Vídeo: O Festival do Açaí de Feijó e a dança “proibida” para menores

Durante três dias, Feijó realizou seu mais famoso evento, o Festival do Açaí.

Durante a festa foi escolhida a Garota Açaí e várias bandas e cantores se apresentaram.

Uma imagem que circula nas redes sociais e no WhatsApp, entretanto, mostra um pouco da animação no palco.

Enquanto o forró toca e o cantor anima as pessoas presentes, no palco um casal se apresenta ao público com uma dança pouco convencional, “proibida” para menores de 18 anos. 

Veja o Vídeo

3 de Julho Entrevistas 12ª Edição

Veja nesta edição a entrevista com o Vice-presidente da Câmara de Brasileia, Rozevete Honorato ele que vai contar um pouco da sua carreira política e também falará da sua experiência como vereador de primeiro mandato.

3 de Julho Entrevistas 12ª Edição

Nesta entrevista o vereador Edu Queiroz falou da sua trajetória  política, inclusive dos seus três mandatos seguidos em legislaturas anteriores, assista!!!!

Polícia volta a prender Paty Bumbum; três mulheres estão foragidas

Massoterapeuta vinha sendo investigada por procedimentos estéticos irregulares. Valéria Reis, investigada pela morte da modelo Mayara dos Santos, não foi encontrada.

Paty Bumbum é presa em casa, em Curicica (Foto: Reprodução/TV Globo)

Agentes da 42ª DP (Recreio) prenderam na manhã desta segunda-feira (6), em Curicica, Zona Oeste do Rio, a massoterapeuta Patrícia Silva dos Santos, a Paty Bumbum. Paty já tinha sido presa dia 25, por exercício ilegal da profissão, e respondia em liberdade.

Na Operação Roleta Russa, já é considerada foragida Valéria dos Santos Reis, investigada pela morte da modelo Mayara dos Santos, dia 20. Valéria não foi encontrada em casa, em Vargem Pequena.

Segundo a polícia, Paty e Valéria são sócias e agiriam desde 2015. As duas sabiam do risco, contavam com a sorte e mesmo assim faziam os procedimentos. Paty Bumbum vai responder por organização criminosa e homicídio qualificado, suspeita de envolvimento na morte de Mayara. A prisão de 30 dias servirá para esclarecer se Paty de fato está ligada à morte de Mayara.

Ohana Hindara de Lima Diniz, uma das mulheres que acompanharam Mayara no procedimento, também foi presa. Uma testemunha diz que ela levava comissão pelas indicações de pacientes pra Valéria. A polícia busca ainda Marcia Pimentel Esteves e Thaiza Pimentel Esteves, mãe e filha.

No inquérito da Delegacia do Consumidor, Paty Bumbum responde por exercício ilegal da medicina, lesão corporal e estelionato – o derivado de metacril que ela dizia aplicar nas pacientes pode ser silicone industrial.

A delegacia afirma, com base em depoimentos de duas testemunhas, que Paty e Valéria são sócias. Elas negaram à polícia que se conheciam. Essa discrepância motivou o pedido de prisão. Ao chegar à delegacia, Patrícia negou ser sócia de Valeria e afirmou que é inocente de todas as acusações.

Segundo o delegado Eduardo Freitas, titular da 42ª DP, o nome “Roleta Russa” foi dado à operação porque “ora os procedimentos davam certo, ora as pacientes sofriam necrose”.

A suspeita da polícia é Paty usava silicone industrial em seus enxertos. Ao deter Paty Bumbum na casa dela, mês passado, a polícia já tinha encontrado silicone industrial e seringas. Nesta segunda-feira, além de silicone industrial, agentes apreenderam ácido hialurônico.

Paty alegou que o ácido seria usado para preenchimento labial.

Aplicar silicone industrial em pessoas é crime contra a saúde pública. Além disso, massoterapeutas não têm permissão para realizar tais procedimentos.

Na casa de Paty Bumbum, agentes apreenderam mais silicone industrial (E) e ácido hialurônico (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Mãe e filha

Segundo a polícia, Thaiza, filha de Marcia, fazia reservas pras pacientes em dois hotéis do Recreio pra procedimentos estéticos ilegais. Do meio do ano passado até o dia 20 de julho, segundo a polícia, Thaiza fez 37 reservas nos hotéis, todas no nome dela, mas pagas por Valéria. Outras seis reservas foram feitas por Thaiza em outro hotel.

Valéria, em depoimento à polícia no dia 23 de julho, disse que Thaiza era a auxiliar dela, fazendo o controle da agenda e avaliação das pacientes.

Na casa da Márcia, foi apreendido um carimbo no nome dela como cirurgiã dentista. Pra polícia, ou esse carimbo é falso ou ela fazia a anestesia durante os procedimentos.

