Fogos de artifício matam cachorro; postagem viraliza na internet

Dona postou foto com o cão, que morreu em consequência dos fogos de ano novo.

A virada do ano não foi de festa e alegria para uma família que perdeu sua cachorrinha durante os fogos de artifício estourados na passagem do ano. A cadela faleceu durante essa madrugada, e sua dona, Nunes Tha, fez uma publicação no Facebook relatando o ocorrido.

A publicação viralizou muito rápido, e dez horas após postada, já tinha passado dos 17 mil compartilhamentos e recebido 6 mil comentários. A maior parte da repercussão foi de usuários que se solidarizavam com a dona da cachorra e enviavam condolências. Mas houve alguns que a acusaram de falta de cuidados e estranharam a história. Vários outros usuários relataram ter passado pela mesma triste situação.

O Bhaz tentou contato com Nunes, mas não obteve resposta.

Preparando o ambiente

Para evitar problemas como o ocorrido com o cão de Nunes Tha, a recomendação dos especialistas é de se criar um ambiente seguro para os animais de estimação, para minimizar os riscos de fuga ou para evitar que eles se machuquem.  “A nossa capacidade humana de perceber o mundo não é a mesma dos animais. A sensibilidade de audição e visão pode ser mais ou menos apurada para cada espécie. Nós temos um gradiente de cores muito mais complexo que a maioria dos animais, mas a percepção auditiva deles é mais apurada que a nossa”, disse a médica veterinária Vânia Plaza Nunes, diretora técnica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e especialista em comportamento e bem-estar animal.

Os riscos para os animais, segundo Vânia, são vários. A luz e o brilho dos fogos de artifícios podem causar mais impacto nos animais noturnos por exemplo, como os morcegos e os gatos. Para o olfato, as bombas e fogos também são prejudiciais, pois liberam pólvora e outras substâncias químicas e metais. Mesmo quando os fogos são disparados de balsas no mar, como no Rio de Janeiro, as substâncias se depositam na água, onde também há muitas espécies de animais.

Segundo ela, com antecedência, é possível preparar um ambiente confortável para o animal de estimação e, aos poucos, ir acostumando-o com esse ambiente. É importante não deixar objetos que ele possa derrubar e não deixar portas ou janelas abertas, mas evitando que o ambiente fique excessivamente aquecido. Também existem os feromônios de apaziguamento, que podem ser colocados no ambiente para deixá-lo mais harmônico. Essas substâncias podem ser encontradas nas boas casas de produtos veterinários.

Para cães e gatos não é recomendado administrar calmantes, mas, uma semana antes do réveillon, eles podem usar florais de Bach, que são extratos naturais que ajudam a acalmar. “E sempre que possível, procurar orientação do veterinário”, disse Vânia. A especialista recomenda ainda colocar uma música ambiente em uma intensidade que vai competir um pouco com o som externo. “E, se possível, a pessoa pode ficar junto, porque a companhia acalma o animal. Mas tomando cuidado para não reforçar o comportamento de medo para o animal”, explicou.

Existe ainda uma técnica de enfaixar o cachorro, que funciona como um abraço e pode trazer tranquilidade nos ambientes hostis. Segundo Vânia, a faixa levemente elástica deve passar pelo peito do cão e cruzar e amarrar nas costas.

Redação Bhaz, com Agência Brasil

A partir desta idade, você é considerado velho demais para balada

Chegar aos 37 anos é como receber uma segunda carta de Hogwarts. Mas ao invés da mensagem da coruja ser um convite para uma escola de magia, ela traz um aviso: já está na hora de parar com essa história de cair na noitada.

Antes de sair esbravejando contra a ciência, saiba que as baladas que você frequenta provavelmente estão cheias de pessoas que pensam exatamente assim – ou vão pensar algum dia.

Ter pique para continuar frequentando casas noturnas aos 37 foi considerado “trágico” para boa parte dos 5 mil entrevistados de um estudo britânico.

Segundo 37% das cobaias, não há nada mais deprimente do que ter mais de 40 e permanecer rodeado de jovens de 20 em bares ou pistas de dança.

A nova pesquisa demonstrou que, de acordo com os participantes, os 31 anos são a idade perfeita para começar a deixar de lado essa ideia de curtir a noite.

