Novembro Azul: um alerta para os cuidados com a saúde do homem

Quase um terço dos homens brasileiros não têm o hábito de ir ao médico regularmente (saúde preventiva). Quando adoecem então, a recusa é ainda maior em buscar atendimento nas unidades de saúde.

Consequência disso, segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é que eles vivem em média sete anos a menos que as mulheres.

Novembro, é o mês de conscientização da saúde do homem, incluindo a prevenção e o combate ao câncer de próstata. No Acre, de acordo com dados do Hospital do Câncer, em 2016 foram catalogados 56 casos de câncer de próstata (primeiro tipo mais comum entre os acreanos).

Só neste ano, até outubro, já foram registrados 52 casos. Nos últimos dez anos, 185 pacientes foram a óbito em decorrência da doença.

Visando os cuidados com esse público, desde o dia primeiro do mês intitulado “Novembro Azul”, em todos os municípios do Acre, as ações da campanha estão sendo desenvolvidas para estimular a população masculina a superar a vergonha em relação ao assunto e cuidar da saúde.

Aspectos culturais, como o machismo, têm causado diagnóstico tardio e maior dificuldade no controle da doença, segundo o urologista Mauro Trindade, que também atua como técnico da Divisão de Saúde do Homem da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). “É preciso quebrar as barreiras socioculturais que existem, sejam elas por medo, tabu ou machismo. A consequência disso é um diagnóstico tardio de uma doença, que se tratada no início teria mais chances de cura”, destaca.

Deixando o medo de lado

Dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) mostram que 20% dos pacientes são diagnosticados em estágio avançado da doença, o que faz com que a taxa de mortalidade chegue a 25% dos pacientes.

Além do alerta com a prevenção, para estimular os homens a procurar os centros de saúde, em Rio Branco, a prefeitura ampliou o atendimento em algumas unidades como parte da programação do “Novembro Azul”.

Na capital acreana, os homens podem procurar atendimento em uma das 42 Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou nas 5 Unidades de Referência de Atenção Primária (Urap) e 8 Centros de Saúde.

Na próxima sexta-feira, dia 10, por exemplo, a UBS Luana de Souza Freitas, no bairro Conquista, realizará durante toda a manhã, ações de saúde voltadas para o público masculino.

Ainda como parte da programação da campanha, a Sesacre também ampliou, em novembro, as cirurgias de vasectomia que estão sendo realizadas todas as terças-feiras, no Hospital das Clínicas.

Estado do Acre deve fornecer cadeira de rodas motorizada para paciente

Ente Público deverá conceder equipamento motorizado à paciente sob pena de multa diária de R$ 500.

A 2ª Câmara Cível denegou o efeito suspensivo e indeferiu o pedido de antecipação da tutela recursal apresentados no Agravo de Instrumento, pelo Estado do Acre. Desta forma, está mantida a obrigação do Ente Público em conceder uma cadeira de rodas motorizada à E.M.G., sob pena de multa diária de R$ 500.

A desembargadora Regina Ferrari, relatora do processo, destacou que a agravada está aguardando em fila de espera desde julho de 2016, o que evidencia a grave violação à dignidade da paciente e inaceitável a prorrogação dos infortúnios decorrentes da ausência do equipamento. A decisão foi publicada na edição n° 5.991 do Diário da Justiça Eletrônico (fl. 7 e 8).

Entenda o caso

O agravante enfatizou não existir omissão de sua parte em relação à paciente, que está devidamente cadastrada na Oficina Ortopédica do Acre, encontrando-se em 58º lugar na fila de espera. Informou ainda que no procedimento licitatório resta pendente unicamente as providências administrativas junto aos fornecedores.

O Estado do Acre alegou haver exorbitância do valor da multa, pois acarretaria o desvio de recursos destinados à sociedade, argumentou também sobre a necessidade de dilação do prazo para cumprimento da decisão.