Modelo sabia dos riscos

Em áudio obtido pela TV Globo, a modelo Mayara, que faria aplicações nos glúteos, nas coxas e no abdômen com Valéria, contou que a aplicação seria com silicone industrial.

“Ela falou pra mim que não ia mentir pra mim, que ela joga silicone industrial mesmo, entendeu? Que ela não tem por que mentir pra mim. Falou a verdade, e vai de mim se eu quiser colocar ou não”, disse Mayara na mensagem.

Imagens de câmeras de segurança mostram Mayara chegando bem e sorridente a um hotel no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio, acompanhada de uma amiga, Thaísa Pimentel Esteves. Menos de duas horas depois, Mayara sai amparada por Ohana de Lima Diniz.

“Ohana levou a Mayara para a casa dela em vez do hospital. Ela tentou ocultar que ela estava passando mal e disse que ela foi para a casa dela comprar produtos de beleza”, afirmou o delegado Eduardo Freitas, da 42ª DP. Freitas acredita que esta pode ter sido uma tentativa de ocultar o crime. Ainda segundo o delegado, Ohana pediu Buscopan pra Mayara em casa e demorou uma hora e meia pra chamar uma ambulância.

Paty Bumbum foi presa em casa, em Curicica, na Zona Oeste do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)

Lesões e complicações

Na última quarta-feira (1), Paty prestou depoimento na Delegacia do Consumidor. Titular da Decon, Daniela Terra lembrou na ocasião que pelo menos duas vítimas apresentaram problemas em procedimentos realizados por ela.

Na segunda-feira (30), mais três clientes prestaram depoimento. Ainda de acordo com a delegada Daniela Terra, duas delas apresentavam lesões aparentes no corpo.

Na semana anterior, outras três clientes compareceram à delegacia. Uma das vítimas teve trombose em 2016; outra começou a mancar devido a fortes dores na perna três meses após fazer intervenção estética com Paty Bumbum.

Algumas testemunhas ainda serão ouvidas pela 42ª DP. Os policiais estão confrontando os depoimentos e pedem que qualquer nova vítima se apresente à policia para oferecer novos elementos à investigação.

Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo Whatsapp ou Telegram do Portal dos Procurados, no telefone (21) 98849-6099; pela Central de Atendimento, no (21) 2253-1177; através do Facebook; e pelo aplicativo Disque Denúncia RJ.

Por G1 Rio e TV Globo

Central de Alternativas Penais é implantada no Acre

O Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), implantou nesta quarta-feira, 1, a Central Integrada de Alternativas Penais em Rio Branco.

A central é o cumprimento de um dos pontos da Segurança Pública que consta no Plano de Governo 2015-18 e funcionará na sede administrativa com uma equipe multiprofissional composta por psicólogo, assistente social, auxiliar administrativo e recepcionista.

Segundo o diretor-presidente do Iapen, Aberson Carvalho, a central atuará em conjunto com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). “A central vai funcionar em conjunto com as audiências de custódia. O detento vai para a audiência e o juiz decide se ele irá para o sistema prisional ou poderá cumprir pena alternativa. Então a central decidirá a melhor forma de ele cumprir sua pena”, explicou.

De acordo com a coordenadora Madalena Silva, a finalidade da central é contribuir com o fortalecimento da política de alternativas penais e a redução da população carcerária no estado.

“A central vem ao encontro da atuação da prevenção das violências e criminalidade a partir de intervenção em fatores de risco, promovendo a proteção social ao público atendido, bem como a manutenção dos laços familiares e sociais do cumpridor de alternativas penais”, destacou Silva.

Reestruturação do sistema penitenciário

Cerca de R$ 60 milhões oriundos do Fundo Penitenciário estão sendo investidos em melhorias, o que deve impactar na abertura de mais de duas mil vagas nas unidades prisionais em todo o Estado. Os recursos aplicados em obras de reforma e ampliação também contemplam a construção de novos alojamentos para agentes em todas as unidades do estado.

As penitenciárias femininas do complexo da capital e de Tarauacá também foram inauguradas recentemente. Já os presídios de Senador Guiomard, Tarauacá e Rio Branco estão em fase avançada de reforma. Juntos, eles abrirão cerca de 1.400 vagas.

As ampliações das unidades de Sena Madureira e Cruzeiro do Sul e os pavilhões masculinos de Tarauacá e Rio Branco também estão em fase avançada e devem ser entregues antes do fim do ano.

Os investimentos de reforma e ampliação contemplam todas as sete penitenciárias estaduais, com a construção de novos blocos, espaços para atividades de educação profissionalizante e guaritas elevadas para controle de acesso. Ao todo, serão abertas 2.226 novas vagas nas unidades do estado, o que deve solucionar a superlotação e zerar o déficit carcerário.

