50% dos eleitores afirmam que há ‘alguma chance’ de haver nova ditadura no Brasil, diz Datafolha

Pesquisa levantou opiniões sobre o regime. Para 51% dos entrevistados, ditadura ‘deixou mais realizações negativas do que realizações positivas’.

Pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 19, traz um dado grave sobre o risco que corre a democracia brasileira em meio à possibilidade do candidato da extrema-direita, Jair BNolsonaro (PSL), vencer as eleições. 

Segundo o Datafolha, para 50% da população acredita que há alguma chance de haver uma nova ditadura no Brasil. 31% disseram que há muita chance, 19% afirmaram que há um pouco de chance, enquanto 42% disseram que não nenhuma chance de haver uma nova ditadura. 

De acordo com o instituto, o índice de eleitores que declararam haver alguma chance cresceu 11 pontos em comparação com a pesquisa de fevereiro de 2014.

Os que respondiam que “há muita chance” passou de 15% para 31%, e os que diziam haver “um pouco de chance” passou de 24% para 19%.

Já, o índice de eleitores que declararam não haver nenhuma chance de uma nova ditadura no país recuou de 51% para 42% e 8% não opinaram (era 10%).

Quando a pesquisa foi feita: 17 e 18 de outubro

Registro no TSE: BR-07528/2018

Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo”

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Leia mais sobre o assunto

Veja o Vídeo da entrevista com o vereador Mario Jorge

Vereador  conta um pouco sobre a sua trajetória e fala principalmente sobre o seu afastamento. Mário Jorge fala também que tinha pessoas interessadas em fazer com que ele perdesse seu mandato.

Durante a entrevista prestada pelo Vereador Mário Jorge ao 3 de Julho Entrevistas, afirmou que armaram contra ele com relação ao processo de afastamento.

Vereador acusa colega de parlamento de agredi-lo durante reunião e caso vai parar na delegacia de Cruzeiro do Sul

Ronaldo Onofre (PDT) afirma que foi agredido fisicamente pelo vereador Marivaldo Figueiredo (PP). Caso foi parar na delegacia.

Por Mazinho Rogério

O vereador Ronaldo Onofre (PP) prestou queixa na delegacia de Cruzeiro do Sul, interior do Acre, contra o vereador Marivaldo Figueiredo (PP), por acusações de agressão física que teria sofrido durante uma reunião, nesta sexta-feira (19), no gabinete do prefeito.

Figueiredo é da base de apoio do prefeito Ilderlei Cordeiro e teria ficado revoltado quando o vereador Onofre se posicionou contra a demissão de servidores municipais e o anúncio da cobrança de taxas para a coleta de lixo.

A reunião foi convocada pelo prefeito com a finalidade de explicar aos vereadores sobre os motivos da demissão de 200 servidores provisórios da prefeitura.

Além dos que já foram demitidos, o município, que gasta 61% com folha de pagamento, ainda precisa desligar mais 200 trabalhadores para atender a Lei de Responsabilidade Fiscal. Onofre começou a discordar da decisão da prefeitura, o que teria causado a revolta por parte de Figueiredo.

“Eu me posicionei sobre essas demissões e sobre as cobranças que o gestor municipal quer criar. Ele quer intensificar cobranças de taxas de limpeza pública e multas e isso eu não concordo. De repente, ele partiu pra cima e já foi me enforcando. Eu não sei o motivo”, acusa Onofre que foi à delegacia às 12h desta sexta para fazer a denúncia.

De acordo com Onofre, foi preciso a intervenção do presidente da Câmara, Romário Tavares, e de outros vereadores para conter os ânimos do colega de parlamento. O vereador afirma ainda que já teria sido ameaçado de agressão outra vez.

Durante uma sessão, em abril deste ano, os dois parlamentares teriam se desentendido na tribuna e, de acordo com Onofre, Figueiredo teria tentando agredi-lo e foi contido por seguranças. “Inclusive ele disse que se me visse na rua, ia brigar comigo. Mas, eu não sou um homem de violência. Sou uma pessoa de uma cultura diferente”, disse Onofre.