Nessa época, o combo filme + cobertor pareceu mais atraente que qualquer outro programa para quase metade deles.

Com informações da Super Abril

Pesquisador libanês fará palestra sobre participação social no mundo digital

É importante entender mundo o digital como um ecossistema e não só como uma tecnologia de que possamos nos servir para fazer circular a informação.

 Por  Arison Jardim / Assessoria 

“Eu acho que no ambiente digital há muitos riscos e desafios, mas oportunidades e vantagens no objetivo de construir uma nova comunidade, onde populações com dificuldades na vida podem achar espaço para falar, se reconstruir e sair das dificuldades deles.” Assim, Hadi Saba Ayon explica, em resumo, sua visão do mundo digital.

Doutor em Ciências da Informação e da Comunicação pela Universidade do Havre, na França, Hadi está com a família em Rio Branco, no Acre, e nesta quarta-feira, 27, fará a palestra “Da interação simbólica ao rastro digital: a arquitetura da informação para uma participação social em redes”. A conversa será às 15 horas, na Biblioteca Pública do Acre, centro de Rio Branco.

O teórico, que se denomina interacionista, está desde o fim dos anos 2000 estudando a relação de nossa sociedade com o mundo digital. Em 2014, após longo caminho de pesquisa e análises, finalizou seu doutorado com a tese “Rastros digitais, discriminação e recrutamento na Alta Normandia: a situação das pessoas com limitação funcional psíquica”.

Em seu trabalho, Hadi traça uma análise de como o ambiente digital pode se tornar uma ferramenta de inclusão social. “O mundo digital, como cultura, oferece facilidades para se distanciar da interação face a face e realizar uma nova comunicação baseada no gerenciamento dos rastros digitais”, explica Hadi, em artigo publicado pela Universidade Federal do Acre (Ufac), em 2015, na revista Tropos: Comunicação, Sociedade e Cultura.

Trajetória

Hadi, casado com a jornalista acreana Marie-Claire Feghali, trabalhou também como jornalista no Líbano entre os anos de 2005 e 2009, quando passou para o mundo acadêmico.

Em uma conversa com a Agência Notícias do Acre, na casa de familiares em Rio Branco, o pesquisador falou um pouco sobre o tema que abordará nesta quarta-feira, quando falará para um público diverso.

Apesar de ter uma pesquisa focada em pessoas com limitação funcional psíquica, Hadi, com sua voz suave e bem tranquila, apresenta uma imagem do mundo binário da web e informática um pouco mais ampla. Ele nos mostra o mundo digital como um ambiente sempre em mudança e com muitas possibilidades de aprendizado.

“Eu acho que a ideia de entender o digital, não só como uma tecnologia ou como um suporte, ou como mídia só para transferir a mensagem, falar de política e outras coisas, mas especialmente como um ambiente que nós precisamos construir, fazermos juntos. O digital é um ambiente onde nós moramos, temos nossas atividades e estamos aprendendo também”, declara.

Longe da generalização do debate, Hadi é seguidor da corrente teórica Interacionismo e faz questão de explicar que não tem uma resposta simplista para mudar o mundo, nem mesmo o digital, mas acredita na mudança pequena como motor para a construção de uma sociedade mais consciente. “Para mim, colocar essa energia em esforços pequenos pode ter consequência grandes e positivas sobre a vida individual e da comunidade”, explica.

Seguindo essa lógica, ele traz uma visão sobre a importância à coisa comum para quem está dentro desse ecossistema: “O digital nos ensina também que a informação é comum. Não vale a pena hoje esconder uma informação, porque nós moramos em um tsuname da informação. É muito difícil para nós hoje de escolher a boa informação e de saber o que queremos, estamos sendo bombardeados pela informação, todo o tempo e em todos os lugares”.

Com isso, Hadi quer nos demonstrar que a informação comum seria um “recurso gerenciado por uma comunidade de partilha que se auto-organiza para colocar esse recurso em bem comum, gerir as condições de acesso, e para proteger contra os vários riscos que a ameaçam”, como explica sua publicação para a Revista Tropos, da Ufac.

Para Hadi, abordar a informação neste contexto faz parte de uma estratégia de ação no mundo digital. “O mais díficil hoje é entender como escolher a boa informação e como vamos usar essa informação. A ideia do comum é importante para fazer dessa informação, uma informação comum. Não no senso de só compartilhar com os outros, mas no sentido de fazer uma memória”, explica.