Até dezembro, R$ 60 milhões devem ser aplicados no Sistema Penitenciário Estadual. Deste total, R$ 44 milhões foram repassados em 2017, oriundos do pagamento de penas pecuniárias que estavam sub Júdice no Supremo Tribunal Federal (STF).

Mais R$ 16 milhões foram liberados este ano, ponto presente na Carta do Acre, resultado do 1º Encontro de Governadores do Brasil pela Segurança Pública, articulado pelo governador Tião Viana e realizado em Rio Branco em outubro do ano passado.

Atriz faz piada com Bolsonaro e é ameaçada e chamada de ‘vagabunda’

Depois de compartilhar uma imagem fazendo piada com Jair Bolsonaro, Ingrid Guimarães é ameaçada e xingada por seguidores do deputado. Atriz publicou um desabafo após os ataques sofridos e se disse assustada

Dias depois de compartilhar em seu Instagram uma imagem fazendo piada com o deputado Jair Bolsonaro, Ingrid Guimarães voltou às redes para falar sobre a repercussão negativa que recebeu sobre a postagem.

Segundo a atriz, apoiadores do deputado começaram a deixar comentários ofensivos e ameaças na foto. Em depoimento publicado em seu Facebook, desabafou: “Fui atacada, ameaçada, chamada de vagabunda, global (pra alguns é xingamento), acusada de ter usado a lei rouanet (oi?) e por isso estar mancomunada com o governo, tinha até uma tenente dizendo que estava ‘de olho em mim’”.

No post, Ingrid ainda se mostrou assustada com a quantidade de gente que apoia Bolsonaro e acredita em sua campanha para a presidência nas eleições de 2018. “Se você acha que o inferno é agora, amigo, 2018 está chegando e com ele o verdadeiro golpe: o moralismo, o preconceito, o machismo e o radicalismo em um só candidato. Cheio de fãs jovens fofos que falam palavrão e chamam atrizes de puta em nome da família”, escreveu.

Horas depois da publicação, Ingrid apagou a declaração de seu perfil na rede social.

Leia na íntegra:

“Coloquei uma piadinha sobre Bolsonaro no meu insta e fui atacada, ameaçada chamada de vagabunda, global ( pra alguns é xingamento), acusada de ter usado a lei rouanet (oi?) e por isso estar mancomunada com o governo, tinha até uma tenente dizendo que estava “de olho em mim”.

Mas de tudo o que mais me chocou foi ver a quantidade de Bolsonaro pra presidente 2018.

Fui pesquisar a cara das minhas ameaças e a maioria eram jovens cristãos com instagram fofo cheio de dizeres. Tive medo e apaguei.

Pq se vc acha que o inferno é agora amigo 2018 está chegando e com ele o verdadeiro golpe: o moralismo, o preconceito, o machismo e o radicalismo em um só candidato. Cheio de fãs jovens fofos que falam palavrão e chamam atrizes de puta em nome da família. Alguém  tem contato em Portugal?”

Por pragmatismopolitico.com

Ivete Sangalo usa caderno para dividir tempo com filhos: ‘Anoto no papel’

Ivete Sangalo possui uma técnica para dividir o tempo entre os filhos.’Eu tinha muito medo de não ser a mãe que eu queria ser’, afirma.

A cantora foi convidada do ‘Encontro com Fátima Bernardes’ nesta quinta-feira (19) e entregou a preocupação com o tempo que dedica aos filhos, Marcelo, Marina e Helena: ‘Eu tenho um caderno que eu anoto para saber’. Segundo a baiana, a gravidez das gêmeas foi mais tranquila que a primeira: ‘Em Marcelo, eu tinha uma expectativa de algo que eu não conhecia, não tinha ideia do que era. Eu tinha muito medo de não ser a mãe que eu queria ser’

Ivete Sangalo entregou que se preocupa em dar atenção completa aos filhos, Marcelo, de 8 anos, e as gêmeas Marina e Helena, de cinco meses. Para dividir o tempo entre os herdeiros, a cantora tem uma técnica. “Anoto no papel: ‘ontem botei para dormir Marina, hoje tenho que botar Helena, amanhã é o Marcelo. Eu tenho um caderno que eu anoto para saber”, disse durante a participação no “Encontro com Fátima Bernardes”, nesta quinta-feira (19).

Cantora comenta diferenças entre gestações: Tinha muito medo

Fátima Bernardes questionou quais foram as diferenças entre as gravidezes e a baiana afirmou que ficou mais tranquila na segunda gestação: “É muito louco porque a gente para tentar lembrar depois que os filhos nascem, a gente esquece um pouco como a gente era. Em Marcelo, eu tinha uma expectativa de algo que eu não conhecia, não tinha ideia do que era. Eu tinha muito medo de não ser a mãe que eu queria ser. Na vez das meninas, mais madura e mais mãe, eu acho que eu tive mais calma. Mais cautelosa”.

