Alessandro foi preso por matar um vendedor de picolé em dezembro de 2020 – Foto: Arquivo pessoal

O policial Alessandro Rosas Lopes denunciado pela morte do vendedor de picolé Gilcimar da Silva Honorato, de 38 anos, em dezembro de 2020, teve mais um pedido de liberdade negado pela Câmara Criminal de Rio Branco. As Informações é do G1 Acre

A informação foi confirmada pelo advogado de Lopes, Maxsuel Maia, nesta sexta-feira (27), que informou que deve continuar tentando a liberdade dele em instâncias superiores.

“A Câmara Criminal negou mais um pedido de liberdade. Mas dessa vez já esperávamos. O pedido feito tinha como principal fundamento o excesso de prazo da prisão, principalmente pela demora na realização da reprodução simulada dos fatos. Nesse meio tempo, a perícia foi realizada. Logo, o argumento perdeu sua robustez”, disse.

O crime ocorreu no dia 12 de dezembro de 2020, no Conjunto Esperança, em Rio Branco. O inquérito sobre o crime foi encaminhado à Justiça no mesmo mês e a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Acre (MP-AC), no dia 12 de janeiro. O processo corre na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar. A denúncia acusa Lopes por homicídio por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima e crime hediondo.

Na denúncia, o MP aponta que, segundo os autos, nos momentos que antecederam a morte do vendedor de picolé, ele e o policial discutiram dentro de um bar, o que motivou a vítima a se armar com uma faca.

“Somente depois de ser esbofeteado pelo denunciado, veio a investir contra ele, atingindo o ombro, provocando a lesão de natureza leve e empreendendo fuga em seguida. Por sua vez, enquanto a vítima já se encontrava em fuga, o denunciado buscou uma arma de fogo em seu veículo e iniciou uma perseguição à vítima, vindo a alcançá-la, efetuando contra ela dois disparos na região posterior do corpo (costas)”, destacou o promotor na denúncia. 

Policial penal Alessandro Rosas Lopes tem pedido de liberdade negado pela justiça — Foto: Arquivo

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