Rio Branco está entre as capitais com menor número de acidentes de trânsito

Dados da Seguradora Líder apontam que foram registrados 483 acidentes de trânsito em 2017 na capital acreana. Rio Branco ficou em 24º lugar no ranking de acidentes nas capitais.

A cidade de Rio Branco está entre as capitais com menos acidentes de trânsito registrados no ano de 2017. O dado foi divulgado, na quarta-feira (17), pela Seguradora Líder, responsável pela administração do Seguro DPVAT em todo o país.

Conforme o levantamento, a capital acreana ficou em 24º lugar no ranking das capitais, com o registro de 483 acidentes de trânsito. São Paulo e Fortaleza lideram o ranking, com 5.998 e 3.908 casos respectivamente.

Somente as capitais somam quase 44 mil acidentes de trânsito em 2017. Em todo país, foram mais de 245 mil acidentes de trânsito registrados apenas no ano passado. De acordo com a seguradora, a maior parte das vítimas ficou com algum tipo de sequela permanente.

Entre as capitais com menos acidentes estão Vitória com 335, em último lugar, seguida de Macapá com 390 casos, São Luís com 448, Rio Branco com 483 e Belém com 600 acidentes.

Indenizações pagas no 1º semestre de 2018

O número de indenizações por invalidez permanente em acidentes de trânsito no Acre aumentou 9% no primeiro semestre de 2018, segundo dados da Seguradora Líder.

Ao todo, 495 indenizações por invalidez permanente foram pagas no estado nos meses de janeiro a junho em 2018, enquanto, no mesmo período no ano passado, foram repassados os pagamentos para 454 beneficiários.

No primeiro semestre desse ano foram pagas 28 indenizações por morte no trânsito, enquanto 68 indenizações foram efetuadas de janeiro a junho de 2017. Houve redução de 58,8% nas indenizações por mortes em acidentes de trânsito no estado.

Os pagamentos para famílias de beneficiários foram efetuados por meio do Seguro DPVAT, que cobre danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre.

A modalidade de reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS) também registrou redução no primeiro semestre. Foram 29 pagamentos de janeiro a junho de 2017, enquanto no mesmo período deste ano foram 29. A redução foi de 41.37%.

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Do G1 Acre

Polícia Federal apreende mais de 80 quilos de droga em Cruzeiro do Sul

Carregamento de crack, maconha e cocaína era transportado em pequena embarcação. Dois homens que estavam no barco conseguiram escapar.

Durante uma fiscalização no Rio Juruá na manhã desta quinta-feira (18) agentes da Polícia Federal apreenderam 52,2 quilos de cocaína, 22,5 quilos de maconha e 5,8 quilos de crack em uma pequena embarcação que seguia em direção a Cruzeiro do Sul, interior do Acre. A droga estava em um barco que vinha da região de fronteira com o Peru, de onde o carregamento teve origem.

O barco foi interceptado na comunidade Pucalpa, que fica a duas horas de barco da cidade e estava sendo conduzido por dois homens que conseguiram escapar da ação da polícia.

Os agentes da PF subiam pelo rio em direção aos municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo e, ao chegarem nas proximidades da comunidade Pulcapa, decidiram abordar dois homens que desciam em direção a Cruzeiro do Sul. Ao receber ordem para ancorar, os condutores do barco seguiram para a margem do rio e abandonaram a canoa com a droga.

A Polícia Federal ainda não divulgou as informações sobre o caso para não prejudicar as investigações que estão em andamento com o objetivo de identificar e prender os responsáveis pelo transporte e os proprietários da droga.

Segundo o delegado Fabrício Silva, as ações de fiscalização no Juruá são realizadas constantemente pela Polícia Federal, que tenta combater o tráfico de drogas, o transporte de carnes de animais silvestres e outros crimes na região de fronteira. O Rio Juruá e seus afluentes são consideradas as principais rotas de acesso dos traficantes peruanos e brasileiros que atuam no narcotráfico entre os dois países.