Baiana afasta preocupação com peso:’Sou saudável’

Em recente conversa com o Purepeople, Ivete disse que não está preocupada em retornar logo ao peso antes da gravidez: “Eu assumo a minha condição de lucidez sobre a minha vida. Eu sou uma mulher saudável, sou uma mulher vaidosa dentro do limite. Quero estar linda e sem barriga, mas, se isso não é possível no meu tempo, a barriga vai ficar e vai esperar até a hora dela sair ou não. Porque isso é um casulo”. Segundo a artista, as pessoas estão sempre insatisfeitas com a aparência: “Nós, mulheres, sabemos que, enquanto você tem um cabelo lindo, você já não gosta do seu joelho e assim por diante. Cada uma de nós tem uma melhor parte, mas ninguém vai ter todas as partes. Não existe isso”. “Até quem a gente acha que está perfeito vem e diz: ‘Aí atrás da minha orelha tem uma dobra!’ Então sempre vai ser isso. É uma condição do ser humano. Acho que muitas vezes é para sair da monotonia, da rotina e tal. Eu sou uma mulher da saúde”, completou.

Plantão 3 de Julho Notícias 10ª Edição

Mulher de 39 anos é baleada no peito na zona rural de Epitaciolândia. Um homem identificado como Jaílson teria sacado um revolver calibre 22 e efetuou o disparo contra o peito da mulher.

Plantão 3 de Julho Notícias 9ª Edição

Alerta para todos os moradores da região do Alto Acre com relação as queimadas tendo em vista o verão intenso que estamos passando nesse período de Estiagem.

Com informações purepeople.com

Ivete lembra parto de Marcelo ao som de “Cachorro Louco”, no “Encontro”

Ivete também lembrou das inseguranças da primeira gravidez e de como se perguntava se seria uma boa mãe.

No “TBT” do “Encontro com Fátima Bernardes” nesta quinta-feira (19), a cantora Ivete Sangalo lembrou da gravidez do primeiro filho, Marcelo, de 9 anos, e seu parto, que foi ao som de Carlinhos Brown. A sigla é usada nas redes sociais com hashtag às quintas-feiras para lembrar de alguma coisa do passado – Throwback  thursday, a “quinta do retorno ou regresso”, em inglês.

“Na hora que ele nasceu tocava uma música de Carlinhos Brown chamada ‘Cachorro Louco’. Coloquei a caixinha de música em um lugar que o médico falou. Eu entrei no quarto ao som de Djavan. A hora que ela [a médica] falou ‘Ivete, estou vendo, tá vindo, está nascendo’, quando ela puxou aí ‘Olha o Cachorro Louco'”, contou Ivete no palco de Fátima Bernardes sobre o momento do nascimento do menino com o refrão da música de Brown.

O músico e amigo de Ivete gravou um vídeo que foi exibido no quadro em que falou do filho da cantora, que conhece pessoalmente. “O Marcelo é [sic] inteligência rítmica”, disse Brown.

Ivete também lembrou das inseguranças da primeira gravidez e de como se perguntava se seria uma boa mãe.

“Com [a gravidez de] Marcelo eu estava apreensiva porque não tinha menor ideia do que era. Perguntava toda semana à minha irmã o que era cueiro. Eu não entendia o que era ‘É o que um pano, uma fralda?’ Tinha muito medo de não ser a mãe que eu queria ser. Na segunda, quando eu tive as meninas [Helana e Marina têm cinco meses], eu era mais mãe, mais calma. Essa gravidez aí eu era uma neurótica”,afirmou sobre a gestação do primeiro filho.

Plantão 3 de Julho Notícias 10ª Edição

Mulher de 39 anos é baleada no peito na zona rural de Epitaciolândia. Um homem identificado como Jaílson teria sacado um revolver calibre 22 e efetuou o disparo contra o peito da mulher.

Plantão 3 de Julho Notícias 9ª Edição

Alerta para todos os moradores da região do Alto Acre com relação as queimadas tendo em vista o verão intenso que estamos passando nesse período de Estiagem.

Com informações tvefamosos.uol.com

Após pesar quase 200 quilos, médico de 33 anos decide mudar hábitos

Heriko Rocha iniciou o tratamento há um ano em Rio Branco e compartilha resultados na internet. Ele pretende perder mais 10 quilos para sair do quadro de obesidade mórbida.

Médico decidiu mudar hábitos e perdeu quase 50 quilos em um ano (Foto: Arquivo pessoal)

Os benefícios de uma vida saudável e poder fazer atividades comuns do dia a dia foram as principais motivações para que o médico e músico de 33 anos, Heriko Rocha, decidisse mudar de vez os hábitos alimentares e também aderir à atividade física.

Em agosto de 2017, pesando quase 200 quilos, o sinal de alerta para a saúde o fez iniciar um tratamento para eliminar os indesejáveis quilos a mais que o incluíam no quadro de obesidade mórbida. Atualmente, após quase um ano de novos hábitos, ele comemora 46,5 quilos eliminados.

