Sejudh leva atendimento à população do município de Jordão

Dando continuidade às ações de interiorização, levando atendimento para aqueles que mais precisam.

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), por meio do Centro de Referência em Direitos Humanos do Acre (CRDH), atua nesta semana no município de Jordão levando atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Nesta terça-feira, 14, a equipe da CRDH ofertou capacitação às lideranças comunitárias, pessoas ligadas à saúde indígena e educação, associações, além de toda rede de atendimento do município, para que todos sejam instruídos a identificar pessoas que estão em processo de exclusão social.

Além da capacitação, uma equipe de multiprofissionais composta por psicólogos, assistentes sociais e advogados realizou atendimento ao público nesta quarta-feira, 15, na Secretaria Municipal de Educação de Jordão destinado a todos que necessitam de orientação, atendimento psicossocial, denúncias sobre violação de direitos, entre outros.

“Durante esta semana, os cidadãos que necessitarem dos serviços de atendimento jurídico e social, tirar dúvidas ou receber orientações podem procurar a equipe da Sejudh em Jordão.

A CRDH tem como objetivo a concretização dos direitos dos cidadãos, que ainda está longe de acontecer, mas esse é um desafio a ser alcançado”, declarou Maria da Luz Maia, coordenadora do CRDH.

3 de Julho Entrevistas 12ª Edição

Veja nesta edição a entrevista com o Vice-presidente da Câmara de Brasileia, Rozevete Honorato ele que vai contar um pouco da sua carreira política e também falará da sua experiência como vereador de primeiro mandato.

3 de Julho Entrevistas 12ª Edição

Nesta entrevista o vereador Edu Queiroz falou da sua trajetória  política, inclusive dos seus três mandatos seguidos em legislaturas anteriores, assista!!!!

Quero Ler celebra terceira etapa com Jornada de Alfabetização

“Minha família é de seringueiros acostumados a trabalhar na floresta cortando seringa, caçando e pescando, alimentando dez filhos e alguns parentes. Os filhos crescem rápido. Nem vi o tempo passar, tive que fazer várias coisas, só não pude estudar.”

Este é um trecho da poesia Minha Família, de Marlene Silva, 60 anos, aluna do Programa Quero Ler. O relato simboliza a essência do programa que há três anos era criado no Acre e hoje celebra, em Rio Branco, sua terceira Jornada de Alfabetização.

A jornada, que começou dia 7 deste mês e foi concluída na sexta-feira, 10, na capital, consiste em incentivar, resgatar e mobilizar os estudantes sobre a importância de retomar ou ingressar nos estudos, independentemente da idade.

“Essa mobilização é feita normalmente após o primeiro mês da etapa. Neste momento, a equipe vai resgatar aqueles alunos que porventura tenham desistido das aulas e também fazer a reposição das turmas”, explica o secretário de Alfabetização da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), Evaldo Viana.

Paralelamente, as equipes gestoras foram às ruas para conscientizar as comunidades sobre a alfabetização por meio do Quero Ler. Além da capital, a mobilização é realizada em todos os municípios onde o programa atua. Em cada localidade as datas são definidas de acordo com a realidade de cada uma.

Sobre o Quero Ler

O Quero Ler é um programa do governo do Estado pensado e criado para recuperar a cidadania de pessoas que, a exemplo de Marlene, em sua maioria seringueiros ou descendentes deles, não puderam estudar e sonham em aprender a ler e escrever.

Terceira etapa

Atualmente o programa está em sua última etapa e estão matriculados 10.443 alunos. Com isso, aproxima-se da meta que é alfabetizar 60 mil pessoas até o fim deste ano.

“Até novembro, cumpriremos as metas do plano de governo, que é reduzir o índice de analfabetismo no Estado a 4%, o que, segundo a Unesco, fará com que o Acre seja considerado território livre do analfabetismo”, destaca Viana.

Ao chegar a 60 mil pessoas, o programa não só se consolida como um marco na história do ensino público acreano, como tornará o Acre uma das grandes referências da educação brasileira no quesito alfabetização de jovens, adultos e idosos.

