Médico que ofendeu técnica é condenado a pagar indenização por danos morais

Sentença considerou que houve dano moral e foi fixado indenização de R$ 5 mil.

O 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco condenou um médico a pagar R$5 mil de indenização por danos morais, por ter ofendido uma técnica de enfermagem no ambiente de trabalho.

Conforme os autos, o médico, que é cadeirante, e a técnica em enfermagem, iniciaram uma discussão levando o médico a ofender a profissional.

Na sentença, publicada no Diário da Justiça Eletrônico, o juiz de Direito Giordane Dourado, titular da unidade judiciária, ressaltou a conduta ilícita do demandado e ainda determinou que sobre o valor da condenação deve incidir juros moratórios de 1% a.m, a partir da dada do evento danoso (17 de novembro de 2015).

“(…) a ofensa assacada contra a demandante, além do teor pejorativo em si, implica severa vulneração da dignidade da reclamante enquanto representante do gênero feminino, sobretudo quando a conduta ilícita é praticada no ambiente de trabalho por pessoa que ostenta posição superior de hierarquia”, asseverou o magistrado.

Sentença

O juiz de Direito considerou que houve dano moral, pois o médico ofendeu a técnica de enfermagem empregando termo pejorativo. Assim, fixou valor indenizatório observando o caráter pedagógico e reparador.

“Indubitável, a sanção indenizatória almejada in casu, na medida em que o termo utilizado pelo reclamado ao se referir à reclamante (‘vagabunda’) ostenta carga semântica pejorativa e ofensiva à moral da pessoa humana”, afirmou o magistrado.

Veja o Vídeo Urgente:

O Suplente, Francisco Valadares, insulta o vereador Eduardo Meneses de Queiroz por descordar de projeto de nº 001 de autoria do Poder Executivo.

A confusão aconteceu durante a ordem do dia da oitava sessão realizada na manhã desta terça-feira na sede da Câmara Municipal do Município de Brasileia, segundo informações, o suplente de vereador, Francisco Valadares, saiu de seu acento para insultar o vereador Eduardo Queiroz por não concordar com o projeto.

Acre chega a receber até 5 mil doses de vacina contra a febre amarela por mês

Meta de vacinação do estado por mês é de 1,3 mil crianças menores de idade. O Estado recebe entre 3 mil e 5 mil doses por mês, mas Saúde não tem dados atualizados dos imunizados.

Acre chega a receber até 5 mil doses de vacina contra a febre amarela por mês. A equipe de Imunização da Saúde do Acre informou, nesta segunda-feira (2), que a meta mensal de vacinação no estado é de 1,3 mil crianças menores de idade.

Porém, a equipe ainda não dispõe dos dados atualizados de vacinados nos meses de fevereiro e março deste ano.

A enfermeira da equipe de Imunização do estado, Núbia Campos, explicou que o sistema que contabiliza os dados passa por mudanças no momento. Ela disse que vai saber quantas pessoas foram vacinadas em fevereiro e março logo que o sistema regularizar.

A doença voltou a assustar a população após o registro de mortes no estado de São Paulo e Minas Gerais.

O Acre teve um caso da doença notificado. Esse mesmo caso foi descartado pela Saúde. Segundo dados do Ministério da Saúde, o estado não tem casos da doença em investigação.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, o Brasil teve mais de 300 óbitos pela doença entre julho de 2017 a 27 de março deste ano. O estado com maior número de mortes foi Minas Gerais, com 147.

Quem pode tomar a vacina?

Crianças a partir de nove meses e adultos até 59 anos.

Quem pode tomar com restrições?

Pessoas acima de 60 anos e gestantes só devem receber o imunizante se não apresentarem nenhuma contraindicação e estiverem muito próximos a locais com casos relatados.

Indivíduos com HIV/Aids também podem desde que não apresentem imunodeficiência grave. Para isso, deve ser feito exame para contagem de CD4 (células de defesa), informa a Fiocruz.

Mulheres que estão amamentando devem suspender o aleitamento materno por 10 dias após a vacinação.

