Coluna do Astério

Se tivesse algum tipo de premiação local para personalidade que lutou para promover a paz, à fraternidade, à tolerância e o amor, sem sombra de dúvidas, o Padre Máximo Lombardi seria o ganhador. Por definição (bem atualizada) poder é a capacidade de influenciar. No mar de violência em que vive a sociedade, o padre Máximo foi capaz de influenciar pessoas e instituições para a construção de uma cultura de paz.

Quanto mais chapas houver para deputado federal ou estadual na Frente Popular (ou na oposição), muito melhor para os candidatos ao governo e ao Senado.

É o velho e surrado clichê da política: “Quanto mais cabras, mas cabritos”.

“Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vêm”. Esse também é da política indicando a pessoa que ostenta bens sem que a renda lhe favoreça.

Serve pra Lava Jato!

O ex-prefeito por oito anos e deputado federal Raimundo Angelim, candidato a reeleição, está se movimentando bem esses dias.

Outro pré-candidato a deputado federal que anda se movimentando muito bem é o deputado estadual Éber Machado.

Conseguiu criar uma base eleitoral muito forte junto aos evangélicos mais conservadores e tradicionais.

Não tem o menor fundamento acusar o presidente do PDT, deputado Luís Tchê, de favorecer o PT nas discussões proporcionais.

O Tchê está puxando brasa para o seu partido que obrigatoriamente terá que eleger um deputado federal.

Com as novas regras eleitorais a partir de 2018 o partido que não eleger deputado federal vai ser riscado do mapa.

Já era tempo!

De acordo com analistas políticos da chamada grande imprensa, deverá sobreviver apenas oito partidos com representação no Congresso nos próximos dez anos.

Sanear o sistema político-eleitoral- partidário é uma necessidade vital para o país sair do atoleiro, da lama, da tabatinga branca no inverno.

Melhor dizendo: do esgoto!

A responsabilidade para melhorar a política não deveria ser do Judiciário, mas dos políticos e dos partidos.

Falta coragem, determinação, disposição!

Os privilégios nos poderes da república impedem as mudanças…

Enquanto isso o Zé Povinho se lasca, sofre, passa fome, se mata, se desespera, vende drogas, armas, se prostitui, rouba, assalta…e põe a culpa no satanás.

Parafraseando os gregos: “Não será nenhuma divindade que destruirá a cidade, o Estado ou a nação, mas sim os homens com sua ganância, soberba, cobiça e desonestidade”.

Vai dormir com essa, Macunaíma!

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