3 de Julho Entrevistas 12ª Edição

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IMC e Ufac formalizam parceria com termo de cooperação técnica

O governo do Estado, por meio do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), assinou, o termo de cooperação técnica que visa estabelecer um plano de trabalho junto à Universidade Federal do Acre (Ufac).

A formalização da parceria prevê a inserção de pesquisadores da universidade na execução de programas coordenados pelo IMC no âmbito das temáticas de meio ambiente.

Com a cooperação, será possível a realização e monitoramento de pesquisas, geração e transferência de tecnologias voltadas para o desenvolvimento do setor florestal e ambiental, englobando as diferentes áreas do conhecimento da ciência florestal.

A diretora-presidente do IMC, Magaly Medeiros, explicou como deve funcionar a cooperação em termos práticos.

“Isso vai nos garantir mais aproximação com a pesquisa. Hoje, por conta das mudanças do clima, temos que estar sempre levantando o cenário dos impactos que isso vem causando na sociedade para prever riscos futuros. Agora teremos a oportunidade de desenvolver o conhecimento nessa área e, com isso, poderemos ter desenvolvimento sustentável de fato. Iniciaremos um trabalho importante de definir quais os nossos indicadores para termos contas ambientais que sejam inseridas ao nosso PIB. Queremos futuramente fazer essa avaliação do PIB verde estadual interligado com o IBGE, para que o Acre avance na trilha da sustentabilidade mais uma vez”, informa.

De acordo com a reitora da Ufac, Guida Aquino, a parceria já existia e agora passa a ser institucionalizada. ” Vamos agora potencializar nossa pós-graduação juntamente com nossos pós-graduandos que poderão alavancar pesquisas relativas a essa temática. Assim, ganha o IMC e ganha a Ufac, porque vamos desenvolver pesquisas voltadas a essa área, que é muito importante para o nosso estado amazônico”, frisa.

A parceria segue até o ano 2020. Dentro das agendas, já está um curso de curta duração na área de desenvolvimento sustentável, a ser realizado na próxima semana com o Colorado, com a participação de pesquisadores do departamento de florestas da universidade. “Queremos que eles possam aprender e avançar nesse tema voltado aos impactos do clima”, acrescentou Magaly.

Escritora acreana lança livro O Refúgio das Conchas nesta quarta

O livro traz relatos históricos e algumas indagações filosóficas. São histórias distintas e emocionantes.

Por Agnes Cavalcante 

A escritora acreana Farah Diba lança em Rio Branco a primeira edição da obra O Refúgio das Conchas. O evento será realizado no hall superior da Biblioteca Pública, às 16h30 desta quarta-feira, 8.

O Refúgio das Conchas nasceu na Nova Zelândia, em meio às muitas inquietações e perguntas sobre o universo feminino. Liberdade? Amor? Coragem? Prazer? Propósito? Equilíbrio? O livro traz relatos históricos e algumas indagações filosóficas. São histórias distintas e emocionantes com as quais o leitor certamente vai se identificar.

De acordo com a escritora, o livro aborda distintos relatos de várias mulheres que se tornaram referências em sua vida.

“Este trabalho tem uma caminhada de mais de uma década. Ele foi escrito justamente quando eu estava no ápice da carreira profissional, ao descobrir que esperava meu terceiro bebê, e decidi fazer tudo ao mesmo tempo: ser mãe, dona de casa e profissional, entre outras funções”, disse.

Ainda segundo a autora, a obra relata sobre as próprias escolhas e as consequências boas e ruins, com relatos de várias mulheres que certamente farão com que o leitor se identifique e possa fazer muitas descobertas a partir dessas histórias.

Sobre a autora

Farah Diba Albuquerque nasceu em Rio Branco (AC), onde cresceu e passou toda a infância e adolescência. Foi para Florianópolis (SC) há quase 30 anos fazer faculdade, tendo cursado jornalismo e direito. A vocação, descoberta ainda na infância, é ouvir histórias, entrevistar pessoas e escrever. Ela mora com a família em Santa Catarina, onde desenvolve suas atividades como escritora.

