Em meio a chuva de críticas, Bittar prefere calar e falar de probidade em vídeo contra Lula

O pré-candidato ao Senado pelo PMDB, Marcio Bittar, está no olho de um furacão que está espalhando para todos os lados a oposição no Acre.

Apesar disso, preferiu calar e mudar de assunto. Usando uma analogia da cultura popular, fez igual a criança levada, que quebra a louça cara, mas sai saltitando com os brinquedos para que ninguém pense ter sido ela a responsável pela traquinagem.

Por volta das 16 horas, Marcio Bittar postou um vídeo em seu perfil no Facebook. Ao contrário do que se esperava, ele não fala nada sobre o áudio vazado no início da manhã contendo parte de uma reunião realizada por ele com partidários, áudio esse em que aparece fazendo sérias revelações sobre a atuação da oposição e, até mesmo, sobre o suposto uso de recursos de caixa dois na campanha do senador Sergio Petecão (PSD) de 2010 e a na campanha de Gladson Cameli (PP) para o Governo do Estado que ocorre neste ano.

Em seu vídeo, Bittar tenta levar o foco para o julgamento do ex-presidente Lula, que ocorre nesta quarta-feira, 24, no Tribunal Regional da 2ª Região (TRF-2), no Rio Grande do Sul. Ironicamente, Marcio Bittar fala em “fim de uma era” e em “probidade administrativa” e “enriquecimento ilícito”.

Clique aqui para ver o vídeo postado por Bittar em seu perfil

Fonte: página20.net

Razões porque a oposição irá perder as eleições no Acre

Hoje os veículos de imprensa acreano divulgam áudio onde a mãe do deputado federal Major Rocha (PSDB), Socorro Rocha, posta no WhatsApp conversas onde o pré-candidato ao Senado pelo MDB, Márcio Bittar, detalha as entranhas da oposição.

O áudio de Marcio Bittar parece ter sido gravando durante encontro partidário recente, onde a trupe fala na aplicação de 30 milhões de reais na campanha do senador cruzeirense, dinheiro de origem não revelada, que viria de fora do Estado, e também revela que Bittar já se considera eleito senador, assim como Gladson Cameli (PP) governador. É nesse cenário político que Bittar faz suas projeções de futuro. Assim sendo, diz ser necessário a escolha de um suplente que possa assumir seu mandato após quatro anos, quando deve se candidatar ao governo deixado por Gladson Cameli, que, de acordo com sua análise, deve renunciar ao final do terceiro ano de mandato para que seu pretenso vice, Eduardo Veloso, assuma o governo. Presente a balbúrdia que impera no grupo, vale enumerar oito razões que conduzem o bloco oposicionista ao malogro nas urnas.

1. A oposição acreana segue do jeito que sempre foi: um amontoado de interesses egoístas individuais;

2. A oposição nunca teve um projeto para o Estado, com medidas cristalinas e sinceras para melhorar a vida e a sociedade acreana. Na falta de valores, a oposição vive sem nada poder oferecer.

3. A oposição não conseguiu produzir exemplos legítimos de gestões suas, ou mesmo proposições, que possam nos levar a acreditar que ela é capaz de dar conta do recado, ou seja, de governar no Acre. No popular, após quase 20 anos, os exemplos que surgiram são terríveis: Escândalos de corrupção e desmandos em Brasiléia, incapacidade de cuidar de cidades como Cruzeiro do Sul, para citar somente dois lugares.

4. A oposição só se comunica com a sociedade por um criticismo vazio de conteúdo, não é capaz de contrapor com um programa diferenciado do que está governando o Estado.

5. Os líderes da oposição carecem daquela imagem legitimada que só se constrói com longos períodos de conduta e coerência. Ou seja, eles brigam e se contradizem a todo instante, e todo tempo tem barraco em seu meio, ambiente impossível para uma ética da responsabilidade.

6. Não existem líderes capazes de pacificar o samba do crioulo doido reinante em cada pedaço da oposição, assim sendo, ninguém lidera ninguém, é cada um por só no reino de murici.

7. Finalmente, em tempos de redes sociais e sociedades conectadas, a oposição foi incapaz de convencer as pessoas, nós, de uma concepção de Estado, de governança, capaz de nos dar segurança de que o Acre estaria em boas mãos, caso ganhassem alguma eleição. A última década mostra o inverso, muita sede de ir ao pote e nenhuma verdadeira intenção de mudanças.