Em um ambiente com tanta mudança e informação falsa e inútil, o pesquisador aponta a memorização de seu rastro digital uma importante atividade a se realizar na interação desse ecossistema cheio de códigos binários, que é a web. “É importante memorizar a informação boa e útil para ficar e ser usada pelos outros, porque também o digital nos ensina que deixamos muitos rastros digitais em todas as nossas atividades. Mas muito desses rastros ficam perdidos, é difícil de achá-los se a gente não organiza, seleciona, memoriza”, diz.

Durante a palestra, o público poderá se aprofundar ainda mais nesta web, que Hadi considera um ambiente no qual aprendemos e habitamos. “Saber criar e gerir a sua presença digital torna-se uma condição principal para morar no digital com os riscos mínimos possíveis”, alerta o autor.

Dirigir em dias chuvosos exige cuidados redobrados evitando imprevistos

Entre os vilões dos motorista está a aquaplanagem, que pode tirar o veículo do solo, e deixar as rodas viradas para cima.

Entre dezembro e abril, as chuvas são parte do cotidiano do Acre. Diante disso, redobrar a atenção no trânsito é essencial, principalmente para evitar acidentes e garantir a segurança de motoristas e passageiros. 

“No momento da chuva forte o ideal é encostar o carro, já que a visibilidade diminui bastante, mas se realmente houver necessidade de transitar é preciso reduzir a velocidade e acender o farol baixo para facilitar que outros condutores vejam que você está passando”, afirma o agente de trânsito da Coordenadoria Integrada de Fiscalização de Trânsito (Ciftran), Bruno Lopes.

É importante também manter mais distância ente os veículos em movimento, evitar freadas bruscas, ligar o desembaçador e limpador de para-brisa na velocidade correta, só ultrapassar com segurança, além de ter redobrar a atenção com os pedestres.

Dicas para motociclistas

Para os motociclistas é ainda mais perigoso transitar no momento de chuvas. Por causa da sujeira nas vias, vale a pena tomar mais cuidado nos primeiros minutos de chuva, quando existe risco da moto escorregar. Portanto, não se deve subestimar qualquer tipo de chuva, mesmo as leves.

“Sob chuva, deve-se adotar uma postura adequada na moto. Nas curvas fechadas, o ideal é inclinar o corpo mais do que a linha da motocicleta. E nas abertas, a inclinação da moto deve ser a minima possível”, enfatiza Lopes.

Reduzir a velocidade e evitar desvios repentinos também são atitudes necessários para pilotar moto na chuva, bem como nunca fazer movimentos bruscos, o que pode causar desequilíbrio da motocicleta.

Manter uma distância segura do carro da frente e usar a trilha deixada pelos pneus dos carros é outra dica para quem tiver que pegar chuva pilotando uma moto.

Na estrada

De acordo com o Departamento de Trânsito (Detran), o número de acidentes nas estradas, em períodos chuvosos, aumenta em 30%. Os fatores que contribuem para esse dado são principalmente o asfalto escorregadio e a pouca visibilidade, assim como a imprudência e falta de cuidado dos motoristas.

“Na estrada os limites de velocidade permitidos são mais altos, porém durante a chuva os condutores devem evitar acelerar demais”, conclui Lopes.

Humanização inicia oitava edição do Arte Cura na Upa Via Verde

Projeto Arte Cura leva alegria aos pacientes e pessoas que procuram o serviço público de saúde.

Com o objetivo de inserir arte e atividades lúdicas como um reforço terapêutico nos ambientes hospitalares, teve início nesta terça-feira, 19, a oitava edição do Arte Cura, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Via Verde, no Segundo Distrito.

O projeto é iniciativa do governo do Estado, por meio da Diretoria de Humanização da Secretaria da Gestão Administrativa (SGA). A abertura contou com apresentações musicais e teatrais, e também a presença da diretora de Humanização, Elineide Meireles.

“É uma ação muito querida pelos servidores públicos e a população”, conta a diretora. “O Arte Cura traz a linguagem da arte, com música, teatro, contação de histórias e etc. É uma forma de melhorar o ambiente hospitalar e ajudar o paciente com alegria e fortalecimento interno”, completa.