Decisão

A desembargadora anotou que a agravada sofre de tetraplegia e necessita de cadeira de rodas motorizada para se locomover, conforme declaração médica. Então, a decisão recorrida está alicerçada diretamente no princípio constitucional da dignidade da pessoa humana e no dever estatal de prestar assistência integral à saúde.

A relatora salientou que, apesar da informação institucional comunicar ser breve o recebimento do equipamento, pelo fato de a agravada está na fase de encerramento da respectiva licitação, não é razoável supor que, até agora, muitos meses depois, ainda não se tenham realizado todos os procedimentos necessários à aquisição.

“Desde a expedição decorreu tempo suficiente inclusive para a entrega dos equipamentos pelo fornecedor, motivo pelo qual não se justifica o pedido de dilação formulado pelo Estado do Acre”, asseverou Ferrari.

Em seu voto, assinalou ser adequada à fixação de multa diária para garantir o cumprimento de obrigação imposta à Administração Pública, especialmente em matéria de direitos fundamentais à vida e à saúde. O valor da multa estabelecida para o caso de descumprimento da obrigação observa o caráter coercitivo da penalidade.

Por fim, esclareceu que o valor fixado de R$ 500 por dia não apresenta qualquer exorbitância, estando dentro dos parâmetros atualmente fixados e aceitos pelo Tribunal, e adequados ao princípio da razoabilidade, assim como a limitação estipulada na decisão recorrida a R$ 5 mil.

Por GECOM – TJAC

Uso de remédio como Omeprazol dobra risco de câncer no estômago, diz estudo

Um medicamento muito usado em todo o mundo para tratar refluxo ácido, gastrite e úlceras estomacais está associado a uma doença ainda mais grave.

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Hong Kong e da University College London, as drogas do grupo de inibidores de bomba de próton (IBP), como o Omeprazol, Pantoprazol e lansoprazol, podem aumentar em até 2,4 vezes o risco de desenvolver câncer de estômago.

Apenas no Reino Unido, são mais de 50 milhões de prescrições desse tipo de remédio todos os anos. A descoberta já tinha sido identificada pelos acadêmicos, mas nunca em um estudo que em que se eliminou uma bactéria então suspeita pelo desenvolvimento da doença.

De acordo com os pesquisadores, depois que a bactéria Helicobacter pylori foi removida, o risco de câncer estomacal aumentou na mesma dosagem e duração do tratamento com medicamentos anti-refluxo.

Eles recrutaram 63 mil adultos e compararam o uso do IBP a um outro medicamento, conhecido como H2, que também limita a produção de ácido estomacal. Os participantes selecionados foram tratados entre 2003 e 2012 e depois acompanhados por cientistas até desenvolverem câncer de estômago, morrerem ou chegarem ao final do estudo, em 2015.
Durante esse período, 3.271 pessoas receberam IBP por quase três anos, enquanto 21.729 participantes tomaram bloqueadores de H2. Um total de 153 pessoas desenvolveram câncer de estômago.

Enquanto os bloqueadores de H2 não aumentaram o risco de câncer no estômago, os IBPs mais do que dobraram as chances. Para quem fez uso diário, o risco foi 4,55 vezes maior do que para aqueles que precisaram do remédio semanalmente. Quando ministrado por mais de um ano, o risco de câncer de estômago aumentou cinco vezes, enquanto as chances foram oito vezes maiores após três anos ou mais.

O estudo recomenda aos médicos que tenham “cautela quando prescrevem IBP para uso de longo prazo, mesmo após a erradicação bem-sucedida de H plyori”.

Ao jornal “The Guardian” o professor de farmacoepidemiologia da London School of Hygiene and Tropical Medicine, Stephen Evans, disse que “muitos estudos observacionais encontraram efeitos adversos associados aos IBPs”.

“A explicação mais plausível para a totalidade da evidência sobre isso é que aqueles que recebem IBPs, e especialmente os que continuam a longo prazo, tendem a estar mais doentes de várias maneiras do que aqueles para quem esses remédios não foram prescritos.”