O vereador Marivaldo Figueiredo nega que teria chegado a vias de fato, mas, afirma que se defendeu de acusações feitas por Onofre.

“As acusações do vereador são levianas. Já não é a primeira vez que acusa que eu o agrido. Ele tem esse negócio e nunca provou que houve agressão. Ele gosta muito é de inventar. Eu jamais agredi o vereador Ronaldo fisicamente. O que ele faz é me agredir verbalmente e eu só me defendo. Ele leva a política para o lado pessoal e se engraçou de mim e sempre está com essa manobras para me prejudicar”, contesta figueiredo.

Figueiredo alega que estaria sendo perseguido por Onofre e, por isso, já teriam se desentendido outras vezes. Ele diz também que se sente perseguido pelo colega de parlamento.

“O que vejo nele é que, desde o começou do meu mandato, ele não aceita que um cara como eu que vem lá de dentro do povão tenha tido oportunidade. Ele acha que política e ser vereador é só para quem tem condições financeiras altas como ele”, indaga.

Veja o Vídeo da entrevista com o vereador Mario Jorge

Vereador  conta um pouco sobre a sua trajetória e fala principalmente sobre o seu afastamento. Mário Jorge fala também que tinha pessoas interessadas em fazer com que ele perdesse seu mandato.

Durante a entrevista prestada pelo Vereador Mário Jorge ao 3 de Julho Entrevistas, afirmou que armaram contra ele com relação ao processo de afastamento.

Do G1 Acre

Deputado aliado de Gladson Cameli volta a enquadrar Dnit: “chega de enxugar gelo na BR 364”

Não se pode rasgar dinheiro, principalmente, quando se trata de dinheiro público”, alerta deputado Diniz.

Integrante do Partido Progressistas, o Deputado Gerlen Diniz vem fazendo pesadas críticas ao Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) cujo diretor, Thiago Caetano, é indicado de Gladson Cameli, governador eleito do Acre. 

O deputado do Progressistas admite que problema da rodovia são causados em boa parte pelos caminhões de comerciantes de Cruzeiro do Sul que trafegam com carga  acima do peso permitido para aquele trecho.

“O que o Dnit vem fazendo é  enxugar gelo”, tem dito o deputado. Ele destaca que não adianta fazer um trabalho de qualidade no verão e deixar de instalar balanças para regular a tonelagem dos caminhões que trafegam no trecho entre Rio Branco-Cruzeiro do Sul. “Chega o inverno e acaba com tudo o que foi feito. 

Não se pode rasgar dinheiro, principalmente, quando se trata de dinheiro público”, alerta Diniz. A BR 364 se mantém  como problema do Acre  apesar das mudanças gerenciais e Diniz pode até acionar novamente a Procuradoria Geral da República caso o Dnit permaneça indiferente aos seus apelos.

Veja o Vídeo: 3 de Julho Entrevistas

Veja nesta entrevista o trabalho desenvolvido pelo Movimento de reintegração das Pessoas que contraíram a Hanseníase, e conheça mais sobre esta doença, Curta a nossa página do Facebook 3 de Julho Noticias – A voz da Fronteira e se inscreva no nosso canal do YouTube 3 de Julho Noticias e lembre-se de ativar as notificações clicando no sininho.

Prefeitura de Cruzeiro do Sul demite único pediatra que prestava serviços para a saúde municipal

O médico pediatra demitido e Rondiney Brito, que é filho do Vereador Ronaldo Brito (PDT) de Cruzeiro do Sul.

Servidores da saúde do município de Cruzeiro do Sul, que não querem se identificar, fizeram contato com nossa redação na última quarta-feira, 17, para informar que as Unidades Básicas de Saúde – UBS, do município, encontra-se sem médico pediatra e que isso deve gerar prejuízos a população, especialmente as famílias mais carentes que dependem dos serviços dos postos de saúde.

Segundo servidores, o único pediatra que prestava serviço para o município foi demitido no dia de ontem, quarta-feira, 17. Um documento ao qual o Acre Real teve acesso assinado pela Secretaria Municipal de Saúde, no qual a gestora dispensa o profissional através de um ofício, confirma a denúncia apresentada pelos servidores.

