Primeira casa de farinha automatizada do Vale do Juruá foi inaugurada em Mâncio Lima – Foto: Eyner Júnior

Assessoria – Durante mais uma edição da Caravana da Produção, foi inaugurada, em Mâncio Lima, a primeira casa de farinha automatizada do Vale do Juruá. A iniciativa vai dinamizar a cadeia produtiva da mandioca na região, e foi uma ideia encabeçada pelo técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural, (Emater) e da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio do Acre (Sepa), Murilo Matos.

“Trouxemos essa ideia e o produtor confiou, tivemos parceiros que também acreditaram. Estou muito feliz, porque, com a nova tecnologia que estamos desenvolvendo, o produtor terá um maior lucro. Estou aqui para ajudar, desenvolver essa tecnologia inovadora, que otimiza o processo da farinha, diminuindo o tempo de trabalho e aumentando a produção”, disse Murilo.

A casa de farinha foi montada com apoio do governo do Estado, por meio da Sepa, da Emater, da Prefeitura de Mâncio Lima, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Cooperativa Nova Aliança.

Na ocasião, o titular da Sepa, Nenê Junqueira, abordou a importância da realização: “Hoje o setor produtivo da farinha está em festa na região do Juruá. Inicia-se agora uma produção modernizada e automatizada. Nós, da Sepa, estamos aqui para dar todo o apoio possível para os produtores, é um momento de realização, de comemorar a inauguração”.

Também estiveram presentes à inauguração, o governador em exercício, Major Rocha, os deputados Roberto Duarte e Luiz Gonzaga e o prefeito de Mâncio Lima, Isaac Lima. José Oliveira do Nascimento, mais conhecido como “seu Zeca”, é o proprietário da casa de farinha automatizada.

Ele trabalha há pelo menos 25 anos no ramo, ao lado de sua família, e fala sobre o momento. “É a realização de um sonho, o resultado do trabalho de toda uma vida. A parceria que firmamos foi fundamental para conseguir estar aqui hoje, nesta inauguração”, disse.

Foram investidos aproximadamente R$ 200 mil na iniciativa. A partir de agora, os produtores terão capacidade de triplicar a produção diária, suportando produzir aproximadamente 1.100 kg de farinha ao dia, sendo que uma produção manual produz no máximo 400 kg do por dia.

É o que explica Murilo Matos: “Hoje o produtor, para fazer em torno de oito sacos de farinha [400 kg], leva em média 16 horas. Com a casa de farinha automatizada, esse tempo se reduz para oito horas, e é possível produzir até 22 sacos [1.100 kg] por dia”.

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