Por UOL

Saúde prepara encontro com secretários municipais de todo o Acre

O Ministério da Saúde, por meio de um convite da Secretaria do Estadual de Saúde (Sesacre), realiza na próxima terça-feira, 7, no auditório da Secretaria de Estado da Fazenda, o I Encontro Interfederativo de Gestores Municipais de Saúde.

 Por Maxmone Dias 

O evento será a oportunidade para que os secretários de saúde de todos os municípios acreanos, coordenadores de atenção primária e vigilância epidemiológica, equipes técnicas, gestores e demais profissionais da saúde possam conhecer a política nacional de atenção básica que recentemente passou por modificações.

Valéria Morais, gerente da Divisão de Atenção Primária da Sesacre, ressalta a integração da atenção básica e a vigilância em saúde, que é a principal novidade. “A nova política nacional de atenção básica agora faz essa integração. Antes, esses serviços eram separados e por meio do encontro, os secretários poderão conhecer essa integração e efetivar os serviços de saúde que são oferecidos pelas equipes de atenção básica”.

Além de conhecer a reformulação da Política de Atenção Básica, o evento também vai servir de espaço para discussões mais aprofundadas sobre o tema, para que assim todos possam planejar e aplicar as ações em seus municípios, assegurando que os usuários da saúde pública tenham serviços com mais qualidade.

Saúde apóia mobilização de combate à violência contra a mulher

Foi realizado a primeira reunião entre os representantes da Rede Acreana de Mulheres e Homens e a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) para discutir a parceria nas ações dos “16 dias de combate à violência contra as mulheres”.

As atividades acontecem de 20 de novembro a 6 de dezembro com uma extensão programação. Na Sesacre, haverá apoio do programa Se Liga Aí, que forma jovens multiplicadores que realizam um trabalho de conscientização com outros jovens em assuntos como consumo de drogas e álcool, sexualidade, violência e questões de gênero.

A partir do dia 20 de novembro, ações simultâneas serão realizadas para falar sobre a violência de gênero, principalmente voltada para a violência contra a mulher, serão escolhidas oito escolas de ensino médio para debater sobre o assunto e ainda, serão realizadas ações dentro dos institutos sócio educativos.

O coordenador do Se Liga Aí, Antônio Neto, fala da importância da participação do projeto nesse evento. “Quando nos convidaram, ficamos muito felizes. Queremos mostrar que os adolescentes não comungam com a prática de homens que cometem violência contra as mulheres.”

Quase 800 mamografias foram realizadas em 21 dias do Outubro Rosa

Mulheres atenderam o chamado do Outubro Rosa e estão indo ao Cecon fazer o exame de mamografia.

Em apenas 22 dias, o Centro de Controle Oncológico do Acre (Cecon) realizou 784 exames de mamografia, um número recorde para a unidade que é referência no diagnóstico do câncer de mama e do colo de útero no estado.

De acordo com a gerente do Cecon, Priscila Murad, a procura pelo exame está tão grande, que a unidade está agendando o atendimento para as pacientes que não podem esperar para serem atendidas no mesmo dia.

“Pedimos a compreensão das nossas pacientes, pois em virtude do movimento atípico no Cecon, acabou gerando uma demora no atendimento no mesmo dia. Na última sexta-feira, por exemplo, foram mais de oitenta mulheres aguardando por atendimento e todas foram atendidas e algumas agendadas para os dias subsequentes, mas quem espera é atendida sim”, garantiu.

Priscila Murad também disse que o atendimento sem agendamento será estendido para o mês de novembro, devido a grande demanda.

A direção da unidade implantou o atendimento sob livre demanda em virtude do Outubro Rosa, movimento mundial dedicado à prevenção do câncer de mama.