Resultados do projeto “Se liga aí” são apresentados durante mostra

Assim é o “Se Liga Aí”, que tem proporcionado mais acesso a informações entre a juventude.

Um projeto que tem como atores principais e público alvo os adolescentes e que busca sanar dúvidas, espantar os medos, esclarecer sobre sexualidade, acesso à saúde e os malefícios do uso de álcool e outras drogas. 

Criado em 2015 pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre), e coordenado em parceria com o gabinete da vice-governadora, o projeto tem como objetivo a formação de jovens multiplicadores no âmbito escolar, que tratam sobre assuntos como promoção a saúde sexual e reprodutiva, IST/Aids, gêneros/violência, álcool e outras drogas de jovem para jovem.

O programa já formou mais de 300 jovens multiplicadores e está presente nos municípios de Brasileia, Cruzeiro do Sul, Manoel Urbano, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Rio Branco, Santo Rosa do Purus, Sena Madureira, Porto Acre, Xapuri e Tarauacá.

Por isso, agora é hora de mostrar os resultados. Na manhã desta terça-feira, 31, teve início a primeira mostra do “Se Liga Aí”. Durante três dias serão apresentadas as ações e as conquistas durante os anos de 2016 e 2017. A abertura, no auditório do Palácio do Comércio, em Rio Branco, reúne cerca de 120 jovens multiplicadores e profissionais dos municípios, representantes da Sesacre, Ministério da Saúde, Secretaria de Educação e Secretaria de Desenvolvimento Social.

Emocionada com o evento e a presença de mais de adolescentes que tornam outros jovens mais informados e conscientes, a representante da Coordenação Geral de Saúde do Adolescente do MS, Ana Sudária, destaca a dimensão do programa no Acre. “É extremamente gratificante para nós, da saúde, vermos vários adolescentes tão envolvidos com temas que são tão importantes para que tenhamos cada vez mais uma juventude sadia sob todos os aspectos”.

O “Se Liga Aí” já foi reconhecido pelo o Ministério da Saúde (MS) como uma das 10 melhores práticas desenvolvidas com jovens em todo país.

No ano passado, dos 15, 1 bebês nascidos vivos no Acre, 25% foram de mães adolescentes. Esse número é o menos nos últimos cinco anos, já que em 2016 o número correspondeu a 26,1%, em 2015 de 26,9% e em 2017, o percentual de adolescentes grávidas foi superior a 27%.

Antônio Neto, coordenador do “Se Liga Aí” comemora os avanços do programa. “É um momento de avaliação e de celebração dos resultados alcançados. Hoje temos onde vamos apresentar, principalmente, ao Ministério da Saúde como estamos desenvolvendo na prática as atividades. Também é um momento de analisarmos as dificuldades para podemos avançar ainda mais nessas temáticas tão importantes para os nossos adolescentes”.

O universitário João Feitosa, foi um dos pioneiros do “Se Liga Aí” em Cruzeiro do Sul, e afirma que sempre quis fazer parte de um projeto voluntário que pudesse ajudar outros adolescentes. “Muitos jovens confessam que assuntos como a educação sexual não são tratados em casa, então, o “Se Liga Aí” tem colaborado para corrigir essa falta de informação que pode levar o jovem ao mundo das drogas ou até uma gravidez indesejada”.

O Secretário de Saúde do Acre, Rui Arruda, elogia o programa e as ações executadas. “O Se Liga Aí” tem sido um motivo de muito orgulho para nós da Sesacre. Bacana porque é um programa feito por muitas mãos, com o apoio de várias outras secretarias. O foco é trabalhar as políticas de saúde e educação entre os adolescentes. Melhor ainda é que já estamos começando a colher frutos desse projeto.