De 182,5 kg, o músico passou para 136 kg. A próxima etapa do desafio é perder mais 10 quilos e sair da obesidade mórbida para depois estipular outras metas.

“Ganhei esses quilos ao longo da vida, pois sempre senti prazer em comer e, por ser sedentário e preguiçoso, a vida que estou levando hoje é 100% diferente da de 2 anos atrás. Você precisa ter foco e de ajuda pra sair da sua zona de conforto e mudar hábitos tão enraizados”, conta.

‘Ficar em pé por alguns minutos já me cansava’, diz
No início, acompanhado sempre por profissionais, o médico contou com ajuda de algumas medicações, como inibidor de apetite. Associado a isso, ele fez uma reeducação alimentar, reduzindo os carboidratos das refeições e incluindo a atividade física regular na rotina.

Rocha conta que os quilos a mais prejudicavam tanto a sua saúde, como muitas vezes a vida social.

“Chegou ao ponto que de até ficar em pé por alguns minutos já me cansava. Sempre estava com a respiração ofegante, palpitações e isso me prejudicava muito nas tarefas cotidianas. Não conseguia aproveitar os momentos de lazer ou viagens da forma que queria. Minha pressão arterial e glicose no sangue já estavam em níveis limítrofes, com alguns picos, então se continuasse assim seria questão de tempo pra eu me tornar hipertenso e diabético, já que tenho histórico familiar”, relembra.

Quando Heriko Rocha começou o tratamento pesava quase 200 quilos (Foto: Arquivo pessoal)

‘Movimentos menos restritos’

Atualmente, o músico é acompanhado por um endocrinologista, mas o primeiro passo foi encontrar uma nutricionista, que passou um plano alimentar amplo e adaptado para a rotina apertada de Rocha.

Fazendo especialização em medicina da família e comunidade, o médico corre contra o tempo. Aliado ainda à residência, ele faz uma média de três plantões noturnos semanais em urgência e emergência.

“Também sou músico e, apesar do pouco tempo que tenho disponível, faço questão de continuar tocando nos fins de semana, já que é algo que me deixa muito feliz. A falta de tempo é a maior dificuldade nesse processo, mas, mesmo assim, tento encaixar a dieta e atividade física nessa rotina”, explica.

E os benefícios dessa mudança já podem ser sentidos ao longo desses quase 12 meses. Um deles é mais disposição para fazer as tarefas do dia a dia, que não são poucas.

“Os movimentos vão ficando cada vez menos restritos e ver roupas de anos atrás caberem também é muito bom, além de ter mais opções na hora de comprar. Meus níveis de pressão arterial e exames laboratoriais agora também estão todos dentro da normalidade”, completa.

Heriko compartilha a experiência nas suas redes sociais para incentivar outras pessoas (Foto: Arquivo pessoal)

Redes sociais

Logo no início do tratamento, Rocha tentou manter um canal no Youtube, onde mostraria todo o processo de emagrecimento, porém, não tinha tempo para se dedicar ao canal. Ele então decidiu usar postagens no Instagram e Facebook para compartilhar o passo a passo dessa experiência.

“Assim como me espelhei em outras pessoas pra iniciar esse processo, sei que posso incentivar e servir de inspiração pra outras que estejam com o mesmo problema. Um dos fatores principais que influenciam na obesidade enquanto doença é o psicológico, então o incentivo é uma ferramenta muito importante nessa tomada de decisão pela melhora na qualidade de vida”, destaca.

E o médico já colhe os frutos de dividir essa rotina com quem o acompanha pelas redes sociais.

Objetivo é perder mais 10 quilos e sair da obesidade mórbida, conta o médico e músico (Foto: Arquivo pessoal)

“Muitas pessoas já vieram me agradecer pessoalmente e nas redes sociais dizendo que eu as incentivei a procurar ajuda. Fiquei surpreso, pois não sabia que minhas postagens iam ter esse alcance e importância. Isso me deixa feliz e motivado a seguir meu tratamento e compartilhar essa felicidade”, conta.

E para se manter no foco e seguir firme na nova rotina que se propôs a ter, ele contou com uma ajuda muito valiosa, a noiva Ana Lara. O médico diz que a ajuda da parceira da vida foi fundamental, e continua sendo, nesse processo de mudança.

“É muito difícil pra uma pessoa mudar seu hábito de vida para um mais saudável quando as outras pessoas da sua casa não o fazem. A chance de você desviar da dieta é muito grande. Foi fundamental minha noiva também estar realizando tratamento para emagrecer, pois nós nos ajudamos, nos cobramos e principalmente nos incentivamos. Fico feliz que ela também tenha alcançado uma perda de peso importante. E vamos seguir juntos”, finaliza.

