Educação, o farol do Acre

A educação, ao que os números indicam, é o que tem feito o índice acreano se destacar no país.

Tatiana Campos

Governo do estado tem se esforçado para elevar a qualidade do ensino e o acesso à educação (Foto: Mardilson Gomes)

Governo do estado tem se esforçado para elevar a qualidade do ensino e o acesso à educação (Foto: Mardilson Gomes)

A educação é  o farol do mundo. A frase, que sempre é repetida nos discursos do governador Tião Viana, tem se tornado uma meta nas gestões de governo nas últimas duas décadas. Sem educação, não há desenvolvimento. E sem desenvolvimento, não há melhoria nas condições de vida do povo. Escolas, professores com formação superior, estratégias de ensino em áreas isoladas – considerando que mais de 80% do território acreano é coberto por florestas –, valorização e respeito com a educação indígena. Todo o esforço empreendido parece ter tido um resultado positivo e o reconhecimento veio em forma de números dentro do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).

O IDHM do Brasil passou de 0,493 em 1991 para 0,727 em 2010. Mas o que vem chamando atenção é o IDHM do Acre, que cresceu 61% – mais que o total do Brasil, que foi de 47%. O IDHM de Rio Branco, que apresentou o maior crescimento do Norte e também o maior entre as capitais brasileiras. E o IDHM Educação de Rio Branco foi o que, isoladamente, mais cresceu, passando de O,279 % – em 1991, para 0,637 em 2010. Na média de todos os municípios, com IDHM médio do Acre, o crescimento foi de 0,176 (1991) para 0,559 (2010).

A educação, ao que os números indicam, é o que tem feito o índice acreano se destacar no país.

O IDHM Educação – índice que calcula o desenvolvimento do quesito educação em cada município leva em consideração os seguintes itens: percentual da população com 18 anos ou mais com ensino fundamental completo; percentual da população de 5 a 6 anos frequentado a escola; percentual de jovens de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental; percentual de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo e percentual de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo. O gestor que quiser obter uma boa média no IDHM tem que se esforçar para garantir bons indicadores educacionais. Talvez aí resida a resposta para o bom desempenho do Acre no IDH. O estado teve um crescimento de 0,61% no IDH, enquanto o Brasil cresceu 0,47%.

Hoje o ensino infantil, fundamental e médio é oferecido em todos os municípios do Acre (Foto: Mardilson Gomes)

Hoje o ensino infantil, fundamental e médio é oferecido em todos os municípios do Acre (Foto: Mardilson Gomes)

Segundo o secretário de Estado de Educação e Esporte, Daniel Zen, há muito o que avançar em relação a qualidade de vida e desenvolvimento humano nos municípios acreanos, sobretudo nos indicadores relativos à educação. Ele acredita que o crescimento singular obtido pelas cidades, e pelo Estado como um todo, nas últimas duas décadas, são resultado da eficiência das políticas públicas implementadas pelos governos da Frente Popular do Acre, responsável pela administração do governo estadual neste período.

“Daqui para frente é necessário prosseguir com os esforços no âmbito da valorização e do desenvolvimento profissional, nas melhorias e ajustes nas matrizes que integram os referenciais curriculares, políticas e diferentes ferramentas de avaliação; na gestão democrática e nos diferentes mecanismos de governança escolar; no aperfeiçoamento do pacto federativo e do regime de colaboração entre o Estado e seus municípios”, disse o secretário.

Zen acredita ainda ser necessário melhorar a qualidade da oferta e a equidade do atendimento quanto aos serviços educacionais. “Por fim, precisamos investir em um projeto de estado que nos conduza a uma educação verdadeiramente integral. Esses são os pilares que nos levarão a atingir resultados ainda melhores na próxima década.”