8. Porque a oposição é a oposição!

Fonte: página20.net

Marcio Bittar revela caixa dois na campanha de Petecão de 2010

A campanha que elegeu o senador Sérgio Petecão (PSD) em 2010 pode ter custado mais de R$ 2 milhões.

É o que sugere a fala do pré-candidato ao Senado pelo MDB, Marcio Bittar em conversa realizada com partidários da oposição no Acre. Tal conversa foi gravada por um dos participantes do encontro e divulgada em grupos de WhatsApp na manhã desta terça-feira, 23.

No áudio, Bittar afirma que o empresário Fernando Lage teria conseguido R$ 2 milhões para campanha de Petecão. O problema é que esse dinheiro não aparece na prestação de contas do senador enviada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). De acordo com aqueles dados, Lage teria doado apenas R$ 30 mil. Os mesmos dados garantem que a campanha inteira de Petecão teria custado apenas R$ 463 mil, o que sugere que o restante teria sido utilizado através do recurso de caixa 2, o que pode ser considerado crime eleitoral.

Bittar tem legitimidade para falar da campanha eleitoral, já que tem sido uma das principais lideranças da oposição no Acre. Em 2010, ele foi eleito deputado federal pelo PSDB. Na eleição seguinte, a de 2014, candidatou-se ao Governo do Acre. Não foi eleito, mas fez a campanha mais cara do Estado, gastando um total de R$ 2.150.861,68.

Marcio Bittar também sugere que o pai de Gladson Cameli (PP), o empresário da construção civil Eládio Cameli, pode injetar mais de R$ 30 milhões na campanha do filho para o Governo nas eleições deste ano. Bittar leva a crer que esses recursos chegaram ao Acre de forma ilícita, sendo usado, também, através de caixa dois.

Ouça, abaixo, o áudio onde Marcio Bittar faz tais declarações:

 Veja o Vídeo 

Fonte: página20.net

Guerra sem Tregua: Major Rocha afirma que irá trabalhar incansavelmente, para mandar Márcio Bittar para Manacapuru

A disputa pelo poder tem levado a oposição do Acre a um campo de Guerra, que ninguém sabe onde pode parar!

Os dias não tem sido muito fáceis, para quem anda tratando articulações políticas no campo da oposição acreana. Primeiro que ninguém esculta ou acredita em ninguém, aliados trocam farpas e acusações, muitas bem bombásticas, seja em grupos de whatsapp que acabam vazando e até mesmo em declarações explicitas, em Jornais ou Colunas políticas. 

Na manhã desta terça – feira a novela ganhou um capítulo bombástico, que foi um áudio vazado pelo pré-candidato ao senado pelo PMDB: Márcio Bittar, que explicitou de maneira detalhada, os planos que os principais líderes da oposição tem para as próximas eleições.

Em resposta aos ataques proferidos por Bittar, o seu maior inimigo político, deputado federal Major Rocha – PSDB, contra atacou e soltou o verbo. Em conversas vazadas de um grupo de whatsapp, o Tucano afirmou com todas as letras o que pensa sobre seu oponente. "Lamentável a arrogância desse sujeito". Ele não Cansa de Falar M. Farei o possível para que ele tenha uma boa viagem para Manacapuru, afirmou o deputado, que não faz questão de esconder que não apoiará a candidatura do PMDBista ao senado.

o certo é que ninguém pode prever o final dessa confusão, que respinga na candidatura de Gladson Cameli, que já adiou o anúncio da coligação por três vezes, por não ter certeza de que o evento contará com todos os aliados. 

O PP demora fazer uma articulação de consenso e com isso já vendeu fiado a vaga de vice para várias pessoas, Charlene Lima do PTB, Valmir Ribeiro que é procurador, Alan Rick do DEM, Eduardo Veloso do PSDB que já se ver descartado também. 

Irmã de Rocha e pré-candidata ao senado, Mara Rocha também parte para o ataque a Bittar;

O que revela esse áudio de Márcio Bittar em reunião com aliados?

