A prefeitura municipal deveria usar os recursos para atender às demandas urgentes dos desabrigados, com água potável, cestas básicas, kit de higiene, madeira, medicamentos entre outros benefícios.

Sem Portal Transparência atualizado, nem sequer um site para atualizar as ações da gestão, o cidadão de Guajará não pode nem cobrar prestação de contas e saber se todos esses recursos foi mesmo utilizado em ações de ajuda as famílias atingidas pelas cheias deste ano.

Dezena de famílias ficaram desabrigadas com a grande cheia do Rio Juruá e igarapés no entorno da cidade de Guajará. Algumas tiveram suas casas comprometidas pela força das águas e precisam de auxílio com madeiras telhas e assim reparar os danos, mas até agora não se viu esse tipo de apoio por parte da administração municipal.

Totalizando sete municípios do Amazonas foram atendidos com recursos do Ministério de Desenvolvimento Regional para o enfrentamento da enchente de 2021:

Pauini – R$ 848.400,38;

Envira: R$ 1.010.950,00;

Itamarati – R$ 996.950,00;

Ipixuna – R$ 1.373.450,00;

Guajará – R$ 1.188.364,00;

Eirunepé – R$ 1.852.901,00;

Boca do Acre – R$ 2.960.104,00;

A Câmara de vereadores faz vista grossa diante da situação e pouco se ver cobranças de algum parlamentar da cidade.

Guajará vem descumprindo uma ação determinada pelo Ministério Público Estadual, que já solicitou informações sobre as ações realizadas pela defesa civil estadual e municipal no acompanhamento de situações de enchente na cidade.

O MP solicitou desde 2019, relatórios com plano de contingência, planilhas de gastos com famílias que foram atendidas por abrigos ou aluguel social, cestas básicas e um planejamento preventivo de tais situações.

Nas áreas atingidas pela enchente, ninguém viu ação da prefeitura no sentido de apoio aso que tiveram percas, tanto nas lavouras, quanto na estrutura das residências e para não dizer que não teve nada, a distribuição de cestas básicas foi a única coisa que administração de Ordean Silva garantiu as famílias.

Nossa redação tentou contato com o presidente da Câmara, mais o telefone da instituição não completou as ligações. Na prefeitura, ninguém foi achado para falar sobre essa situação.

Enchente coloca Guajará em situação de Emergência na última alagação (Foto: Defesa Civil/AM)

Imagem mostra a situação que ficou o município de Guajará (Foto: Defesa Civil/AM)

E veja Neste Plantão do 3 de Julho Notícias

No vídeo, a farmacêutica afirmou que a vereador Neiva faltou com a verdade quando disse que o medicamento vencido que ela portava era da farmácia, a profissional afirmou também que tratava-se de lotes diferente do da farmácia e com validade também diferente e que portanto não era o lote da farmácia e que não era o medicamento deles. Ainda no vídeo, a farmacêutica afirmou que solicitou direito de resposta na câmara e que havia registrado boletim de ocorrência por conta desta situação.

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