Plantão 3 de Julho Notícias 10ª Edição

Mulher de 39 anos é baleada no peito na zona rural de Epitaciolândia. Um homem identificado como Jaílson teria sacado um revolver calibre 22 e efetuou o disparo contra o peito da mulher.

Plantão 3 de Julho Notícias 9ª Edição

Alerta para todos os moradores da região do Alto Acre com relação as queimadas tendo em vista o verão intenso que estamos passando nesse período de Estiagem.

Por Tácita Muniz, G1 Acre

Astudante trans recebe certidão com nome feminino após ação na Justiça

Elloah disse que ser chamada pelo nome masculino lhe causava constrangimento. Decisão foi dada pelo Juízo da Vara de Registros Públicos de Rio Branco.

A espera pelo novo documento foi por pouco mais de dois meses, mas, há cinco anos, Elloah Guedes, 20, teve plena consciência que nem seu nome, muito menos o seu corpo representavam sua verdadeira identidade.

Mulher trans, ela tenta se desligar do nome que usou por 20 anos. Por isso, a pedido dela, a reportagem não citou o antigo nome da estudante de enfermagem.

Aos 15 anos, ela conta que assumiu a homossexualidade. Porém, algo ainda a incomodava. “Eu tinha dificuldade para me encaixar nesse padrão gay. Não conseguia me relacionar e nem me aproximar das pessoas. Então, com 17, comecei a trocar minhas vestimentas e passei a fazer terapia hormonal por conta própria”, revela.

Elloah teve o apoio da família, sobretudo da mãe, que sempre esteve ao seu lado. Ela conta que não tem muito contato com o pai e nem com os familiares paternos.

Passado o processo de autoconhecimento, a estudante começou a se incomodar por ser tratada pelo nome masculino sempre que procurava atendimento em órgãos públicos ou unidades de saúde.

“Quando eu ia procurar serviço em órgãos públicos e chamavam meu nome, era constrangedor. E em entrevistas de emprego também acabava gerando muito constrangimento”, relembra.

Cirurgia para colocar prótese nos seios é o próximo passo
O novo documento, recebido quase no fim de junho, só a reafirma que Elloah é, de fato e de direito, a mulher que ela sempre soube ser. A mudança na certidão e o respeito pelo seu direito individual são garantias da dignidade humana.

Agora, ela pretende fazer cirurgia e também tratamento hormonal acompanhado por um especialista. As prioridades, segundo ela, são colocar silicone nos seios e rinoplastia. Ela não descarta futuramente a mudança de sexo, mas isso é algo para se pensar bem mais na frente.

“Sou uma nova pessoa e posso viver tudo que não vivi antes. Eu não era feliz, agora sou, e muito. Vou poder ser chamada pelo meu nome de verdade”, se emociona.

‘Direito de personalidade’

Há cinco dias, a Corregedoria Nacional de Justiça regulamentou o provimento número 73, que prevê a alteração das certidões sem a obrigatoriedade da comprovação da cirurgia de mudança de sexo ou decisão judicial.

A lei beneficia as pessoas trans, uma vez que, a partir dos 18 anos, podem requerer ao cartório a mudança do nome e do gênero a partir da identidade autopercebida.

O requerente deve apresentar, obrigatoriamente, documentos pessoais; comprovante de endereço; certidões negativas criminais e certidões cíveis estaduais e federais do local de residência dos últimos cinco anos. Deve apresentar ainda certidão de tabelionatos de protestos do local de residência dos últimos cinco anos e certidões das Justiças Eleitoral, do Trabalho e Militar (se for o caso).

Charles Brasil, presidente da Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil no Acre (OAB-AC), disse que a decisão já é um grande avanço.

“Essas exigências das certidões estão sendo motivo de muitos questionamentos do movimento e da advocacia diante o CNJ. A gente acha desnecessário, porque burocratiza mais a vida dessas pessoas. Mas, a partir deste provimento, os cartórios ficam obrigados a fazer a mudança no nome sem a ação judicial”, explica.

Brasil destaca ainda que garantir esse direito às pessoas trans ou intersexuais é uma forma de garantir dignidade e cidadania. “É um direito privado da dignidade humana, direito ao nome e direito de personalidade”, pontua.

Nome social

Vale lembrar que em agosto do ano passado o governo do estado do Acre sancionou uma lei que garante aos transexuais e travestis o direito de serem tratados pelo nome social durante atendimento em órgãos públicos.

A assinatura do decreto foi durante XI Semana da Diversidade do Acre e contou com diversos representantes do movimento no estado.

A Prefeitura de Rio Branco também garante, através da lei 1.594, que travestis e transexuais sejam tratados pelo nome social durante atendimento em órgãos públicos. Os servidores municipais também podem solicitar que sejam tratados pelo nome social.

