O líder da oposição assim como todos os demais deputados que fizeram as falas durante a sessão desta quarta-feira (15), foram enfáticos em defender os integrantes do cadastro de reserva da Polícia Civil, que estiveram na galeria da ALEAC, levantaram cartazes e aplaudiam a cada fala de apoio aos mesmo.

Edvaldo disse que o governador usou todos os aprovados para pedir votos e até assinou um termo de compromisso, dizendo que depois da eleição caso ganhasse estaria convocando todos os aprovados da Polícia Civil e Militar.

“Eu me somei a essa luta que vinha sendo acompanhada pelo deputado Roberto Duarte e virou uma causa de todos os demais parlamentares. Hoje eles retornam aqui, mas quero relembrar isso, porque o governador do Acre, assim como Pedro, que negou Cristo três vezes, o governador enganou o cadastro de reserva por mais de três. Quando foi para ganhar os votos, ele participou de uma solenidade e eu me lembro, inclusive queria dar o crédito ao deputado Roberto Duarte, que sempre levantou a bandeira aqui nessa causa, eu só me somei”, disse o deputado.

Edvaldo lembrou da promessa de Gladson, que na solenidade ainda em campanha prometeu convocar todos.

Por duas vezes que essa turma esteve em acampamento aqui no holl da ALEAC, o governador reuniu em rodas de conversas no final da tarde e disse, não se preocupem, eu vou convocar todos, enganou mais duas por mais duas vezes. Daí só depois ele pediu para olharem direito no edital, isso pela terceira vez. Depois já pela quarta pediu um parecer jurídico e o deputado Roberto Duarte junto com o líder Pedro Longo e levaram o parecer favorável para PGE. Faço esse relato porque o problema agora não é burocrático, mas sim Político’, afirmou.

Edvaldo disse que está na hora de deixar de engalobar, de negar e enrolar, pois o déficit na Polícia Civil é de 749 agentes, 47 peritos e por isso está na hora de um posicionamento concreto.

Em 2017, o concurso da Polícia Civil também era para preenchimento de 250 vagas. Os salários variavam de de R$ 3.007,78 a R$ 15.378,00. O processo seletivo teve 7.652 pessoas inscritas, segundo a Secretaria de Gestão Administrativa (SGA).

Das vagas, 176 eram para o cargo de agente de Polícia Civil, 20 para auxiliar de necropsia, 18 para o cargo de delegado de Polícia Civil e outras 36 vagas para escrivão. Todos os cargos eram para o nível superior, sendo que para delegado, o candidato tinha que ser formado no curso de direito e ter, no mínimo, três anos de atividade jurídica ou policial.

Essa era uma das promessas de Cameli, que nas eleições afirmou que iria convocar de imediato todos os candidatos que passaram nos últimos concursos da polícia e abrir um novo concurso.

Devido à pandemia de Covid-19, uma lei, aprovada pelo governador em maio do ano passado, suspendeu os prazos de validade de concursos públicos já homologados e em fase de convocação dos aprovados no estado durante o período de calamidade.

O decreto que prorroga a situação de calamidade pública em todo o Acre venceu em dezembro do ano passado.

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Veja o Vídeo Abaixo: “O estranhíssimo é perguntar quem são os lobistas do Fonplata. O governo do Estado está autorizado a contratar operações de crédito com o Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES, Banco Mundial, bancos que operam no Brasil, com a autorização da Secretaria do Tesouro. A mensagem aqui não trata de taxa de juros, a justificativa não trata desse aspecto. No Brasil, não há juros mais baratos que a Caixa Econômica Federal. A pergunta que terá que ter resposta é: ‘quem são os lobistas do Fonplata?”. Edvaldo Magalhães lembrou que esta é a quarta operação de crédito feita pelo governo Gladson Cameli. 

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