Coluna do Crica

O PSDB não é o pai da candidatura de Veloso

O deputado federal Major Rocha (PSDB) me disse ontem que, o seu partido não vai mover uma palha para que o médico Eduardo Veloso (PSDB) seja escolhido como vice do candidato ao governo, senador Gladson Cameli (PP). “Tirem o PSDB desta discussão, não somos contra, mas não estamos indicando ninguém, a questão da escolha do vice não tem o aval do partido, não entramos mais neste debate, este é um assunto encerrado. Se o Gladson quiser escolher o Eduardo seu vice é problema seu, da sua cota, da sua simpatia, mas não vincule que, com a escolha, o PSDB será uma sigla subalterna ou se dará como contemplado”, avisou Rocha (foto). Rocha se diz muito preocupado com a campanha. “Temos tudo para ganhar o governo na eleição do próximo ano, um bom nome, leve, mas nunca vi algo mais sem uma organização do que a campanha do Gladson. Sem organização não se vence uma eleição”, advertiu o presidente do PSDB, Major Rocha. Na sua avaliação, quem tem de buscar a organização é o candidato ao governo e não os candidatos a cargos proporcionais. Não pode haver a inversão, diz ele.  

PEDIDO DE CONVERSA

O coronel PM Ulisses, que pretende ser candidato ao governo pelo PATRIOTAS, mesmo partido ao qual o candidato a presidente Jair Bolsonaro irá se filiar; esteve ontem, ao entardecer, com a executiva regional do PSDB, para expor seus planos políticos. Até o fechamento da coluna a reunião continuava. A pauta era comunicar que seria candidato a governador e buscar uma aliança com os tucanos. 

SEM COMPROMISSO

O deputado federal Major Rocha (PSDB) esclareceu que não se trata de uma aliança. O PSDB abre as portas para qualquer discussão política, sem que isso signifique parceria, advertiu. 

TUDO PRONTO

O médico Carlos Beirute deve embarcar no início da semana á Brasília, para assumir a presidência regional do PROS. O partido irá para a oposição na coligação com PR-PSD –PSDB e PMN. 

RESMUNGANDO PELOS CANTOS

O presidente do PHS, Manoel Roque, anda resmungando pelos cantos pelo fato do seu partido não ocupar uma secretaria municipal e o Pedro Longo, que perdeu a direção do PSL, continua prestigiado com uma secretaria para chamar de minha. Longo é candidato a estadual pelo PV. 

DELAÇÃO PREMIADA

Está quase certa uma delação premiada de um envolvido importante no escândalo da EMURB.

NENHUM COMPROMISSO

O vereador Gilson da Funerária (PP-Senador Guiomard) tem dito a amigos que não vão aceitar qualquer proposta do seu partido para cessar as críticas e as denúncias ao MP, contra o prefeito de Senador Guiomard, André Maia. O presidente do PP, José Bestene, anda sendo pressionado para promover um armistício entre Gilson e André. Pelo visto, não vai conseguir. 

MANDATO PESSOAL

Só que o presidente do PP, José Bestene, tem limites. Não há como mandar o vereador calar.

NANICOS ALVOROÇADOS

Os dirigentes de partidos nanicos com candidatos a deputado federal andam cuspindo fogo contra os dirigentes do PT que trabalham para que a FPA tenha apenas uma chapa para Federal. O “Chapão”, para eles, é como pular de um avião no ar sem paraquedas.

ÚNICOS BENEFICIADOS

Na verdade os únicos beneficiados com o “chapão” serão os candidatos Sibá Machado (PT), Raimundo Angelim (PT), Léo de Brito (PT), César Messias (PSB) e Perpétua Almeida (PCdoB).

TIME DA OPOSIÇÃO, NÃO É MOLEZA!

Candidatos a deputado federal pela oposição: Antonia Lúcia (PR), Jéssica Sales (PMDB), Major Rocha (PSDB), Flaviano Melo (PMDB), Nelson Sales (PP), Rosana Nascimento (PPS), Carlos Beirute (PROS), Tião Bocalon (DEM), Alan Rick (PRB), Rudiley Estrela (PP), Wanda Denir (PP), N. Lima (PP) e Sérgio Barros (PSDB).

ESPAÇO APERTADO

O espaço ficou apertado para o deputado federal Moisés Diniz (PCdoB). A prioridade da cúpula comunista para Federal é a volta da Perpétua Almeida (PCdoB). O vice do Marcus Alexandre (PT), não conseguirá ser, será o Emylson Farias (PDT). Lhe resta disputar a ALEAC.

PEQUENO DETALHE

E com um pequeno detalhe, Moisés terá de bater o deputado Genilson Lopes (PCdoB) e Edvaldo Magalhães (PCdoB), também candidatos a vagas na Assembléia Legislativa.

CONVERSA E TENTATIVA?

A coluna recebeu a informação que o prefeito Marcus Alexandre (PT) andou conversando com o deputado federal Alan Rick (DEM), para ter seu apoio ao governo. Ambos não romperam relações quando Alan deixou a FPA e são membros da Igreja Batista do Bosque. Não sei se conseguirá o retorno, mas se conseguir dará um golpe de mestre. Passo a informação com ressalvas, porque veio de uma única fonte. Mas vou checar outras para a confirmação. 