A dona de casa Sebastiana Alves, 62 anos, mora no Bujari e veio nesta terça-feira, 24, a Rio Branco, para fazer o exame. Mesmo com a fila grande que se formou no Cecon, ela disse que só sairia quando realizasse o exame. “Vai demorar um pouquinho, mas já estou aqui, vou aguardar um pouco, porque é necessário fazer o exame.”

Já Maria Francisca da Silva, 57 anos, pediu folga no trabalho para comparecer ao Cecon. Apesar de achar ruim o tempo de espera, também preferiu esperar. “Não posso faltar muito ao trabalho, então vou ficar aqui e fazer o meu exame.”

Portadores de Hepatites Virais do Alto Acre agora terão amparo jurídico

Aconteceu na noite de sábado dia 21 de outubro no auditório do SEBRAE em Brasiléia uma Cerimônia de Fundação da Associação dos Portadores de Hepatites do Alto Acre – APHAA.

A associação que foi registrada em cartório no dia 18 de julho deste ano, agora existe de fato e de direito, para ser a grande aliada dos inúmeros portadores comprovadamente infectados com o vírus das HEPATITES e com as centenas de pessoas que ainda vivem cada dia sem saber que estão doentes.

A Cerimônia de fundação da APHAA contou com a participação de representantes das vigilâncias sanitárias dos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, as senhoras Débora e Solange, respectivamente.

Quem também abrilhantou a Solenidade foi o casal Deda e Maria Antonia, o ex prefeito de Rodrigues Alves juntamente com sua esposa que é deputada estadual são os padrinhos dessa nova entidade.

A APHAA é uma Associação não governamental e sem fins lucrativos, com número ilimitado de sócios e duração por tempo indeterminado.

É também parte da missão da APHAA advogar pela causa, divulga-la e criar maneiras para que os portadores já diagnosticados possam recorrer a tratamentos e se curar.

Pessoas físicas e jurídicas que tenham interesse em participar da APHAA podem se associar.

A Presidente da APHAA, Neiva Badotti, falou muito emocionada sobre esse sonho realizado. “A nossa Associação veio para manter viva a busca pelo tratamento e erradicação dessa doença que afeta a maioria das famílias da nossa região do Alto Acre e do nosso estado.”

Fazem parte da diretoria da Associação: Neiva Badotti (presidente), Raimunda Lima (vice presidente), Francisca Natividade, Jacks Aroldo, Daniel Gaba, Avany Alves e Silvia Badotti.

A Fundação da Associação contou ainda com o apoio incondicional de Francisco Antonio (franco), Dr. Geraldo Matos (advogado), Dr. Aldo Damian (médico infectologista) e de Valéria Aquino (Cartório Aquino).

Missão

Identificar os portadores de Hepatites Virais na região do Alto Acre, orientá-los e os encaminhar para tratamento, além de levar conhecimento à população sobre a doença.

Visão

Erradicar as Hepatites Virais no Alto Acre e salvar vidas enquanto há tempo.

Valores

Humanidade, filantropia e dedicação à causa.

Mais uma vida é salva após transplante de rim no HC, em Rio Branco

Já com  a criação da Central de Transplantes, criada há 10 anos, já são 311 procedimentos, sendo 27 de fígado, 89 de rim e 195 de córnea.

Após 10 meses na fila de espera por um transplante de rim, o grande dia para Edione da Silva Lima, de 30 anos, chegou na manhã desta quarta-feira, 18. Edione é mais um paciente beneficiado pela política de transplantes implantada no Acre.

O Governo do Estado já viabilizou a realização de mais 600 transplantes, sendo mais de 300  procedimentos  realizados via Tratamento Fora de  Domicílio. 

O sétimo transplante de rim do ano de 2017 só foi possível graças a um gesto de amor de uma família de Mâncio Lima, distante 617 quilômetros da capital acreana, que respeitou a vontade de uma jovem de 18 anos que sempre manifestou o desejo de ser doadora de órgãos e morreu vítima de aneurisma cerebral.