Investimentos refletem as melhorias na educação

Os três últimos governos investiram na educação e os resultados são vistos através do índice de desenvolvimento humano municipal (Foto: Arison Jardim/Secom)

Os três últimos governos investiram na educação e os resultados são vistos através do índice de desenvolvimento humano municipal (Foto: Arison Jardim/Secom)

O Acre tem trilhado bem o caminho da melhoria da educação. Em 1999 poucos municípios ofereciam ensino médio em suas sedes. Hoje, graças a uma metodologia inovadora criada pela Secretaria Estadual de Educação o ensino médio – e também o fundamental – são levados por meio do programa Asas da Florestania para comunidades isoladas dentro da floresta, além da oferta em escolas em todos os municípios. E para garantir também o ensino infantil em áreas de difícil acesso, foi criado o Asinhas da Florestania, que garante educação para os filhos de seringueiros, extrativistas e ribeirinhos.

O número de escolas se multiplicou – não só as de ensino médio e fundamental, mas também as indígenas. Os investimentos em educação passam por plano de carreira, condições de trabalho, qualificação, curso superior para todos os professores. Desde 1998 os professores tiveram 350% de aumento salarial, com ganho real de 77% acima da inflação.

Em 1999 o Acre investia menos de R$ 70 milhões na educação. Hoje o custeio é de R$ 681 milhões e se continuar no mesmo ritmo de crescimento pode chegar a R$ 1 bilhão nos próximos quatro anos. O Acre também ocupava as últimas posições no ranking do IDEB (Índice calculado pelo governo federal que mede a qualidade da educação nos municípios) e hoje está entre as dez primeiras colocações.

Mas, afinal, para que serve e porque é tão importante um bom desempenho no IDH? De acordo com o coordenador residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, que esteve no Acre recentemente a convite dos gabinetes dos senadores Jorge Viana e Aníbal Diniz, o índice é um importante instrumento de gestão que serve para avaliar as políticas públicas e apontar áreas que precisam de maior atenção. O governador Tião Viana determinou que a equipe de governo se empenhe em entender a metodologia  do índice para atacar com políticas e ações específicas as áreas prioritárias. “Nós já avançamos muito dentro da realidade brasileira, mas, queremos estudar mais para orientar as políticas públicas”, disse o governador. Para o prefeito Marcus Alexandre, que propôs que Rio Branco seja analisada de forma ainda mais aprofundada pela ONU, os números indicam que “estamos no caminho certo e que a gestão tem tomado decisões acertadas”.

 Alguns avanços na educação medidos pelo IDHM:

  •  Em 1991, menos de 26% das crianças de 5 e 6 anos frequentavam a escola; em 2010 esse número aumentou para mais de 78%.
  • – Em 1991 apenas 10% dos jovens de 15 a 17 anos tinham ensino fundamental completo. Em 2010, esse número chega aos 53%.
  • – Em 2010, 48% das pessoas de 18 anos ou mais tinham ensino fundamental completo.
  • – Em 1991, esse número era de 22%.
  • – Em 1991, apenas 5% dos jovens entre 18 e 20 anos haviam completado o ensino médio. Em 2010, 32% desses jovens completaram o ensino médio. O número está abaixo da média nacional, que é 41%.
 

A importância do acesso ao conhecimento

O acesso a conhecimento é um dos três pilares de cálculo do IDHM. Ele é medido por meio de dois indicadores. A escolaridade da população adulta é medida pelo percentual de pessoas de 18 anos ou mais de idade com ensino fundamental completo – tem peso 1. O fluxo escolar da população jovem é medido pela média aritmética do percentual de crianças de 5 a 6 anos frequentando a escola, do percentual de jovens de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental, do percentual de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo e do percentual de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo – tem peso 2. A medida acompanha a população em idade escolar em quatro momentos importantes da sua formação. Isso facilita aos gestores identificar se crianças e jovens estão nas séries adequadas nas idades certas. A média geométrica desses dois componentes resulta no IDHM Educação. Os dados são do Censo Demográfico do IBGE.

