Há um ditado popular que diz que, “o combinado não custa caro”. Como toda regra tem exceção, o dito não serve para deputados federais, senadores e o presidente da república. O que eles combinaram vai custar muito caro aos cofres da nação.

A Câmara e Senado aprovaram na LDO o aumento de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões no Fundo Especial Eleitoral, o “Fundão de Campanha”, a ser torrado nas eleições do ano que vem. A nação ficou em choque com tão vergonhoso aumento. Uma afronta a população no meio de uma pandemia com mais de 550 mil mortos e cerca de 20 milhões de brasileiros na miséria absoluta.

A princípio, o presidente Jair Messias Bolsonaro que não é “coveiro” nem “faz milagres” se mostrou bastante indignado com a proposta indecente dos antigos parceiros de parlamento. Para acalmar o povo e os seus seguidores, em nome da moral e dos bons costumes, assinalou que vetaria a proposta.

Ledo engano! Conforme o combinado com o Centrão, já que a proposta real não era a de manter os R$ 5,7 bilhões, mas qualquer valor acima dos dois R$ 2 bilhões, afirmou a nação brasileira que R$ 4 bilhões estão de bom tamanho.

A pergunta é: Bolsonaro está errado quando faz isso? Moralmente sim, mas politicamente não. Ou ele se junta com o famigerado Centrão ou sua cabeça rola do planalto bem antes mesmo da data da reeleição ano que vem com um impeachment.

Ao se recusar a negociar com o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, Dilma assinou a sentença de morte política. Coisa que Bolsonaro não faz nem aqui nem na lua. Para ele, perder para o Lula é impensável. O Impensável não existe.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vazou nas redes sociais um vídeo do governador em frente a sua residência, no município de Cruzeiro do Sul, irritado com a morosidade como parte da equipe governamental que vem tratando o problema. Um dos que ouviu poucas e boas, foi o diretor da Casa Civil, Paulo Justino. Visivelmente incomodado com a cobrança dos servidores, Gladson disse que esse impasse que já dura dois anos pode comprometer sua reeleição, além disso, ele voltou a solicitar o cancelamento dos contratos com as empresas terceirizadas inadimplentes.

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