1) Bittar busca detonar o nome de Eduardo Veloso, preferido de Gladson pra ser sei vice. Bittar diz que  Veloso é sem conteúdo;

2) Bittar blefa com aliados em relação a Vagner Sales. Quem, tendo uma oportunidade de ser Senador da República preferiria ser concorrer à prefeitura de Cruzeiro do Sul?

3) Bittar blefa com aliados em relação a Gladson Cameli. Afirma que Gladson não cumpriria um eventual mandato de governador e renunciaria pra ser candidato ao Senado, por isso quer um vice de sua cozinha;

4) Bittar na sua arrogância blefa e mente dizendo que seu segundo suplente, na certa, será senador;

5) Bittar afirma que Fernando Lage arrumou 1 milhão de reais pra campanha de Petecão ao Senado em 2014. Esse dinheiro não fora contabilizado nas contas de campanha;

5) Diz que Gladson Cameli teria muita dificuldade de gastar os 30 milhões de seu pai na campanha;

6) Bittar afirma que Gladson não tem poder pra definir candidaturas ao Senado na sua chapa;

7) Bittar diz que Gladson e Bestene não sabem articular alianças;

Para Mara o que Márcio Bittar disse em 7 minutos de gravação, faz com que ele se apresente como uma bomba-relógio na oposição e revela as entranhas de um grupo perigoso, ávido ao poder, mas sem rumo e desunido.

Vamos aguardar o desenrolar ou o próximo Capítulo da novela mexicana chamada, OPOSIÇÃO DO ACRE.

Por politicaemdebate

Senador Gladson Cameli chama Marcio Bittar de mentiroso

Poucas horas depois do vazamento de um áudio onde o pré-candidato ao Senado pelo MDB, Marcio Bittar, faz declarações comprometedoras sobre a atuação da oposição no Acre

Em áudio Marcio Bittar diz que Eládio Cameli, pai de Gladson Cameli (PP), possa injetar R$ 30 mil na campanha do filho para o Governo do Estado, o próprio Gladson vem a público, através de nota, para afirmar, quase de forma literal, que Bittar é mentiroso.

“É uma inverdade qualquer declaração acerca de supostos planos para candidaturas e eleições que não foram sequer oficializadas ou realizadas…”, diz a nota assinada pelo pepista.

Veja abaixo a íntegra da nota assinada por Gladson Cameli:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre as afirmações em áudios do pré-candidato ao Senado da República pelo PMDB, Márcio Bittar, como senador e pré-candidato ao governo do Acre pelo Progressistas, esclareço que:

1 – Nosso trabalho permanece voltado para busca de recursos junto ao Governo Federal para garantir desenvolvimento econômico e social para os municípios acreanos.

2 – Atualmente trato-me de um pré-candidato ao governo devido a indicação de nosso nome por mais de 10 partidos do bloco de oposição a Frente Popular do Acre.

3 – É uma inverdade qualquer declaração acerca de supostos planos para candidaturas e eleições que não foram sequer oficializadas ou realizadas, principalmente ilações envolvendo o nome de minha família e seu envolvimento em campanhas eleitorais.

4 – Nossa linha de atuação, seja em qualquer cargo público que exercermos, será sempre pautada pela ética, o bom senso e o compromisso de trabalhar pelo progresso e bem-estar das famílias do Acre, concluindo e honrando todos os mandatos outorgados pelo povo acreano.

5 – Nenhum pré-candidato a cargos eletivos está autorizado a falar pelo senador Gladson Cameli ou sua família, evitando assim distorções e equívocos que em nada contribuem para o fortalecimento e unidade dos partidos de oposição do Acre.

Gladson Cameli
Senador da República

 Veja o Vídeo 

Cala a boca, Magda! Bestene diz que Marcio Bittar só fala asneiras

Bestene diz que Marcio Bittar “quer ser um candidato independente e que, portanto, deveria procurar o caminho dele”.

Depois do bombástico áudio onde o candidato ao Senado pelo MDB, Marcio Bittar, faz declarações comprometedoras sobre a atuação da oposição nas eleições deste ano, o presidente do Partido Progressista, José Bestene, rebate e diz que Bittar “só fala asneiras”.

As declarações foram dadas ao site Folha do Acre na manhã desta terça-feira, 23. Bestene também negou que Gladson Cameli (PP) pretenda renunciar os últimos anos de governo, caso seja eleito governador do Estado. Para ele, Bittar “quer ser um candidato independente e que, portanto, deveria procurar o caminho dele” e que tudo dito no áudio não passa de invenção.