O Asas da Florestania é uma estratégia criada para levar educação infantil, fundamental e médio para áreas isoladas ou de difícil acesso (Foto: Mardilson Gomes)

O Asas da Florestania é uma estratégia criada para levar educação infantil, fundamental e médio para áreas isoladas ou de difícil acesso (Foto: Mardilson Gomes)

1ª Amostra de Profissões da Escola Belo Porvir

O Projeto Profissões tem como objetivo: Conhecer o perfil das maisdiversas profissões

Alunos se revesaram entre apresentações e exposições de todo material produzido.

Alunos se revesaram entre apresentações e exposições de todo material produzido.

POR-Almir Andrade

Nesta terça-feira, dia 17 de setembro de 2013, a Escola Estadual de Ensino Médio Belo Porvir, apresentou a 1ª Amostra de Profissões. Um projeto elaborado e desenvolvido pelo Professor Antonio Soares e alunos de 3º M1, M2, M3, contou com apoio técnico dos professores Jonas Cavalcante e Jotinha e Coordenação Geral Equipe Gestora.: Maria Antonia Vieira da Silva, Maria Audilene do Nascimento, Edna Conceição de Oliveira Borges, Geralda Pereira de Moura, Edilce Galvão.

O Projeto Profissões tem como objetivo: Conhecer o perfil das mais diversas profissões no mercado de trabalho, facilitando a escolha profissional, além da construção das competências: leitora e escritora.

A 1ª amostra de profissões da Escola Belo Porvir, contou com a participação do Capitão Estene do 10º Batalhão de Brasileia e sua equipe, o mesmo reconhece a importância das atividades desenvolvidas pelas escolas. Esteve presente no evento representando o Núcleo da SEE em Epitaciolândia Jones Ribeiro Soares.

A diretora da escola Maria Antonia vieira da Silva, ressaltou sobre a relevância das atividades educativas, demonstrou satisfação pela participação de populares, agradeceu a todos pelo empenho  e parabenizou pelo sucesso e desfecho do projeto.

Alunos se revesaram entre apresentações e exposições de todo material produzido.

FOTO-Almir Andrade

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FOTO-Almir Andrade

Universidade Amazônica de Pando comemorado dia do médico

UAP irá comemorar o dia do médico e o aniversário do curso de medicina da UAP que já se encontra no seu segundo ano.

ALEMÃO-MONTEIRO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

No dia 21 de setembro é comemorado na Bolívia o dia do médico. As Universidades do país vizinho têm como tradição comemorar essa data, promovendo uma série de eventos. Como não poderia ser diferente, no dia 21 de setembro, a Universidade Amazónica de

Pando – UAP irá comemorar o dia do médico e o aniversário do curso de medicina da UAP que já se encontra no seu segundo ano. Para tanto a UAP irá realizar a semana do médico que se iniciará justamente no dia 21 de setembro, estando

previstos eventos culturais, notícias acadêmicas e sociais que irão ser realizados no campus da própria Universidade, buscando a interação de todos os estudantes e docentes com a comunidade local.

Segundo o Dr. Edwin Fernandez Maldonado, coordenador do curso de medicina da UAP, o curso tem como objetivo formar bons profissionais, tendo como base o carinho, o respeito dos

seus futuros pacientes e da carreira médica. Sendo esta uma profissão tão nobre, cujo maior objetivo, não é o benefício próprio, mas sim o de toda a sociedade.

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

O Dr. Edwin prossegue e afirma que o curso de medicina da UAP tem como tema central a ideia de que a saúde é um bem de todos. Assim se despede aproveitando para convidar toda a comunidade para participar das comemorações do dia do médico a ser realizada na UAP.

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

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Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

O prefeito André Hassem atiçou a ira dos educadores de Epitaciolândia

Terceiro dia de Paralisação dos servidores da educação em Epitaciolândia é regado a churrasco

Alemão Monteiro 

O prefeito André Hassem atiçou a ira dos educadores alega que não tem como dar aumento mais superlota as escolar de funcionário provisórios -FOTO-ALEMÃO

O prefeito André Hassem atiçou a ira dos educadores alega que não tem como dar aumento mais superlota as escolar de funcionário provisórios -FOTO-ALEMÃO

A cada dia que passa se complica ainda mais a situação do Prefeito André Hassem diante da classe educacional, o Prefeito tem fugido do diálogo com a representante do Sinteac, e a classe parece está ciente que não recua enquanto não obtiver as causas ganhas.