A mostra também está sendo uma oportunidade para apresentação dos resultados do programa “De Mãos Dadas com a Escola”, executado pela Secretaria Estadual de Educação.

“Amazônia Viva” é tema da terceira edição do Viver Ciência no Juruá

A abertura oficial da terceira edição do Viver Ciência acontece no Teatro dos Nauás e contará com a presença do secretário Marco Brandão e outras autoridades.

O Governo do Acre, por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE) e com a colaboração de diversos parceiros, entre eles a Ufac, Ifac, Sesi, Senai, Sesc e Senac, realiza nos dias 31 de julho e 01 e 02 de agosto a terceira edição da Mostra Viver Ciência no Vale do Juruá.

O evento acontece no campus do Ifac de Cruzeiro do Sul, onde acontecerão as exposições científicas, as oficinas, os palcos culturais, as oficinas, os palcos culturais e as palestras. 

Uma das grandes atrações da Mostra é o planetário, onde os visitantes tem a oportunidades de conhecer um pouco mais sobre os planetas, a terra e o próprio sistema solar. No ano passado, mais de 10 mil pessoas tiveram a oportunidade de visitar os stands.

Com o tema “Amazônia Viva”, este ano a Viver Ciência terá como foco os saberes e conhecimentos das populações tradicionais da nossa região.

Além das instituições, participam das atividades culturais e científicas diversas escolas de ensino fundamental e médio de Cruzeiro do Sul.

Além da Mostra, o governo do Acre, por meio da SEE, realiza as atividades da Ciência Itinerante em diversos municípios, como Sena Madureira, Brasiléia, Tarauacá, Plácido de Castro e Senador Guiomard. Em Rio Branco, a Viver Ciência acontece nos dias 29, 30 e 31 de agosto.

3 de Julho Entrevistas 10ª Edição

Assista a entrevista com a Presidente da Associação dos Portadores de Hepatite do Alto Acre e conheça: Dos tipos de hepatite até o tratamento”.

3 de Julho Entrevistas 9ª Edição

Veja a entrevista com o Vereador Joelso Pontes que vai falar da sua experiência na política de Brasileia.

Alunos das escolas militares realizam passeata contra as drogas e pela paz

Além dos colégios militares Dom Pedro II e Tiradentes, o evento reuniu a banda mirim da Polícia Militar e bombeiros-mirins.

“A paz do mundo começa em mim, se eu tenho amor com certeza sou feliz. Se eu faço o bem ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração. Chegou a hora de a gente construir a paz, ninguém suporta mais o desamor”, diz a letra musical do artista Nando Cordel, som que que embalou a passeata promovida nesta sexta-feira, 27, pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros com a presença de estudantes de colégios militares de Rio Branco.

Pedindo a paz e o fim das drogas – a raiz da violência, crianças, adolescentes, pais e militares percorreram o centro da capital levando mensagem de proclamação de amor ao próximo. 

Neemias Eduardo é aluno do nono ano do Dom Pedro II, comandado pelo Corpo de Bombeiros. Durante a passeata, ele enfatizou o significado de ir às ruas com balões e cartazes fazer o apelo à sociedade. “A gente precisa mostrar que quem usa drogas não faz mal apenas a si mesmo. As drogas e a violência só levam a dois lugares, prisão ou cemitério”, disse.

Já Edri Silva tem uma filha estudante de colégio militar e fez questão de comparecer à passeata. Além de demonstrar satisfação com a disciplina imposta pela metodologia do colégio, disse serem essenciais iniciativas que conscientizem os estudantes sobre a necessidade de apregoar a paz: “É fundamental incentivar nossas crianças que estão crescendo nesse século XXI, trazendo uma nova forma de educação”.

Todos pela paz

O secretário de Segurança Pública Vanderlei Thomas participou do ato, que reforçou, sobretudo, a integração das forças militares em favor da sociedade.

“Essa é uma atividade muito importante sob o ponto de vista preventivo, o que significa dizer que as forças de segurança não atuam apenas com a repressão, mas trabalham também a prevenção de males sociais, principalmente às drogas que destroem valores e famílias”, frisou.