Veja o Vídeo Urgente:

O Suplente, Francisco Valadares, insulta o vereador Eduardo Meneses de Queiroz por descordar de projeto de nº 001 de autoria do Poder Executivo.

A confusão aconteceu durante a ordem do dia da oitava sessão realizada na manhã desta terça-feira na sede da Câmara Municipal do Município de Brasileia, segundo informações, o suplente de vereador, Francisco Valadares, saiu de seu acento para insultar o vereador Eduardo Queiroz por não concordar com o projeto.

Do G1 Acre

Sesacre: Saúde do Acre elabora plano anual de vacinação

A campanha visa manter a cobertura vacinal contra doenças como poliomielite, rubéola e sarampo garantindo a manutenção da vacinação e também para os que não receberam a dose da vacina.

A partir de maio começam em todo o país as campanhas de vacinação, mas o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), já executa o plano de ação que deve alcançar todos os municípios.

O departamento de Vigilância Epidemiológica da Sesacre discutiu ações de planejamento de imunização a serem realizadas este ano e também promoveu uma capacitação com os gestores, técnicos e profissionais da saúde.

“Essa capacitação nos trouxe um conhecimento técnico e também rico em experiência, para chegarmos nos municípios e fazermos um bom trabalho. O nosso foco é a prevenção, e por isso queremos alcançar a meta de imunização que foi pactuada a nível nacional e principalmente estadual”, enfatiza Genivaldo Souza, servidor do Plano Nacional de Imunizações em Mâncio Lima.

A gerente do Plano Nacional de Imunizações no Acre, Dora Holanda, destaca que a elaboração do plano de ação envolve todos os municípios do Acre. “Hoje estamos realizando a reunião preparatória para as campanhas nacionais contra a influenza. É a primeira campanha do ano e a segunda campanha contra a sarampo e poliomielite, queremos discutir e elaborar estratégias diferenciadas para executar esse ano com os 22 municípios”, disse.

As ações visam mobilizar os pais ou responsáveis a levarem os filhos para atualizar a caderneta de vacinação, ajudando a população se prevenir de doenças ou agravação de casos de saúde que podem ser evitadas com a vacinação em dia.

Agentes de Saúde de Brasiléia participam de capacitação

Agentes Comunitários de Saúde de Brasiléia participam de capacitação para a Campanha de Vacinação que inicia em abril.

A Secretaria Municipal de Saúde de Brasiléia através da coordenação municipal do Programa Nacional de Imunização, realizaram, uma capacitação com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) sobre a importância da imunização contra a Influenza.

O objetivo da capacitação é formar a todos os agentes de saúde das áreas urbanas e rurais em agente multiplicadores, para que eles possam falar para a população sobre a importância da vacinação Influenza (gripe). E com isso, convencer as pessoas a procurarem suas unidades de saúde de referência para tomar a vacina.

A Coordenadora do Programa Nacional de Imunização de Brasileia, enfermeira Felícia Domingues, falou a respeito da importância da capacitação. “Esse encontro que está sendo realizado é para orientar e capacitar os profissionais da área da saúde para que possam realizar um chamamento na população a tomar suas vacinas. No começo de abril vamos está dando início a nossa campanha de vacinação no município e é importante que os moradores de Brasiléia compareçam”, informou Felícia.

Esse evento é um preparatório para a campanha de vacinação que terá início no dia 16 de abril e encerra dia 25 de maio em todas as unidades de saúde de Brasileia, área rural e urbana, que vai atender a todas as faixas etárias de idade.  As vacinas serão aplicadas conforme publicado pelo Ministério da Saúde (MS), iniciando com as crianças de 6 meses a menores de 5 anos; Grávidas; Puérpera até 45 dias pós parto; Idosos; Profissionais da saúde. 

O evento foi realizado no Centro de Educação Permanente (Cedup), com um público alvo de 63 agentes de saúde.

Hemoacre realiza campanha de incentivo à doação de sangue na Páscoa

Um ato muito simples para expressar esse sentimento, e que pode salvar vidas, é a doação de sangue.

A Páscoa está chegando, e como ocorre em todos os anos, as famílias se reúnem para aproveitar a companhia um dos outros e demonstrar o amor, o carinho e o afeto que sentem pelo próximo. 