Pela primeira vez na UPA do Segundo Distrito, o programa atuará durante cinco meses, propondo atividades lúdicas, como teatro, semanas temáticas, oficinas, dobraduras e musicoterapia, usados como mecanismo de interação e comunicação entre paciente e servidores, favorecendo o bem-estar durante o período de internação no hospital e a diminuição do estresse diário.

“É com muita alegria que recebemos o Arte Cura na unidade”, expõe Simone Prado, diretora da UPA. “Nós sabemos que a arte também pode curar, e estamos felizes com esta parceria”, conclui.

Além dos pacientes, o projeto também contemplará os servidores e colaboradores da unidade, que poderão participar das atividades e oficinas.

Na Semana Chico Mendes, debate marca práticas sustentáveis no Acre

Debate sobre práticas sustentáveis e participativas teve como base a experiência do Acre e sua participação na Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas.

Como parte da programação da Semana Chico Mendes, foi realizado na tarde desta terça-feira, 20, no auditório da Biblioteca da Floresta, um debate sobre práticas sustentáveis e participativas, tendo como base a experiência do Acre e sua participação na Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas (COP) deste ano, na Alemanha.

Participaram do debate a presidente do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), Magaly Medeiros, o assessor especial dos Povos Indígenas, Zezinho Kaxinawá, ambos participantes da COP23, além da estudante de engenharia florestal, Ana Clara, e a representante da Associação dos Professores Indígenas, Alana Manchineri.

Magaly Medeiros ressaltou como a figura do seringueiro e ambientalista Chico Mendes conseguiu mobilizar o mundo na ideia de que homem e floresta podem conviver sem práticas predatórias. E a COP foi esse momento de discutir desenvolvimento com preservação ambiental.

“Hoje o Acre está na vanguarda de políticas ambientais e da discussão do clima. Somos o único estado do país com um IMC e chegamos na COP23 com uma redução de 64% no desmatamento ilegal nos últimos doze anos, apostando em desenvolvimento econômico e social aliado a preservação ambiental”, conta Magaly.

O assessor dos povos indígenas, Zezinho Kaxinawá, destacou ainda como hoje todos os povos indígenas tem tomado contrapartida nas tomadas de decisões de políticas públicas no governo do Acre, seguido pelas preocupações de Alana Manchineri sobre como práticas predatórias no mundo todo afetam populações tradicionais.

A estudante de engenharia Ana Clara enriqueceu ainda o debate destacando preocupações com aberturas na legislação federal que podem prejudicar e trazer retrocessos na política nacional de preservação ambiental.

Apaixonado viaja para ver namorada da web, mas é rejeitado: Ele é pobre

O britânico Glyn Thomas Bailey conversou por seis meses com a dominicana Wilfa Soto Peguero pela internet quando decidiu deixar seu país e visitá-la na América Central.

O que ela não esperava é que o homem havia comprado apenas uma passagem de ida, acreditando que viveriam juntos. Além disso, ao chegar no aeroporto, ele afirmou que estava falido e não poderia ajudar Wilfa e os quatro filhos dela.

Ao chegar em casa, a mulher postou um vídeo no Facebook fazendo um apelo. “Peço ajuda. Não posso ficar com esse homem em casa. Não tenho recursos. Ele também não. Afinal, disse que é pobre”. Agora, Glyn tenta conseguir apoio da embaixada para conseguir volta ao País de Gales.

O caso ganhou a imprensa da República Dominicana e a Europa, principalmente pelo apelo desesperado de Soto Peguero. “Não tenho como alimentar esse homem. Vivo numa casa alugada, numa comunidade carente. Ele se ofereceu para cuidar dos meus filhos, mas agora me diz que está sem dinheiro. Não quero que fique na minha casa. Não tenho recursos para comprar uma passagem de volta pra ele”.

Bailey não fala espanhol e usava o Google Tradutor para se comunicar. O homem afirma que não tem família em sua terra de origem e que teve problemas financeiros recentes que o impedem de garantir qualquer auxílio à família dominicana. Para Wilfa, a versão é outra: “Veio para o país querendo ficar de graça na minha casa. Achava que iria me namorar. Não rolou nada entre nós. Só amizade pela internet. Não devia ter aceitado quando ele propôs me visitar”.

