Durante a visita, foram discutidas ações voltadas para área da educação – Foto: Pedro Devani

A primeira-dama do Estado, Ana Paula Cameli, visitou na manhã desta quinta-feira, 10, a Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE) para tratar sobre o andamento e execução dos projetos Maria da Penha vai à Escola e Maria da Penha vai às Aldeias, na grade curricular do Estado.

Os projeto já estão presentes como módulo dentro da formação dos profissionais da Educação, o que levará conhecimento às equipes gestoras sobre o enfrentamento e combate à violência contra a mulher.

Um dos pilares do projeto, que consiste na capacitação de professores e gestores, é trabalhar a Lei Maria da Penha Nº 11.340/2006 nas escolas, com a preocupação de contribuir para a formação dos profissionais da educação sobre a temática e apoiá-los na implementação de projetos pedagógicos, além de orientá-los quanto à notificação das situações de violência, incluindo a violência sexual contra crianças e adolescentes.

“Não podemos fazer nada sozinhos, essa integração entre as secretarias é fundamental para a execução das ações. O projeto Maria da Penha vai à Escola é uma parceria do meu gabinete, Educação, Sejusp e SEASDHM”, destacou a primeira-dama, Ana Paula Cameli.

Na oportunidade foi discutido também as ações a serem realizadas na Escola de Gastronomia e futuros projetos a serem executados nas áreas de Educação, Cultura e Esportes.

“A Educação está de portas abertas para trabalharmos juntos. Alinhados ao Gabinete da Primeira-Dama iremos fortalecer os nossos projetos”, ressaltou a secretária da pasta, Socorro Neri.

Participaram da reunião, ainda,  a diretora de Ensino, Denise Santos, a chefe do Departamento de planejamento Maria José de Lima e a chefe da Divisão de Educação em Direitos Humanos e Diversidade, Irizane Clementino.

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Construção da Catedral – A primeira igreja foi construída por Dom Afonso Donnadieu, o primeiro vigário dos padres espiritanos na região no começo do século passado. Posteriormente nos anos 30, a região do Juruá foi dividida em duas prelazias. O Baixo Juruá continuou pertencendo a prelazia de Tefé, comandada por padres franceses e o Alto Juruá ficou sob comando dos padres alemães. A primeira catedral foi construída em madeira, porém, por não oferecer segurança aos fieis acabou em desuso. 

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