‘Não aceitarei pressão para escolher meu secretariado. Não entendo porque tem gente achando que pode decidir por mim’, diz Gladson

O governador eleito, Gladson Cameli (PP), afirmou que não aceitará nenhum tipo de pressão para definir os nomes dos membros do primeiro escalão do governo.

Gladson afirmou que respeitará as discussões com os partidos, mas que não aceitará imposições e que determinará os nomes dos secretários levando em conta o perfil e preparo técnico de cada pessoa.

A respeito do ex-reitor da Ufac, Minoru Kimpara (Rede), ser escolhido como secretário de Educação, comentário este que provocou revolta entre alguns membros da oposição, Gladson não descarta a possibilidade do ex-reitor ser oficialmente convidado, mas nega que haja algo definido.

Cameli frisou que a questão da provável indicação de Minoru Kimpara ainda não foi fechada, faltando conversas para serem realizadas, mas salientou que não admite que existam pessoas se arrogando do direito de nomearem ou vetarem nomes que sequer foram anunciados de forma oficial.

“Com o Minoru ainda não tem nada definido não. Estou esperando a equipe técnica me entregar o relatório de gestão para ver como fica a situação. Depois irei me reunir com os partidos, mas uma coisa é certa: nós iremos colocar as pessoas certas nos locais certos, pois prezaremos pela competência técnica para os cargos e não indicação política meramente. Os partidos precisam indicar pessoas que tenham capacidade técnica. Acho engraçado é ver pessoas se autonomeando e vetando nomes esquecendo que quem vai nomear sou eu”, diz.

Gladson afirmou, ainda, que os três nomes oficialmente definidos até o momento são José Ribamar Trindade, que assumirá a chefia da Casa Civil, jornalista Sivânia Pinheiro, que será nomeada como secretária de Comunicação, e Thiago Caetano, que assumirá a pasta de Infraestrutura. “Por enquanto definidos mesmo são só esses três nomes”, diz Cameli.

O progressista afirmou que até a primeira semana de dezembro irá divulgar a lista dos membros do primeiro escalão, mas somente após reuniões com partidos aliados.

Plantão 3 de Julho Notícias 15ª Edição

Veja neste Vídeo: Colono desaparecido dentro da selva é localizado vivo cerca de 11 dias depois. Uma grande operação realizada por quase cinco dias, envolvendo homens dos Bombeiros, Polícia Militar e Exército Brasileiro, obteve êxito com apoio de moradores das comunidades do Guanabara e Icuriã, em localizar o colono Pedro Soares, de 49 anos, que havia saído de casa para caçar e não mais retornou.

Por Gina Menezes /  Folha do Acre

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