Três das vítimas eram irmãs e foram abusadas pelo padrasto dentro de casa no Bujari – Foto: Arquivo pessoal

Um vigilante suspeito de abusar das três enteadas, de 3, 7 e 13 anos, e da filha de um amigo, de 12 anos, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. O Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) também aceitou a denúncia contra o suspeito por estupro de vulnerável. Com Informações do G1 Acre

A decisão é da Juízo da Vara Criminal da Comarca de Bujari. O juiz Manoel Queiroga pediu ainda a prisão do suspeito para que seja garantida a ordem pública e impedir uma possível fuga. “Posto isso, em consonância com a cota ministerial (…), bem como para a garantir a ordem pública, conveniência da instrução criminal e posterior aplicação da lei penal, decreto a prisão preventiva do acusado”, diz parte da sentença.

Ao G1, a defesa do vigilante informou que vai entrar com o pedido de revogação da prisão e trabalha para provar a inocência do cliente. O advogado Romano Fernandes Gouveia afirmou que o cliente nega os crimes, alega perseguição e nunca atrapalhou as investigações.

“Houve ausência de prática de ato libidinoso. A defesa vai pedir a revogação da prisão, ele não foi atrás das pessoas que o acusam, nem atrapalhou os fatos. O que alega a seu favor é inocência, não tentou ser evadir, tem emprego fixo, é réu primário e não oferece perigo”, pontuou.

Enteadas

A primeira vítima sofreu o abuso em 2017. Segundo o processo, a criança tinha 13 anos na época e é filha da ex-companheira do suspeito. As outras vítimas, que também eram irmãs da menina, foram abusadas após esse período.

As meninas relatam à Justiça que sofriam ameaças do vigilante durante os abusos. Conforme a Justiça, o homem ameaçava as vítimas dizendo que ‘caso elas contassem para alguém seria pior’.

Consta ainda no processo que a criança de 7 anos relatou também que o padrasto dizia que machucaria a mãe dela caso o denunciasse. Apavoradas, as meninas não falaram nada e conviviam com o suspeito.

Abuso da filha do amigo

Já em 2020, enquanto visitava a casa de um amigo, o suspeito teria se aproveitado da hospitalidade para abusar da filha do dono da residência. A menina tinha 12 anos na época. O pai da vítima teria descoberto o crime após olhar as buscas da filha na internet.

A criança teria procurado o significado da palavra sexo na web. Desconfiado, o pai chamou a filha para conversar e, aos prantos, a vítima contou o que aconteceu.

A Polícia Civil confirmou ao G1 que o caso foi denunciado por uma pessoa em 2021. Por segurança, não foi revelado se essa pessoa seria parente ou conhecido das vítimas.

Ainda segundo a polícia, o suspeito foi preso na época e negou o crime. As meninas fizeram exame de conjunção carnal que comprovaram os abusos.

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Construção da Catedral – A primeira igreja foi construída por Dom Afonso Donnadieu, o primeiro vigário dos padres espiritanos na região no começo do século passado. Posteriormente nos anos 30, a região do Juruá foi dividida em duas prelazias. O Baixo Juruá continuou pertencendo a prelazia de Tefé, comandada por padres franceses e o Alto Juruá ficou sob comando dos padres alemães. A primeira catedral foi construída em madeira, porém, por não oferecer segurança aos fieis acabou em desuso. 

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