Entramos em contato com a Secretária Municipal de Saúde, senhora Juliana Pereira, que disse que o município não tem como pagar o profissional. Segundo Juliana por causa da lei de responsabilidade fiscal, a AMAC recomendou aos municípios que mantivessem o limite constitucional da folha de pagamento em torno de 54% da arrecadação, hoje está em 61%.

O médico pediatra demitido, Rondiney Brito, que é filho do Vereador Ronaldo Brito (PDT), que faz oposição ao Prefeito Ilderlei Cordeiro, nas eleições do ultimo dia 7 de outubro, não apoiou o candidato do Prefeito, Rudiley Estrela (PP), e sim a filha do ex-prefeito Vagner Sales, Jessica Sales, (MDB). Em virtude desse fato e de outras demissões de apoiadores da Deputada Jessica Sales, sugiram rumores de que a demissão poderia ter ocorrido por motivação política. O fato chegou a ser externado por alguns perfis nas redes sociais.

Fizemos contato com o Médico Rondiney Brito, que disse que embora tivesse recebido com surpresa a demissão, nesse momento pós eleição, prefere não acreditar que sua demissão possa ter ocorrido por perseguição política. Brito aproveitou a oportunidade para agradecer as inúmeras manifestações de carinho recebidas da população cruzeirense e disse está a disposição para continuar o trabalho em prol da comunidade cruzeirense. “Afinal as pessoas passam e as instituições ficam”… Afirmou.

O Vereador Leandro Cândido também fez um discurso na sessão de hoje da Câmara Municipal, onde denúncia a demissão de Rondiney Brito.

Confira o Vídeo: 

Empresas compram pacotes ilegais de envio de mensagens contra o PT no WhatsApp, diz jornal

Reportagem da ‘Folha de S.Paulo’ afirma que empresários lançam mão de prática para beneficiar candidatura de Jair Bolsonaro, que nega. PT diz que vai acionar a Justiça.

Empresários compraram irregularmente pacotes massivos de envio de mensagens contrárias ao PT pelo WhatsApp, segundo reportagem publicada nesta quinta-feira pela Folha de S.Paulo. De acordo com a apuração do jornal, os contratos chegam a 12 milhões de reais e, entre os compradores, está Luciano Hang, dono da Havan. Ele apoia publicamente Jair Bolsonaro (PSL) e já foi obrigado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a retirar de seu Facebook um vídeo favorável ao capitão reformado que tinha sido pago para alcançar mais pessoas. A ação, revelada pelo EL PAÍS em agosto, é proibida pela legislação eleitoral, que diz que só os próprios candidatos, partidos e suas coligações podem comprar propaganda eleitoral no Facebook. Bolsonaro nega, por meio de seu advogado, qualquer participação em irregularidades. Hang também. O WhatsApp disse, em nota, que “está investigando os pontos denunciados pela reportagem”.O PT afirma que acionará a Justiça, enquanto PDT, de Ciro Gomes, diz que pedirá para anular a eleição.

Segundo a matéria da Folha as empresas “apoiando o candidato Jair Bolsonaro” compram de companhias especializadas um serviço chamado “disparo em massa” de mensagens no WhatsApp. Para isso, usam a base do próprio candidato ou partido ou uma base das próprias empresas que prestam o serviço, o que é ilegal porque a legislação eleitoral também não permite a compra de base de dados de terceiros. Essas bases de nomes compradas oferecem segmentação por região geográfica e, às vezes, por renda, explica o jornal. Muitas vezes, elas são fornecidas por empresas de cobrança ou por funcionários de empresas telefônicas, também segundo a Folha. O jornal diz ainda que as empresas investigadas pela reportagem estavam impossibilitadas de aceitar novos pedidos antes de 28 de outubro, data do segundo turno, por terem serviços enormes de disparos previstos para a véspera. Segundo o jornal, a prática também foi usada pelo candidato ao Governo de Minas Gerais pelo partido Novo, Romeu Zema. A companhia contratada pelo candidato, Croc Services, chegou a dizer ao jornal que não havia feito disparos massivos. Depois, no entanto, admitiu o serviço, mas negou que tenha utilizado banco de dados de não filiados ao novo.