Esta é a segunda apreensão de droga realizada pela PF em Cruzeiro do Sul em apenas dois dias. Na manhã desta quarta-feira (17), foram apreendidos 14,5 quilos de maconha na zona urbana da cidade. A droga foi encontrada em um local onde traficantes tentam se esconder da polícia no final do bairro da Cohab. Nesta operação, que contou com o apoio de policiais civis e militares, um grupo de pessoas que estava no local da apreensão também conseguiu fugir antes da chegada da polícia.

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Do G1 Acre

Detran notifica 150 condutores que podem ter o direito de dirigir suspenso

Lista com nome dos condutores foi publicada no DOE nesta quinta (18). Motoristas têm 15 dias para apresentar defesa na corregedoria do órgão.

O Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran-AC) notificou 150 condutores com risco de terem o direito de dirigir suspenso.

O edital de notificação com a lista dos nomes foi publicado nesta quinta-feira (18) o Diário Oficial do Estado (DOE), na página 29.

A publicação foi assinada pelo corregedor do órgão, Siles Freitas. O documento afirma que os motoristas têm o prazo improrrogável de 15 dias, a contar da data de publicação, para que apresentem a defesa administrativa nos horários de expediente do Detran-AC.

Nas listas publicadas no Diário constam os nomes dos motoristas dos veículos, o número do processo que respondem na corregedoria e a infração que cometeram. As infrações variam de 1 a 12 meses.

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Prefeitura de Cruzeiro do Sul demite único pediatra que prestava serviços para a saúde municipal

O médico pediatra demitido e Rondiney Brito, que é filho do Vereador Ronaldo Brito (PDT) de Cruzeiro do Sul.

Servidores da saúde do município de Cruzeiro do Sul, que não querem se identificar, fizeram contato com nossa redação na última quarta-feira, 17, para informar que as Unidades Básicas de Saúde – UBS, do município, encontra-se sem médico pediatra e que isso deve gerar prejuízos a população, especialmente as famílias mais carentes que dependem dos serviços dos postos de saúde.

Segundo servidores, o único pediatra que prestava serviço para o município foi demitido no dia de ontem, quarta-feira, 17. Um documento ao qual o Acre Real teve acesso assinado pela Secretaria Municipal de Saúde, no qual a gestora dispensa o profissional através de um ofício, confirma a denúncia apresentada pelos servidores.

Entramos em contato com a Secretária Municipal de Saúde, senhora Juliana Pereira, que disse que o município não tem como pagar o profissional. Segundo Juliana por causa da lei de responsabilidade fiscal, a AMAC recomendou aos municípios que mantivessem o limite constitucional da folha de pagamento em torno de 54% da arrecadação, hoje está em 61%.

O médico pediatra demitido, Rondiney Brito, que é filho do Vereador Ronaldo Brito (PDT), que faz oposição ao Prefeito Ilderlei Cordeiro, nas eleições do ultimo dia 7 de outubro, não apoiou o candidato do Prefeito, Rudiley Estrela (PP), e sim a filha do ex-prefeito Vagner Sales, Jessica Sales, (MDB). Em virtude desse fato e de outras demissões de apoiadores da Deputada Jessica Sales, sugiram rumores de que a demissão poderia ter ocorrido por motivação política. O fato chegou a ser externado por alguns perfis nas redes sociais.

Fizemos contato com o Médico Rondiney Brito, que disse que embora tivesse recebido com surpresa a demissão, nesse momento pós eleição, prefere não acreditar que sua demissão possa ter ocorrido por perseguição política. Brito aproveitou a oportunidade para agradecer as inúmeras manifestações de carinho recebidas da população cruzeirense e disse está a disposição para continuar o trabalho em prol da comunidade cruzeirense. “Afinal as pessoas passam e as instituições ficam”… Afirmou.

O Vereador Leandro Cândido também fez um discurso na sessão de hoje da Câmara Municipal, onde denúncia a demissão de Rondiney Brito.

Confira o Vídeo: 

Empresas compram pacotes ilegais de envio de mensagens contra o PT no WhatsApp, diz jornal

Reportagem da ‘Folha de S.Paulo’ afirma que empresários lançam mão de prática para beneficiar candidatura de Jair Bolsonaro, que nega. PT diz que vai acionar a Justiça.

