Aníbal defende médicos formados na Bolívia

Aníbal defende contratação de médicos formados na Bolívia

Aníbal Diniz (PT-AC)

Aníbal Diniz (PT-AC) FOTO FACEBOOK

com informações da Agência Senado

O senador Aníbal Diniz (PT-AC) registrou visita do governador do Acre, Sebastião Viana,  ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo o senador, iana, acompanhado de deputados da bancada do estado, solicitou ao Ministério da Saúde,  nesta segunda-feira (30), um aperfeiçoamento no Programa Mais Médicos, a fim de que profissionais brasileiros formados em escolas de medicina da Bolívia possam ser contratados para atuar em municípios do Acre.

Aníbal Diniz explicou que, pelas regras atuais, o programa veda a contratação de médicos oriundos de países estrangeiros que não disponham destes profissionais em quantidade suficiente para atender a própria população. No caso da contratação dos brasileiros formados na Bolívia, tal medida, disse, não teria qualquer efeito no sistema de saúde do país vizinho, visto que atualmente não se encontram trabalhando lá.

— Esses brasileiros que se formaram na Bolívia não estão prestando serviços lá. Logo não iriam desfalcar o serviço de saúde do país. Eles poderiam, portanto, dar uma grande contribuição nas localidades do Brasil que precisam de médicos, tendo em vista que nós não temos médicos que aceitam ir para essas regiões mais isoladas — disse.

Aníbal disse também que o ministro da Saúde acenou com a possibilidade de atender ao pleito do Acre, mediante a publicação de uma portaria ministerial, após a aprovação pelo Congresso Nacional da Medida Provisória 621/13 que criou o Programa Mais Médicos.

Descontrolada, médica rasga prontuário de menina

Segundo Brandão, a médica voltou atrás momentos depois

médica

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FONTE – FOLHA DE SÃO PAULO

Uma pediatra foi afastada do trabalho após se recusar a atender duas crianças e rasgar o prontuário de uma delas na madrugada de sábado (21), no Hospital Geral da Vila Penteado, na zona norte de São Paulo. Um vídeo feito pelo pai de uma das pacientes mostra a ação.

Edinei Brandão de Souza, pai da menina de 4 anos, disse que a confusão começou porque a médica não quis atender uma outra criança que estava com uma infecção no ouvido. “Ela chegou a atender minha filha, viu que ela estava com 38,5º C de febre e recomendou uma medicação. Depois de se descontrolar e recusar atender a filha de uma outra mulher, começou a gritar e disse que o meu caso não era grave”, afirmou.

O pai da menina disse que aguardava em fila para que a filha dele, com dor de garganta, fosse medicada quando a médica falou que não atenderia a criança diagnosticada com infecção porque o caso não era grave. A mãe da criança saiu do hospital e disse que chamaria a polícia, quando foi acompanhada pela médica, que gritava com ela.

O homem começou a filmar e disse que os gritos estavam assustando sua filha. Enquanto filmava a ação, o ele pede para que a médica pare com o barulho e ameaça acionar a polícia, mas a profissional disse não se importar, pois já havia ido diversas vezes a delegacias.

Nas imagens, a mulher dá tapas em objetos de metal e chega a dizer que vai “quebrar o celular” do homem para que ele pare a gravação.

Segundo Brandão, a médica voltou atrás momentos depois e disse que atenderia a filha dele, mas em troca o homem deveria apagar os vídeos que ele fez no hospital. O homem recusou a proposta e acionou a Polícia Militar. A filha dele foi atendida por outro profissional depois de cerca de 15 minutos.

Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde informou que foi aberta uma sindicância interna para apurar as circunstâncias do atendimento. A mulher poderá perder o cargo.

A secretaria disse ainda que o “Hospital Geral de Vila Penteado informa que todos os funcionários da unidade são orientados a tratar os pacientes com respeito e cordialidade. A direção da unidade considera inadmissível esse tipo de atitude antiprofissional, que desrespeita o paciente e os demais colegas de trabalho.”

veja vídeo

Mais 42 profissionais terão registros no Mais Médicos

Foram liberados apenas 12 registros fornecidos no Ceará e 27 na Bahia, porém, 42 outros serão entregues hoje: seis na Paraíba, 19 no Rio Grande do Sul e 17 no Ceará.
Mais 42 profissionais terão registros

Mais 42 profissionais terão registros

(Fonte: UOL)
Segundo o Ministério da Saúde, apenas 39 profissionais, ou cerca de 6% dos 633 registros provisórios solicitados aos CRMs, foram liberados nesta segunda-feira (23) para começarem a atuar no programa Mais Médicos. No total, serão 681 profissionais, sendo 400 cubanos.Foram liberados apenas 12 registros fornecidos no Ceará e 27 na Bahia, porém, 42 outros serão entregues hoje: seis na Paraíba, 19 no Rio Grande do Sul e 17 no Ceará.