A prática relatada pode configurar doação de campanha por empresa, o que é ilegal. Além do mais pode conter outra irregularidade caso se comprove que partiu de uma campanha política e não foi registrada na prestação de contas do candidato. A declaração do candidato ao TSE contém apenas o pagamento de 115.000 reais a uma empresa que realiza serviços de mídias digitais, a AM4 Brasil Inteligência Digital, que afirmou à Folha que mantém apenas grupos de WhatsApp para denúncias de fake news, listas de transmissão e grupos estaduais chamados comitês de conteúdo, relata o jornal. A Folha, entretanto, revela que apurou que o serviço dela não se restringe a isso. Uma das ferramentas usadas é a geração de números estrangeiros automáticos. Esses números são distribuídos a funcionários e voluntários —cada qual com dezenas deles— que são usados para administrar grupos ou participar deles. Com os códigos de outros países eles escapam dos filtros de spam e de limitações impostas ao WhatsApp no Brasil, como a limitação no número de participantes e na quantidade de repasse automático.

O EL PAÍS entrou durante a campanha em alguns desses grupos de apoiadores do candidato Bolsonaro e constatou a existência de muitos números com códigos de outros países entre os administradores. Há números dos Estados Unidos, Portugal, Itália e Reino Unido, entre outros. Em 28 de setembro, reportagem mostrou como funciona a máquina de fake news que opera nos grupos a favor de Bolsonaro no WhatsApp. O EL PAÍS acompanhou três grupos por três semanas, que publicavam juntos mais de 1.000 mensagens por dia, com conteúdos que informavam, por exemplo, que as urnas eletrônicas já foram fraudadas no país, algo que nunca aconteceu. Havia na ocasião ao menos cem grupos públicos que apoiam o capitão reformado do Exército no aplicativo.

O advogado de Bolsonaro, Tiago Ayres, defendeu seu cliente das acusações e disse ao jornal Valor Econômico que não há como vinculá-lo diretamente à suposta rede financiada por empresários de envio de mensagens pelo WhatsApp. De acordo com o advogado, os apoios de Bolsonaro são “espontâneos” e a campanha do presidenciável não pode ser responsabilizada pela conduta de simpatizantes. “Esta é uma campanha muito diferente. Não é razoável que qualquer manifestação, ele [Bolsonaro] tem que ter responsabilidade. Teria que ter muito dinheiro para vigiar [a conduta de todos os apoiadores]”, disse Ayres ao jornal.

PT pede investigação

O teor da reportagem levou o PT e Fernando Haddad a pedirem uma investigação sobre a suposta rede de apoio ilegal de empresários em favor da campanha de Bolsonaro. Em uma série de posts no Twitter, Haddad afirmou que a equipe jurídica da sua campanha acionará tanto a Polícia Federal quanto a Justiça Eleitoral para que as denúncias sejam apuradas. “A Folha hoje comprova que o deputado Bolsonaro criou uma verdadeira organização criminosa com empresários que, mediante caixa dois, dinheiro sujo, estão patrocinando disparos de mensagens mentirosas no WhatsApp”, publicou Haddad. “Ele patrocinou com dinheiro sujo uma campanha de difamação. E isso não tem prazo para acabar. Vou buscar reparação até as últimas consequências e os empresários que se envolveram nisso vão ter que responder judicialmente”, complementou ele, em uma coletiva de imprensa.

O Tribunal Superior Eleitoral não se manifestou até o momento sobre o caso. Em final de junho, o então presidente do tribunal, Luiz Fux, afirmou que a Justiça Eleitoral poderá eventualmente anular o resultado de uma eleição se esse resultado for decorrência da difusão massiva de notícias falsas. “O artigo 222 do Código Eleitoral prevê que se o resultado de uma eleição qualquer for fruto de uma fake news difundida de forma massiva e influente no resultado, ele prevê inclusive a anulação”, destacou. “É claro que isso demanda um acervo probatório, uma cognição, conhecimento profundo daquilo que foi praticado. Mas a lei prevê esse tipo de sanção”.