Empresários compraram irregularmente pacotes massivos de envio de mensagens contrárias ao PT pelo WhatsApp, segundo reportagem publicada nesta quinta-feira pela Folha de S.Paulo. De acordo com a apuração do jornal, os contratos chegam a 12 milhões de reais e, entre os compradores, está Luciano Hang, dono da Havan. Ele apoia publicamente Jair Bolsonaro (PSL) e já foi obrigado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a retirar de seu Facebook um vídeo favorável ao capitão reformado que tinha sido pago para alcançar mais pessoas. A ação, revelada pelo EL PAÍS em agosto, é proibida pela legislação eleitoral, que diz que só os próprios candidatos, partidos e suas coligações podem comprar propaganda eleitoral no Facebook. Bolsonaro nega, por meio de seu advogado, qualquer participação em irregularidades. Hang também. O WhatsApp disse, em nota, que “está investigando os pontos denunciados pela reportagem”.O PT afirma que acionará a Justiça, enquanto PDT, de Ciro Gomes, diz que pedirá para anular a eleição.

Segundo a matéria da Folha as empresas “apoiando o candidato Jair Bolsonaro” compram de companhias especializadas um serviço chamado “disparo em massa” de mensagens no WhatsApp. Para isso, usam a base do próprio candidato ou partido ou uma base das próprias empresas que prestam o serviço, o que é ilegal porque a legislação eleitoral também não permite a compra de base de dados de terceiros. Essas bases de nomes compradas oferecem segmentação por região geográfica e, às vezes, por renda, explica o jornal. Muitas vezes, elas são fornecidas por empresas de cobrança ou por funcionários de empresas telefônicas, também segundo a Folha. O jornal diz ainda que as empresas investigadas pela reportagem estavam impossibilitadas de aceitar novos pedidos antes de 28 de outubro, data do segundo turno, por terem serviços enormes de disparos previstos para a véspera. Segundo o jornal, a prática também foi usada pelo candidato ao Governo de Minas Gerais pelo partido Novo, Romeu Zema. A companhia contratada pelo candidato, Croc Services, chegou a dizer ao jornal que não havia feito disparos massivos. Depois, no entanto, admitiu o serviço, mas negou que tenha utilizado banco de dados de não filiados ao novo.

A prática relatada pode configurar doação de campanha por empresa, o que é ilegal. Além do mais pode conter outra irregularidade caso se comprove que partiu de uma campanha política e não foi registrada na prestação de contas do candidato. A declaração do candidato ao TSE contém apenas o pagamento de 115.000 reais a uma empresa que realiza serviços de mídias digitais, a AM4 Brasil Inteligência Digital, que afirmou à Folha que mantém apenas grupos de WhatsApp para denúncias de fake news, listas de transmissão e grupos estaduais chamados comitês de conteúdo, relata o jornal. A Folha, entretanto, revela que apurou que o serviço dela não se restringe a isso. Uma das ferramentas usadas é a geração de números estrangeiros automáticos. Esses números são distribuídos a funcionários e voluntários —cada qual com dezenas deles— que são usados para administrar grupos ou participar deles. Com os códigos de outros países eles escapam dos filtros de spam e de limitações impostas ao WhatsApp no Brasil, como a limitação no número de participantes e na quantidade de repasse automático.

O EL PAÍS entrou durante a campanha em alguns desses grupos de apoiadores do candidato Bolsonaro e constatou a existência de muitos números com códigos de outros países entre os administradores. Há números dos Estados Unidos, Portugal, Itália e Reino Unido, entre outros. Em 28 de setembro, reportagem mostrou como funciona a máquina de fake news que opera nos grupos a favor de Bolsonaro no WhatsApp. O EL PAÍS acompanhou três grupos por três semanas, que publicavam juntos mais de 1.000 mensagens por dia, com conteúdos que informavam, por exemplo, que as urnas eletrônicas já foram fraudadas no país, algo que nunca aconteceu. Havia na ocasião ao menos cem grupos públicos que apoiam o capitão reformado do Exército no aplicativo.

O advogado de Bolsonaro, Tiago Ayres, defendeu seu cliente das acusações e disse ao jornal Valor Econômico que não há como vinculá-lo diretamente à suposta rede financiada por empresários de envio de mensagens pelo WhatsApp. De acordo com o advogado, os apoios de Bolsonaro são “espontâneos” e a campanha do presidenciável não pode ser responsabilizada pela conduta de simpatizantes. “Esta é uma campanha muito diferente. Não é razoável que qualquer manifestação, ele [Bolsonaro] tem que ter responsabilidade. Teria que ter muito dinheiro para vigiar [a conduta de todos os apoiadores]”, disse Ayres ao jornal.

