A decisão foi proferida pelo desembargador Júnior Alberto, do Tribunal de Justiça do Acre, em resposta à uma ação do governo, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Edvaldo Magalhães disse que o governo Gladson usou de informações falsas para enganar o movimento grevista, passando a ideia de que estaria preparando uma proposta para os trabalhadores, quando na verdade “trabalhava” junto à Procuradoria Geral do Estado (PGE) uma estratégia para barrar na Justiça o movimento, usando o argumento de que 90% dos trabalhadores estariam parados. Pela lei de greve, 30% dos trabalhadores têm que seguir trabalhando e era o que estava sendo feito, de acordo com o parlamentar.

“Quero falar de algo que considero grave. É a chamada negociação fake. Em tempos de fake news, o governo do Estado, a secretaria de Estado de Educação, os assessores do governador, estão estabelecendo um novo método com as categorias, que é negociação fake. O governo disse que teria uma proposta a ser apreciada e apresentada aos trabalhadores da Educação, professores, servidores de apoio e inclusive os aposentados. A negociação fake caiu por terra, quando ao invés de algo concreto para a negociação de fato, o que receberam os profissionais da Educação? Um pedido de ilegalidade da greve”, desabafou o parlamentar.

Edvaldo Magalhães pontuou que em governos anteriores “havia uma disputa de narrativa de quem tinha mais força no momento do movimento”, mas isso foi trocado pelos argumentos fakes por parte da equipe de negociação do governo atual.

“A inovação do governo, do governador Gladson Cameli, por meio de sua Procuradoria, é dizer: ‘tem mais de 90% parado, portanto tem que ser declarado a ilegalidade da greve’. Para amordaçar, para humilhar uma categoria que está querendo apenas uma proposta. Esse governo só subtrai da Educação, inclusive com as compras superfaturadas e os escândalos tão conhecidos de uma CPI que impediram dela funcionar”, afirmou.

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