O WhatsApp também não se manifestou até o momento. Pesquisadores brasileiros publicaram no jornal The New York Times um artigo de opinião que pedia a empresa que implemente três mudanças para reduzir o “nível de desinformação” no processo eleitoral, explicou Pablo Ortellado, professor de políticas públicas da USP, que assinou o texto com Cristina Tardáguila, diretora da agência de checagem de dados, Lupa, e Fabrício Benevenuto, professor de ciência da computação da UFMG. Ele pedem três mudanças: a redução do número de reenvios de mensagens, o alcance da transmissão delas e o limite do tamanho de novos grupos, que hoje é de 256 usuários. “Acreditamos que com a adoção imediata dessas três medidas é possível uma redução rápida do dano que a desinformação tem causado ao debate eleitoral”, disse Ortellado em seu Twitter. “Informamos ao WhatsApp nossa proposta e a empresa nos respondeu que não há tempo para implementá-las. Nós discordamos. Na Índia, após uma série de linchamentos causados por boatos difundidos no aplicativo, o WhatsApp conseguiu implementar mudanças em poucos dias”, complementou.

Fonte: brasil.elpais.com

Após quase 40 dias, ex-candidata a deputada federal e outras 5 pessoas presas pela PF ganham liberdade

Presos foram beneficiados com habeas corpus do TRF1, em Brasília. Operação Hefesto foi deflagrada pela Polícia Federal em setembro.

As seis pessoas que continuavam presas pela Operação Hefesto, que investiga fraudes em licitações de publicidade, ganharam a liberdade na tarde desta quarta-feira (17), após o julgamento de habeas corpus (HC) no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília.

A informação foi confirmada pela defesa dos investigados. Entre os presos estava a ex-candidata a deputada federal e empresária Charlene Lima.

Além de Charlene, também ganharam liberdade Robson Diego Vidal, o policial militar Ednilson Pereira de Aguiar, Simone Silva de Freitas e os dois servidores da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Francisco Aurélio e Adalcimar Nunes.

A operação foi deflagrada no dia 13 de setembro e prendeu sete pessoas, sendo que três, que estavam com prisão temporária decretada, foram liberadas em seguida. No dia 18, dois servidores da Aleac foram presos na Operação Hora Extra, desdobramento da Hefesto.

O advogado de Charlene, Marcos Vinicíus Jardim, informou que a cliente deve deixar o presídio apenas na quinta-feira (18). Para isso, a empresária e o PM Ednilson Pereira devem pagar uma fiança no valor de dois salários mínimos.

“Tem algumas burocracias que o desembargador pediu como comprovante atualizado do endereço, entre outras coisas, que ainda não conseguimos, porque estamos em Brasília e foi determinado agora pela tarde. O alvará só deve ser cumprido depois dessas burocracias. Estamos na expectativa que amanhã consiga a soltura dela”, explicou Jardim.

O advogado Gelson Neto, que faz a defesa de Simone Silva, confirmou que a decisão é para todos os presos da operação.

Restrições

O advogado do PM, Wellington Silva, explicou que os investigados soltos precisam seguir algumas restrições. Eles não podem se aproximar dos demais envolvidos, precisam manter o endereço atualizado, comparecimento ao juiz e não devem se aproximar também das testemunhas do caso.

“Já foi remetida a decisão e o alvará encaminhado para o Bope [Batalhão de Operações Especiais] onde ele está preso. Acabei de pegar a decisão. Ele vai sair mediante ao pagamento de dois salários mínimos”, ressaltou.

Esquema

A empresa CL Publicidade, contratada para prestação de serviços de publicidade para a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e investigada por fraudes em licitações, cobrava mais de R$ 100 mil por duas horas de filmagem.

A informação é da Polícia Federal que analisou notas fiscais apreendidas e comparou com preço cobrado no mercado. Conforme o levantamento da PF, a empresa de Charlene Lima cobrava três vezes mais que o valor de mercado.

