O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), um dos mais atuantes membros da CPI da Covid, afirmou à jornalista Miriam Leitão que a comissão encontrou movimentação financeira atípica no montante de R$ 50 milhões em transações entre empresas do empresário Francisco Maximiano, da Precisa, e pessoas físicas. Segundo o senador, que apesar de suplente, é um dos membros mais destacados da CPI, são “movimentações sem lastro na realidade, compatíveis com processos de lavagem de dinheiro”.

Para Vieira, a comissão já identificou uma “cadeia de comando clara”, que vai do ex-secretário executivo do Ministério da Saúde coronel Élcio Franco, o general Pazuello, e ministros Braga Netto e Ramos “e o próprio presidente da República”.

A CPI formou um grupo de juristas que vai preparar um estudo para “dar um encaixe dos fatos e a tipificação penal”, segundo o senador. O professor Miguel Reale Jr. chefia o grupo de juristas.

“Os crimes de responsabilidade devem ser encaminhados à Câmara, os crimes comuns à Procuradoria Geral da República e, eventualmente, os fatos podem ser levados ao Tribunal Penal Internacional, para avaliar o cometimento de crime contra a humanidade. É muito grave o que aconteceu no Brasil e o que ainda acontece, nessa gestão totalmente descolada daquilo que a Constituição exige, que é o respeito à vida”, disse Vieira.

Vieira acha que não há como fugir da convocação do ministro Braga Netto. “Ele fazia parte da cadeia de comando”. Mas ele reconhece que “alguns temem fazer a convocação do ministro Braga Netto por conta da posição que ele ocupa agora como ministro da Defesa. Mas ele fazia parte da coordenação da resposta brasileira à pandemia e o resultado foi desastroso. A gente precisa ouvir essas pessoas e, se for o caso, responsabilizá-las sem nenhum tipo de preocupação com a questão de farda”. E completou: “no Brasil, ainda se tem muito medo dos generais, mas quando ele ocupa um cargo civil eu não posso dar um tratamento diferenciado”.

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Um vídeo que circula na Internet em que um homem esfaqueia sua ex-esposa com mais de 30 golpes de faca. A vítima foi identificada como Fiorela Liseth Díaz Díaz, de 32 anos, empresária e mãe de duas crianças. Ela morava no distrito de Guadalupe, província de Pacasmayo em La Libertad, no Peru.

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