Mas esse sentimento de amor pode ser demonstrado de uma forma muito mais verdadeira do que trocando ovos de chocolate.

Para realizar essa boa ação é mais simples ainda. Basta comparecer ao Hemoacre, localizado na Avenida Getúlio Vargas, 2.787, bairro Vila Ivonete, que fica aberto de segunda a sábado, das 7h15 às 17h30. Para mais informações, o número de contato é o (68) 3228-1494.

O Hemoacre conta com aproximadamente 700 doações mensais, mas esse número ainda é pouco para suprir a necessidade da população, por isso há um reforço nas campanhas de incentivo e conscientização, já que quanto mais pessoas doarem, mais vidas estarão sendo salvas.

“A doação de sangue é de extrema importância, já que pode salvar vidas. Doe, hoje você ajuda alguém, mas amanhã pode ser você ou alguém da sua família que pode precisar ser ajudado”, orienta Quésia Nogueira, gerente de captação do Hemoacre.

Uma das estratégias para aumentar o estoque de bolsas de sangue são as parcerias com outras entidades. A próxima já está agendada e será com a Igreja Adventista.

A ação vai ser realizada no dia 31 de março, no Teatro Plácido de Castro, das 8 às 17 horas, e contará com apresentação de conjuntos vocais e ainda homenagens a autoridades, doadores e pessoas que em algum momento precisaram de uma doação de sangue para sobreviver.

“Essas parcerias se constituem em uma ajuda importante, porque representam aumento no nosso estoque de bolsas que, infelizmente, não é suficiente para atender as demandas das unidades de saúde”, explica Quésia.

Vale lembrar que para ser doador é necessário estar saudável, ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 apenas devem ir acompanhados de um responsável), pesar acima de 50 quilos e no ato da doação ter em mãos um documento com foto.

O doador não pode estar jejum, ter ingerido alimentos gordurosos e deve repousar no mínimo seis horas na noite anterior à doação.

Alto Acre já foi contemplado: Saúde atualiza Rede Cegonha no Acre

A meta é que os 22 municípios que constituem o estado, passem por essa atualização de plano até o dia 20 de abril.

Por Maxmone Dias 

O mês de março tem sido agitado para a equipe da Rede Cegonha. O programa, que existe desde 2011 e foi criado pelo o Sistema Único de Saúde (SUS), tem como intuito garantir à mulher o direito e atenção de atendimentos necessários durante o período de gestação.

Por isso, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre), por meio do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas (DAPE),  durante todo o mês de março, realiza a atualização do plano do programa nos municípios do interior.

A atualização do plano consiste em traçar atividades e ações que devem ser executadas em 2018, discutindo e programando atendimentos as gestantes e garantindo acompanhamento a crianças de até 02 anos.

Os municípios de Bujari, Porto Acre, Senador Guiomard, Acrelândia, Rio Branco, Capixaba, Plácido de Castro, Xapuri, Epitaciolândia, Brasileia, Santa Rosa, Sena Madureira e Manoel Urbano já foram contemplados com as reuniões de atualização.

A meta é que os 22 municípios que constituem o estado, passem por essa atualização de plano até o dia 20 de abril, para que todas as gestantes sejam atendidas no mesmo nível de qualidade e humanidade como pleiteia a Rede Cegonha.

De acordo com a coordenadora estadual do programa, Elizama Lima, a atualização do programa é importante para que o estado possa dar continuidade as ações de saúde da gestante que ocorrem em 2018. “Estamos pactuando metas para desenvolver com as gestantes do nosso estado, as ações já acontecem nas unidades de saúde, mas queremos aprimorar ainda mais esses serviços”.

Humanizar: Saúde do Acre desenvolve projeto de humanização

O projeto de acolhimento e humanização nas portas do SUS foi desenvolvido pelo Ministério da Saúde (MS), em parceria com os departamentos de humanização do país.

Por Fhaidy Acosta 

Humanizar cada vez mais a saúde no Acre é o principal objetivo de um projeto piloto que vem sendo realizado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), desde o ano passado no Hospital de Urgências e Emergências de Rio Branco, o Huerb.