Veja o Vídeo: 3 de Julho Entrevistas

Veja nesta entrevista o trabalho desenvolvido pelo Movimento de reintegração das Pessoas que contraíram a Hanseníase, e conheça mais sobre esta doença, Curta a nossa página do Facebook 3 de Julho Noticias – A voz da Fronteira e se inscreva no nosso canal do YouTube 3 de Julho Noticias e lembre-se de ativar as notificações clicando no sininho.

Pastor tem que cuidar é de igreja e esquecer política’, diz prefeito de Senador Guiomard, André Maia

O deputado Jairo Carvalho (PSD), que não se reelegeu abriu ontem as suas baterias contra o prefeito de Senador Guiomard, André Maia, a quem chamou de “Satanás”.

O prefeito de Senador Guiomard, André Maia (PSD), devolveu no mesmo tom as críticas que recebeu do deputado estadual Jairo Carvalho (PSD) que acusou o gestor de traição na eleição onde o parlamentar acabou derrotado.

No dia seguinte ao pleito, Carvalho disse que Maia o traiu, ao abandona-lo na campanha e não pedir votos para sua reeleição.

“Em 2020 não vou apoiar a reeleição dele, seria o mesmo que apoiar o satanás”, disse Carvalho ao criticar o ex-aliado.

Mesmo tendo recebido 4.490 votos, Jairo Carvalho ficou fora da lista dos eleitos, porque, na avaliação de André Maia, concorreu em uma chapa que ¨nasceu morta¨.

“Voto não se transfere. A chapa do PSD já nasceu morta. Fiz o que pude para ajudar. A culpa não é minha. Planejamos mil votos no Quinari e ele só teve setecentos. Olha, dei a ele duas secretarias e vários cargos e se isso não é ajudar, paciência. Pastor tem que cuidar é da igreja e esquecer política”, disse André Maia.

A briga pública dos ex-aliados políticos em Senador Guiomard coloca o presidente do partido, senador Sérgio Petecão, em uma situação complicada. O senador terá que escolher entre prestigiar o deputado derrotado ou apoiar o prefeito que ainda tem mandato até dezembro de 2020.

Veja o Vídeo: 3 de Julho Entrevistas

Veja nesta entrevista o trabalho desenvolvido pelo Movimento de reintegração das Pessoas que contraíram a Hanseníase, e conheça mais sobre esta doença, Curta a nossa página do Facebook 3 de Julho Noticias – A voz da Fronteira e se inscreva no nosso canal do YouTube 3 de Julho Noticias e lembre-se de ativar as notificações clicando no sininho.

Vereador denúncia ONG-CBCN, salários atrasados de funcionários e cobra providência do Prefeito de Cruzeiro do Sul

Segundo o Vereador os pagamentos teriam começado a ser feito dois meses antes da usina chegar em solo Cruzeirense.

Por  Luiz Carlos Rosa

O Vereador Leandro Cândido (sem partido), em discurso proferido da tribuna da Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul na manhã desta terça feira, 16, denunciou pagamentos indevidos no valor de 45 mil reais mês, feitos pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul à uma ONG, por uma usina de asfalto que nunca funcionou. 

O Vereador afirma que muitas ruas do município já apresentam problemas, mesmo estando ainda no início do inverno, tendo  causado prejuízos a sociedade Cruzeirense, enquanto a prefeitura paga por uma usina de asfalto que não funciona.

O parlamentar questionou o Prefeito Ilderlei Cordeiro (PP), e o representante da ONG (CBCN) sobre os Valores pagos pela prefeitura a ONG, em torno de 45 mil reais mês (Segundo Cândido – veja o áudio), por uma usina de asfalto, e que esta, estaria sendo investigada por autoridades policiais em situação de embargo.

O Vereador também denunciou o atraso no pagamento dos salários dos trabalhadores da limpeza do município. Segundo Cândido os funcionários que antes eram contratados pela Prefeitura Municipal, hoje, depois da aprovação da lei de coleta de lixo e resíduos sólidos ocorrida no ano passado (2017), passaram a ser contratados por uma ONG que foi contratada pela prefeitura, e que está por sua vez, terceirizou a contratação para uma cooperativa que não vem cumprindo com os pagamento em dias, e que vários trabalhadores estariam com seus salários em atraso. O Vereador disse ter recebido carta de funcionário fazendo está denúncia.