PT pede investigação

O teor da reportagem levou o PT e Fernando Haddad a pedirem uma investigação sobre a suposta rede de apoio ilegal de empresários em favor da campanha de Bolsonaro. Em uma série de posts no Twitter, Haddad afirmou que a equipe jurídica da sua campanha acionará tanto a Polícia Federal quanto a Justiça Eleitoral para que as denúncias sejam apuradas. “A Folha hoje comprova que o deputado Bolsonaro criou uma verdadeira organização criminosa com empresários que, mediante caixa dois, dinheiro sujo, estão patrocinando disparos de mensagens mentirosas no WhatsApp”, publicou Haddad. “Ele patrocinou com dinheiro sujo uma campanha de difamação. E isso não tem prazo para acabar. Vou buscar reparação até as últimas consequências e os empresários que se envolveram nisso vão ter que responder judicialmente”, complementou ele, em uma coletiva de imprensa.

O Tribunal Superior Eleitoral não se manifestou até o momento sobre o caso. Em final de junho, o então presidente do tribunal, Luiz Fux, afirmou que a Justiça Eleitoral poderá eventualmente anular o resultado de uma eleição se esse resultado for decorrência da difusão massiva de notícias falsas. “O artigo 222 do Código Eleitoral prevê que se o resultado de uma eleição qualquer for fruto de uma fake news difundida de forma massiva e influente no resultado, ele prevê inclusive a anulação”, destacou. “É claro que isso demanda um acervo probatório, uma cognição, conhecimento profundo daquilo que foi praticado. Mas a lei prevê esse tipo de sanção”.

O WhatsApp também não se manifestou até o momento. Pesquisadores brasileiros publicaram no jornal The New York Times um artigo de opinião que pedia a empresa que implemente três mudanças para reduzir o “nível de desinformação” no processo eleitoral, explicou Pablo Ortellado, professor de políticas públicas da USP, que assinou o texto com Cristina Tardáguila, diretora da agência de checagem de dados, Lupa, e Fabrício Benevenuto, professor de ciência da computação da UFMG. Ele pedem três mudanças: a redução do número de reenvios de mensagens, o alcance da transmissão delas e o limite do tamanho de novos grupos, que hoje é de 256 usuários. “Acreditamos que com a adoção imediata dessas três medidas é possível uma redução rápida do dano que a desinformação tem causado ao debate eleitoral”, disse Ortellado em seu Twitter. “Informamos ao WhatsApp nossa proposta e a empresa nos respondeu que não há tempo para implementá-las. Nós discordamos. Na Índia, após uma série de linchamentos causados por boatos difundidos no aplicativo, o WhatsApp conseguiu implementar mudanças em poucos dias”, complementou.

Fonte: brasil.elpais.com

Perícia confirma que ossada humana encontrada é de Amanda Santos

A apresentação do resultado dos exames se na Delegacia de Investigações Criminais (DIC), em coletiva de imprensa.

Após pouco mais de dois meses passando por exames de DNA e análises periciais, a Delegacia de Homicídios recebeu o resultado do laudo vindo do Instituto Médico Legal (IML), no qual aponta para a confirmação de que a ossada humana encontrada em uma área de mata fechada no bairro Taquari era da jovem desaparecida, Amanda Santos.

A ossada da adolescente Amanda Santos foi encontrada em 23 de agosto, em uma área de mata localizada aos fundos da chácara Monte Mário, no bairro Taquari, bairro onde também foram encontrados os outros dois adolescentes que desapareceram com ela no dia 05 quando saíram para ir ao último dia de festa no Parque de Exposições.

De acordo com o delegado Rêmulo Diniz, dezoito dias foram o suficiente para que a ação ambiente consumisse o corpo da vítima, além da suspeita de que pode ter sido queimada pelos criminosos.