O galês está ficando na casa de vizinhos enquanto não resolve o imbróglio. “Eu não estrava procurando por um homem que fosse rico. Simplesmente o conheci na internet, em salas de bate papo, e simpatizei com ele”, garante a mulher. Ao ser acusada de tentar dar um golpe no homem, ela já garantiu a resposta na ponta da língua: “Prefiro ser uma pobre feliz do que uma rica infeliz”.

Um jornal de Santo Domingo, capital da República Dominicana, afirma que a embaixada já contatou o homem, ofereceu ajuda e “está em contato com as autoridades locais para resolver a questão”.

(Com informações do portal Metrópoles)

Entardecer Feminista encerra campanha dos 16 Dias de Ativismo no Acre

O Entardecer Feminista enaltecendo o protagonismo das mulheres na sociedade. O sarau encerra a campanha pelo Fim da Violência contra a Mulher.

 Por Maria Meirelles / Assessoria 

“Porque juntas somos mais fortes”. É com o sentimento de sororidade (união entre as mulheres) que o Movimento de Mulheres do Acre realiza neste domingo, 10, o Entardecer Feminista – evento que encerra a campanha mundial “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher”.

O sarau se inicia às 16 horas e será promovido na Casinha Ocupação Cultural, localizada no Parque da Maternidade – Rua Granada, número 50, em Rio Branco. A atividade de cunho político, social e cultural promove a visibilidade das vozes femininas, enaltecendo o protagonismo das mulheres na sociedade.

Aberto ao público, o Entardecer Feminista dispõe de uma programação recheada de muitas apresentações artísticas: músicas, danças e poesias. No local também serão promovidos: sebo literário, bazar, exposição fotográfica, batucada e oficinas sobre a história do feminismo, tipos de violência, cultura do estupro, entre outros temas.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 181, que põe em risco as formas de aborto atualmente permitidas no Código Penal, está entre as bandeiras de luta e resistência do Movimento Feminista no Acre e será debatida no encontro.

“Esse sarau encerra os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulher, que é uma agenda internacional, mais de 100 países já desenvolvem. O Entardecer também chama a atenção para a Marcha Mundial de Mulheres do Acre, que ocorre em março, com o intuito de arrecadar dinheiro para o fundo do movimento, mas especialmente dar visibilidade ao protagonismo das mulheres”, explica a feminista Isma Fernanda Moreira.

Concita Maia, secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, ressalta a importância do movimento social na construção de uma sociedade com equidade de gênero. “Mais uma vez as mulheres são protagonistas de uma nova sociedade, mostrando sua força nesse momento de muitos retrocessos sociais que enfrentamos no país. Nós, da SEPMulhres, somo sempre parcerias”, frisou.

16 Dias de Ativismo

A campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher” iniciou em 1991, no Centro de Liderança Global de Mulheres(Center for Women’s Global Leadership – CWGL), com o intuito de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo.

O período escolhido para a Campanha é bastante simbólico, já que se inicia no dia 25 de novembro – declarado como o Dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres – e finaliza no dia 10 de dezembro – dia Internacional dos Direitos Humanos. Desta forma, é feita uma vinculação entre a luta pela não violência contra as mulheres e a defesa dos direitos humanos.

No Estado, as atividades relacionadas à campanha são promovidas pela Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SEPMulheres) e demais Organismo de Políticas para Mulheres (OPMs) municipais.

Grazi Massafera evita bens materiais como presente de Natal para filha:’Passeio’

'Estamos em uma era em que é preciso ter', ponderou a atriz Grazi Massafera é sempre vista em momentos divertidos ao lado da filha, Sofia.

Cuidadosa com a educação da menina, de 5 anos, fruto de seu casamento com Cauã Reymond, a atriz evita ficar no celular quando está com a herdeira e tem tentado não estimular o consumismo dela. "Em vez de comprar um presente, eu tenho tentado criar momentos especiais. Isso vale, inclusive, para a Sofia. Eu prefiro dar de presente um momento nosso, um passeio em uma fazendinha, por exemplo, algo que vamos viver juntas. Estamos em uma era em que é preciso ter. Saciou, quero outro. Saciou, quero outro. Então, nada melhor que valorizar os momentos", explicou a estrela da campanha de Natal da Ferrero Rocher.

