Segundo informações obtidas pela colunista Fábia Oliveira, do O Dia, a ex-Calypso escolheu o imóvel e chegou a um consenso em relação ao preço da venda. Foto: Reprodução/Instagram/@joelmaareal

Metrópoles – A cantora Joelma está sendo alvo de um processo movido pelo proprietário de uma casa de alto padrão para a qual se mudou em abril de 2019 e fica em Goiânia. Segundo informações obtidas pela colunista Fábia Oliveira, do O Dia, a ex-Calypso escolheu o imóvel e chegou a um consenso em relação ao preço da venda. No momento da assinatura dos papéis, contudo, pediu que seu nome fosse retirado do contrato e trocado pelo da sua filha, Natália Mendes.

Passados pouco mais de dois anos, o dono alega na Justiça que a artista teria pagado apenas 1,86% do preço contratado – R$ 70 mil de R$ 3.750.000. Joelma ainda teria deixado em aberto várias dívidas, como energia, IPTU, condomínio e conserto de avarias, que totalizam R$ 38.912,66.

Como se não bastasse a situação envolvendo o débito, Joelma também teria pendências no CNPJ da empresa de shows que ela mantém e que também está no nome de Natália.

Ao O Dia, a assessoria de imprensa de Joelma disse que as acusações são falsas. “Não houve nenhuma compra nem locação de propriedade localizada em Goiânia em nome de Joelma. Informamos também que ela possui duas empresas que gerenciam sua carreira: aJShow, que administra os shows, e a JMusic Editora, que cuida da obra musical da artista, a qual atualmente dispõe de selo e gravadora independentes. Ressaltamos que ambas têm direcionamentos diferentes e estão em perfeito funcionamento. São absurdas as acusações e caluniosas as alegações de que teriam sido criadas para sonegar impostos, tendo em vista que ela própria os paga”.

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Veja o Vídeo Abaixo: recentemente o vice-governador do Estado do Acre, Major Rocha e deputada deputada federal Mara Rocha se manifestaram contra o Projeto de Lei nº 122/2021 que determina uma quarentena de 5 anos para profissionais de segurança pública, juízes e promotores que pretendem concorrer como atualização de 2022, ou seja, para que esses profissionais possam concorrer como atualização, eles devem ter cinco anos de afastamento do serviço público.

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