Na Paraíba, segundo a superintendente do Crempb, Desterro Gomes, além dos seis liberados hoje, mais oito médicos receberão seus registros nos próximos dias. “Tudo está correndo normalmente”, disse ela.Já a assessoria de imprensa do Cremers, do Rio Grande do Sul, afirmou que o órgão estava aguardando os representantes do Ministério da Saúde local retirarem os 19 registros que já estavam liberados desde a última quinta-feira (19). “Eram 40 profissionais, agora estão faltando 21 registros, pois provavelmente algum documento não foi entregue”.

No Conselho Regional do Ceará, o presidente, Ivan Moura Fé, afirmou que além dos 12 profissionais liberados na sexta-feira (20), mais 17 médicos receberão seus registros hoje, faltando apenas três deles aguardando a liberação, pois deram entrada nos documentos por último.

“Quero frisar que fizemos tudo dentro do prazo de 15 dias que nos foi dado. Eu refuto isso de que os CRMs [conselhos regionais de medicina] estão querendo atrasar o processo. Temos de examinar os documentos, afinal, são profissionais que vão exercer a medicina, atendendo pessoas. Temos de ter cuidado”, declarou.

Os médicos sem os documentos não podem atender, pois a prática configuraria exercício ilegal da profissão. Eles deverão apenas ir aos locais de trabalho, porém, sem poder atuar. O ministério diz que, neste período, para que não fiquem parados, serão treinados sobre os problemas médicos das regiões onde vão trabalhar, além de visitar os locais, pois estavam nas capitais e não na própria cidade onde atuarão.

Assis Brasil receber recursos para combater a desnutrição infantil

O governo federal autorizou a transferência de recursos aos municípios acreanos de – Assis Brasil, Jordão, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Santa Rosa do Purus 

O governo federal autorizou a transferência de recursos aos municípios

O governo federal autorizou a transferência de recursos aos municípios

Para intensificar ações de combate a desnutrição infantil.As ações fazem parte das metas do governo federal para 2013. Os recursos variam de acordo com o número de moradores. Segundo a portaria de Nº 1.065, os municípios de Assis Brasil, Jordão, Porto Walter, Santa Rosa Do Purus receberão cada R$ 45 mil e os municípios de Marechal Thaumaturgo e Rodrigues Alves R$ 60 mil.

A portaria beneficia os municípios com maior prevalência de déficit de crianças menores de cinco anos desnutridas.  As crianças fazem parte do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) condicionadas ao Programa Bolsa Família.

O Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas para a transferência dos valores constantes aos Fundos Municipais de Saúde dos respectivos municípios, em parcela única anual. Os recursos orçamentários correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, como parte integrante do Bloco de Financiamento de Gestão do SUS, componente para implantação de ações e serviços de saúde, no valor total de R$ 11milhões de reais.

(com informações de O Rio branco)

Homem tem órgão genital amputado depois de bebe viagra.

Vítima de 66 anos tentava impressionar namorada e teve ereção por vários dias.

Viagra

Viagra

Um morador da Colômbia teve seu órgão genital amputado após sofrer com uma overdose de Viagra. Segundo informações, ele tentava impressionar a namorada. 

Morador da cidade de Gigante, o homem de 66 anos afirmou ter consumido o remédio de forma excessiva. Ele foi forçado a procurar um médico por conta da ereção que continuou por vários dias. 

