O deputado federal Leo de Brito (PT) se manifestou, nesta quarta-feira, 22, contrário ao projeto de lei 6024/2019 que propõe alterar os limites da Reserva Extrativista Chico Mendes (Resex) e transformar o Parque da Serra do Divisor em Área de Proteção Ambiental (APA).

“É uma ameaça à floresta amazônica. A Resex é uma luta histórica de trabalhadores rurais. E essa proposta de modificar o Parque da Serra do Divisor para APA, deixará a área vulnerável. Essas são medidas inaceitáveis”, avalia.

Para Leo de Brito, o projeto de lei apresentado pela deputada federal Mara Rocha (PSDB) cria medidas que vão trazer só prejuízos e ajudar a reduzir o tamanho da floresta amazônica. “Com a revisão que propõe o projeto, vamos abrir precedentes perigosos. Os beneficiados serão pessoas que cometem crimes ambientais, grilagem e desmatamento na região. Não podemos aceitar essa revisão”, frisa.

O parlamentar destaca que a área da Reserva Chico Mendes que pode ser afetada é a única, ao longo da BR-317, que tem floresta nativa e, portanto, tem função ambiental importante. Quanto a Serra do Divisor, ele observa que a área registra a maior biodiversidade do planeta.

“Esses são patrimônios do nosso país. A flexibilização dessas áreas atende apenas aos interesses de um seleto grupo econômico e ameaça a segurança de famílias, dando carta branca a desmatadores, além de legalizar a grilagem de terras. Não podemos aceitar essa ameaça contra nossa floresta amazônica”, declara Leo.

O deputado ressalta que a sociedade civil já tem se organizado contra o PL 6024/2019 e assegurou que seguirá trabalhando para que o projeto não seja aprovado na Câmara dos Deputados.

“Já temos mobilizações no Acre, no Brasil e no mundo. O presidente Bolsonaro fala em medidas ambientas, mas o que vemos é essa proposta ter se apoio. Em breve, vamos realizar mais uma conferência do clima e o que temos é mais um ataque à preservação da Amazônia”, finaliza Leo de Brito.

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Veja o Vídeo Abaixo: O deputado Neném Almeida voltou a falar sobre a invasão de empresas de Manaus nos contratos com o governo do estado, na gestão de Gladson Cameli, pois há muito tempo não se via uma situação como esta. De acordo com o parlamentar, no atual governo é perfeitamente normal a presença de várias empresas de outros estados quando se trata de prestação de serviços junto à Administração Pública. “É legal? Talvez, mas  com certeza não é justo o que a Gestão Cameli vem fazendo com o empresários acreanos nestes últimos meses.

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