Veja o Vídeo:

Após receberem denúncias da população residente no bairro Puraquequara, na Zona Leste de Manaus, policiais civis prenderam o idoso Lourival da Silva Paiva, de 85 anos, por abusar e explorar sexualmente de uma criança de apenas 10 anos de idade. 

Conforme a delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança (Depca), o pai da criança vende adubo na beira da estrada e a menina vive com ele e uma sobrinha de seis meses em situação de extrema vulnerabilidade.

“O suspeito fornecia água potável para a família e se aproveitava que a menina ia sozinha na casa dele para cometer atos libidinosos. Ele chegava a dar quantias como R$2, que, segundo a menina, era usado para comprar mingau para a sobrinha, como forma de ajudar a família”, relatou a delegada.

Durante as investigações foi constatado que o pai não sabia dos crimes ocorridos, porém já havia percebido que a menina havia aparecido com salgadinhos e algumas coisas que não haviam sido dadas por ele. 

“A denúncia ocorreu durante uma ação social do governo e foi a própria população que falou sobre a situação criminosa. Há relatos de que outras crianças também iam à casa do idoso. Com essa criança já aconteceu pelo menos duas vezes. O idoso tinha uma companheira, mas cometia os crimes quando estava sozinho. Isso aconteceu na quarta (15) e quinta-feira (15)”, afirmou a delegada. 

O idoso foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável e exploração sexual. Ele deve permanecer à disposição da Justiça na Central de Recebimento e Triagem (CRT), no quilômetro oito da rodovia federal BR-174. As informações é do site d.emtempo.com

Veja o Vídeo da coletiva com mais detalhes sobre o crime 

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Veja o Vídeo Abaixo: A mamata não acabou. No governo Bolsonaro, ela é tabelada. A CPI da Covid descobriu que o lobista Marconny Albernaz Faria “vendeu” por R$ 400 mil a indicação de Márcio Roberto Teixeira Nunes para um cargo no Instituto Evandro Chagas, no Pará, órgão vinculado ao Ministério da Saúde. Márcio fez os pagamentos para a empresa de Marconny, foi nomeado e acabou preso num escândalo de propinas que envolveu R$ 1,6 milhão. O esquema funcionou assim: Marconny inicialmente pediu uma propina que chamou de “incentivo” no valor de R$ 25 mil. Só para começar os trabalhos.

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