Não é surpresa para ninguém que o governo de Gladson Cameli está beneficiando e super valorizando as empresas de Manaus, mais do que o próprio governo do Estado do Amazonas, mas esta relação do governo do Acre com empresas de Manaus tem gerado grande revolta no meio empresarial acreano.

Não sendo diferente, o governador Gladson Cameli realizou um pregão eletrônico para escolher o novo fornecedor de refeições para os pacientes e servidores das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Rio Branco, por ironia, quem venceu mais este, foi a empresa Karla Gabrielle R. Marques – Eireli, localizada na Rua Visconde de Sepetiba, no bairro Flores, em Manaus (AM).

Diante desta situação onde a “empresa de Manaus” pode receber o valor exato de R$ 1.132.438,68 (um milhão cento e trinta e dois mil, quatrocentos e trinta e oito reais e sessenta e oito centavos), empresários acreanos do ramo da gastronomia ficaram mais uma vez a ver navios, pois todo o lucro destes mais de R$ 1 milhão irá circular fora do Acre. 

Lamentavelmente, hoje encontra-se no Poder um cidadão que pouco se importa em aquecer a economia local e já deixou isso bem claro e explicito, pois não se trata de um caso isolado, Gladson Cameli, apesar de usufruir de todas as regalias que o “Governo do Acre” pode proporcionar dentro da legalidade (porém regado de imoralidade), as poucas oportunidades que o Estado tem para se manter de forma valorizada, acabam escapando em situações como esta.

Vale destacar ainda que além da questão da gastronomia, o ramo da construção civil enfrenta o mesmo problema, onde as “empresas de Manaus”, conseguiram fisgar todas as grande obras do governo Cameli, enquanto sobrou para as empresas acreanas, apenas migalhas.

Mas voltando ao assunto das marmitas, nem vamos levar em consideração as informações que deveriam ser consideradas pertinentes pelo governo de Gladson, como por exemplo, no caso do atestado de capacidade técnica apresentado, a empresa que ganhou o pregão sequer informou onde vai funcionar sua cozinha em Rio Branco.

Mas esta questão não é de interesse do governo, aparentemente, para eles tanto faz a cozinha ser perfeitamente cuidada ou simplesmente ser imunda rodeada de insetos e cia, pois de acordo com o secretário adjunto, Epitácio de Alencar e Silva Neto, no âmbito da qualificação técnica não é exigido que as empresas comprovem qual o endereço das cozinhas, onde serão preparadas as refeições.

Sobre o atestado de capacidade técnica, Alencar afirmou que  toda e qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, pode emitir o documento, desde que o licitante tenha prestado serviço anteriormente e isso possa ser comprovado.

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Veja o Vídeo Abaixo: “O estranhíssimo é perguntar quem são os lobistas do Fonplata. O governo do Estado está autorizado a contratar operações de crédito com o Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES, Banco Mundial, bancos que operam no Brasil, com a autorização da Secretaria do Tesouro. A mensagem aqui não trata de taxa de juros, a justificativa não trata desse aspecto. No Brasil, não há juros mais baratos que a Caixa Econômica Federal. A pergunta que terá que ter resposta é: ‘quem são os lobistas do Fonplata?”. Edvaldo Magalhães lembrou que esta é a quarta operação de crédito feita pelo governo Gladson Cameli. 

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