Em SP, presidente ‘recorre’ à vontade divina e cita ‘fatores’ que podem fazê-lo deixar a Presidência: ‘Só saio preso, morto ou com a vitória’ – Foto: Reprodução

Em.com.br – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, nesta terça-feira (7/9), que só deixará o comando do governo federal “preso” ou “morto”. A “vitória” foi a outra alternativa listada por ele, durante discurso a apoiadores, em ato na Avenida Paulista, em São Paulo. Bolsonaro voltou a afirmar que apenas a vontade divina pode tirá-lo do Palácio do Planalto

“E dizer àqueles que querem me tornar inelegível em Brasília: só Deus me tira de lá. Só vou sair preso, morto ou com a vitória. Dizer aos canalhas que eu nunca serei preso. A minha vida pertence a Deus, mas a vitória pertence a todos nós”, bradou, sob aplausos dos manifestantes que estão na principal via da capital paulista.

Bolsonaro atacou nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Indiretamente, partiu para cima de Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O chefe do governo federal não falou, em São Paulo, sobre a reunião do Conselho da República. Mais cedo, no Distrito Federal, ele anunciou a convocação, para esta quarta (8), de um encontro com integrantes do órgão, responsável por tratar de temas como intervenção federal, estado de defesa, estado de sítio e questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas. Representantes de Executivo e Legislativo compõem o comitê.

Apelo a Bolsonaristas

“Onde vocês estiverem, eu estarei.” Assim, Bolsonaro se dirigiu aos apoiadores. Ele garantiu apoio a seus simpatizantes. “Enquanto vocês estiverem ao meu lado, estarei sendo o porta-voz de vocês. Essa missão é digna e espinhosa, mas também muito gratificante.”

Em São Paulo, Bolsonaro fez novo discurso a apoiadores – foto: Miguel SCHINCARIOL / AFP

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Veja o Vídeo Abaixo: recentemente o vice-governador do Estado do Acre, Major Rocha e deputada deputada federal Mara Rocha se manifestaram contra o Projeto de Lei nº 122/2021 que determina uma quarentena de 5 anos para profissionais de segurança pública, juízes e promotores que pretendem concorrer como atualização de 2022, ou seja, para que esses profissionais possam concorrer como atualização, eles devem ter cinco anos de afastamento do serviço público.

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