“Isso é invenção da própria cabeça dele, as asneiras que ele diz por conta própria, nunca discutimos isso, até porque isso não existe. O único compromisso do Gladson é fazer com que o Acre se reencontre com o desenvolvimento”, diz.

 Ouça, abaixo, a íntegra do áudio: 

Por Página20.net

Papai compra: Bittar fala em 30 milhões de esquema amazonense para comprar eleições no Acre

Se a cifra for confirmada, a campanha de Gladson Cameli ao Governo do Estado deve ser a mais cara da história.

Deverá custar, ao menos, R$ 30 milhões, dinheiro a ser arrecadado pelo seu pai, o empresário Eládio Cameli, que atua na área de construção civil. O dinheiro deve chegar ao Acre, supostamente, por vias não lícitas. Ao menos é isso o que se pode entender a partir da fala do pré-candidato ao Senado pelo MDB, Marcio Bittar, gravada durante uma reunião com partidários. A gravação vazou e foi compartilhada em grupos de WhatsApp nesta terça-feira, 23, provocando crise que pode implodir a oposição no Estado bem antes da campanha eleitoral ter início oficialmente.

Na gravação, Marcio Bittar diz em alto e bom som que: “O pai dele [Elácio Cameli] pode levantar 30 milhões em espécie. Ele tem tamanho pra isso se começar agora”. O político deixa escapar a suposta ilicitude quando questiona um presente, possivelmente, um policial: “Agora você que é da polícia me responda: É fácil pegar esses 30 milhões de lá e colocar aqui na campanha?”. O interlocutor responde apenas um fraco “difícil”.

Para se ter ideia do quanto representa esse dinheiro, deve-se levar em conta que a soma do que foi gasto por todos os candidatos ao Governo do Acre em 2010 não chega a R$ 2.380.644,92, menos de 10% dos tais R$ 30 milhões. Naquele ano, a campanha mais cara foi do próprio Marcio Bittar, um total de R$ 2.150.861,68. A mais barata a de Antonio Rocha, do PSOL, que gastou apenas R$ 8.500. Tião Viana, que ganhou a eleição, gastou R$ 194.338,24. Tião Bocalom (DEM), o outro candidato, gastou um total de R$ 2.6895. Os dados são da prestação de contas enviadas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AC).

Eládio, o homem dos 30 milhões

Eládio Cameli é um dos empresários mais ricos do País. Ele é o proprietário da empresa Etam. Essa empresa realiza obras de construção civil no Acre, no Amazonas e em outros Estados. Ela foi uma das responsáveis pela construção da BR-364, que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul. Também foi ela uma das subempreiteiras que ajudou a construir a ponte sobre o rio Negro, ligando Manaus à cidade de Iranduba, no Amazonas Iranduba e a construção da Arena da Amazônia que sediou jogos da Copa do Mundo de 2014.

Essa obra está eivada de irregularidades. O Ministério Público Federal, a Justiça Federal e o Tribunal de Contas do Amazonas acreditam que grande parte dos recursos da construção da ponte foram desviados para campanhas eleitorais naquele Estado.

No meio dessa confusão, Eládio surge como o homem que repassava recursos desviados da obra para o senador Eduardo Braga (PMDB/AM) e Omar Aziz (PSD/AM), entre outros políticos amazonenses.

A acusação contra ele na delação premiada feita pelo ex-diretor de Projeto de Infraestrutura da Camargo Corrêa, Arnaldo Cumplido, que denunciou esquema de desvio de dinheiro de obras como a de construção da ponte e da arena.

História

A propósito do empresário Eládio Cameli, seu nome surge, ainda, em outro grande caso de corrupção da política brasileira registrado no século passado: a compra de votos para a reeleição do tucano FHC. No citado caso, Eládio apareceu como o personagem que afiançava aos parlamentares acreanos a garantia do pagamento pelos votos registrados em favor da reeleição de FHC. Ainda na esfera do Acre, o escândalo também envolveu o ex-governador Orleir Cameli – tio de Gladson -, e os deputados federais João Maia, Ronivon Santiago, Chicão Brígido, Osmir Lima e ainda o empresário Narciso Mendes, responsável pelas gravações clandestinas realizadas para o jornal Folha de São Paulo por um certo Senhor X, codinome adotado pelo dono do Complexo Rio Branco de Comunicações.