Foram constatadas inflamação e fratura no órgão do paciente. A amputação foi necessária para evitar que a gangrena se espalhasse por outras partes do corpo.

o homem de 66 anos afirmou ter consumido o remédio

o homem de 66 anos afirmou ter consumido o remédio

Fonte: Colombia Reports

Meninas de 10 a 13 anos serão vacinadas contra HPV

De acordo com o gerente da Divisão de Imunização e Rede de Frio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Ivan Galvão, o vírus HPV

Ministério da Saúde quer vacinar meninas contra HPV, gratuitamente, a partir do próximo ano (Foto: Arquivo Sesacre)

Ministério da Saúde quer vacinar meninas contra HPV, gratuitamente, a partir do próximo ano (Foto: Arquivo Sesacre)

Marcelo Torres (Assessoria Sesacre), com informações do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde (MS) anunciou que, a partir de 2014, irá  ofertar, para meninas de 10 e 13 anos de idade, a vacina contra o papilomavírus (HPV) usada na prevenção do câncer de colo do útero. O anúncio foi feito na última quarta-feira, 18. As pré-adolescentes receberão as duas primeiras doses necessárias à imunização, a primeira, inicial, e a segunda, seis meses depois. A terceira dose deverá ser aplicada cinco anos depois da primeira.

Com a adoção do esquema estendido, como é  chamado, será possível ampliar a oferta da vacina, a partir de 2015, para as pré-adolescentes entre nove e 11 anos de idade, sem custo adicional. Assim, quatro faixas etárias serão beneficiadas, possibilitando imunizar a população-alvo: 9 a 13 anos de idade.

É a primeira vez que a população terá acesso gratuito a uma vacina que protege contra câncer. A meta é vacinar 80% do público-alvo, que atualmente soma 3,3 milhões de pessoas em todo país.

De acordo com o gerente da Divisão de Imunização e Rede de Frio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Ivan Galvão, o vírus HPV é responsável por 95% dos casos de câncer de colo do útero. É o segundo tipo da doença que mais atinge mulheres, atrás apenas do câncer de mama. “A expectativa é de vacinar, aproximadamente, 37 mil pré-adolescentes, pois, além de prevenir contra câncer de colo do útero, a vacina serve também para evitar o condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital”, explicou.

Segundo o Congresso Brasileiro de Infectologia, uma em cada quatro brasileiras está contaminada pelo HPV, ou seja, é grande o número de mulheres com o papilomavírus – doença sexualmente transmissível de maior presença nas estatísticas brasileiras.

Formas de transmissão do HPV

O sexo não é a única forma de transmissão dessa doença, mas é a principal. Ela também pode ser passada por roupas íntimas contaminadas, instrumentos clínicos mal esterilizados e contato com a pele.

Encontrado na pele e nas mucosas genitais de homens e mulheres, pode ser transmitido pelos três tipos de sexo: vaginal, anal e oral. Seu diagnóstico é difícil, pois, muitas vezes, o vírus permanece adormecido no corpo da pessoa e se manifesta somente quando a imunidade está baixa.

Sintomas do HPV

A infecção pelo HPV normalmente causa verrugas de tamanhos variáveis. No homem, é mais comum no pênis e na região do ânus. Na mulher, os sintomas mais comuns do HPV surgem na vagina, além de surgirem no ânus e no colo do útero. As lesões do HPV também podem aparecer na boca e na garganta. Homem e mulher podem estar infectados pelo vírus sem apresentar sintomas.

Tratamento

Existem alguns exames específicos para procurar o vírus no corpo das pessoas. A colposcopia, que examina a vagina; a peniscopia, que é feita no pênis; a vulvoscopia, na vulva; e a anuscopia, que é realizada no ânus. O material é colhido e analisado para que possa ser feito o diagnóstico.

O tratamento do HPV pode ser feito através de diversos métodos, cada um com suas limitações e com variados graus de eficácia e aceitabilidade por parte do paciente. Estes métodos podem ser divididos em químicos, quimioterápicos, imunoterápicos e cirúrgicos.

Pesquisa diz que a camisinha deixa a vagina saudável

Anteriormente alguns pesquisadores já tinham alertado que manter relações sexuais sem estar protegido aumenta a acidez da vagina

A camisinha é a melhor invenção para quem quer fazer sexo sem compromisso, principalmente porque depois você não quer ter nenhum vínculo, seja com seu ex-namorado ou com seu amigo. Mas o que nós não sabíamos é que os preservativos também ajudam a vagina a ficar – e se manter – saudável, segundo explicou um estudo feito pela revista PLoS One.

Anteriormente alguns pesquisadores já tinham alertado que manter relações sexuais sem estar protegido aumenta a acidez da vagina e acaba matando os lactobacilos que a mantém saudável. Então para saber se os métodos contraceptivos teriam influência na saúde feminina, foram pesquisadas 164 mulheres sexualmente ativas que usavam métodos como camisinha, DIU de cobre e tabelinha. Em comparação às outras mulheres, as que usavam camisinha apresentaram os maiores índices de lactobacilos.