O prefeito André Hassem atiçou a ira dos educadores desde quando se negou a dar aumento para a classe educacional que desde 2011 não tem reajuste. “Ele alega que não tem como dar  aumento mais superlota as escolas de funcionários provisórios, em 2012 a secretaria de educação municipal tinha cerca de 260 funcionários e hoje tem mais de 400”, disse Graça Rocha presidente do Sinteac.

Na manhã desta quarta-feira dezenas de funcionários foram acampar novamente em frente a Prefeitura e receberam o apoio de vereadores como Messias Lopes (PT), Raimundão (PR) e Ademir Sales (PT), além do vereador Portela (PPS).

“Os manifestantes levaram para a frente da Prefeitura caixas de som, panelas, churrasqueiras e carne, e vão dar uma resposta ao prefeito que na campanha eleitoral enganava a população prometendo mundos e fundos e até agora não cumpre com o prometido”, disse Pedro Mendes do Sinteac Epitaciolândia.

Temos informações que André está ameaçando os professores que participarem dos movimentos, uma professora que não quer se identificar disse que corre o risco de ser transferida para outra escola por está brigando pelos seus direitos.

Ao que se sabe, André tem se esquivado de conversar com o sinteac porque não quer dar o aumento desejado por eles que é de 20%, soubemos também que em conversa com seus assessores, André disse que não cede a pressão,e que a classe educacional terá que voltar para suas salas de aula sem aumento e pagando os dias em que estiveram e greve.

A qualquer momento traremos mais informações

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Professores de Epitaciolândia acampam em frente a Prefeitura

A classe educacional reivindica aumento salarial, e o prefeito se esquiva de conversar com o sinteac para cumprir o prometido.

Sinteac, desde 2011 os professores de Epitaciolândia não recebem reajuste salarial

Sinteac, desde 2011 os professores de Epitaciolândia não recebem reajuste salarial-FOTO-ALEMÃO

POR-ALEMÃO MONTEIRO

Conforme haviam anunciado através  deste Site, os professores e demais funcionários da educação do município realizaram um ato de protesto contra o Prefeito André Hassem ,em frente a prefeitura com faixas e cartazes e palavra de ordem.

 A classe educacional reivindica aumento salarial, e o prefeito se esquiva de conversar com o sinteac para cumprir o prometido.

No  movimento desta manhã de segunda-feira 09, dezenas de funcionários paralizaram as atividades e foram reivindicar seus direitos.

Segundo informações do Sinteac, desde 2011 os professores de Epitaciolândia não recebem reajuste salarial, onde um professor de nível médio ganha mil reais e com nível superior aproximadamente mil e duzentos reais.

O Prefeito André Hassem mais uma vez, fugiu ou si escondeu  do debate e não mostrou a cara diante do movimento que deve se estender até quarta-feira dia 11.

O sinteac pede aos pais de alunos que não mandem seus filhos para as escolas enquanto não seja resolvido esse impasse, e conclamam a comunidade que juntem-se ao movimento como forma de sensibilizar o atual gestor.

 Nesta terça-feira 10, a mobilização começa as 8:00 hs da manhã saindo do sinteac e percorrendo as ruas de Epitaciolândia.

A Professora Graça Rocha, presidente do Sinteac pede que tod  o mundo vá para as ruas levando faixas e cartazes.

professores de Epitaciolândia-FOTO-ALEMÃO

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 Nesta terça-feira 10, a mobilização começa as 8:00 hs da manhã

Nesta terça-feira 10, a mobilização começa as 8:00 hs da manhã-FOTO-ALEMÃO

professores de Epitaciolândia-FOTO-ALEMÃO

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