O corpo estava exposto ao tempo, urubus, larvas e ainda havia sinais de combustão, ou seja, que havia sido queimado e isso fez que a carne se consumisse e restasse só os ossos em ressecamento. Por isso tivemos trabalho pra identificar porque pra retirar o DNA de um material como esse é preciso de técnicas avançadas. É um trabalho que precisam de tempo pra isso não é só colocar um reagente ali e resolver, é complexo e antes nem se fazia aqui, ia pra Brasília e agora temos condições de fazer aqui na nossa casa”, disse Rêmulo.

Segundo o diretor geral do departamento de Polícia Técnico Científica, Elvis da Silva, foram coletados 17 amostras de material dos ossos até que conseguissem um que pudesse confirmar e identificar de quem era a ossada.

“Desde o momento em que foram encontrados os restos mortais de Amanda, nós demos prioridade para que fosse o quanto antes esclarecido. Nós usamos as técnicas mais modernas que existe no mercado para oferecermos os esclarecimentos necessários relativo à identificação do material analisado. Não restou dúvida de que os ossos são realmente da desaparecida Amanda, pondo fim ao sofrimento da família que agora vai poder sepultar o ente querido. Foram 17 amostras de material para que chegássemos a um que de fato pudéssemos confirmar a identidade da ossada”, disse o diretor.

Prisões

Os responsáveis pela morte de Amanda e também dos outros dois adolescentes, Victor Vieira, de 18 anos e Isabelle Silva, de 13 anos, foram presos no dia 05 deste mês de outubro também no bairro Taquari.

A dupla, Francimar Conceição da Silva e Clenildo Araújo de Souza, teriam praticado os crimes juntos e a motivação apurada pelas investigações foi ciúme por parte de Francimar que teria tido um pequeno relacionamento com Amanda e ela por sua vez não queria manter esse relacionamento.

Os três jovens foram pegos pela dupla quando voltavam do parque de exposições. Foram torturados e mortos a golpes de faca. Victor Vieira foi encontrado dois dias após seu desaparecimento, dentro de um poço. Isabelle Silva, foi encontrada no dia seguinte em uma área de mata,  após 18 dias a ossada de Amanda Santos foi localizada.

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Mantida condenação de policial civil por sequestro em Epitaciolândia

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Acre, o apelante teria fornecido apoio a uma equipe de policiais de país estrangeiro em duas operações ilegais conduzidas em solo brasileiro.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre decidiu negar o recurso impetrado pela defesa de Maicon Cezar Alves dos Santos, determinando, assim, o imediato início da execução da pena provisória imposta ao apelante (sete anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto), pelas práticas dos crimes de abuso de autoridade, tentativa de sequestro e sequestro qualificado (por maus tratos à vítima).

A decisão, que teve como relator o desembargador Elcio Mendes, ainda aguardando publicação no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), considerou que a sentença condenatória foi adequada às circunstâncias concretas do caso, não merecendo reparos de qualquer natureza por parte do Órgão Julgador de 2ª Instância.

Entenda o caso

Segundo os autos, o apelante foi condenado pelo Juízo Criminal da Vara Única da Comarca de Epitaciolândia a uma pena total de sete anos e 10 meses de reclusão, bem como à perda da função pública de agente de Polícia Civil, após a comprovação de sua participação nos crimes de abuso de autoridade, tentativa de sequestro e sequestro qualificado praticados contra a vítima S. N. do N., na sede daquele município.

Ainda conforme a representação ministerial, após uma primeira tentativa fracassada, o grupo obteve êxito em conduzir a vítima contra sua própria vontade até território boliviano, onde foi presa e acusada de suposto envolvimento no sequestro do filho de um senador daquele país.

A sentença considerou a “culpabilidade elevada” do apelante, já que “se aproveitou do cargo de policial civil para a prática delitiva, quando era de se esperar uma atuação na defesa e proteção da sociedade”, além das consequências do delito, que lhe são desfavoráveis, considerando-se que “a vítima continua presa ilegalmente na Bolívia, sofrendo todos os tipos de violação à sua dignidade”.

Inconformada, a defesa interpôs recurso junto à Câmara Criminal do TJAC, sustentando, em síntese, que o apelante é inocente e que o Ministério Público não apresentou provas que corroborassem com a tese apresentada em Juízo, sendo a sentença, portanto, equivocada.