“Apesar do grande número de transplantes, nossa fila de espera ainda é grande. Ainda lutamos pela conscientização e a importância da doação de órgãos, já que doar órgãos é salvar vidas.

Essa família é um exemplo, mesmo em um momento de dor pela perda de um ente querido”, destaca Regiani Ferrari, coordenadora da Central de Transplante.

Alunos de medicina em Cobija estão proibidos de entrar em sala de aula

Acadêmicos forma surpreendidos no acesso à escada por funcionários que impediam subir para a sala de aula.

Os alunos que cursam medicina na Universidade Técnica Privada Cosmos, localizada na cidade de Cobija, capital de Pando/Bolívia, foram surpreendidos mais uma vez, pela direção da instituição, ao serem praticamente barrados de entrarem nas salas de aula.

Segundo os alunos que pediram para não serem identificados, para não sofrer represálias por parte da direção, foram surpreendidos por pessoas da direção que colocaram um computador no acesso às escadas que dão acesso as salas, para que dessem seus nomes e fosse verificado se havia atraso na mensalidade.

Contam que todos já sabem que, caso estejam com alguma parcela atrasada, não poderão fazer as provas, mas, o acesso à sala de aula não poderia ser negado. Complementam dizendo que a instituição apenas vem se preocupando em fazer as cobranças das mensalidades e deixam falta o básico, como água.

Aviso dizendo o prazo para pagamento e caso não, será negado o acesso às provas e boletins (Foto: abaixo).

“Estamos passando constrangimento. Esperamos que a direção geral em Cochabamba possa tomar alguma atitude, pois, quase 100% dos alunos são brasileiros e mantém a faculdade. Já tivemos um caso como esse e haviam suspendido esse tratamento e voltaram”, reclamou um dos acadêmicos.

Em tempo, aconteceu reuniões com autoridades dos dois países para tratar desse tipo de assunto, uma vez que estrangeiros vem grandes investimentos nas instituições de ensino, além de aquecer o mercado em várias áreas.

“Infelizmente, minha família não tem condições de pagar uma faculdade no Brasil. Por isso, temos que nos sujeitar a passar por essa humilhação. Já teve professor aqui que chegou a dizerem sala de aula; vem porque quer, ninguém te chamou aqui”, desabafou.

Muitos desses alunos, as vezes são obrigados a trabalhar no hospital Roberto Galindo, plantões de até 40 horas, sem poder reclamar das humilhações que passam com alguns doutores, para que não seja prejudicado durante o curso.

Alexandre Lima / oaltoacre.com

Emendas de R$ 1 milhão vão para os hospitais de Feijó, Juruá e Brasileia

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) recebeu, a  notícia de que emendas parlamentares de autoria do deputado federal Léo de Brito foram empenhadas pelo Ministério da Saúde.

 Por Álefe Souza 

As emendas somam mais de R$ 1 milhão e vão ser destinadas à aquisição de equipamentos e material permanente para o Hospital do Juruá (R$ 213 mil), Hospital Geral de Feijó (R$ 329 mil), Hospital Raimundo Chaar, em Brasileia (R$ 223 mil), Unidade Mista de Saúde em Rodrigues Alves (R$ 95 mil) e Hospital do Câncer do Acre (R$ 276 mil). O empenho é a garantia da liberação do recurso pelo governo federal.

“O governo assume o compromisso da liberação do recurso para essa área tão importante, ainda mais se tratando do Hospital do Câncer, para o qual serão destinados mais de R$ 276 mil. Isso vai fortalecer grandemente o apoio aos pacientes que lutam contra o câncer aqui no Acre”, disse Léo de Brito.

Já o secretário de Estado de Saúde, Gemil de Abreu Júnior, fez questão de ressaltar a importância dos recursos que são liberados por meio das emendas parlamentares. “Nossa bancada federal tem sido uma grande parceira na obtenção de recursos para a saúde. Só temos que agradecer ao deputado Léo de Brito por esses importantes recursos que vão beneficiar a população.”