Imagem aérea da cidade de Guajará – AM – Foto: Alemão Monteiro 3 de Julho Notícias

Por ter sido um dos estados mais afetados pela Pandemia da Covid-19 no País, o estado do Amazonas chamou atenção do mundo, dos artistas, celebridades e instituições do Brasil no período mais crítico da Pandemia e por isso foi bastante contemplado com recursos; públicos e doações.

A operação da Polícia Federal contra supostas fraudes na aquisição de sérvios durante a pandemia, pode ser um prenúncio de mais ações policiais contra prefeitos e gestores em diversos municípios do estado, estes sem se preocuparem com a transparência nas ações desenvolvidas.

Prefeitos do Interior, além de auxílio milionários no enfrentamento a covid-19, alguns foram beneficiados com verbas para enfrentamento as cheias dos rios, que castigou dezenas de cidades no interior do estado.

Os órgãos de controle estão de olho em prefeitos que sequer disponibilizam os gastos e prestação de conta em portais da transparência, outros nem tem um site da prefeitura.

Guajará, que tem cerca de 17 mil habitantes e está localizado a quase 1.500 km de Manaus é um exemplo. A prefeitura administrada pelo prefeito Ordean Silva – PP, foi uma das mais beneficiadas no interior do Amazonas com recursos para enfrentamento ao Covid-19 e a cheia que castigou dezenas de famílias.

Mesmo com a liberação de mais de um milhão para ajudar no Socorro as famílias, que perderam plantações, casas e necessitam de auxílio do poder público, a prefeitura não disponibiliza informações sobre em que vem aplicando esses recursos.

Moradores de comunidades atingidas pela cheia do Rio Juruá, denunciam que perderam plantações e até a estrutura de suas casas foi comprometida, mas que ainda não tiveram ajuda da prefeitura municipal.

Gestores público precisam entender que, em tempos de tecnologia avançada, querer esconder os gastos e atos de qualquer poder, se torna crime e tem levado muita gente aso tribunais.

A Polícia Federal cumpre, nesta quarta-feira (02), 19 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária nas cidades de Manaus e Porto Alegre. A ação investiga irregularidades para a construção do hospital de Campanha Nilton Lins, unidade usada no combate à pandemia no estado. As informações e do G1 AM

O secretário de Saúde Marcellus Campêlo, o empresário Nilton Consta Lins Júnior e outras quatro pessoas são alvos de mandado de prisão. Campêlo teria sido procurado em dois endereços e não foi encontrado.

Agentes também fazem busca na casa do governador Wilson Lima, na sede do governo do Amazonas, na Secretaria de Saúde, na casa do secretário de saúde Marcellus Campêlo, na casa do dono do Hospital Nilton Lins e no Hospital Nilton Lins.

Polícia Federal faz buscas contra governador do Amazonas em investigação sobre desvio de verbas de combate à Covid

E veja também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia ouve a médica Luana Araújo, que havia sido indicada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para chefiar a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento da Covid-19, mas a nomeação não foi efetivada pelo governo. O requerimento para o depoimento é do senador Humberto Costa (PT-PE).

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