Na peça, Dora é interpretada por Jaqueline Chagas – Foto: Mag Araújo/Reprodução

Assessoria – De volta aos palcos para sua segunda temporada de 2021, o espetáculo tem sua estreia marcada para o dia 9 de julho às 19h30, no teatro da Usina de Arte João Donato, em Rio Branco.

A Associação Teatro Candeeiro foi criada na capital do estado no ano de 2016, fruto do professor da Universidade Federal do Acre (Ufac), Micael Cortês, e do artista e escritor Nolram Rocha. Este último é formado em Gestão de Pessoas pela Universidade do Paraná e seguiu seus estudos na Licenciatura em Teatro pela Ufac e em Direção Teatral na SP Escola de Teatro.

Escrita e dirigida por Nolram, a peça conta a história de um grupo de jovens universitários na jornada que rodeia a morte de uma mulher chamada Dora. Algumas escolhas “podem resultar em erros irreversíveis dos quais nenhum de nós é isento”, anuncia a sinopse da peça. O modo como ocorreu a morte de Dora é uma das grandes surpresas do espetáculo.

Nolram conta um pouco mais da peça. “Um acontecimento, fora do planejamento de Dora, a submeteu a uma rotina diferente da que estava acostumada e isso a abalou completamente. A partir daí, houve um encadeamento de decisões não acertadas que levaram jovens universitários a refletirem ludicamente sobre a sua história”, revela.

“Dora não é mocinha e nem vilã, ou é os dois, mas o que sabemos é que ela carrega em sua biografia a complexidade que temos em existir. O espetáculo em si nos faz emergir, com certa apreensão e muito humor, na nossa própria condição de seres finitos”, descreve o diretor.

Outras peças do grupo Candeeiro que foram trabalhadas por Nolram incluem “O Baile”, adaptação do filme homônimo de Ettore Scola; “O mambembe”, de Arthur de Azevedo, e “Uma lição longe demais”, de Zeno Wilde.

Por meio da LAB, administrada pelo governo do Estado por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), várias peças do Candeeiro foram contempladas e financiadas. “A Lei Aldir Blanc foi difundida no meio cultural de todo o país. Fundamental para a sobrevivência dos artistas, a articulação no Acre feita pela FEM e pela Fundação Garibaldi Brasil abriu as portas para muitos sonhos saírem do papel. Temos outros projetos, além de ‘Depois de Dora’, por esta lei emergencial. Aguardem ‘Afluentes Acreanas’, de Jaqueline Chagas e ‘Uma lição longe demais’, de Zeno Wilde”, conta Nolram.

“Depois de Dora” tem a classificação indicativa de 14 anos. O espetáculo segue com apresentações durante todos os sábados e domingos do mês de julho. A entrada é gratuita e o uso de máscaras é obrigatório; o limite de ocupação do espaço é de, no máximo, 60 pessoas.

Ficha Técnica

Escrito e dirigido por: Nolram Rocha

Elenco

Isadora | Jaqueline Chagas

Enrico | Jhony Carvalho

Caetano | Hysnaip Moura

Lúcia | Lonara Teixeira

Marília | Netty França

Narciso | Bel Gabs

Genetriz | Beatriz Araújo

Contrarregragem atuante

Beatriz | Beatriz Araújo

Bianca | Bianca Cabanelas

Elias | Elias Silva

Henrique | Henrique Queiroz

Jonathan | Jonathan Torres

Rick | Rick Santos

Wesley Silva | Wesley Silva

Arte Gráfica | Pedro Daher

Assistência de direção e produção | Elias Silva

Cantores solistas | Bel Gabs, Eyshila Cristine e Beatriz Araújo

Fotografia | Mag Araújo e Bianca Cabanelas

Iluminação | Jaqueline Chagas

Assistente de operação de luz | Enrique Queiroz

Direção musical e Sonoplastia | Gustavo Leles, João Gabriel Fonseca e Nolram Rocha

Operação de som | Enrique Queiroz

Piano | Eduardo Bibiano

Violão e Percussão | Eyshila Cristine

Tecido acrobático | Hysnaip Moura

Canção original | “Fiel soldado” – Compositor: Nolram Rocha

Arranjo: banda Laika e João Gabriel Fonseca

Patrocínio | Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) por meio da Lei Aldir Blanc

Apoio | Funerária São João Batista, Morada da Paz e Recanto Food & Beer

Realização | Associação Teatro Candeeiro

Produção | Nolram Rocha

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