Portal do Rosas – Este Portal trouxe matéria sobre a necessidade de os órgãos de controle, principalmente os federais, apurassem como os anunciados R$ 126 milhões a serem aplicados na antiga Santa Casa de Misericórdia, hoje Santa Casa da Amazônia, serão aplicados. 

O alerta foi feito por se tratar de recursos federais, fruto de emenda parlamentar do senador Marcio Bittar (MDB), que serão aplicados em uma entidade de Saúde privada.

Agora, sugiro que o leitor observe, com atenção, a fotos abaixo:

Essa imagens são da Santa Casa de Misericórdia de Cruzeiro do Sul. Como pode ser visto, a situação não é nada alentadora.

Em 2014, a entidade encerrou as suas atividades por absoluta falta de recursos para continuar em funcionamento. Ela fora criada em 1924.

Após uma longa disputa judicial, em maio de 2019 as instalações foram entregues, definitivamente, a 46 funcionários pela Justiça do Trabalho. O imóvel foi avaliado em R$ 6 milhões. 

Agora, veja a foto a seguir:

A imagem apresenta o senador Marcio Bittar, a sua esposa Márcia Bittar, o ex-deputado José Alex e a senhora Kelly Pessoa apresentando a pedra fundamental de uma nova Santa Casa, que será construída em Rio Branco.

Teoricamente, os fatos não guardam qualquer relação. Só que a história é outra.

É de domínio público que a Santa Casa de Misericórdia de Rio Branco tem o seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) manchado pelo excesso de processos que tramitam na Justiça.

Ela, portanto, não poderia receber recursos federais.

Como o CNPJ do local onde as obras serão realizadas está “bichado”, os inteligentes foram buscar o CNPJ da desativada Santa Casa Cruzeiro do Sul.

Esse foi o pulo do gato.

Essa Santa Casa da Amazônia fora criada no dia 24 de fevereiro de 1983, embora no papéis timbrado da entidade a data de fundação consta com se fosse no dia 28 de setembro de 1924.

Pode não haver ilegalidade, mas não custa uma investigação séria, haja vista que há muito dinheiro público em jogo.

Qualquer dúvida, basta checar o CNPJ nº 04.510.707/0001-07

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