A escolha da unidade de saúde não foi à toa. O Huerb atende pacientes de todo o Acre, de outros estados, como Rondônia e Amazonas, e até dos países fronteiriços, e realiza, em média, cerca de nove mil atendimentos e 600 internações ao mês, além de 55 mil exames de apoio e diagnóstico e quatro mil procedimentos cirúrgicos por ano.

Para garantir melhor assistência nesses atendimentos é desenvolvido por meio do Departamento de Humanização da Sesacre, o projeto que é contemplado pela Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde.

Antônia Gadelha, gerente de humanização da Sesacre, explica como isso acontece na prática. “Humanizar significa mudar os processos de trabalho. Isso quer dizer que estamos criando novas rotinas, novas formas de realizarmos o serviço de atendimento na unidade. O objetivo é acolher, ao invés de atender, apenas”.

Para garantir que essa política de humanização traga resultados concretos, na última semana foi realizada uma videoconferência com a coordenadora do projeto de humanização do Ministério da Saúde para o desenvolvimento do projeto no Acre.

“Humanizar é resolver o problema do paciente, não é só atender com zelo, pois isso é obrigação. Humanizar é fazer mais, é tratar o paciente como ele merece e como preconiza a lei e também como preconiza a política nacional de humanização do SUS”, acrescenta Gadelha.

Saúde realiza pesquisa sobre leishmaniose na cidade de Assis Brasil

A doença é transmitida por mosquitos infectados, com sintomas que provocam o aumento do baço e fígado, e, caso não seja tratada de forma correta, pode levar ao óbito.

Por Maxmone Dias 

Uma equipe da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), em ação conjunta com o Ministério da Saúde (MS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizou na última semana uma atividade de pesquisa, investigação e capacitação com foco em leishmaniose visceral no município de Assis Brasil, localizado na região do Alto Acre, fronteira com a Bolívia e o Peru.

A ação, organizada pelo departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Controle de Endemias da Sesacre, surgiu devido a suspeita de casos da doença no município, já que o mesmo faz fronteira com a cidade de Inãpari, no Peru, que tem registros desse tipo de leishmaniose.

Marilia Carvalho, gerente do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Controle de Endemias da Sesacre, destaca a ação conjunta com as instituições nacionais. “É uma pesquisa importante, já que demanda o envolvimento de instituições de saúde do Brasil. Tivemos também apoio de técnicos do Peru para ajudar na investigação de casos no município de Assis Brasil e Inãpari, da mesma forma que os apoiamos, pudemos também contar com a ajuda deles, então se tornou uma parceria internacional”.

O estado não tem casos de leishmaniose, mas por fazer fronteira com países que tem incidências da doença, os agentes de saúde de Assis Brasil, participaram de capacitações para identificar e entender a doença.

De acordo com técnica de endemias, Carmelinda Gonçalves, foram realizadas cerca de 200 coletas em cães para análise. É que esses animais são também afetados. “Esse tipo de leishmaniose no Acre não existe. Estamos fazendo uma vigilância ativa, por isso a importância dessa pesquisa para que possamos nos prevenir da doença já que fazemos fronteira com o Peru e a Bolívia”, disse.

Doação de órgãos: quando o amor transcende a dor da perda

A cada “SIM” de uma família, uma vida pode ser salva por meio de um transplante. Apesar do sucesso, números de transplantes podem ser maiores se as famílias optarem pela doação de órgãos.

Por Lane Valle / Assessoria

“Ela era uma pessoa amável e caridosa e autorizar a doação de seus órgãos foi uma forma de eternizar seu amor”. A frase é de Jackson Kenned do Nascimento, que perdeu a irmã de forma brutal em 2016, assassinada pelo ex-marido que não aceitava o término do relacionamento.

Quando o luto se transforma em doação, histórias como a de Jackson transcendem a dor e reacendem a esperança para centenas de pessoas que aguardam na fila de transplante por um órgão compatível para salvar suas vidas. “Minha irmã não teve chances de se defender, mas garantiu uma segunda chance de vida para alguém, o que nos conforta”. Keyla Viviane do Nascimento foi assassinada em frente à loja que trabalhava em Rio Branco.