Recurso rejeitado

Ao analisar o recurso, o desembargador relator Elcio Mendes rejeitou as alegações da defesa, considerando, dessa forma, que a sentença condenatória prolatada em desfavor do apelante foi adequada, devidamente fundamentada e sopesou as circunstâncias concretas do caso, inclusive no que diz respeito à quantificação da pena privativa de liberdade (7 anos e 10 meses).

Nesse sentido, o magistrado relator considerou que tanto a materialidade quanto a autoria dos crimes de abuso de autoridade, tentativa de sequestro e sequestro qualificado (por maus tratos à vítima) restaram devidamente comprovadas por ocasião da instrução do processo pelo Juízo Criminal da Vara Única da Comarca de Epitaciolândia.

O desembargador Elcio Mendes também decidiu acolher questão de ordem levantada pelo Ministério Público, em manifestação favorável, determinando o “imediato início da execução provisória da pena imposta” ao apelante, como prevê a jurisprudência firmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), uma vez que lhe foi garantida a observância do duplo grau de jurisdição.

O voto do desembargador relator foi acompanhado, à unanimidade, pelos desembargadores Samoel Evangelista (presidente e membro) e Pedro Ranzi (membro). Assim, a sentença judicial prolatada em desfavor do apelante foi mantida por seus próprios fundamentos.

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Por Agência TJ Acre

Homem que tentou matar ex e ameaçou atirá-la para jacarés vai ser julgado

Caso ocorreu em 2016 e vítima tinha 17 anos quando foi agredida. Em depoimento, acusado disse que agrediu vítima após saber que foi traído. Pronúncia para julgamento foi publicada no Diário da Justiça.

Um homem de 22 anos, que tentou matar a ex-namorada após levar ela para uma fazenda na Vila Rica, em Cruzeiro do Sul, vai ser julgado pela 1ª Vara Criminal do município por tentativa de feminicídio.

O caso ocorreu em junho de 2016 quando o homem agrediu a vítima, disse que iria matá-la e depois atirar ela em um açude para os jacarés.

A pronúncia para que o homem vá a julgamento foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça na terça-feira (16) e as partes devem ser intimadas.

A reportagem tentou contato com os advogados do acusado, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O G1 também tentou contato com a vítima, mas não foi atendido.

No boletim de ocorrência anexado no processo, o pai da vítima relatou à polícia que o casal estava separado há dois meses e que a filha, na época com 17 anos, já tinha pedido medidas protetivas, mas que foram descumpridas pelo ex-namorado.

No dia do crime, o homem ligou para a vítima e disse que tinha algo para entregar a ela e a buscou em casa. Eles foram de motocicleta até a fazenda e a partir daí começaram as agressões. A jovem foi arrastada e ameaçada com uma faca.

Em outro momento, o criminoso pediu que a ex tirasse a roupa e que aquele era “o local que ele tinha preparado para ela morrer”, conforme o boletim da polícia.

Em depoimento, a vítima relatou à polícia que tentou fugir após o agressor se distrair com uma ligação telefônica, mas foi pega novamente. Em seguida, a jovem aproveitou uma outra distração e conseguiu fugir. O homem fugiu do local e a polícia foi acionada.

O acusado, conforme o processo, confessou durante o interrogatório que agrediu a ex-namorada com uma faca de cozinha. Ele relatou que procurou a jovem para conversarem após saber que ela estava grávida, mas suspeitava que o filho era de outro homem.

Ele disse ainda que “se descontrolou e passou a riscá-la com a faca” e que a intenção não era matar a jovem “apenas feri-la”. O acusado disse à polícia que agrediu a vítima após ficar sabendo que foi traído.

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Após quase 40 dias, ex-candidata a deputada federal e outras 5 pessoas presas pela PF ganham liberdade

Presos foram beneficiados com habeas corpus do TRF1, em Brasília. Operação Hefesto foi deflagrada pela Polícia Federal em setembro.

As seis pessoas que continuavam presas pela Operação Hefesto, que investiga fraudes em licitações de publicidade, ganharam a liberdade na tarde desta quarta-feira (17), após o julgamento de habeas corpus (HC) no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília.

