Coluna do Amaral

Luciano Huck é aposta num “novo Collor”

Se rejeitada a candidatura de Lula (PT) à presidência da república, setores conservadores que veem Geraldo Alckmin estacionado em menos de 10% das intenções de votos nas pesquisas de 1º turno, buscam um coringa que capte votos da direita, da esquerda e dos indecisos. E tudo indica que querem impulsionar um novo Collor na figura do apresentador global Luciano Huck ainda sem partido e em conversas com o PPS. O produto que a mídia gosta de vender: jovem, popular, família, empresário de sucesso. Basta cair na rua para campanha que o ingrediente final ou cereja do bolo se completa: o astro do povão. É bom ficar de olho nessa massa de manobra.

Excesso de sindicatos no Brasil

Se quantidade de sindicatos resolvesse  as lutas de classe, no Brasil já teria ocorrido uma “revolução dos trabalhadores”. São mais de 14 mil e com a reforma trabalhista talvez desapareçam do mapa apenas 3 mil. O mal de todos eles é a falta de autonomia. Sempre estão de joelhos para o patrão.

Políticos tem 4% de aprovação por brasileiros

Que político é desacreditado todo mundo já sabia. Mas a dimensão disso era desconhecida. Pois bem, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva/ideia big data, eles são reprovados por 96% dos entrevistados que não se sentem representados pelos políticos eleitos. A maioria entrou no saco de farinha de Dilma (PT) e Temer (PMDB). Pensa numas figuras rejeitadas até pelos seus eleitores partidários de carteirinha! xô assombração!

Lula tem “apoio do além”

Em missa realizada sábado, 3, em memória de 1 ano de morte de Marisa Letícia (ex primeira dama) em São Paulo, o ex-presidente Lula criticou o judiciário pelo  processo que enfrenta nos tribunais. Revelou que não tem ódio de quem o condenou e é influenciado pela falecida, que lhe sussurrou naquele momento uma frase de ânimo:”Levanta a cabeça e vai a luta! Porque o povo brasileiro vai vencer mais uma vez…”

O PT e a “tática eleitoral”

Seguindo a Resolução do Diretório Nacional do partido , militantes do PT no Acre encerraram neste domingo na Uninorte(4), o “encontro de tática eleitoral”,  seguindo um cronograma inicial com os pré-candidatos majoritários: Marcus Alexandre (governo), Ney Amorim e Jorge Viana (senado) e Lula (presidente). Foi um momento para alinhar o discurso das lideranças petistas do estado em defesa do direito de Lula ser candidato e o fortalecimento da candidatura majoritária ao governo (que sofre desgaste) com o lema encorajador: “Vamos construir o melhor caminho rumo à nossa vitória nas urnas em 2018.”

Marcos Poeta e Leila Galvão

No Planejamento de “tática eleitoral”, registraram presenças as lideranças do Alto Acre: Marcos Fernandes (Epitaciolândia) e Leila Galvão (Brasiléia).

Asfalto a todo vapor

O pré candidato ao governo Marcus Alexandre (PT), tem intensificado os trabalhos de recuperação asfáltica nos bairros da Capital. São tantas frentes de trabalhos que às vezes os motoristas  precisam mudar de rota duas ou mais vezes. É uma corrida contra o tempo em ano eleitoral (e as chuvas não dão trégua), já que por questões orçamentárias as ruas ficaram bastante deterioradas.

Prefeito respira sem aparelhos

Marcus Alexandre apesar de ter passado por altos e baixos com as investigações da “Operação Buracos,” tem respirado aliviado com o foco desviado para a briguinha de “comprades” da oposição. Enquanto Márcio Bittar (MDB), Gladson(PP), Coronel Ulysses (DEM) e Bocalom (DEM) se engalfinham nos bastidores, o prefeito fica longe dos holofotes politiqueiros.

De volta pra casa

O pré-candidato a deputado estadual, Joaquim Lira (Sem partido), depois de visitar várias comunidades e amigos no Juruá, está de volta ao Alto Acre para reforçar sua intenção de participar como representante da região. Hoje já bateu o ponto em entrevista em programa do Zezinho Morais. Em conversas entre amigos diz que não abre mão de concorrer. Saindo pela oposição, deu largada na frente e busca os votos dos não petista e talvez beliscar alguns bastiões de Leila Galvão (PT) que busca a reeleição.

Monografia acusa descaso no combate às facções

Uma monografia com o tema: “Organizações Criminosas, Estrutura e Ações  Coordenadas” publicada em matéria no AC24, acusa o sistema de segurança de desprezar ou investir pouco no combate das organizações criminosas que crescem e se alastram de forma assustadora. E levanta suspeita de que muito “peixe grande”(empresários, políticos, fazendeiros) estão por trás desse mercado milionário. Ou seja, a “logística carioca” implantada aqui para corromper as engrenagens da funcionalidade do sistema.

Cartórios poderão emitir RG e Passaporte

É bem provável que com a descentralização da emissão do RG e Passaporte, anunciado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) facilite a vida de muita gente que fará o documento nos vários cartórios conveniados nas cidades do Acre.

“Quem votar não volta”

Os esquerdistas estão divulgando nas redes sociais esse dilema de alerta à sociedade: #sevotarnãovolta. É direcionado principalmente aos parlamentares que no mapa de votos aparecem favoráveis à Reforma da Previdência proposta por Michel Temer (PMDB). Na avaliação destes,  pelos menos três danos a Reforma trará:  1.aumenta a idade mínima;  2. o tempo de contribuição e;  3. redução do valor da aposentadoria.

O gato e a onça

A chance que a Reforma Trabalhista tinha para ser aprovada era final de 2017 no calor dos escândalos. Na entrada de 2018 e o calendário eleitoral, muitos parlamentares e o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM -RJ), pré candidato à presidência da República, mostram-se resistentes em aprovar medida impopular. E Michel Temer na cautela, não coloca na pauta de votação com temor de carregar o ônus da derrota para o mercado que espera com ansiedade uma vitória. Mas, pelo andar da carruagem, é melhor o mercado se contentar com outras pautas como as privatizações das elétricas do que perder o ano tentando em vão a Reforma da Previdência.  Bem que o Temer já torrou os cofres e entrou até no fiado e nada deu.

Greve geral

CUT planeja mobilizar o Brasil para greves e paralisações contra a Reforma da Previdência que está a toque de caixa a todo vapor.