo que, por sinal, ainda nem começou. Estamos somente nas eliminatórias. O Marcus está vencendo todas pela organização. O time do Gladson vai mal. Porém, como dizia o ex-prefeito Aldemir Lopes, craque do Independência Futebol Clube, nos anos dourados do futebol acreano:

_ Enquanto o juiz não der o apito final tudo pode acontecer dentro do gramado.

A propósito, o Aldemir transferiu para a política as táticas que aprendeu como armador no campo de futebol. Andou pisando na bola. Pegou cartão vermelho. Está suspenso, mas não pode ser descartado como técnico em jogos futuros. Subestimá-lo é um erro.

3 de Julho Entrevistas 6ª Edição

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