A informação foi confirmada pela defesa dos investigados. Entre os presos estava a ex-candidata a deputada federal e empresária Charlene Lima.

Além de Charlene, também ganharam liberdade Robson Diego Vidal, o policial militar Ednilson Pereira de Aguiar, Simone Silva de Freitas e os dois servidores da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Francisco Aurélio e Adalcimar Nunes.

A operação foi deflagrada no dia 13 de setembro e prendeu sete pessoas, sendo que três, que estavam com prisão temporária decretada, foram liberadas em seguida. No dia 18, dois servidores da Aleac foram presos na Operação Hora Extra, desdobramento da Hefesto.

O advogado de Charlene, Marcos Vinicíus Jardim, informou que a cliente deve deixar o presídio apenas na quinta-feira (18). Para isso, a empresária e o PM Ednilson Pereira devem pagar uma fiança no valor de dois salários mínimos.

“Tem algumas burocracias que o desembargador pediu como comprovante atualizado do endereço, entre outras coisas, que ainda não conseguimos, porque estamos em Brasília e foi determinado agora pela tarde. O alvará só deve ser cumprido depois dessas burocracias. Estamos na expectativa que amanhã consiga a soltura dela”, explicou Jardim.

O advogado Gelson Neto, que faz a defesa de Simone Silva, confirmou que a decisão é para todos os presos da operação.

Restrições

O advogado do PM, Wellington Silva, explicou que os investigados soltos precisam seguir algumas restrições. Eles não podem se aproximar dos demais envolvidos, precisam manter o endereço atualizado, comparecimento ao juiz e não devem se aproximar também das testemunhas do caso.

“Já foi remetida a decisão e o alvará encaminhado para o Bope [Batalhão de Operações Especiais] onde ele está preso. Acabei de pegar a decisão. Ele vai sair mediante ao pagamento de dois salários mínimos”, ressaltou.

Esquema

A empresa CL Publicidade, contratada para prestação de serviços de publicidade para a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e investigada por fraudes em licitações, cobrava mais de R$ 100 mil por duas horas de filmagem.

A informação é da Polícia Federal que analisou notas fiscais apreendidas e comparou com preço cobrado no mercado. Conforme o levantamento da PF, a empresa de Charlene Lima cobrava três vezes mais que o valor de mercado.

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Polícia encontra mais de 14 quilos de maconha em Cruzeiro do Sul

Ação das polícias federal, militar e civil foi na tarde de terça-feira (16). Suspeitos que transportavam a droga conseguiram fugir.

Durante uma ação na tarde desta terça-feira (16), no bairro da Cohab, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, agentes federais com o apoio de policiais civis e militares apreenderam 14,5 quilos de maconha.

A operação foi desencadeada depois de denúncias anônimas que chegaram ao conhecimento de agentes da PF.

A polícia teve informações que um grupo de traficantes chegaria ao bairro da Cohab com um carregamento de droga no final da tarde e foi até o local. De acordo com o comandante da PM, major Evandro Bezerra, foram deslocadas as viaturas da PM que estavam no policiamento da cidade para prestar apoio a equipe da PF que foi apurar informação.

O comandante disse que as pessoas que transportavam a droga conseguiram escapar antes da chegada das viaturas. Durante buscas em uma área de mata, onde tem uma rota para esconderijos de bandidos, os policiais localizaram o entorpecente no meio da vegetação.

“Infelizmente a gente não chegou aos autores, aos envolvidos que estariam transportante, por ser uma região extensa de mata e eles conseguiram se evadir. Mas, levamos êxito em apreender o material, mais de 14 quilos de entorpecente. Com certeza é um desfalque grande no crime que levanta fundos através da venda de entorpecentes”, avaliou Bezerra.

Segundo o comandante, a polícia continua investigando para tentar prender os proprietários da droga. “A polícia judiciária está apurando e vamos trabalhar para chegar aos autores”, garantiu o comandante.

O bairro da Cohab é um dos principais pontos de circulação de droga no município de Cruzeiro do Sul. No mesmo dia pela manhã, a polícia prendeu quatro suspeitos de envolvimento com o tráfico no mesmo bairro. Com eles, foram aprendidos mais de 500 gramas de droga, entre maconha e cocaína.

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