O bobo, Arlequim, Gladson Cameli: O baile eleitoral no Acre iniciou antes do Carnaval

Os tamborins começam a esquentar para entrar na avenida o carnaval, anunciando que após a quarta-feira de cinzas o ano no Brasil começa.

Por Cesário Campelo Braga

Amanhã os tamborins começam a esquentar para entrar na avenida o carnaval, anunciando que após a quarta-feira de cinzas o ano no Brasil começa.

Porém, no Acre, para a oposição que sonha em se locupletar do Estado, o ano já começou. E o baile de máscaras que sempre serviu para esconder o interesse de cada um desses da oposição, continuam em voga. Apesar de que já caíram todas as máscaras.

Algumas histórias lembram bem a divertida “comédia dell’Arte”. Do carnaval de Veneza, aqui, o nosso velho Pierrot Bocalon, que nutria uma paixão por sua colombina, Alan Rick, se viu traído pela decisão deste que preferiu ficar com o bobo, Arlequim, Gladson Cameli.

Depois das diversas gravações, a pipa do Marcio Bittar já não sobe mais. Mesmo fazendo muita força, o Major já o passou para trás.

No Senado, após oito anos de serpentinas e confetes rolando no baile, o boneco de Olinda Petecão permanece como sempre calado, balançando pra cá e pra lá, só desfilando nas ruas pedindo mais oito anos pra continuar passeando por Brasília.

Ainda não, mas tudo indica que ao final do baile o que vamos ouvir é que a balsa virou, pois deixaram ela virar! E a culpa? A culpa todos sabem: é do Gladson, que não sabe remar!

E a preocupação com povo? Não existe! Só o Arlequim Cameli cantando papai eu quero mamar! E o Bestene correndo atrás da chupeta pro neném não chorar!