Ouça abaixo a íntegra do áudio em que Marcio Bittar faz as afirmações:

Fonte: página.net

Mãe do deputado Major Rocha chama o Marcio Bittar de mafioso

Na defesa dos filhos, a genitora do presidente do PSDB chama Marcio Bittar de mafioso: “O povo tem que ficar esperto com esse tipo de politicagem de mafioso”.

A mãe do deputado federal Major Rocha (PSDB), Socorro Rocha, postou em um grupo de WhatsApp áudio onde o pré-candidato ao Senado pelo PMDB Marcio Bittar detalha as entranhas da oposição e faz duras críticas aos seus filhos, o Major Rocha e a apresentadora Mara Rocha, que também pretende disputar o Senado pelo PSDB. Sobre ela, Bittar diz se tratar do “maior blefe” das eleições de 2018.

O grupo em que foi feita a postagem chama-se Política BR/AC. Dele participam vários membros da oposição, inclusive dirigentes partidários. Diante do áudio, Socorro Rocha diz que o projeto de Marcio Bittar é o de ser dar bem. “Este cara não tem projeto para o povo, ele tem projeto para a vida dele”, afirma ela. “O povo não vota mais em aventureiro”, acrescenta.

Bittar se considera eleito e diz Gladson deve renunciar para se recandidatar ao Senado 

O áudio de Marcio Bittar parece ter sido gravando durante encontro partidário. Na conversa, ele praticamente garante já estar eleito senador, assim como Gladson Cameli (PP) estaria eleito governador do Acre. É nesse cenário político que ele faz suas projeções de futuro. Assim sendo, diz ser necessário a escolha de um suplente que possa assumir seu mandato após quatro anos, quando deve se candidatar ao governo deixado por Gladson Cameli, que, de acordo com sua análise, deve renunciar ao final do terceiro ano de mandato para que seu pretenso vice, Eduardo Veloso, assuma o governo.

Eládio pode botar R$ 30 milhões na campanha de Gladson

Entre muitas revelações feitas por Márcio Bittar, está a de que o pai de Gladson Cameli, o empresário cruzeirense Eládio, pode colocar R$ 30 milhões na campanha do filho. O problema, de acordo com ele, seria botar esse dinheiro em Rio Branco. Ele até questiona um presente, alguém que se acredita ser policial, sobre essa empreitada.

“O pai dele pode levantar 30 milhões em espécie. Ele tem tamanho pra isso se começar agora. Agora você que é da polícia me responda: É fácil pegar esses 30 milhões de lá e colocar aqui na campanha?”

Como resposta, ouve-se apenas um tímido “é difícil”.

Marcio Bittar também garante que o empresário Fernando Lage teria colocado R$ 1 milhão na campanha que elegeu Sérgio Petecão senador em 2010.

 Veja o Vídeo 

Fonte: página20.net

Áudio de reunião vaza e Márcio Bittar faz revelações bombásticas dos planos de poder da oposição

Esquentou o clima nos bastidores políticos da oposição no Acre. A ambição de ser governador não foi esquecida por Márcio Bittar.

Na noite de segunda-feira (22) circulou nos grupos de WhatsApp, um áudio que vazou de uma reunião de líderes de oposição com revelações bombásticas de Márcio Bittar (MDB) sobre os planos de poder dos caciques oposicionistas para as eleições deste ano. Não se sabe ao certo se o encontro político foi o mesmo que empurrou a data da escolha do nome do vice da chapa do pré-candidato ao governo do Acre, Gladson Cameli (Progressistas) para o dia de 16 de fevereiro, mas na conversa, Bittar dar sua eleição e a de Cameli como fato consumado, além de citar os valores de gastos de campanha e as rusgas entre ele e Major Rocha.

No gravação, Bittar diz que abriria mão de qualquer coisa em nome do sonho maior que seria ganhar o governo do Acre, mas sugere que a união da oposição pode acontecer, enquanto uma voz feminina interrompe e fala de um “esquema” para derrubar Eduardo Veloso da disputa pelo cargo de pré-candidato a vice-governador. Bittar também demonstra determinação de seu grupo de partidos, formado por Solidariedade, PTB, PPS e Patriotas, de Jamyl Asfury, que estava no “bate-papo” em entrar na briga pela indicação do vice. “Se vão arrumar um vice que não une a oposição, porque que esses quatro partidos não podem indicar também? Aqui muito mais soma que o querido Eduardo Veloso”.