SUMIRAM POR ENCANTO

As viaturas policiais que eram vistas em pontos estratégicos da cidade sumiram como que por encanto. Funcionou apenas como vitrine durante a reunião dos governadores, acontecida na Capital. Nada contra o álcool zero, mas por qual motivo para o programa nunca faltam PMs? 

AVISO A QUEM DE DIREITO

A ponte que liga Brasiléia à Epitaciolândia está em péssimas condições de conservação. Os políticos da região deveriam fazer pressões no DERACRE, DNIT, ou em quem de direito.  No pobre do DERACRE nem adianta pressionar, o que se sabe é que os seus cofres estão secos.

REJEIÇÃO GRANDE

Nota-se nas conversas com integrantes do PSD e do PSDB, a turma que vai mesmo para a rua, uma antipatia declarada contra a candidatura do senador Márcio Bittar (PMDB). Não fazem questão de esconder. É uma barreira que, ele terá de superar para ter viabilidade eleitoral.

ACHA QUE GANHA SÓ

“O Márcio Bittar acha que ganhará só a eleição de senador”, me disse ontem um dirigente tucano. Então será assim, completou em tom irônico. 

O MUNDO GIRA, NÉ BOCALOM?

Quando tentaram colocar o Tião Bocalom (DEM) de vice da Eliane Sinhasique (PMDB), na última disputa da PMRB, o PMDB esnobou o Bocalom, sob o argumento de ser grande o seu desgaste. Também não teve o apoio integral do PMDB, no Juruá, quando perdeu de pouco para o governo. Agora o PMDB está pirangando a formação de um chapão com o DEM dentro, para salvar as candidaturas do Flaviano Melo (PMDB) e Jéssica Sales (PMDB). O mundo gira, né Bocalon? 

MANDATO VIRA BICO

O eleitor que votou no vereador Mamede Dankar (PT) foi para que, ele se dedicasse integralmente ao mandato de vereador, que não é cumprido só com presença na Câmara Municipal. Mas também junto à população ouvindo seus reclamos. A acumulação de cargo do governo com a função de edil, não é ilegal, mas transforma o mandato em um simples bico. 

NENHUM COMPROMISSO

O vereador Roberto Duarte (PMDB), sobre nota na coluna, disse não ter assumido nenhum compromisso com a deputada Eliane Sinhasique de que não disputaria um mandato na ALEAC. Ou seja, será mesmo candidato na eleição do próximo ano e já se encontra em campanha. 

CARRETAS DE CAFÉ

Comentário irônico de um político da FPA, ouvido ontem num jantar de noivado: “eu queria ter na minha conta no banco o valor somado dos cafezinhos que o prefeito Marcus Alexandre filou nas suas visitas aos bairros, desde o primeiro dia de mandato”. Uma boa observação. 

EM POUCO

O DNIT fez um bom trabalho nos trechos que atuou na BR-364. É o que tenho ouvido de amigos que fizeram o trajeto Rio Branco-Tarauacá, nos últimos dias. Mas, todos com adendo de que, se não houve um controle da tonelagem dos caminhões em pouco tempo deteriora. 

GARRA INCRÍVEL

É de se ressaltar a garra que teve o superintendente do DNIT, Thiago Caetano, em executar um serviço de qualidade. Durante a obra foi torpedeado com críticas dos céticos com o sucesso. 

SENHOR PREFEITO

Nunca vi o prefeito de Acrelândia, Ederaldo Caetano, mais gordo. Mas pelos comentários positivos que ouço até da oposição, dá para se deduzir que faz uma gestão positiva. Só o fato de cortar pela metade os cargos parasitários de secretários, já foi um avanço na moralidade. 

NADA CONTRA, SÓ CURIOSIDADE!

Leio que no Colégio Militar do Acre os alunos terão “aulas de balé”. Que tal acrescentar tricô e crochê no currículo? Nada contra a bela arte do balé. É linda! Mas gostaria de ver os oficiais da PM que vão ministrar aulas, dançando o belíssimo balé dramático do russo Tchaikovsky, “Lago dos Cisnes”, na pontinha dos coturnos. Encara essa, Comandante da PM, Júlio César?

PREÇO A SER PAGO

Não foi pouco o trabalho do presidente do PDT, Luiz Tchê, para organizar o partido e ter chapas próprias a deputado estadual e deputado federal. Foram horas e horas de conversas. E num piscar de olhos vê o PT desmontar tudo, obrigando a que todos se juntem num “chapão” de Federal. Este final não é nenhuma novidade para um observador da política acreana. Não é a primeira vez que o PDT é torpedeado nesta iniciativa de criar uma chapa alternativa, com os partidos menores, para a Câmara Federal. Bisa o que ocorreu em anos anteriores. E o preço de depender do poder. A questão é que os partidos menores são todos dependentes do PT, porque é a sigla que está no poder, tem a chave do cofre e a caneta que nomeia e demite. É aquele velho e sempre aplicável ditado: “quem come do meu pirão, prova do meu cinturão”.  

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