Por Tácita Muniz, G1 Acre

SEPMulheres capacita Organismos de Políticas para as Mulheres, em Brasileia

Equipe da SEPMulheres esteve em todas as 4 cidades do Alto Acre na criação dos Conselhos Municipais.

Por Luciano Pontes 

A Secretaria de Estado de Políticas Públicas Para as Mulheres (SEPMulheres) tem como principal objetivo,  estruturar mecanismos de suporte às mulheres na gestão pública, nos 22 municípios. Uma de suas estratégias é a articulação com as Prefeituras Municipais para o fortalecimento de seus Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres – OPM’s e os Conselhos Municipais de Direitos das Mulheres – CMDM’s.

A SEPMulheres levou para a região do Alto Acre, que compreende os municípios de Xapuri, Epitaciolândia, Brasileia e Assis Brasil, a capacitação para as equipes das OPM’s. A secretária Concita Maia participou da  posse das conselheiras Municipais dos Direitos da Mulher de cada uma das 4 cidades.

Essa agenda tem como objetivo qualificar a atuação da gestão municipal para as mulheres, assim como o controle social e a participação da sociedade civil. Foram discutidas questões como os Planos Municipais de Políticas para as Mulheres e o acompanhamento dos casos, assim como a prevenção a violência.

A SEPMulheres lançou também nos municípios a “Campanha Quem Ama, Abraça” na Comunidade, pelo fim das relações abusivas. Toda essa ação foi possível devido ao apoio da Secretaria de Desenvolvimento Para Segurança Social (SEDS) e das emendas parlamentares do deputado Raimundo Angelim.

Para Edinilce Nicácio, presidenta eleita do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Xapuri – CMDM, os desafios pela frente são grandes, mas a entidade estará fortalecida. “Acredito que todas nós, juntas, possamos fazer um excelente trabalho na defesa dos direitos da mulher xapuriense. Antes estávamos um pouco apáticas, mas com a implantação do Conselho e com a força que nós temos, acredito nessa garantia dos direitos dessas mulheres que sofrem com violência todos os dias dentro de suas casas e que muitas vezes se tornam invisíveis”, disse Edinilce.

A vice-prefeita de Xapuri, Maria Auxiliadora, esteve durante toda a capacitação e destacou: “Diante de alguns acontecimentos que presenciamos no dia a dia, vemos que os desafios são muitos e fica difícil tomar uma decisão quando você não tem um conselho atuante. Acredito que a partir desse momento as mulheres irão se sentir mais representadas e mais seguras. Iremos fazer com que as mulheres busquem ajuda através desse conselho”, destacou a vice-prefeita.

A perspectiva da capacitação foi de favorecer o desenvolvimento de ações em favor do atendimento especializado da mulher, o empoderamento do papel dos Conselhos Municipais da Mulher, fomentando sua criação nos municípios que ainda não o possuem, bem como fortalecer sua importância em prol da materialização do processo de construção das políticas públicas para as mulheres, principalmente no enfrentamento da violência e também na promoção de autonomia financeira.

“Para nós é uma honra poder estar no Alto Acre, em Xapuri, Brasileia, Epitaciolândia e Assis Brasil, lançando a campanha Quem Ama Abraça na Comunidade, que é uma ação de enfrentamento a violência contra as mulheres, falando sobre relacionamentos abusivos e participando desse momento histórico para as mulheres dos municípios do Alto Acre, que foi a posse do Conselho Municipal do Direito da Mulher de cada município”, destacou a secretária da SEPMulheres, Concita Maia.

De acordo a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, as discussões voltadas à mulher contribuem para a redução das desigualdades, ampliam o respeito à diversidade, como também à solidariedade e justiça social.

“Esse enfrentamento é necessário para que possamos conscientizar toda a sociedade, não vamos esperar para se indignar que a gente sofra esse tipo de violência, ou que algum parente, ou amiga sofra esse tipo de agressão para que nos mobilizemos. Hoje Brasileia dá um importante passo para que possamos agir e dizer que o município abraça a causa das mulheres”, destacou Fernanda.

As ações de capacitação seguem agora para as regiões do Baixo Acre, Tarauacá/Envira e Juruá, atendendo assim até mesmo os municípios mais distantes do estado.

3 de Julho Entrevistas 7ª Edição

Veja a entrevista com a Prefeita de Brasileia Fernanda Hassem que fala do andamento das obras que estão sendo realizadas no município, da arrecadação do IPTU, das programações em comemoração ao aniversário de Brasileia e outros assuntos.

Medo e opressão: as marcas de um relacionamento abusivo

As palavras que ele me dizia machucavam muito. Eu preferia levar um tapa, quem sabe assim conseguisse esquecer. Tudo que foi dito abriu uma ferida dentro de mim.

O relato é da artesã acreana Francisca Silva, 44 anos, vítima de um relacionamento abusivo por 16 anos.