Para Bittar, sua esposa Marcia Bittar, a publicitária Charlene Lima e a procuradora de Justiça Vanda Milani, mulheres que integram as alaa femininas dos partidos que estão sob o seu comando agregaria mais que Veloso. Bittar revela ainda que Vagner Sales (MDB) poderá ser seu primeiro suplemente, mas o sonho de Sales seria voltar a ser prefeito e deixar a suplência em menos de dois anos. Segundo Bittar, Gladson Cemli defende o nome de Eduardo Veloso, porque, teoricamente, ele seria o nome não daria problema, já que Cameli tem planos de renunciar o governo do último ano para voltar ao Senado. “Ele conta para todo mundo. Ele imagina renunciar para voltar ao Senado”, ressalta.

A ambição de ser governador não foi esquecida por Márcio Bittar. Ele é pré-candidato ao Senado, mas se coloca como possivelmente eleito e não descarta abandonar o mandato no meio para concorrer a sucessão de Gladson Cameli. “Se depender mim, eu vou ser candidato a governador. Não vou matar ninguém, não vou passar por cima de ninguém, mas se ganhar a eleição para o Senado, eu vou trabalhar para viabilizar meu nome para o governo”. Bittar quer um nome para ser seu segundo suplente, que traga recursos e cita o exemplo de Fernando Lage, que de acordo do ele, colocou R$ 1 milhão na última campanha de Sérgio Petecão ao Senado. Em seguida, Bittar fala da força financeira de Eládio Cameli.

Segundo Bittar, o pai de Gladson Cameli pode levantar R$ 30 milhões em espécie para a campanha do filho, mas não seria fácil trazer o dinheiro para o Acre. Em seguida, Bittar fala das ações políticas do deputado federal Major Rocha, seu desafeto declarado. Para Bittar, Rocha retirou sua pré-candidatura ao Senado porque perdeu a queda de braço para ele. Bittar considera que a pré-candidatura de Mara Rcha ao Senado é um “blefe do PSDB, é uma coisa tão descarada que é ridícula, é uma coisa infantil, candidata a senadora de que governador?”, questiona, ao afirma que Gladson Cameli não teria força para retirar sua candidatura e a de Sérgio Petecão (PSD) para colocar Mara Rocha. Ele finaliza dizendo que, caso “o PSDB se não pegar a vice não tem o que fazer”.

Escute o áudio na íntegra clicando aqui

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Por Ray Melo, ac24horas

Governo ajuizará ação contra a Usina de Jirau pela cheia do Madeira em 2014

Governador, junto com gestores do Acre, esteve reunido com o presidente da ANA.

 Por Samuel Bryan / Assessoria 

O governador Tião Viana e parte da equipe técnica de meio ambiente do Estado se reuniu na manhã desta segunda-feira, 22, com o presidente em exercício da Agência Nacional de Águas (ANA), Ney Maranhão, para tratar do monitoramento da situação do Rio Madeira.

A preocupação é maior na região do Abunã, onde as águas marcam hoje 20,74 metros de profundidade.

Ainda assim, tanto dados da ANA quanto da equipe técnica do governo do Estado mostram que as chuvas este ano não estão similares as de 2014 – ano de isolamento do Estado por mais de 30 dias – o que causa menos preocupação. No entanto, se chuvas de grande porte vierem no período crítico e não houver a regulação da vazante pela hidrelétrica de Jirau, o risco é possível.

Além disso, diante do não cumprimento das condicionantes do licenciamento, onde foi determinado pela ANA que Jirau devesse elevar as áreas alagadas da BR-364 em 1,5 metro, e os graves prejuízos da cheia de 2014, o governador Tião Viana decidiu por entrar com um processo judicial contra a empresa que administra a hidrelétrica.

“Diante disso, nós estamos judicializando contra a hidrelétrica de Jirau e pedindo a justiça que determine o ressarcimento dos prejuízos causados que ficam em mais de R$ 300 milhões que estão definidos de maneira técnica pela Procuradoria Geral do Estado”, conta o governador Tião Viana.