Na oportunidade o comandante da Polícia Militar, coronel Marcos Kinpara, relembrou o êxito de ações sociais como a Banda Mirim, que envolve cerca de 140 adolescentes da capital e o Programa Educacional de Resistência às Drogras (Proerd), que só em 2017 formou mais de cinco mil estudantes em todo o estado.

O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Carlos Batista completou: “Somando todos os estudantes que são alcançados por projetos sociais da PM e Bombeiros, temos aqui hoje mais de quatro mil crianças sendo orientadas a dizer não às drogas, para serem multiplicadoras a respeito desse mal que só causa desagregação familiar e fomento ao crime”.

3 de Julho Entrevistas 10ª Edição

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3 de Julho Entrevistas 9ª Edição

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Escolas de Rio Branco devem incluir educação financeira a partir de 2019

Prefeitura publicou um decreto no Diário Oficial do Acre. Secretaria diz que alunos já tinham aulas sobre o assunto, mas o trabalho vai ser feito de forma transversal.

Os alunos da rede de ensino pública de Rio Branco vão passar a ter aulas de educação financeira. A prefeitura do município anunciou a inserção da disciplina ao projeto curricular 2019 nesta quinta-feira (12), no Diário Oficial do Acre (DOE).

O secretário de Educação, Márcio Batista, informou que o município já trabalha com disciplinas semelhantes à educação financeira. Porém, o trabalho agora vai ser feito de forma transversal nas disciplinas curriculares.

“Temos a educação fiscal, que dá noções de como os tributos são aplicados. São práticas similares à educação financeira. Ela veio ao encontro de muita coisa que já está acontecendo na rede. É o chamado o currículo transversal que vai ser aplicado na matemática e português. A escola pode desenvolver disciplinas e projetos dentro da escola envolvendo a própria comunidade escolar e os pais”, explicou.

No decreto, a prefeita Socorro Neri determina que a lei entra em vigor a partir de janeiro de 2019. Porém, a Educação quer ir acostumando os alundo com as disciplinas ainda esse ano. “Podemos ir trabalhando esses conceitos no próximo semestre”, disse Batista.

Plantão 3 de Julho Notícias 9ª Edição

Alerta para todos os moradores da região do Alto Acre com relação as queimadas tendo em vista o verão intenso que estamos passando nesse período de Estiagem.

Plantão 3 de Julho Notícias 8ª Edição

Urgente: Suspeitos de terem praticado chacina na cidade de Assis Brasil estão presos na delegacia de Brasiléia. A equipe de Inteligência da Polícia Militar do Alto Acre, em conjunto com a PF e policiais peruanos, iniciaram as investigações para identificar e prender os suspeitos.

Do G 1 Acre

Em Acrelândia, escolas paralisam aulas por falta de merenda

A prefeitura alega que não tem como mais contratar, até um processo seletivo foi realizado, mas cancelado posteriormente.

Mais uma vez as crianças que estudam nas escolas da rede municipal de ensino do município de Acrelândia, serão prejudicados por terem que deixar de estudar por motivo da paralisação das aulas da rede municipal.

Foi anunciado no começo desta semana a paralisação das aulas devido à falta de funcionários de pessoal de apoio que trabalham com contratos provisórios. 

Segundo Informações, a empresa que fornecia merenda escolar para as escolas, deixou de fornecer por quebra de contrato. Para piorar a vida do prefeito Caetano, o Conselho municipal do FUNDB, reprovou totalmente o relatório do executivo o que poderá acarretar ainda mais problemas para o prefeito.

Realmente a educação da rede municipal de Acrelândia entrou em falência, as constantes paralisação das aulas, as denúncias sobre a falta de merenda escolar, além das prestações de contas do executivo sem a clareza necessária por parte do executivo é o que alega a categoria, tem deixado o município de desenvolver uma boa qualidade de ensino aos alunos.