História semelhante é da técnica de laboratório Izaura Sampaio, que perdeu a filha em abril de 2016, vítima de um acidente de trânsito. A mãe conta que a família autorizou a doação em respeito a vontade da filha que indicou o desejo de ser doadora de órgãos em suas redes sociais.

“Nada do que aconteceu poderia trazer nossa Marina de volta. Quando falaram na doação de órgãos, respeitamos a vontade dela que relatou seu desejo nas redes sociais. Infelizmente, só foi possível a doação das córneas. Marina era intensa, cheia de vida e tinha muita bondade, especialmente em ajudar o próximo. A doação foi só mais um gesto do amor que minha Marina tinha em seu coração”, relata a mãe.

A estudante de jornalismo Marina de Oliveira, que chegou a ser símbolo de campanha educativa de trânsito no Acre, tinha 23 anos de idade. A jovem seguia para o trabalho por volta das 6 horas da manhã, quando foi surpreendida por um outro veículo que invadiu a contramão em alta velocidade e colidiu de frente contra seu carro.

Dizer SIM ainda é um obstáculo a ser vencido

Apesar de histórias emocionantes que superaram a dor da perda para salvar outras vidas, no Acre os índices de rejeição à doação ainda são grandes. Mais de 70% das famílias, quando consultadas, ainda dizem “não” à doação de órgãos. Para muitos especialistas, o grande empecilho gira em torno da falta de conhecimento de saber que a morte encefálica é uma situação de irreversibilidade absoluta.

“A morte na medicina é a morte do cérebro. Quando uma pessoa chegou a essa situação, existem dois caminhos: ou os órgãos desse corpo salvam várias vidas ou se enterra esse corpo e se deixa degradar dentro do caixão. São esses caminhos que existem. Portanto, a informação é importante para que as pessoas aceitem a morte encefálica como morte, e tomem essa decisão”. A declaração é do médico hepático Tércio Genzini, uma das maiores referências em transplantes de fígado do país.

O sim das famílias já beneficiou centenas de pacientes não só do Acre, mas de outras regiões do país que recorreram ao estado em busca do transplante de órgãos. Desde a criação da Central de Transplantes no Acre, há 11 anos, mais de 320 pessoas tiveram uma segunda chance de vida, além de outros 300 transplantes realizados fora do estado, via Tratamento Fora de Domicílio (TFD).

“O transplante é capaz de gerar um gesto de amor tão bonito em um momento de tanta dor como a morte. Por isso é algo tão incrível. A aposta do governador Tião Viana, anos atrás, transformou o Acre em referência no pais”, afirma  Gemil de Abreu Júnior, Secretário Estadual de Saúde.

Saúde realizará atendimento médico especializado na regional Tarauacá

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde (Sesacre), busca melhorar a qualidade de vida de pacientes que precisam de atendimento especializado e moram no interior acreano.

Por Maxmone Dias

Exemplo desse tipo de iniciativa serão realizados atendimentos cirúrgicos e oftalmológicos com o objetivo de sanar demandas reprimidas do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) na regional Tarauacá/Envira.  Nos dias 8, 9 e 10 (quinta, sexta e sábado), o atendimento será oferecido no hospital de Tarauacá.

Já em Feijó, as consultas e cirurgias vão ser realizadas no Hospital Geral nos dias 11 e 12 (domingo e segunda-feira). A expectativa é de que sejam realizadas nos dois municípios mais de 30 cirurgias e cerca de 200 consultas oftalmológicas.

No último fim de semana, cerca de 300 pessoas tiveram atendimento médico especializado em oncologia, neurologia, pediatria, neurocirurgia e outras especialidades, no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul.

O coordenador de saúde da regional do Tarauacá/Envira, Neto Gontran, destaca o compromisso do governo com a saúde da população.

“Fizemos um planejamento conforme orientação do governo e estamos executando os atendimentos de serviços especializados nessas regiões. Essa ação tem se mostrado bem eficaz, já que só no último atendimento tivemos mais de 300 pessoas atendidas.”