O motivo? Os pesquisadores explicaram que pela camisinha impedir o sêmen de ter contato com a vagina, faz com que não seja alterado seu pH natural, mantendo o número de lactobacilos necessários.

Então além de te proteger contra doenças sexualmente transmissíveis e evitar a gravidez indesejada, ainda ajuda na sua saúde. Não tem porque não usar, né moçada?

A camisinha é a melhor invenção para quem quer fazer sexo

A camisinha é a melhor invenção para quem quer fazer sexo

FONTE-VALE DO ACRE

‘Não queremos o lugar de ninguém’, diz médica cubana

Selecionada no Mais Médicos pede companheirismo dos colegas brasileiros.
‘Não queremos ser melhores’, disse a médica, que deverá atuar em Beruri.

Adela Fernandez, médica cubana, pede companheirismo de colegas brasileiros (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Adela Fernandez, médica cubana, pede companheirismo de colegas brasileiros (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Marcos DantasDo G1 AM

A médica cubana Adela Fernandez, selecionada na primeira etapa do Programa Mais Médicos, do Governo Federal, desembarcou em Manaus na noite deste domingo (15), junto com mais 29 colegas que atuarão em Manaus e no interior. Formada há 16 anos, Adela disse esperar que os profissionais brasileiros respeitem os estrangeiros.

A cubana, que vai trabalhar em Beruri, município distante 173 km de Manaus, pediu que os médicos locais não tenham resistência com os selecionados do programa. Para ela, o objetivo dos profissionais que estão vindo ao Brasil é trabalhar em conjunto com os locais. “Os médicos não têm que ter resistência conosco, pois estamos aqui para ocupar o nosso lugar e não tirar o lugar de ninguém, nem querer ser melhor que ninguém. A única coisa que queremos é trabalhar cotovelo com cotovelo”, disse ao G1.

Natural de Guantánamo, Adela acredita que o maior desafio que vai encontrar no interior são as doenças que são pouco conhecidas ou nem existem mais em Cuba. “Temos muita expectativa, porque vamos atender à população brasileira e enfrentar doenças que não são muito conhecidas e até erradicadas em Cuba. Estamos ansiosos para trabalhar lado a lado com os médicos daqui. Queremos fazer mudanças no estilo de vida, para melhorar a saúde do povo brasileiro”, afirmou.

Chegada dos médicos

Médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior desembarcaram neste domingo (15), em Manaus (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior desembarcaram neste domingo (15), em Manaus (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Nesta semana, 74 médicos selecionados na primeira fase do programa Mais Médicos, do Governo Federal, desembarcaram em Manaus. Destes, 64 chegaram à capital doAmazonas na noite deste domingo.

Eles foram recebidos pelo secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Antônio Alves, e pelo secretário estadual de saúde, Wilson Alecrim, no aeroporto da Base Aérea de Manaus. Eles passarão por um treinamento para conhecimento de doenças da região e até o dia 22 serão enviados para os municípios onde irão trabalhar.

Dos 74 médicos, 61 são naturais de Cuba, e outros 13 originários de Espanha, Portugal, Bolívia, Peru, República Dominicana, México, e brasileiros formados no exterior. Nesta primeira fase do Mais Médicos, o Amazonas deve receber, no total, 123 médicos.

Universidade Amazônica de Pando comemorado dia do médico

UAP irá comemorar o dia do médico e o aniversário do curso de medicina da UAP que já se encontra no seu segundo ano.

ALEMÃO-MONTEIRO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

No dia 21 de setembro é comemorado na Bolívia o dia do médico. As Universidades do país vizinho têm como tradição comemorar essa data, promovendo uma série de eventos. Como não poderia ser diferente, no dia 21 de setembro, a Universidade Amazónica de

Pando – UAP irá comemorar o dia do médico e o aniversário do curso de medicina da UAP que já se encontra no seu segundo ano. Para tanto a UAP irá realizar a semana do médico que se iniciará justamente no dia 21 de setembro, estando

previstos eventos culturais, notícias acadêmicas e sociais que irão ser realizados no campus da própria Universidade, buscando a interação de todos os estudantes e docentes com a comunidade local.