Além do Vereador Leandro Cândido, o Vereador Ronaldo Brito (PDT) também denunciou o caso dos salários atrasados à imprensa, gerando ampla repercussão na mídia local. Cândido encaminhou ofício ao Prefeito Ilderlei Cordeiro (PP), no qual cobra providência ao gestor e uma solução imediata pera o problema.

O vereador ainda solicitou cópia do planejamento de tapa buracos do município para o período de inverno em Cruzeiro do Sul.

Entramos em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Sul, que disse que faria contato com o Prefeito Ilderlei Cordeiro que esta em viagem fora do município e retornaria nossos contatos. Mas até o fechamento da matéria, a assessoria disse não ter conseguido falar com o Prefeito, mas que enviaria os devidos esclarecimentos sobre as denúncias em momento oportuno. O espaço segue aberto para que o Prefeito ou sua assessoria, possam manifestar sua posição sobre as denúncias do Vereador.

Veja o Vídeo: 3 de Julho Entrevistas

Veja nesta entrevista o trabalho desenvolvido pelo Movimento de reintegração das Pessoas que contraíram a Hanseníase, e conheça mais sobre esta doença, Curta a nossa página do Facebook 3 de Julho Noticias – A voz da Fronteira e se inscreva no nosso canal do YouTube 3 de Julho Noticias e lembre-se de ativar as notificações clicando no sininho.

Governo se reúne para avaliar ações de combate às queimadas

Por meio das ações da Força-Tarefa foi possível reduzir de 50 para 28 mil hectares de área desmatada, num período de 14 anos.

Membros da Comissão Estadual de Gestão de Riscos Ambientais (Cegra) estiveram reunidos na manhã desta terça-feira, 16, na Sala de Situação do Corpo de Bombeiros, para avaliar e finalizar as atividades realizadas pelos órgãos de proteção ao meio ambiente por meio da força-tarefa, no período de junho a setembro deste ano.

A diretora técnica do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), Vera Reis, explica sobre a realidade ambiental do estado durante o verão amazônico e destaca a preocupação com o período de constantes e intensas chuvas.

“Tivemos um mês de julho bastante seco, do ponto de vista global, mas um agosto chuvoso, o que de certa forma amenizou as condições de seca do estado. Já na primeira quinzena de setembro, com a ausência de chuvas, o número de focos de calor se elevou bastante, coincidindo com a intensidade elevada das queimadas, o que prejudica todo o meio ambiente, sobretudo a saúde das pessoas. Atualmente, com o volume de chuvas no estado, o risco de fogo está reduzido, e para os próximos dias temos previsão de precipitações”, disse.

Ainda de acordo com Vera Reis, alguns rios do estado já estão fora do risco de estiagem, a exemplo do Rio Juruá. Devido à elevação do nível das águas, as embarcações retomaram as atividades normais. “De certa forma, ficamos mais tranquilos com relação às queimadas. A preocupação que surge é com a iminência de uma enchente no período de chuvas intensas”, completa.

Acre mantém 87% da floresta nativa

Por meio das ações da Força-Tarefa foi possível reduzir de 50 para 28 mil hectares de área desmatada, num período de 14 anos, o que representa uma redução de 66% do desmatamento em todo o Acre. Com isso o estado mantém 87% de sua floresta nativa.

As atividades se intensificam com a implementação do Plano Estadual de Prevenção e Controle de Desmatamento e Queimadas, que reúne as diretrizes que norteiam as estratégias, metas e ações do Estado no quadriênio 2017-2020, tendo como principal objetivo a redução do desmatamento ilegal e da degradação da vegetação nativa.

Nessa versão atualizada, o documento agrega as ações de controle e prevenção de queimadas e incêndios florestais, dando continuidade ao processo de implementação do Novo Código Florestal no âmbito do Cadastro Ambiental Rural (CAR), por meio do Programa de Regularização Ambiental (PRA) e do Projeto de Recomposição de Áreas Degradas e Alteradas (Prada).