Temos ritual de montar a árvore, explicou

Mãe e filha também se divertem em uma tradição natalina. "Temos um ritual de montar a árvore de Natal e decorar a casa juntas. É um momento alegre e quero que continue por muito tempo, que ela sempre valorize isso", explicou a atriz, que rejeita o comportamento de Clara em "O Outro Lado do Paraíso", acrescentando: "No ano passado não teve uma árvore grande, pois eu estava me mudando, mas fiz questão de ter pelo menos uma árvore pequenininha no apartamento novo. Comprei um pinheirinho natural e fiz com ela. Teve um outro ano em que montamos uma árvore cheia de fotos especiais. Fotos dela, minha, da família, foram fotos do ano todo! Foi a árvore mais bonita e quando você chegava perto, ficava relembrando o ano todo". A presença da mãe, Cleusa, que a incentivou a continuar na carreira de atriz, também foi destacada: "Para mim, é um presente a minha mãe vir para o Rio ficar comigo. Ou mesmo quando ela faz uma toalha de crochê a mão. Isso é o tipo de coisa que eu amo, pois tem valor, significado".

Atriz brinca sobre habilidades na cozinha: Talento pra comer

Com planos de tirar um ano sabático ao fim da novela, Grazi brincou sobre seus dotes culinários. "Eu tenho talento mesmo para comer! Eu valorizo muito quem cozinha! Eu adoro ficar perto de quem está cozinhando. Fica ali do lado conversando, beliscando. Fico mais com o toque especial, como no vídeo", disse, referindo-se à campanha publicitária. No entanto, a maternidade trouxe para a artista interesse temporário pela cozinha: "Quando eu estava grávida, fiz um curso de comida ayuveda. Aprendi a fazer um prato bonitinho, repeti várias vezes em casa, mas depois parei".

Fonte: purepeople.com

Luciano Huck faz declaração nos 44 anos de Angélica: ‘Amor da minha vida’

Marina Ruy Barbosa e Bruna Marquezine também prestaram homenagem à apresentadora: 'Sua energia contagia'

Mês de comemoração para Angélica! Depois de celebrar os 10 anos do filho Benício, a apresentadora agora está festejando seu aniversário de 44 anos. No Instagram, a loira ganhou homenagem do marido, Luciano Huck, que decidiu não se candidatar mais a Presidente da República. "Hoje é dia dela! Não sei nem por onde começar. Está aí uma mulher que mudou minha vida. Meu Norte, meu Sul, meu Leste e Oeste também. Em qualquer direção, minha parceira para qualquer história que nossas vidas nos desafiam. Mãe dos meus filhos, amor da minha vida", escreveu ele, que ofereceu mansão para receber Madonna e mais famosos internacionais em casamento de Michelle Alves e Guy Oseary.

Luciano Huck se declara para a esposa: "Te amo mais que tudo

Ao "Gshow", o marido deixou mais uma declaração especial: "Sou capaz de ficar horas, semanas e anos falando de você… Te amo mais que tudo. É um privilégio poder compartilhar todos os dias da minha vida com você. Continue essa mulher maravilhosa, inteligente e que gargalha sem a menor vergonha", disse ele, que no fim de outubro comemorou aniversário de casamento com a comunicadora. " Há exatos 13 anos, dia 30 de outubro de 2004, ganhei o melhor presente que a vida me deu, Angélica. Nossos caminhos se cruzaram, e juntaram para sempre", escreveu Luciano na rede social.

Famosos exaltam Angélica em aniversário: Sua energia contagia

Querida de muitos artistas, Angélica também foi homenageada por colegas de elenco como o ator Ricardo Pereira. "A vida precisa de mais pessoas assim: alegres, sempre prontas para abraçar e sorrir", destacou o galã. "Muita paz, fé e amor. O resto não importa, você já conquistou. Gosto demais de você", disse Bruna Marquezine. Rival da personagem Catarina na novela "Deus Salve o Rei", Marina Ruy Barbosa também deixou recado para a apresentadora. "Uma das características que mais admiro e me inspiro, porque não tem como não ser fã, é a sua generosidade. Você é muito divertida e sua energia contagia", exaltou.

Fonte: purepeople.com