Segundo o Dr. Edwin Fernandez Maldonado, coordenador do curso de medicina da UAP, o curso tem como objetivo formar bons profissionais, tendo como base o carinho, o respeito dos

seus futuros pacientes e da carreira médica. Sendo esta uma profissão tão nobre, cujo maior objetivo, não é o benefício próprio, mas sim o de toda a sociedade.

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

O Dr. Edwin prossegue e afirma que o curso de medicina da UAP tem como tema central a ideia de que a saúde é um bem de todos. Assim se despede aproveitando para convidar toda a comunidade para participar das comemorações do dia do médico a ser realizada na UAP.

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Universidade Amazónica de Pando – UAP-FOTO-ALEMÃO

Médicos estrangeiros chegam ao Acre

Médicos estrangeiros chegam ao Acre e são recepcionados por aplausos no aeroporto

Os profissionais desembarcaram pontualmente às 14horas

Os profissionais desembarcaram pontualmente às 14horas

Ana Paula Batalha, Do Site Agazeta.Net

Os primeiros profissionais estrangeiros enviados pelo programa Mais Médicos, do Ministério da Saúde, chegaram ao Acre neste sábado (14), em voo da Força Aérea Brasileira (FAB).

Os profissionais desembarcaram pontualmente às 14horas no Aeroporto de Rio Branco. Eles foram recepcionados por aplausos por autoridades da Saúde e passageiros que estavam no local. Nenhum protesto foi registrado durante a chegada.

Na primeira leva de estrangeiros seriam dez médicos, mas chegaram apenas nove. O décimo, segundo informado, perdeu o voo e deve chegar nos próximos dias. Do total dos profissionais, cinco serão lotadas nas unidades básicas de Saúde na capital Rio Branco, três no interior e dois nos Distrito de Saúde Indígena. Dos dez, dois são brasileiros formados no exterior.

“É um grande esforço. Rio Branco já recebeu cinco médicos brasileiros e agora recebe mais cinco. Temos um percentual baixo demais em relação a população. Estaremos oferecendo todo o processo para dar condições de trabalho”, disse o prefeito de Rio Branco Marcus Alexandre.

A Medida Provisória que criou o programa estabelece que os estrangeiros selecionados trabalhem no Brasil por três anos. Neste período, terão registro profissional provisório, que lhes dará o direito de atuar exclusivamente na Atenção Básica e apenas nas cidades a que forem designados pelo Ministério da Saúde, com acompanhamento de tutores e supervisores. Cada médico será lotado em uma equipe de Atenção Básica.

“Vou trabalhar, ajudar as pessoas carentes, mas primeiro vou conhecer Rio Branco para saber como é a saúde pública”, disse o médico espanhol Diego Galvez que também chegou a trabalhar na Itália e nos Estados Unidos.

Como o registro é restrito à atuação no programa, não será permitido que estes profissionais atendam na rede privada ou em outros serviços de saúde, como hospitais e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), por exemplo.

Aeroporto de Rio Branco.

Aeroporto de Rio Branco.

A Secretária de Saúde do Estado, Suely Melo, disse que a quantidade de médicos no está abaixo do ideal. Segundo ela, são necessários 500 profissionais. A partir de segunda-feira (16), os médicos serão apresentados ao funcionamento da Secretaria de Estado de Saúde e equipe, situação de saúde no estado, além de aspectos, caracterização do processo de regionalização e regulação de saúde.

O coordenador do Distrito Indígena do Alto Purus, Raimundo Costa, disse que a chegada dos médicos ajuda na situação que se encontra os indígenas, mas ainda não atende as expectativas.

Para a região será enviado apenas um profissional, enquanto o necessário seriam mais três para deixar o quadro ideal com sete médicos. Segundo ele, ficam descobertos ainda as cidades de Assis Brasil, Sena Madureira, Manuel Urbano e Pauini – município localizado no interior do estado do Amazonas.

O programa Mais Médicos, que tem a finalidade de levar médicos para atender a população em unidades básicas de saúde do interior dos estados e em periferias de grandes cidades, onde há carência de profissionais de saúde sem passar pelo Revalida, causou polêmica em todo o país, especialmente entre a classe médica.

“A primeira impressão causa dúvidas e preconceitos. Nós, médicos do exterior, queremos apenas ajudar na Atenção Básica de Saúde”, disse a médica brasileira formada na Espanha, Michele Melo.