“Temos um novo instrumento legal e institucional que é a comissão estadual de gestão integrada, a qual fica responsável pelo monitoramento e avaliações do Plano Estadual, a ideia é a proteção das nossas florestas, ocupação adequada das nossas áreas abertas com produção sustentável e o uso sustentável das nossas florestas, estamos felizes por resultados tão auspiciosos com reconhecimentos internacionais e com a possibilidade de mais recursos para continuar protegendo o meio ambiente como um todo”, ressaltou o secretário de Meio Ambiente do Acre, Edegard de Deus.

Representantes de diversos órgãos de proteção ao meio ambiente participaram da reunião. Na ocasião, foram apresentados os resultados da pesquisa feita pelo professor da Universidade Federal do ABC, Dr. Thiago Morello com amostragem de quase mil pessoas no perímetro urbano e rural do estado com objetivo de contribuir para o aprimoramento de políticas públicas de redução das queimadas agropecuárias. Nas abordagens o especialista identificou a importância de se trabalhar com a mecanização.

“Por lei o produtor já tem uma limitação de queimadas, mas ao mesmo tempo os governos, sejam estaduais ou municipais, podem dar alguma alternativa para que a produção de subsistência possa ser viabilizada para que a meta ambiental seja atingida, que é também uma meta de saúde pública de manter o controle da poluição. A ideia é que esses resultados possam ser utilizados para formular políticas públicas cada vez melhor pensando no bem comum de toda a população”, destacou.

Veja o Vídeo: 3 de Julho Entrevistas

Veja nesta entrevista o trabalho desenvolvido pelo Movimento de reintegração das Pessoas que contraíram a Hanseníase, e conheça mais sobre esta doença, Curta a nossa página do Facebook 3 de Julho Noticias – A voz da Fronteira e se inscreva no nosso canal do YouTube 3 de Julho Noticias e lembre-se de ativar as notificações clicando no sininho.

Polícia Federal indicia Michel Temer e mais 10 no inquérito dos portos

Ministro do STF Luís Roberto Barroso encaminhou o caso para a Procuradoria Geral da República, que tem até 15 dias para se pronunciar.

A Polícia Federal indiciou nesta terça-feira 16 Michel Temer e mais 10 pessoas no inquérito dos portos, concluído e encaminhado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso para a Procuradoria Geral da República, que tem até 15 dias para se pronunciar. Sua filha, Maristela, também foi indiciada no mesmo caso.

“Com base em tais elementos, a autoridade policial responsável pela investigação apontou a ocorrência dos seguintes crimes: corrupção passiva (Código Penal, art. 317), corrupção ativa (Código Penal, art. 333), lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/1998, art. 1º) e organização criminosa (Lei nº 12.850/2013, art. 1º, § 1º), sendo esta organização dividida em quatro núcleos: político, administrativo, empresarial (ou econômico) e operacional (ou financeiro)”, diz trecho do inquérito.

O relatório aponta que Temer usou empresas do coronel reformado da PM João Baptista Lima, seu amigo pessoal, para receber propina da empresa Rodrimar. A PF aponta ainda crimes em pagamentos feitos pelo grupo Libra. Ambas as empresas são concessionárias de áreas do porto de Santos, reduto de influência política do emedebista.

A investigação tem como base um decreto assinado por Temer em 207 que prorrogou e beneficiou empresas portuárias estendendo prazos de concessão de áreas públicas. A suspeita da PF é de que Temer tenha recebido propina para favorecer as empresas nesse decreto. Por conta da investigação, foram quebrados sigilos bancário e fiscal de Temer. 

Os investigados são:

1. Michel Miguel Elias Temer Lulia

2. Rodrigo Santos da Rocha Loures

3. Antônio Celso Grecco

4. Ricardo Conrado Mesquita

5. Gonçalo Borges Torrealba

6. João Baptista Lima Filho

7. Maria Rita Fratezi

8. Carlos Alberto Costa

9. Carlos Alberto Costa Filho

10. Almir Martins Ferreira

11. Maristela de Toledo Temer Lulia

Por Brasil247