O trato hostil do marido se agravou bastante após meia década de casamento. O que antes era naturalizado, por se tratar do “jeito dele”, expressou-se de maneira mais contundente: violência psicológica e moral.

“Ele dizia que eu era velha e gorda, mas uma das piores coisas era quando falava que arranjaria uma pessoa mais nova, porque eu não dava mais cria [pudesse engravidar]. Isso até hoje não consegui esquecer totalmente”, relembra Francisca, que ao procurar ajuda médica se deparou com as acusações de que não estava doente e inventava tudo para sair de casa.

As cores do esmalte e do batom também passavam pelo crivo do agressor. “Se eu pintasse as unhas ou a boca com cores mais fortes, ele dizia que era jeito de vagabunda, de prostituta. Uma vez cortei o cabelo, e ao chegar em casa ouvi que o restante seria cortado de terçado [facão]”.

E foi assim que artesã viu o sonho do casamento feliz se transformar em um pesadelo. Oprimida, ela pensou em desistir várias vezes. “Pensava em parar de viver. Já não conseguia mais ficar sozinha e aos poucos parei de sair de casa.”

A ausência de agressão física não torna a relação abusiva menos nociva. De acordo com a psicóloga Talita Montysuma, os relatos de maus-tratos psíquicos estão sempre disfarçados de amor.

“Tudo que tira a individualidade e a liberdade da pessoa ao lado é abusivo. Coisas comuns e corriqueiras como mexer no celular, controle de horários, costumes, roupas, entre outras práticas, são características de atitudes abusivas que se intensificam com os xingamentos e, às vezes, cárcere privado”, alerta a profissional.

Ajuda especializada

O medo, a angústia e a depressão passaram a assolar a vida de Francisca. Encorajada pelos filhos e pela vontade de ser feliz, decidiu procurar ajuda no Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) – a cidade não é mencionada na reportagem para preservar a imagem da vítima.

“Teve um momento em que eu não aguentei mais e decidi buscar ajuda. Foi aí que conheci as meninas do Ceam. Iniciei um tratamento psicológico, e o acolhimento recebido fez toda a diferença na minha vida”, reconhece a vítima, que precisou tomar antidepressivos por dois anos.

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Políticas para Mulheres (SEPMulheres), implementou centros de atendimento nas regionais do Alto e Baixo Acre, Purus e Vale do Juruá. Nesses locais, o público feminino desfruta de um serviço de acolhimento profissional e acesso gratuito à assistência social, psicológica e jurídica.

A gestora da SEPMulheres, Concita Maia, é enfática ao afirmar que, em situações de relacionamento abusivo, o Estado mete a colher. “Temos que dar resposta à sociedade com políticas públicas e ações afirmativas. Nesse sentido, encabeçamos a campanha ‘Quem Ama Abraça na Comunidade’, com o propósito de fomentar o debate e levar informação, pois elas salvam vidas”, salientou.

Desde 2006, o Brasil dispõe de uma das legislações mais completas no enfrentamento à violência contra a mulher: a Lei Maria da Penha. Em março de 2015, o instrumento jurídico ganhou reforço com a sanção, pela então presidente Dilma Rousseff, da Lei do Feminicídio.

Ainda assim, o Brasil encontra-se entre os dez países com maior taxa de violência contra a mulher, ocupando a quinta posição no ranking do Mapa da Violência, divulgado no ano passado. O machismo alimenta esse cenário, ressalta Concita: “Nossa luta é por equidade de gênero e respeito”.

O recomeço

O auxílio médico foi determinante para a recuperação de Francisca, divorciada há três anos. “Aquele pensamento que eu tinha saiu: ‘Você é mais forte e consegue’, fui colocando isso na minha mente. Hoje, compreendo que não vale a pena viver uma relação abusiva só para criar os filhos próximos ao marido e dizer que tenho uma família”.

Ao romper o ciclo de violência, a artesã se lançou para o mercado de trabalho. Hoje é gestora pública e atua na promoção de oficinas de arte (reciclagem de produtos) às comunidades em situação de vulnerabilidade social.

Com o emprego conseguiu comprar a casa própria, onde mora com os dois filhos mais novos. O primogênito é casado. As marcas de um relacionamento abusivo ainda atormentam o imaginário da acreana, que utiliza as memórias para empoderar outras vítimas.

A Francisca de hoje é uma guerreira que aconselha outras mulheres de que não vale a pena seguir sendo maltratada. Primeiramente, você precisa se amar do jeito que é, pois só assim se alcança a felicidade. A Francisca de hoje é uma águia, que mesmo no fundo do poço, com todas as penas caídas, recomeçou. Deus coloca as pessoas no caminho da gente, mas quando percorremos em grupo torna-se breve e proveitoso. Busque ajuda, denuncie

Por agencia.ac