Segundo o vereador Tiririca-PSD, obteve informações que a escola e Creche Branca de Neves teve parte das atividades paralisadas, a escola Altina Magalhães também paralisou, a escola Rita Bocalom irá paralisar nesta tarde.

Reuniões estão sendo realizadas entre o executivo e a pasta da educação juntamente com os vereadores para tentar achar uma solução. O prefeito Caetano afirma que as contas estão acima do teto permitido por lei e não tem como contratar.

Esse já é a segunda paralisação das aulas só este ano em Acrelândia, o executivo ainda pensa em diminuir os salários dos professores, várias escolas foram fechadas tornando um verdadeiro caos na educação de Acrelândia.

Telejornal 3 de Julho Notícias 14ª Edição

Veja na 14ª edição as principais informações da semana como: queimadas na região do Alto Acre, o que o Prefeito Tião Flores gastou com diárias, acidentes em Brasileia e Epitaciolândia e outros.

5,5 mil pessoas de 6 a 14 anos não frequentavam o ensino fundamental

Pesquisa do Inep trata sobre quem não frequentava a escola ou não havia concluído o ensino fundamental. Número ultrapassa em mais de mil o registrado em 2016.

Mais de 5,5 mil pessoas de 6 a 14 anos não frequentavam o ensino fundamental no Acre em 2017 (Foto: Rede Amazônica Acre)

O Acre tinha mais de 5,5 mil crianças e adolescentes de 6 a 14 anos fora da escola em 2017, segundo levantamento feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad).

A taxa de atendimento de crianças e jovens na escola caiu em mais de mil em relação ao ano de 2016, quando 4.472 estavam fora da escola ou não tinham concluído o ensino fundamental.

O secretário de Educação do estado, Marco Brandão, informou que é complicado comparar a região Amazônica com outras do país. Segundo ele, as pessoas que aparecem nos dados são as que vivem em comunidades de difícil acesso, como seringais e reservas extrativistas.

“Vamos para a realidade da Amazônia. Nessa região, temos pessoas que moram no meio da selva e essa população que aparece no dado é uma população rarefeita, que não é aquela que está na cidade ou nas periferias das cidades. Mesmo assim, a gente faz atendimento com o Programa Asas da Florestania, tanto do 1º ao 5º ano, como do fundamental e médio”, disse o secretário.

Brandão afirmou que o Estado tem buscado mudar essa realidade. “É muito difícil a gente levar o professor para uma determinada localidade que ele vai ter que passar de 15 a 30 dias para ministrar uma disciplina para dois ou três alunos. A localidade é complicada”, lembrou.

Conforme os dados, em toda a região Norte são mais de 77,2 mil pessoas, entre 6 e 14 anos, que estão fora da escola ou não concluíram o ensino fundamental. O estado que aparece com pior cobertura é o Pará, com 34.286 pessoas fora da escola, seguido do Amazonas, com 22.235.

Apesar do número, o estudo mostrou que o Acre alcançou a marca de 96,3% das crianças de 6 a 14 anos que frequentava ou já tinham concluído o ensino fundamental em 2017. O percentual do Brasil é de 97,8% de cobertura.

A matrícula aos seis anos se tornou obrigatória no Brasil com a Lei nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006. Foi dado um prazo para que os municípios, os estados e o Distrito Federal tornassem a lei efetiva até 2010.

Os dados apontam que cerca de 600 mil crianças de todo país na faixa etária de 6 a 14 anos estavam fora da escola e não concluíram essa etapa de ensino, embora a tenham frequentado em algum momento.

3 de Julho Entrevistas 6ª Edição

Veja nesta entrevista o Gerente regional do Sebrae, Jorge Saad, explicando as principais ações do Sebrae durante o primeiro semestre e quais foram as principais atividades do Sebrae voltadas para o agronegócio, indústria e comércio, Curta a nossa página do Facebook e se inscreva no nosso canal do YouTube e lembre-se de ativar as notificações clicando no sininho.

Por Iryá Rodrigues, G1 Acre