Leitor visita tumbas indígenas milenares

Parque nacional é pouco visitado, apesar da riqueza arqueológica’.

Tumba indígena construída há mais de 1 mil anos localizada no sul da Colômbia (Foto: Deonir Marcos Bartnik/VC no G1)

Tumba indígena construída há mais de 1 mil anos localizada no sul da Colômbia (Foto: Deonir Marcos Bartnik/VC no G1)

Chegar até o Parque Arqueológico de Tierradentro, no sul da Colômbia, em plena selva amazônica, não é uma tarefa fácil. Para quem se dispõe a recompensa vale a pena, afinal de contas não é sempre que se tem a oportunidade de conhecer tumbas de uma civilização pré-colombianaconstruídas há mais de 1.200 anos”. Essa é a dica do bancário Deonir Marcos Bartnik, 33, que viajou de moto desde Quito, no Equador, até Tierradentro. 

“O caminho que fiz foi partindo da cidade de Popayan, passando por Totoro. É uma estrada de terra de uns 90 km até o povoado de Inzá. Dali, são mais 15 km até onde estão localizadas as tumbas, também conhecidas como hipogeus”. Segundo Bartnik, o caminho de mais de 100 km é complicado e mais adequado para veículos 4×4. 

Entrada de uma das tumbas que podem ficar a até 15 metros de profundidade (Foto: Deonir Marcos Bartnik/VC no G1)

Entrada de uma das tumbas que podem
ficar a até 15 metros de profundidade
(Foto: Deonir Marcos Bartnik/VC no G1)

“As tumbas fazem parte dos costumes da civilização indígena que viveu na região entre o ano 500 e o ano 900 e que enterrava seus mortos: primeiro em covas rasas, depois transferiam as ossadas para um espaço que servia de jazigo para uma família inteira. São aproximadamente 200 tumbas, sendo que muitas delas ainda estão enterradas e ainda não foram abertas”. O internauta disse que os hipogeus apresentam formato circular e que têm de 3 a 4 metros de raio, mas podem variar segundo a posição hierárquica das famílias no grupo.
Deonir afirmou que o lugar é pouquíssimo conhecido e que no dia de sua visita era o único turista no Parque Arqueológico de Tierradentro. “Existem algumas pessoas da comunidade que trabalham nas roças e que atuam como guia turístico quando alguém chega querendo visitar as tumbas. Eles inclusive pediram minhas fotos para usarem na divulgação do parque”.
No portal oficial de turismo da Colômbia há mais informações sobre o Parque Arqueológico de Tierradentro.

Participe você também. Mande uma foto e diga por que o seu destino não tão visitado é especial para merecer uma viagem. Para enviar a sua colaboração, use a ferramenta do VC no G1. Você também pode indicar um passeio ou local menos óbvio de cidades campeãs da preferência, como Paris, Nova York e Buenos Aires – ou seja, “recomendo visitar a torre Eiffel” não vai entrar na nossa seleção.

Deonir Marcos Bartnik-Internauta, Brasília, DF

Corpo de homem é encontrado sem cabeça em frente à escola

Segundo testemunhas, vítima foi vista na noite anterior em um bar do mesmo local

Militares do 40º Batalhão da Polícia Militar foram chamados na manhã deste domingo (11) para atender uma ocorrência no bairro Barcelona, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a denúncia anônima, o corpo de um homem sem cabeça estava estendido em frente a uma escola do bairro.

homem sem cabeça estava estendido em frente a uma escola do bairro.

homem sem cabeça estava estendido em frente a uma escola do bairro.

escolaInformações preliminares davam conta de que a vítima teria aproximadamente 12 anos. No entanto, ao chegarem ao local, os policiais constataram que se tratava de Paulo Pereira dos Santos, de 33 anos. Com ele, foi localizada uma certa quantia em dinheiro, já que o homem estaria indo pagar pensão alimentícia para a ex-mulher.
Segundo relato de testemunhas, Santos foi visto pela última vez em um bar do mesmo bairro na noite anterior. Ainda não há suspeitos sobre o caso.
Fonte: R7

Células sanguíneas de 5 mil anos atrás fornecem dados sobre morte

Análise sanguínea ajuda a decifrar detalhes da múmia encontrada nos alpes italianos. Corpo é de 5,3 mil anos atrás.

Por Felipe Arruda

Células sanguíneas de 5 mil anos atrás fornecem dados sobre morte de múmia

A imagem acima parece um quadro moderno, mas trata-se, na verdade, de células sanguíneas com mais de 5 mil anos de idade, extraídas de Ötzi, uma múmia encontrada na fronteira da Áustria com a Itália e que  tem oferecido uma visão mais ampla da vida dos povos que ocupavam a Europa durante a Idade do Cobre.

As partes escuras das células indicam uma contusão muscular que ocorreu quando o homem do gelo morreu. De acordo com as hipóteses levantadas por pesquisadores, Ötzi passou dessa para a melhor poucas horas depois de ser gravemente ferido em um combate. Há evidências de que ele recebeu uma pancada tão forte na testa que o cérebro do “guerreiro” acabou se chocando contra a parte de trás do próprio crânio.

Fonte da imagem: Reprodução/South Tyrol Museum of Archaeology

Fonte da imagem: Reprodução/South Tyrol Museum of Archaeology

Para preservar ao máximo o corpo de Ötzi, a amostra de sangue foi coletada por meio de pequenos buracos que já existiam na cabeça da múmia. O exame serviu como uma espécie de registro das últimas horas desse homem, já que as proteínas são capazes de fornecer informações sobre o que está acontecendo em determinada parte do corpo.

Fonte-Springer NewScientist

Menino de 10 anos encontra múmia no sótão da casa de sua avó

O alemão Alexander Kettler descobriu a relíquia, que agora passará por avaliações que devem confirmar a idade do corpo.

Por Daiana Geremias

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6667014495114459Casa de vó é, na maioria das vezes, um ambiente mágico, cheio de mistérios aos olhos de uma criança curiosa, que encontra em cada objeto antigo uma nova história. Agora, imagine você bisbilhotando as coisas de sua avó e achando, de repente, uma múmia. Parece impossível? Bem, não é.

Alexander Kettler, um menino de apenas 10 anos, na cidade alemã de Diepholz, desbravava o sótão da casa de sua avó quando, de repente, encontrou uma caixa de madeira que, aberta, revelou uma múmia envolta em uma espécie de sarcófago com escritas hieroglíficas, típicas de povos antigos como os egípcios e os maias.

Avaliação

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Ainda não é possível afirmar se a relíquia encontrada pelo menino é original. O pai de Alexander, Lutz Wolfgang Kettler, disse que não sabia da existência da múmia e pretende levá-la até Berlim, para que possa ser mais bem analisada por especialistas no assunto.

Kettler acredita que a múmia é real, já que, segundo ele, o avô do menino costumava fazer viagens pela África nos anos 1950 e, naquela época, o comércio de múmias era relativamente comum. Ele afirma que a múmia esteve guardada no sótão por aproximadamente 40 anos e que, apesar de todo esse tempo, o material não tem cheiro ruim.

Fonte-BBC