De volta de Miami, Senador Gladson reclama das fofocas da oposição

O senador Gladson Cameli (PP) está de volta ao Brasil, procedente de Miami, onde permaneceu, em férias, por quase todo o período de recesso parlamentar.

Ainda não pisou no Acre, mas já está em Brasília, de onde tem reclamado, e muito, do que chama de “fofoca”. Está chateado, justamente porque as tais fofocas, estão sendo patrocinadas pelos próprios colegas de oposição.

Fontes próximas ao senador e da direção do PP no Acre, afirmam que o fato que mais o irrita é que as tais ‘fofocas’ que têm sido veiculadas sobre ele e sua campanha são patrocinadas pelos ditos ‘aliados’. Ocorre que as divulgações não podem ser consideradas tão ‘fofocas’ assim. É o caso da demissão dos secretários da prefeitura de Cruzeiro do Sul, que são ligados ao ex-prefeito Vagner Sales, conhecido como ‘Coronel Canela Fina’.

O atual alcaide, que até recentemente era tido e havido como afilhado político de Sales, o emedebista Ilderlei Cordeiro, chegou a confidenciar aos demitidos que o bota fora estava ocorrendo em atendimento a uma exigência de Gladson.

Tal revelação fortalece ainda mais o racha no seio da oposição, que ainda sofre com as desastradas declarações do também aliado Marcio Bittar (MDB) detonando aliados, reveladas em reuniões privadas e tornadas públicas por algum participante dos encontros.

Para relembrar: há cerca de um mês, veio a público um áudio onde Bittar diz que Gladson, caso eleito governador, pretende renunciar no último ano do mandato, fato que propiciaria a candidatura de Bittar ao governo em 2022.

Sob esse prisma, Bittar disse estar à procura de um 1º suplente, que a exemplo do empresário Fernando Lage, financiasse sua campanha. Bittar, para enfatizar a justeza de sua propositura, disse que Lage, em 2010, para tomar assento na 1ª suplência de Petecão (PSD), teve que desembolsar R$ 1 milhão para o senador pessedista. 

Marcio Bittar também sugere que o pai de Gladson, empresário Eládio Cameli, meteria a mão no bolso e injetaria, de maneira ilícita, ou seja, pelo Caixa 2, cerca de R$ 30 milhões para garantir a eleição do filho neste ano, na disputa do governo do estado.

Através de um blog local, Gladson diz que está sendo vítima de uma campanha difamatória que vem ocorrendo nas redes sociais. Ao jornalista titular do blog, Gladson disse: “Quero estar longe de confusão. Meu objetivo é ser governador do Acre”, reclamando das tais fofocas nas redes sociais, patrocinadas, diga-se de passagem, por seus aliados. “Essa de me ligar a demissões e outras decisões na administração do Ilderlei é um crime. É uma mentira, uma invenção deles que dói a gente observar os comentários nas redes sociais”, registrou o senador.

Por página20.net

:: Textos publicados nesta página são de inteira responsabilidade do colunista. Não refletem a opinião do Jornal.

.